Você vai ler na coluna hoje: Imobi After WOO 2026 trouxe insights da Europa para o mercado gaúcho, 73% da audiência se sente mais inclinada a comprar quando as marcas se alinham às suas histórias favorita, 50+ CONTRA O ETARISMO MANIFESTO NACIONAL, Praticar esportes ajuda a desenvolver habilidades de liderança, “‘Uma das grandes satisfações da vida adulta é trabalhar com gente competente”, Musk prevê que IA fará o dinheiro perder importância em até dez anos, Quem vai sobreviver com o atual cenário de altíssima carga tributária, sem poder de compra e falta de crédito, instabilidade jurídica e social?
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Imobi After WOO 2026 trouxe insights da Europa para o mercado gaúcho
A Imobi promoveu encontros com profissionais de mídia e comunicação sobre tendências OOH apresentadas no WOO Annual Congress
Após colocar o Rio Grande do Sul no radar do principal fórum global de mídia Out of Home, a Imobi promoveu uma imersão no que vem pela frente no setor. Entre os dias 22 e 24 de julho, o After WOO 2026 conectou o mercado gaúcho aos aprendizados do WOO Annual Congress, realizado em Londres, em uma série de encontros que traduziram as tendências internacionais em oportunidades de negócio e comunicação.
Considerado um dos principais fóruns globais da mídia OOH, o congresso realizado em junho reuniu mais de 800 lideranças, empresas e especialistas de 100 países para debater criatividade, tecnologias e os novos caminhos do setor. Neste ano, a Imobi representou o estado no evento e foi a única empresa brasileira finalista em duas categorias: Creative Award – Special Build e Rising Star Award, com indicação de Rodrigo Rorato.
Com três encontros, o After WOO 2026 foi estruturado para públicos distintos do ecossistema da comunicação. Em Porto Alegre, as conversas foram no Coco Bambu e no Hard Rock Café com lideranças de marketing de clientes e agências de publicidade. Encerrando a agenda, Novo Hamburgo recebeu uma edição especial na Toro Parrilla, integrando clientes e agências do Vale dos Sinos.
À frente das conversas, o sócio e Head de Comunicação e Marketing da Imobi, Cássio Mensch, conduziu o foco na tradução do conteúdo global para o mercado local: “O WOO Annual Congress é um termômetro do que está por vir na mídia OOH. Nosso objetivo com esses encontros foi trazer esse olhar internacional de forma acessível e conectar tendências às oportunidades do nosso mercado e nos projetos da Imobi para os clientes”.
73% da audiência se sente mais inclinada a comprar quando as marcas se alinham às suas histórias favoritas
Por Carolina Baracat
As grandes histórias não só preenchem o tempo das pessoas: elas moldam a cultura. Quem acompanhou as discussões no Cannes Lions sabe que o papel da criatividade na publicidade continua sendo o ativo mais valioso para construir marcas memoráveis. Mas a criatividade precisa do ambiente certo para florescer e repercutir.
Quando uma história conquista o público, ela transborda da tela para as conversas diárias, dita tendências de moda, muda comportamentos e influencia a linguagem. Fenômenos como Bridgerton, Wandinha e Caramelo provam que esses marcos culturais começam sempre de forma simples, em uma noite de terça-feira, no sofá. Na Netflix, vemos que o entretenimento legítimo é o verdadeiro motor dos fandoms, gerando um halo positivo capaz de transformar o clima do dia de quem nos assiste, mesmo que tenha sido um dia ruim. É um tempo investido com entrega emocional profunda: em vez de apenas estarem expostas a anúncios, 28% das pessoas percebem uma melhora positiva no seu humor, 14% se sentem mais transportadas para dentro das histórias e 11% mais inspiradas do que em outros ambientes. Isso mostra a importância da conexão entre atenção e emoção.
