Você vai ler na coluna hoje: Aos 25, falta experiência, aos 60, sobra experiência, mas afinal, qual é a idade certa para trabalhar?, Comunidade, pertencimento e relevância no consumo brasileiro. O consumo é, essencialmente, um ato social, A competência abre a porta, mas a confiança fecha o contrato, Digital Favela e Podpah criam o evento Perifa Summit, Promoção do Banrisul entrega capivara de pelúcia na aquisição de seguros de vida e capitalização, Barbara Vellwock assume a liderança do setor de Marketing do ParkShopping Canoas, ASBEA-RS e Revista Projeto reúnem referências da arquitetura brasileira em evento sobre o futuro das cidades, Campanha apresenta novo posicionamento institucional do Sindiatacadistas RS, IA e publicidade: saiba como a automação promete transformar o mercado publicitário, após receitas de US$ 1,1 trilhão
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Aos 25, falta experiência, aos 60, sobra experiência, mas afinal, qual é a idade certa para trabalhar?
Por Ester Morgan
Existe uma geração inteira sendo descartada justamente quando tem mais a oferecer.
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Todos os dias recebo relatos de profissionais acima dos 50 e 60 anos que enviam dezenas, às vezes centenas de currículos, e não conseguem sequer uma entrevista.
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E quando finalmente são chamados, alguns entrevistadores nem tentam esconder a decepção ao descobrir a idade. Em casos ainda mais graves, escutam frases como: “Você tem experiência demais” ou “Estamos buscando alguém mais jovem”.
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Traduzindo: você ficou velho demais para trabalhar.
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O mais cruel é que muitos desses profissionais dedicaram décadas construindo empresas, formando equipes, atendendo clientes, superando crises e entregando resultados. Foram considerados valiosos até o dia em que a idade passou a falar mais alto do que a competência.
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E quando a resposta é não, muitas vezes nem recebem um retorno, nem um e-mail, nem uma ligação e nem mesmo o respeito de uma devolutiva.
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Enquanto isso, empresas reclamam da falta de mão de obra qualificada, da dificuldade de encontrar talentos, da alta rotatividade e do aumento dos afastamentos por questões emocionais e de saúde.
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O paradoxo é que parte da solução está sendo ignorada.
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Uma pesquisa da EY e da Maturi revelou que 78% das empresas brasileiras reconhecem possuir barreiras para contratar profissionais acima de 50 anos.
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A pergunta que fica é: quem está perdendo? O profissional maduro ou a empresa que deixa de contratar alguém com maturidade emocional, compromisso, estabilidade, resiliência, visão de negócio, capacidade de relacionamento, responsabilidade e experiência adquirida ao longo de décadas?
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A longevidade mudou, o mercado mudou e a sociedade mudou, mas parte das empresas continua recrutando como se estivéssemos no século passado.
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Idade não é prazo de validade, experiência não é defeito, e talento não tem data de fabricação.
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O verdadeiro risco não está em contratar profissionais maduros, está em continuar desperdiçando talentos enquanto se procura desesperadamente por eles.
Comunidade, pertencimento e relevância no consumo brasileiro.
O consumo é, essencialmente, um ato social
Por Marcelo Rubin de Lima
Na sociologia e na antropologia, as análises mais interessantes sobre o tema são as que se distanciam da lógica da escolha racional de custo-benefício. Nós não consumimos apenas produtos. Consumimos significados, símbolos de pertencimento e marcadores de identidade.
O que vestimos, o que comemos e onde passamos as férias são um idioma que comunica aos outros quem somos e, principalmente, quem não somos.
Quando alguém escolhe um produto nas gôndolas de um supermercado, está construindo sua identidade. O consumo opera como um espelho e um escudo: ele projeta para o mundo a imagem de quem a pessoa deseja ser (identidade) e demarca seu lugar na estrutura social (posição).
Consumimos para dizer: Eu pertenço a este grupo, compartilho destes valores e possuo este status.
