Você vai ler na coluna hoje: GRUPO PANVEL – A agência Eixo deverá atender a conta OFF a partir de 1º de agosto, Ainda dá tempo de garantir o seu lugar em um dos debates mais estratégicos do ano! Nesta quinta-feira (09/07), às 19h30, na Fábrica do Futuro, A ofensiva da CNBC mostra para onde avança a TV e o Brasil terá influência nisso, Um dos principais executivos da história do SporTV, o jornalista gaúcho Raul Costa Júnior fez uma crítica contundente ao atual momento do canal esportivo da Globo, 13 anos depois, ainda é a criatividade, A agência de publicidade é o único lugar onde o VAR chama mais do que o árbitro, SBT tenta transformar festa de 45 anos em faturamento,
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GRUPO PANVEL
A agência Eixo deverá atender a conta OFF a partir de 1º de agosto. A supervisão da conta terá o comando do experiente Douglas Farlan, e a mídia estará com Mahyara, que estava na WT de Novo Hamburgo. As outras agências do Grupo Panvel em gráfica e ON permanecem inalteradas.
É AMANHÃ!
Ainda dá tempo de garantir o seu lugar em um dos debates mais estratégicos do ano! Nesta quinta-feira (09/07), às 19h30, na Fábrica do Futuro.
Eduardo Ferlauto, Diretor de Sustentabilidade da Lojas Renner, vai falar sobre:
“A Evolução da Sustentabilidade Corporativa nos Novos Tempos: Estratégia, Transição Energética e Emissões”.
Por que você não pode perder?
Conteúdo de Peso: Entenda como a sustentabilidade se consolidou como pilar de negócios, lucro e geração de valor no mercado atual.
Palestrante: Uma oportunidade única de absorver a experiência de quem lidera a estratégia socioambiental de uma das maiores marcas de varejo do país.
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Por Guilherme Ravache
A mais importante rede de notícias financeiras do mundo está deixando de ser um negócio ancorado na TV a cabo linear para se tornar uma operação digital multiplataforma.
Em janeiro, a Comcast (dona da NBCUniversal) fez o spin-off de boa parte de seus canais a cabo e criou a Versant, que se tornou controladora também da CNBC. E a nova empresa tem como meta estar cada vez mais em todos os lugares.
“Estamos totalmente no ataque”, disse KC Sullivan, presidente da CNBC, no podcast Daily Variety, semana passada. “A disrupção está em toda parte. E acho que, do ponto de vista da cobertura editorial, isso é uma oportunidade. Há uma quantidade imensa de conteúdo comoditizado por aí. Mas para marcas confiáveis que entregam conteúdo diferenciado, que é o que pensamos todos os dias, isso é cada vez mais importante. Estamos focados em garantir que nosso conteúdo chegue à nossa audiência como e onde ela quiser. Porque, no passado, havia poucos lugares onde o conteúdo [da CNBC] era consumido. Agora houve uma enorme fragmentação do consumo. Então é preciso garantir que o conteúdo seja entregue onde e como a audiência deseja”.
E é aqui que a TIMES BRASIL – LICENCIADO EXCLUSIVO CNBC, entra nessa história. Há pouco mais de um ano, Douglas Tavolaro lançou seu próprio canal de notícias no Brasil já como um projeto multiplataforma e trouxe a CNBC como a licenciada exclusiva do projeto.
A experiência brasileira inclusive foi destaque no CNBC GLOBAL 2026 que aconteceu semana passada, em Londres. Além de lideranças do canal nos Estados Unidos, estiveram presentes os proprietários e CEOs das emissoras CNBC em países como Japão, Índia, Itália, Arábia, Indonésia, Mongólia, Turquia e Grécia, além dos recém-lançados canais na Alemanha, Áustria e Suécia.
“Os ganhos vão além do acesso à informação”, diz Tavolaro, que também esteve em Londres. “A conexão permanente com a rede CNBC – que é única no mundo – permite uma cobertura mais ampla, rápida e qualificada dos acontecimentos que movimentam a economia global, aproximando investidores, empresários, executivos e tomadores de decisão brasileiros das discussões que influenciam o universo dos negócios”.
Por sinal, essa foi uma das razões que me levaram a aceitar o convite de Tavolaro para estrear na TV (sou analista do canal). É uma oportunidade de estar em vários lugares, mas ainda assim, falando com uma comunidade particularmente interessada em negócios.
A TV será cada vez mais multiplataforma, também maior graças ao crescimento das parcerias. Ainda assim, ela será mais segmentada e voltada para comunidades. No caso da CNBC, a comunidade de negócios.