Para as marcas, essa não é uma escolha de mídia qualquer; é um convite para entrar na emoção do fã. Ao se alinhar ao que move a paixão da nossa audiência, a publicidade absorve a mesma autoridade cultural que molda as conversas das ruas. Sabemos o quanto é complexo para uma marca cravar seu espaço na cultura e se manter relevante hoje. É por isso que criamos um ecossistema que se auto alimenta, estendendo esse impacto e essa relevância para os nossos parceiros de forma contínua.
No final das contas, as marcas que mais se destacam são aquelas que entendem que o melhor anúncio é aquele que realmente pertence ao lugar onde está sendo exibido.
Como a sua marca tem se posicionado para fazer parte das conversas que realmente importam?
50+ CONTRA O ETARISMO MANIFESTO NACIONAL
Por Jeferson Motta
A geração mais subestimada do Brasil vai te fazer perder dinheiro e você nem percebeu.
Aqui está a transcrição do texto, mantendo a formatação original e removendo todos os emojis:
Já somos mais de 32 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais. A fatia 50+ movimenta quase R$ 2 trilhões por ano (Data8). Enquanto isso, o mercado trata maturidade como obsolescência programada.
Este texto não é apelo emocional. É diagnóstico de branding: combater o etarismo não é causa social, é inteligência de mercado.
O preconceito que custa um PIB
▪️ Estudo da Universidade de Yale mostrou que o idadismo custa aos EUA US$ 63 bilhões por ano só em gastos extras de saúde.
▪️ No Brasil, a massa 50+ desempregada ou subutilizada, se engajada, adicionaria dezenas de bilhões à economia.
▪️ Cada profissional sênior que sai do mercado por falta de oportunidade representa expertise desperdiçada.
▪️ Basta um currículo com mais de 45 anos para o viés inconsciente ligar o alerta:
“Não tem fit cultural.”
A armadilha do discurso fofo
▪️ A abordagem trivial se apoia no “respeite os idosos” (piedade) e na diversidade decorativa de relatório ESG.
▪️ A segmentação ingênua ainda divide os 50+ entre:
• “Avós fofos” • “Idosos frágeis”
▪️ Despreza-se o líder de tecnologia aos 58, a empreendedora digital aos 63, o consumidor que sabe mais de financiamento que muito gerente.
O rebranding da longevidade
O etarismo é o maior vácuo de narrativa do Brasil.
Seremos a 5ª população mais velha do mundo até 2030 (IBGE).
A campanha antietarismo mais poderosa não fala de idade, mas de potência.
Ela troca:
“Idoso” → Longevo
“Aposentadoria” → Reinvenção
Marcas como:
Avon (consultoras maduras com mais fidelidade)
Boticário (beleza grisalha real)
Warren (linguagem direta para quem quer fazer o dinheiro durar)
…já entenderam isso e não por bondade.
Três movimentos práticos
① Longevidade não é nicho, é continente.
▪️ Segmente por comportamento, nunca só por idade.
▪️ A triatleta de 55 e a artesã de 70 não estão no mesmo balde.
② RH sem viés.
▪️ Se a IA descarta currículo por data de nascimento, desligue o robô.
▪️ Crie estágio para 50+.
▪️ Pare de associar energia à juventude.
Energia é propósito.
③ Seja porta-voz.
Na reunião, pergunte:
“Cadê a pessoa madura nessa mesa?”
Quando o briefing pedir:
“Linguagem jovem”
Questione:
“Jovem de idade ou de cabeça? Porque estamos excluindo milhões com dinheiro e tesão por aprender?”
O mais assustador do etarismo não é o que ele faz com os mais velhos.
É o que ele programa para você.
Todos que tiverem sorte envelhecerão.
Cada piada, vaga recusada ou campanha que ignora o maduro é um tijolo na parede que nos separa do mercado amanhã.
Então, pare de boicotar o seu futuro.
Maturidade não é crise, é ativo.
A campanha mais impactante que podemos fazer agora é um rebranding urgente da longevidade.
Se este texto deslocou um milímetro da sua forma de pensar…
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Porque o algoritmo também precisa envelhecer.