O antropólogo britânico Daniel Miller (A Theory of Shopping), considera o ato de fazer compras no supermercado como um verdadeiro ritual. Miller enxerga o consumo como uma prática de produção de relacionamentos e afetos. Quando abastecemos o carrinho, raramente pensamos apenas em nós mesmos.
A escolha de cada item é moldada pelo cuidado (cura), pelo amor e pela manutenção de laços familiares e comunitários. Os produtos que escolhemos materializam sentimentos e sustentam nossos relacionamentos.
Trazendo essa ótica para a nossa realidade, pesquisas contemporâneas no país, (Clotilde Perez, USP) apontam que o consumo no Brasil está fortemente atrelado à dimensão dos afetos e da ritualização do cotidiano.
Nesse sentido, o consumidor brasileiro é altamente relacional. O vínculo com marcas e produtos é utilizado para estreitar laços familiares, celebrar a resiliência diante de crises econômicas e construir narrativas de identidade.
Minha posição sobre o tema é: o consumidor brasileiro busca marcas que validem esses laços de afeto no seu cotidiano. Laços com a família, amigos e colegas de trabalho. Por isso, o varejo que sobrevive e prospera não é o que foca apenas no preço, mas o que entende o papel que ocupa na cultura e na comunidade do seu cliente. Um papel de materialização dos afetos.
A competência abre a porta, mas a confiança fecha o contrato
Por José Maria Carlos Filho
A mensagem da imagem toca no ponto central de qualquer parceria corporativa sólida: “Ser indicado por competência é bom, mas ser indicado por confiança é insubstituível. Networking não é quantidade de contatos, é qualidade de conexões!”
No ambiente de negócios e na gestão de operações, a capacidade técnica (currículo, ferramentas, domínio de processos) é o requisito básico de entrada. Ela prova o que você consegue entregar. No entanto, em mercados dinâmicos e competitivos, os grandes tomadores de decisão buscam algo que vai além do escopo técnico: a previsibilidade comportamental e a integridade.
Quando alguém indica você por confiança, essa pessoa está colocando a própria reputação em jogo. Ela sabe que você não apenas domina os SLAs, mas que manterá a postura ética e a entrega mesmo diante de crises ou imprevistos.
Colecionar conexões superficiais no ambiente digital é fácil; construir pontes baseadas em valor real e entrega consistente é o verdadeiro diferencial competitivo.
Como você avalia a profundidade das suas conexões profissionais hoje?
Digital Favela e Podpah criam o evento Perifa Summit
Por Meio & Mensagem
A Digital Favela se uniu ao Grupo Podpah para lançar o Perifa Summit 2026, evento 100% gratuito, voltado a creator economy periférica. Realizado na sede do Podpah, na Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo, o evento está marcado para os dias 21 e 22 de novembro deste ano.
Reunindo criadores de conteúdo, executivos, marcas, plataformas digitais e lideranças sociais, o evento contará com três palcos temáticos, com uma programação que abordará temas ligados a criação e produção de conteúdo, empreendedorismo, comunicação, inovação e cultura.
A principal arena do Perifa Summit 2026, o Palco Favela Inspira, terá a presença apresentadores e sócios do Podpah, Mítico e Igão, além de Celso Athayde, CEO da Favela Holding e e fundador da Central Única das Favelas (CUFA), e Preto Zezé, presidente da CUFA.
O Palco Economia do Corre contará com executivos e empreendedores, como Paulo Rogério, do Vale do Dendê. Já o Palco Cultura Pop de Cria reunirá nomes para debater temas ligados a games, audiovisual, quadrinhos, música e cultura pop.
O Perifa Summit 2026 ainda terá oficinas, painéis, experiências imersivas e apresentações musicais de Ajuliacosta e Vulgo Fk, além de ativações, como a Feira Preta Pocket, com a fundadora Adriana Barbosa, voltada ao empreendedorismo negro e periférico; a Tropa Criativa, com oficinas práticas para produção de conteúdo; e um Lab de Podcasts no estúdio oficial do Podpah.