Um dos principais executivos da história do SporTV, o jornalista gaúcho Raul Costa Júnior fez uma crítica contundente ao atual momento do canal esportivo da Globo
Por Felipe Vieira
Em publicação nas redes sociais, ele afirmou estar “muito triste” com o rumo tomado pela emissora e avaliou que a cobertura da Copa do Mundo de 2026 representa uma perda de protagonismo da marca. Formado pela Famecos, da PUCRS, Raul construiu boa parte da carreira no Grupo RBS antes de assumir, em 2009, a direção do SporTV. Mais tarde tornou-se diretor-executivo de Eventos da Globo, liderando a cobertura de grandes competições internacionais, entre elas três Copas do Mundo, três Copas das Confederações e cinco Jogos Olímpicos.
Durante sua gestão, a cobertura da Rio-2016 recebeu o Golden Rings Awards, concedido pelo Comitê Olímpico Internacional ao melhor programa de televisão dos Jogos. Em 2018 deixou a Globo para morar nos Estados Unidos. No texto publicado neste fim de semana, Raul afirma que permaneceu em silêncio até agora, mas decidiu se manifestar diante do que classificou como um processo de deterioração do SporTV.
Segundo ele, o canal que realizou uma cobertura ininterrupta da Copa de 2014 e foi referência na Olimpíada do Rio “tem presença irrelevante na Copa de 2026”. Para o ex-diretor, a emissora possuía estrutura, profissionais qualificados e processos consolidados para liderar a renovação do jornalismo esportivo da Globo, mas esse patrimônio teria sido desperdiçado. Raul também destaca que o SporTV era reconhecido como um celeiro de talentos, atraía profissionais de todo o país e possuía uma marca forte junto ao público.
Em sua avaliação, bastava aperfeiçoar o produto e preservar a cultura construída ao longo dos anos, em vez de promover mudanças profundas. Outro ponto levantado pelo ex-executivo é que, mesmo que a Globo volte a conquistar a exclusividade dos direitos de transmissão da Copa do Mundo, a recuperação da imagem do canal será difícil. Para ele, permanecerá a percepção de que essa eventual vitória ocorreria “pela força e não pelo talento”.
O jornalista encerra a publicação com um alerta à direção da empresa. Na sua visão, insistir no atual modelo de cobertura poderá comprometer também o desempenho do SporTV na Olimpíada de Los Angeles, em 2028. “Existem caminhos que precisam ser pensados de uma perspectiva diferente da atual. O que não dá é para manter este modelo”, escreveu. As declarações ganham repercussão por partirem de um dos profissionais mais identificados com a consolidação do SporTV como referência na televisão esportiva brasileira e responsável por algumas das coberturas mais premiadas da história recente da Globo.
13 anos depois, ainda é a criatividade
Por Nizan Guanes
Há 13 anos escrevi uma coluna intitulada “É a propaganda, estúpido”. Dizendo que, com toda a revolução em curso na comunicação, a criatividade expressa na propaganda e em tanas outras formas de comunicação seguiria determinante para construir e promover marcas. Na época parecia uma provocação. Hoje virou estatística.
Acabaram de sair os novos números globais da WPP Media para o mercado. A publicidade terá investimento recorde no mundo, movimentando US$ 1,3 trilhão em 2026, alta de 8,9%, em relação à projeção anterior. Mesmo com guerras, inflação, tarifas, crises geopolíticas e um mundo em estado de incerteza, a publicidade atinge sua maior participação no PIB mundial desde que esse levantamento começou a ser feito, superando inclusive o auge da bolha da internet.
No momento de maior transformação tecnológica da história da comunicação, a criatividade nunca foi tão relevante para a economia. Isso deveria encerrar um debate recorrente. Toda vez que nasce uma tecnologia/plataforma, alguém decreta a morte da propaganda criativa, como se a tecnologia pudesse substitui-la. Foi assim com a internet, com o Google, com as redes sociais, com os influenciadores. Agora é a vez da inteligência artificial.
Já está claro que quando a tecnologia muda, a expressão criativa também muda, Mas a necessidade de construir marcas continua exatamente no mesmo lugar. Aliás, talvez num lugar ainda maior.
A inteligência artificial democratizou a produção. Nunca foi tão fácil e rápido criar produto, abrir empresa, lançar marca. Mas uma consequência deste maravilhoso processo é pouco comentada. Se ficou mais fácil produzir, ficou mais difícil ser escolhido. O escasso não é mais a oferta. O escasso é a atenção.
É por isso que as empresas precisam tratar seu investimento em comunicação não mais como despesa discricionária, mas como infraestrutura competitiva. A WPP Media observa que o investimento em publicidade e construção de marca deixou de ser gasto opcional para se tornar investimento estratégico de crescimento. Quem desaparece da conversa desaparece do mercado. Essa é uma das maiores mudanças dos últimos anos. Antes, as empresas cortavam publicidade na primeira crise. Hoje, fazem o contrário. Em mercados instáveis, permanecer visível custa menos do que reconstruir relevância depois.
