A venda não é o fim: a governança corporativa que decide o sucesso após um M&A.
Por Fernando Röhsig – Conselheiro de Administração (CCA IBGC)
Empresários costumam dedicar anos – muitas vezes uma vida inteira – para construir uma empresa sólida, rentável e respeitada. No entanto, poucos refletem sobre uma realidade inevitável do mundo empresarial: toda empresa possui, em essência, três destinos possíveis. Ela pode crescer, encerrar suas atividades ou ser vendida.
Nas últimas décadas, fusões e aquisições (Mergers & Acquisitions – M&A) consolidaram-se como uma das principais estratégias de crescimento, sucessão e transformação empresarial. Para muitas empresas familiares, inclusive, a venda parcial ou total do negócio tornou-se uma alternativa legítima para acelerar expansão, garantir liquidez aos sócios ou viabilizar a continuidade da organização.
O que muitos empresários descobrem apenas após a assinatura do contrato é que o verdadeiro desafio começa depois da transação. Um estudo publicado por Godfred Yaw Koi-Akrofi, no International Journal of Innovation and Applied Studies (2016), analisou diversas pesquisas internacionais sobre fusões e aquisições e constatou que a taxa média de insucesso dessas operações gira em torno de 50%, superando os 70% em determinados setores. O trabalho conclui que a principal causa desses fracassos não está na negociação financeira ou na estrutura jurídica da operação, mas sim na etapa de integração pós-aquisição.
A pesquisa demonstra que os maiores obstáculos surgem quando duas organizações precisam funcionar como uma só. Diferenças culturais, falhas de comunicação, disputas políticas internas, perda de talentos estratégicos e ausência de liderança clara comprometem a geração de valor esperada pelos investidores. Segundo o levantamento, os fatores humanos aparecem de forma recorrente como a principal causa de insucesso em processos de M&A.
É justamente nesse contexto que a governança corporativa assume papel decisivo. Após uma aquisição, a organização precisa redefinir responsabilidades, alinhar objetivos estratégicos, estabelecer novos processos de decisão e criar mecanismos eficazes de supervisão e prestação de contas. Sem uma estrutura de governança robusta, aumenta significativamente o risco de conflitos societários, perda de foco estratégico e destruição de valor.
Nas empresas familiares, o desafio costuma ser ainda maior. A chegada de novos investidores ou controladores altera a dinâmica entre propriedade, família e gestão. O fundador, muitas vezes acostumado a centralizar decisões, passa a compartilhar poder, seguir novos ritos de governança e conviver com expectativas distintas sobre crescimento, retorno e profissionalização. O próprio estudo destaca que estratégias inadequadas implementadas após a conclusão do negócio figuram entre as causas mais frequentes de fracasso, ficando atrás apenas dos fatores humanos relacionados à integração das equipes e das culturas organizacionais.
A principal lição para empresários, conselheiros e acionistas é clara: o sucesso de um M&A não é definido no fechamento da operação, mas na capacidade de integrar pessoas, alinhar culturas, executar estratégias e fortalecer a governança corporativa nos anos seguintes. A negociação pode concretizar a venda. Mas é a governança que determina se o legado empresarial continuará gerando valor no futuro.
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O futuro das conexões humanas
Talk descodifica a cultura e investiga sinais de comportamento
Inteligência Artificial na vida real
O novo normal
A tecnologia facilita o de graça
A conexão digital virou o cotidiano,o meio ambiente o cronicamente online impacta todas as idades
O tudo ao mesmo tempo virou crônico
Mesmo off a mente não descansa
Os vazios foram ocupados pela compulsão digital
Ética
Cuidados
Ouvir
Integração
Bem ou mal
Exercícios
Desconexão
Bolha social
Pare para pensar
ACREDITE.
Pequenos gestos no atendimento geram grandes resultados no relacionamento.
O BIXO
QUEM MANDA NAS RUAS NO RIO?
O BIXO OU AS BETS?
IRP FAZ PESQUISA INÉDITA NA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE SOBRE O CONSUMO E ACOMPANHAMENTO DA COPA DO MUNDO.
O IRP – Instituto Reality de Pesquisas, elaborou um estudo exclusivo em parceria com o GAV para verificar como os habitantes da região metropolitana de Porto Alegre consumiram os jogos ou o conteúdo da copa do mundo.
Entre os assuntos estão: “Através de quais plataformas as pessoas acompanharam os jogos”, “Por quanto tempo as pessoas acompanharam os jogos” e outros tipos de análises.
Sob a direção de Domício Torres, profissional com 53 anos de atuação no mercado de pesquisas, sendo 36 deles ex-IBOPE, e Rafael Xavier, profissional com mais de 15 anos de atuação no mercado de análises de resultados para meios de comunicação e agências de propaganda, o IRP é um instituto com mais de 10 anos no mercado de pesquisas quantitativas, atendendo aos segmentos de mídia, opinião pública, inteligência de dados, pesquisas de clima, entre outros.
REFLEXÃO
TEXTO LINDO…
Nem tudo que você deseja chega no dia que você espera. Mas tudo que é verdadeiro encontra o momento certo. A vida trabalha em silêncio, mesmo quando parece parada. Confie no que você planta, mesmo que ainda não esteja vendo flores. Cada passo dado com fé te aproxima do que é teu. Não desista só porque a resposta ainda não veio. Deus escreve certo por linhas que a gente ainda não entende, mas que sempre fazem sentido quando a gente chega lá.
“O MEDO DE PERDER TIRA A VONTADE DE GANHAR”
POR CLAUDIO COUTINHO, TECNICO DA SELEÇÃO BRASILEIRA
É engraçado que as pessoas não se desculpam pelo que fazem, mas te culpam pela forma que você reage.
Um relacionamento saudável deve ser cultivado com muito carinho, compreensão e paciência.
RESPEITO É RECONHECER O VALOR DE CADA PESSOA, DAS DIFERENÇAS E DOS LIMITES.
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ESCUTAR
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NÃO JULGAR
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VALORIZAR
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TRATAR BEM
Eu aprendi que quando as pessoas realmente gostam da gente, elas insistem em ficar em nossas vidas.
O passado não é passado se te incomoda no presente.
— Freud
Por favor, voltem a ler. Voltem. Se um livro for difícil, comprem gibis. Mas voltem a ler e exercitem o pensamento crítico, a ponderação, a interpretação. Tá todo mundo emburrecendo coletivamente.
Apenas 2% das pessoas pensam; outros 3% pensam que pensam. Os restantes 95% vão morrer sem saber o que significa pensar.
George Bernard Shaw
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