O evento também contará com um Hub de Mídia Periférica e Out of Home (OOH, carros de som e rádios comunitárias), dedicado à discussão de formatos de comunicação presentes nos territórios, além de outras iniciativas locais.
O Perifa Summit conta com o Terra, como parceiro oficial de mídia, que também será responsável pela cobertura do evento e pela transmissão de parte da programação.
Promoção do Banrisul entrega capivara de pelúcia na aquisição de seguros de vida e capitalização
A Banrisul Seguros, em parceria com a Rio Grande Seguros, anuncia o retorno de uma personagem já conhecida do público. A simpática mascote oficial de ambas as empresas volta como símbolo da ação Capilúcia Campeã, que conecta o clima da Copa do Mundo de Futebol ao incentivo à proteção financeira.
A promoção, que vai de 1º de junho a 31 de julho de 2026, entrega a capivara de pelúcia em versão especial como brinde na aquisição de produtos participantes dentro dos valores mínimos estabelecidos. Para participar, é necessário que o cliente contrate seguros de vida a partir de R$ 100,00 mensais ou títulos de capitalização a partir de R$ 300,00 mensais. Cada proposta elegível garante uma Capilúcia, respeitando o limite de até dois brindes por CPF/CNPJ.
Também é permitida a soma de valores e de produtos dentro de cada segmento para atingir os critérios da promoção e, ao mesmo tempo, garantir proteção para o futuro e para aqueles que amamos ao decidir fazer escolhas inteligentes hoje para assegurar tranquilidade amanhã. Os interessados podem procurar a sua agência de relacionamento do Banrisul.
Barbara Vellwock assume a liderança do setor de Marketing do ParkShopping Canoas
Executiva possui mais de 15 anos de experiência em comunicação e gestão de marcas
O ParkShopping Canoas anuncia a chegada de Barbara Vellwock, como nova gerente de Marketing. Com mais de 15 anos de atuação no mercado de comunicação, a executiva reúne experiência em gestão de marcas, planejamento estratégico e desenvolvimento de projetos de comunicação para organizações dos setores público e privado.
Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Feevale, Barbara construiu sua trajetória profissional principalmente na agência SPR, de Novo Hamburgo, onde atuou nas áreas de atendimento e gestão de contas. Ao longo desse período, participou da elaboração e execução de estratégias de comunicação integrada para clientes de segmentos como varejo, indústria, serviços e moda. Entre os trabalhos desenvolvidos, destacam-se projetos para a Randon Implementos, WEG e a rede de Farmácias Associadas.
Sua experiência também inclui passagem pelo Grupo Herval, nas Lojas taQi, onde exerceu a função de coordenadora de Marketing e liderou iniciativas voltadas ao posicionamento da marca e à gestão de equipes. Em sua atuação mais recente, esteve à frente da liderança da equipe de atendimento da SPR, com participação direta na definição de estratégias comerciais e de comunicação para projetos de diferentes portes.
A chegada da executiva ocorre em um momento de consolidação do ParkShopping Canoas como o principal centro de compras, serviços e entretenimento da Região Metropolitana de Porto Alegre. Sua visão estratégica da comunicação e da gestão de marcas soma à capacidade do empreendimento de fortalecer o relacionamento com consumidores, lojistas e parceiros.
“Assumo esse desafio com a convicção de que os shoppings centers ocupam um papel cada vez mais estratégico na dinâmica urbana, ao reunir conveniência, lazer, gastronomia, serviços e experiências em um único ambiente. A Multiplan construiu sua trajetória a partir da compreensão de que cada empreendimento deve refletir uma identidade própria e uma conexão genuína com seu entorno. O ParkShopping Canoas é um exemplo dessa visão, consolidado como uma referência regional pela qualidade de seu mix, pela experiência oferecida aos clientes e pela relevância que conquistou junto à comunidade. Meu objetivo é contribuir para o fortalecimento desse posicionamento, por meio de estratégias que ampliem a conexão entre consumidores, marcas e empreendimento, acompanhando a evolução do comportamento e das expectativas do público”, afirma Barbara.