Praticar esportes ajuda a desenvolver habilidades de liderança
Por Liana Bazanela
O esporte me acompanha desde criança. Não só como torcedora, mas como atleta amadora — joguei vôlei desde o ensino fundamental. Jogava por entretenimento, mas hoje entendo o quanto essa prática ajudou na minha formação.
Os dados confirmam: 94% das mulheres em cargos de alta liderança executiva praticaram esportes na infância ou adolescência, e 80% das executivas da Fortune 500 também foram atletas amadoras quando jovens.
Só que muitas meninas nem chegam a viver isso. No Brasil, 3 em cada 4 abandonam o esporte entre os 11 e 17 anos — no futebol, esse índice chega a 60%. Os motivos vão além da autoconfiança corporal: falta estrutura, equipamentos e espaços seguros para treinar, além de investimento histórico em categorias femininas.
Aí vejo oportunidade para as marcas entrarem no jogo: apoiar times femininos amadores, colocar treinadoras e atletas como referência, criar espaços onde as meninas queiram ficar. Isso não é ação social — é ajudar a formar futuras líderes, e construir com essa geração uma relação de confiança que se paga no longo prazo.
“‘Uma das grandes satisfações da vida adulta é trabalhar com gente competente”
Por Carlos Tramontina
Li outro dia uma frase nas redes sociais que ficou comigo: ‘uma das grandes satisfações da vida adulta é trabalhar com gente competente’.
Eu concordei na hora, até porque a competência tem um efeito curioso: ela torna tudo mais leve.
As decisões acontecem com mais segurança, os problemas encontram solução mais rápido, as ideias circulam melhor e o trabalho deixa de ser um lugar de tensão permanente pra se transformar em um espaço de construção.
Mas, pensando bem, eu faria um pequeno complemento à frase original.
É melhor ainda quando essa competência vem acompanhada de gentileza, educação e respeito. Porque ninguém trabalha apenas com planilhas, câmeras, computadores ou metas. A gente trabalha com pessoas. E pessoas carregam dias bons, dias difíceis, preocupações, alegrias, inseguranças…
Eu passei muitos anos como âncora editor-chefe de um programa jornalístico e aprendi que nenhuma redação funciona só com profissionais talentosos.
É preciso que exista confiança, que as pessoas saibam ouvir, discordar sem humilhar, ensinar sem arrogância e reconhecer quando o outro fez um trabalho melhor do que o seu.
O trabalho ocupa uma parte enorme da nossa vida e não existe essa separação tão rígida entre o pessoal e o profissional. Levamos pro escritório, pra redação, pra empresa tudo aquilo que somos em casa, com os amigos, com a família. Levamos nosso jeito de tratar as pessoas.
No fim das contas, uma das maiores satisfações da vida adulta não é só trabalhar com gente competente. É trabalhar com gente competente que também faz bem estar por perto.
Musk prevê que IA fará o dinheiro perder importância em até dez anos
Por Felipe Vieira
O dinheiro, como conhecemos hoje, pode deixar de desempenhar um papel central na economia antes do fim da próxima década. A previsão é de Elon Musk, que acredita que o avanço simultâneo da inteligência artificial e da robótica criará um cenário de abundância capaz de transformar profundamente a forma como as pessoas produzem, consomem e vivem.
A projeção foi apresentada durante uma entrevista concedida por Musk à editora-chefe da The Economist, Zanny Minton Beddoes. Segundo o empresário, a combinação entre inteligência artificial superinteligente e robôs humanoides poderá elevar a produção de bens e serviços a um nível sem precedentes, reduzindo drasticamente a escassez que sustenta o sistema econômico atual.
Na avaliação de Musk, o dinheiro não desaparecerá necessariamente, mas perderá parte de sua principal função. Em uma economia em que alimentos, transporte, moradia, energia e diversos outros serviços possam ser produzidos em grande escala por máquinas inteligentes e a custos muito baixos, o acesso a esses bens deixaria de depender da renda como acontece hoje.