E ficou muito mais fácil aferir acertos e erros, medir resultados. Durante décadas discutimos o quanto da propaganda criativa era bem inserida e o quanto era desperdiçada. Agora conseguimos acompanhar vendas, comportamento, intenção de compra, recorrência e dezenas de outros indicadores praticamente em tempo real. A criatividade segue indispensável. Mas hoje ela conversa diariamente com os dados. E essa combinação tornou a criatividade mais eficiente, mais mensurável e, por isso, ainda mais valiosa aos negócios.
Há outro fenômeno imenso e quase silencioso acontecendo. Anunciar foi por décadas privilégio de grandes empresas. Hoje, milhões de pequenas e médias empresas compram mídia todos os dias, o que jamais fizeram. Uma padaria pode anunciar no seu bairro, uma startup brasileira pode disputar clientes na Europa, uma pequena marca de cosméticos pode vender ao mundo. A economia digital não só criou novos veículos. Ela criou milhões de novos anunciantes. E segue criando novos formatos.
Segundo o estudo da WPP, o retail media já passou a TV como uma das maiores categorias globais de investimento publicitário, enquanto a busca baseada em inteligência artificial aparece como o meio de crescimento mais acelerado da história recente.
No passado, a propaganda criativa era vista como consequência do crescimento. Hoje ela é uma das condições para crescer. E se já estamos na era da inteligência artificial, estamos também na era da inteligência da marca. Porque quando tudo pode ser copiado em semanas, os produtos se parecem cada vez mais e a tecnologia fica disponível para todos, sobra aquilo que sempre foi o ativo mais difícil de construir. Confiança. Reputação. Preferência. Marca.
Tecnologia muda mercado. Marca muda destino. E quem fabrica marca é a comunicação. Por isso continuo acreditando na mesma visão que escrevi 13 anos atrás. As ferramentas mudaram, as mídias mudaram, os consumidores mudaram. Mas a necessidade de se comunicar criativamente não só permaneceu. Ela cresceu ainda mais.
A agência de publicidade é o único lugar onde o VAR chama mais do que o árbitro.
Por Ricardo Ueda Sturk
A agência de publicidade é o único lugar onde o VAR chama mais do que o árbitro.
A ideia foi aprovada.
Mas alguém resolveu mostrar para outra pessoa.
Que mostrou para outra.
Que chamou outra.
Que lembrou de outra.
De repente, a campanha já passou por Marketing, Comercial, Jurídico, Diretoria, Presidência, pelo grupo do WhatsApp e, em algum momento, por alguém que “não é da área, mas tem um olhar interessante”.
Todo mundo entrou em campo.
Ninguém assumiu a autoria do gol.
O curioso é que o VAR existe para corrigir erros claros.
Na publicidade, às vezes ele serve apenas para transformar uma boa ideia em uma decisão por unanimidade.
E unanimidade, quase sempre, é o jeito mais caro de produzir uma campanha mediana.
SBT tenta transformar festa de 45 anos em faturamento
Emissora planeja atrações especiais para o mês de agosto e quer atrair anunciantes em pacote pós-Copa do Mundo
Por Bárbara Sacchitiello
O SBT se prepara para celebrar 45 anos de existência no próximo dia 19 de agosto. Para a data, além de uma programação especial, a emissora de TV aberta também está planejando um pacote comercial especial, que visa conectar as marcas anunciantes ao longo dos especiais que serão realizados para a comemoração.
Em comunicado enviado à imprensa nessa terça-feira, 7, a rede de televisão divulgou algumas das atrações especiais que irão ao ar em agosto, seu mês de aniversário.
Além de uma atração dedicada exclusivamente à festa, que será comandada por Gaby Cabrini e Gabriel Cartolano, o SBT também terá edições comemorativas dos programas Fofocalizando, A Praça é Nossa, Programa do Ratinho, The Noite, Bake Off Brasil, Eita Lucas, Viva a Noite, Domingo Legal e do Programa Silvio Santos.
A proposta da área comercial do SBT, que é liderada por Daniel Abravanel, diretor executivos de negócios de rede, é inserir marcas ao longo de todos os especiais, abrangendo também os desdobramentos dos conteúdos nas plataformas digitais.
O SBT também pretende aproveitar a audiência e o interesse pela emissora por conta das transmissões da Copa do Mundo, que vem realizando em parceria com a NSports.
No fim da semana passada, o veículo divulgou à imprensa uma nota em que celebrava o fato de ter conseguido, em junho, seu melhor desempenho em audiência na Grande São Paulo.
De acordo com os dados, o SBT registrou média de 2,77 pontos, na Grande São Paulo, ao longo dos 30 dias do mês. A melhor performance veio com as transmissões pós-jogos da Copa do Mundo, que registraram média de 8,48 pontos. As exibições das partidas da Copa, em si, renderam em média, 7,2 pontos de audiência na região.