ASBEA-RS e Revista Projeto reúnem referências da arquitetura brasileira em evento sobre o futuro das cidades
Os escritórios paulistas Benedito Abbud e Natureza Urbana integram o painel Arquitetura da Paisagem e Futuro das Cidades, em Porto Alegre
A Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura do Rio Grande do Sul (ASBEA-RS) e a Revista Projeto realizam, no dia 2 de julho, em Porto Alegre, o painel “Arquitetura da Paisagem e Futuro das Cidades”. O encontro reúne dois dos escritórios mais relevantes do paisagismo nacional, diretamente de São Paulo, Benedito Abbud Arquitetura Paisagística e Natureza Urbana para uma tarde de palestras e debate sobre as relações entre paisagismo, espaços públicos e vida urbana.
A programação parte de uma questão central: entender qual o papel da arquitetura da paisagem na configuração das cidades contemporâneas em um cenário de mudanças climáticas, adensamento urbano e crescente demanda por qualidade de vida. A discussão abrange a relação entre espaços públicos, áreas público-privadas e a vida urbana — pensando em como parques, praças e intervenções paisagísticas influenciam a convivência, a mobilidade e a forma como as pessoas habitam e percebem suas cidades.
Conheça os convidados
Benedito Abbud Arquitetura Paisagística
Com 48 anos de profissão, Benedito Abbud é graduado, pós-graduado e mestre pela FAU, instituição na qual atuou como professor. Do seu escritório, já saíram mais de 6.000 projetos de arquitetura paisagística por todo o Brasil e outros três países. O arquiteto – vencedor do Prêmio Greening 2013 – realizou projetos paisagísticos de 66 empreendimentos ganhadores do Prêmio Master Imobiliário. Algumas de suas produções recentes são: Cidade Matarazzo, o Parque Jefferson Peres (AM), a nova cidade de Parauapebas (PA), Estádio Nacional de Brasília e as praças Ayrton Senna (SP) e Victor Civita (SP). Além disso, também desenvolveu projeto paisagístico para a copa do mundo em 2014 e Olimpíadas de 2016. Ao longo de sua trajetória, Abbud trabalhou em parceria com designers e arquitetos internacionais: Pininfarina, Philip Stark, KPF, SOM, Jean Nouvel e Norman Foster.
Natureza Urbana
Manoela Machado é arquiteta e urbanista, fundadora do escritório Natureza Urbana. Possui larga experiência na coordenação e desenvolvimento de projetos multidisciplinares. Entre estes podem-se destacar estudos e projetos de planejamento urbano e masterplans em áreas naturais e urbanas, projetos de desenho urbano e arquitetura de equipamentos públicos ou privados, desenvolvimento imobiliário integrado, entre outros. Atua nos âmbitos federal, estaduais e municipais, no Brasil e no exterior. Ao longo de sua trajetória, esteve à frente de projetos relevantes do escritório, como o Parque Linear Doca, em Belém, o Parque Linear Córrego do Bispo, em São Paulo e o Mercado de Peixe de Mindelo, em Cabo Verde, África, que refletem a atuação em diferentes escalas e contextos, sempre orientada pela integração entre cidade e natureza, pela valorização dos sistemas ambientais e pela criação de espaços públicos qualificados e regenerativos.
O painel será mediado por Fernando Mungioli, publisher da Revista Projeto – veículo que há 49 anos acompanha as principais tendências e referências da arquitetura nacional e internacional, produções de destaque, debates sobre a profissão e matérias técnicas para profissionais da área.
Confira a programação completa
15h30 — Recepção
16h00 — Abertura
16h10 — Palestra | Benedito Abbud Arquitetura Paisagística
16h40 — Palestra | Natureza Urbana
17h10 — Bate-papo e mesa de conversa com palestrantes e designer convidado
18h00 — Encerramento
Sobre o evento e a AsBEA-RS
Fundada há quatro décadas, a ASBEA-RS é a entidade que representa os escritórios de arquitetura do Rio Grande do Sul, atuando na valorização da profissão, no fortalecimento do setor e na promoção do debate sobre arquitetura e cidade. O evento é aberto ao público e conta com o apoio de empresas parceiras como Saint Gobain, Bracci e Delazzari. A ocasião faz parte do calendário comemorativo que celebra o aniversário de 40 anos da associação, refletindo seu compromisso com uma arquitetura responsável com o bem coletivo e o futuro das cidades gaúchas.
Ao final do encontro, os participantes receberão a nova edição da Revista Projeto, dedicada ao tema da arquitetura da paisagem.
SERVIÇO | ARQUITETURA DA PAISAGEM E FUTURO DAS CIDADES
Data: 2 de julho de 2026
Horário: 15h30 às 18h
Local: Nau Live Spaces — Av. Pres. Franklin Roosevelt, 1308 – São Geraldo, Porto Alegre – RS
Ingressos: R$100,00 (público geral) | R$50,00 (associados e estudantes)
Vendas: sympla.com.br
Campanha apresenta novo posicionamento institucional do Sindiatacadistas RS
Em uma estratégia de comunicação concebida para evidenciar e reconhecer o protagonismo das empresas que compõem um dos principais setores que impulsionam a economia gaúcha, o Sindiatacadistas RS lança neste mês de junho uma nova campanha publicitária.
A iniciativa que apresenta o novo posicionamento institucional da entidade – “Soluções para quem faz o atacado acontecer” – representa um marco do atual momento vivido pelo grupo que atua em prol do fortalecimento dos negócios de mais de 18 mil empresas e mais de 120 mil trabalhadores gaúchos.
Com o slogan “Junte-se às empresas que fazem o atacado acontecer”, a campanha contempla veículos estratégicos da imprensa gaúcha nas mídias impressa, radiofônica e internet, além dos canais oficiais e redes sociais da entidade empresarial.
A identidade visual é assinada pela agência Melon Marketing e foi concebida em sinergia junto ao comitê de marketing da entidade empresarial.
“Muito além da questão da representatividade empresarial, hoje somos um hub de conteúdo técnico e de conexões entre empresas e profissionais que vivem a economia gaúcha todos os dias. Essa campanha reflete um pouco dessa realidade, desse coletivo, e de um momento especial da nossa trajetória que equilibra tradição com uma visão inovadora de futuro focada em competitividade e resultado’’, destaca o vice-presidente do Sindiatacadistas RS, Fulvio Delavi, que também está à frente do comitê de marketing da entidade.
A campanha também marca o lançamento de outra importante novidade, a landing page www.souatacadista.com.br. A plataforma funcionará como um canal direto de atendimento a potenciais novos associados para a busca de informações e oferta do portfólio de soluções da entidade – como capacitações e desenvolvimento de equipes, assessoria técnica para assuntos jurídicos, trabalhistas e tributários, consulta a serviços e benefícios, que somente quem é associado pode usufruir.
Sindiatacadistas RS
Com sede em Porto Alegre, o Sindiatacadistas RS é um grupo composto pela união de seis sindicatos empresariais que representam mais de 18 mil empresas atacadistas e 120 mil trabalhadores de diferentes segmentos essenciais para a economia gaúcha, como gêneros alimentícios, material de construção, madeira, vestuário, produtos químicos, medicamentos, dentre outros. Filiado à Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS (Fecomércio-RS) e à Confederação Nacional do Comércio (CNC), exerce a representatividade legal das empresas em defesa de interesses comuns em temas como questões tributárias e trabalhistas, gestão eficiente, e fomento à formalização e à educação para o trabalho.
IA e publicidade: saiba como a automação promete transformar o mercado publicitário, após receitas de US$ 1,1 trilhão
Por Antonio Anselmo
Relatório inédito “Panorama de Agentic Advertising” (2026) da Zygon Ventures, braço da Zygon AdTech, aponta que a inteligência artificial agêntica deve transformar a indústria publicitária, embasada em duas novas teses de negócios.
Uma nova forma de pensar em startups ganhou protagonismo no Brasil. Aquecendo o setor de ‘tecnologias emergentes aplicadas à publicidade’, a Zygon AdTech acaba de anunciar seu braço de Venture, com foco setorial e tese centrada na adoção de Agentic AI na publicidade. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 15, pelo Chairman da Zygon e Doutor em Comunicação, Lucas Reis.
O modelo inovador foca em movimentos concentrados e especializados em meio ao ecossistema de mais de 20 mil startups ativas no país. Saindo do molde mais comum, a proposta é criar uma “venture setorial” para criar ou investir em startups com soluções inovadoras para o mercado publicitário.
Acelerando o mercado de AdTech brasileiro, o anúncio integra as ações de ‘10 anos da Zygon’, enquanto referência em “mídia programática e marketing digital” orientado por dados. Consolidada no mercado, a empresa decide lançar um braço de Venture liderada pelo sócio-fundador da Zygon AdTech e PhD, Lucas Reis; com seus sócios Marília Duarte, Urbano Sampaio, Jéssica Miucha e Cristiane Rebouças; todo o desenho de tese, dealflow e outros detalhes foi liderado por Emmeline Oliveira, consultora que já desenvolveu projetos de inovação aberta para empresas como Natura, Vivo e Braskem.
A Zygon Venture tem duas teses: a de AI Rollup, que consiste em adquirir participação em negócios tradicionais e remodelá-los com o uso de Agentic AI para aumentar escala e margem; e a de Service-as-Software, construindo um negócio “do zero” e buscando operar serviços como a escala de softwares; ambas aplicadas à indústria de publicidade.
Diferente de uma Venture tradicional, que mantém simultaneamente dezenas ou centenas de investidas (chamada Fábrica de Startups), a Zygon Venture segue a estratégia de poucos deals. “O projeto possui um roadmap (roteiro) que envolveu o fechamento da tese neste primeiro semestre. Agora, partimos para o mapeamento de oportunidades e planejamos fazer o primeiro deal/lançamento no primeiro semestre de 2027. O processo de definição da tese envolve produzir estudos. Um deles decidimos compartilhar com todo o mercado”, anuncia Lucas Reis.
Inédito! Confira o relatório “Panorama de Agentic Advertising” (2026)
Entre as ações de lançamento do seu braço de Venture, a Zygon acaba de publicar, neste mês de junho, o relatório “Panorama de Agentic Advertising” (2026). “Esse paper não traz previsões, mas leituras de cenário com diagnósticos e prognósticos, que precisarão ser atualizados à luz das mudanças de contexto. Esse é o papel que executarei e pretendo compartilhar, periodicamente, com o mercado”, diz o Doutor em Comunicação.
Após o sucesso da pesquisa “Gospel Power – A fé que move cultura e consumo” (2025), feito em parceria com a Eixo, o novo material detalha para profissionais, investidores e donos de negócios o potencial da IA agêntica para a publicidade, e os desafios para sua realização. O documento ainda traça um paralelo com outras tecnologias de propósito geral, como a eletrificação e a digitalização, que criaram novas oportunidades, mas levaram décadas até atingirem o nível de maturidade.
“A revolução atual, provocada pela automação da cognição (IA), será mais rápida, mas, ainda assim, precisará de pelo menos uma década até amadurecer. Esse diagnóstico nos dá serenidade para fazer movimentos que deixem de lado a espuma do hype e foquem no que efetivamente é possível extrair de valor da tecnologia”, afirma.
Intercalando mais de vinte fontes de dados informação, o relatório dimensiona o mercado de publicidade, vetores de transformação, o impacto esperado da adoção de Agentic AI, entre outros dados, fazendo uma contextualização para a realidade brasileira e latino-americana. “Nossa região é consumidora líquida de serviços de tecnologia, o que faz com que não participemos da geração de valor da inovação. Queremos contribuir para mudar essa realidade”, conclui.