A lógica apresentada pelo fundador da Tesla, da SpaceX e da xAI parte de uma pergunta simples: se robôs e sistemas de inteligência artificial forem capazes de produzir mais do que a humanidade consegue consumir, qual será o papel do dinheiro como instrumento para distribuir recursos?
Segundo Musk, esse cenário pode começar a se consolidar dentro de aproximadamente dez anos. Antes disso, ele acredita que a inteligência artificial atingirá um nível de capacidade superior ao conjunto da inteligência humana, acelerando uma transformação econômica comparável às maiores revoluções tecnológicas da história.
Essa mudança, na visão do empresário, afetará diretamente o mercado de trabalho. Grande parte das atividades físicas seria executada por robôs humanoides, enquanto tarefas intelectuais passariam a ser desempenhadas por sistemas de inteligência artificial. O resultado seria um aumento extraordinário da produtividade, acompanhado por uma redução significativa dos custos de produção.
Musk argumenta que, em um ambiente de abundância, a renda obtida pelo trabalho deixaria de ser o principal mecanismo de acesso ao consumo. Em diferentes ocasiões, ele já defendeu que a sociedade precisará discutir novos modelos de distribuição de riqueza, capazes de responder a uma economia em que as máquinas produzirão boa parte do valor agregado.
Apesar do otimismo em relação ao potencial econômico da inteligência artificial, o empresário também fez um alerta. Na entrevista, reconheceu que existe uma possibilidade relevante de que sistemas superinteligentes escapem ao controle humano caso não sejam desenvolvidos mecanismos eficazes de segurança e alinhamento.
Mesmo assim, Musk considera praticamente impossível interromper o avanço da inteligência artificial. Para ele, a prioridade não deve ser impedir o desenvolvimento da tecnologia, mas criar formas de garantir que ela permaneça compatível com os interesses da humanidade.
As declarações reacendem um debate que mobiliza economistas, cientistas e especialistas em tecnologia. Muitos concordam que a inteligência artificial deverá elevar significativamente a produtividade global, mas ponderam que isso não significa, necessariamente, o desaparecimento do dinheiro. Ao longo da história, grandes revoluções tecnológicas transformaram profissões, criaram novos mercados e alteraram a distribuição da riqueza, sem eliminar a necessidade de instrumentos econômicos para organizar a produção e o consumo.
Ainda assim, a hipótese levantada por Musk chama atenção por deslocar a discussão para um horizonte pouco explorado. Em vez de perguntar apenas quais empregos serão substituídos pela inteligência artificial, ele propõe refletir sobre uma questão mais ampla: o que acontecerá quando a escassez deixar de ser o principal fator que organiza a economia?
A resposta ainda pertence ao campo das projeções. Mas, em um momento em que a inteligência artificial evolui em velocidade inédita e os robôs humanoides começam a deixar os laboratórios para chegar às fábricas e aos serviços, a ideia de um mundo em que o dinheiro perca protagonismo deixou de ser apenas um exercício de ficção científica para entrar, ao menos, no debate sobre o futuro da economia e da sociedade.
Quem vai sobreviver com o atual cenário de altíssima carga tributária, sem poder de compra e falta de crédito, instabilidade jurídica e social?
Por Hugo Tadeu Ghiraldini
O cenário é crítico, a crise é seletiva — alguns setores e ramos de atividade estão sendo devastados, enquanto outros se adaptam ou até prosperam, mas, não podemos aceitar que se torne um colapso generalizado.
O Retrato de Julho/2026:
Indicador Dado Atual Fonte
Selic 14,25% a.a. (jun/2026) BCB
Carga Tributária Maior nível em 15 anos (2025) Tesouro Nacional
Inadimplentes (PF) 74,8 milhões (44,7% da população adulta) CNDL/SPC
Endividados (PF) 83,5 milhões (recorde histórico) Serasa
Dívida Pública Projetada > 100% do PIB até 2035 Estudo CNN
Inadimplência PF (bancos) 5,5% (maior em quase 10 anos) BC
“A CRISE GERA DEMANDA PARA QUEM RESOLVE PROBLEMAS E PARA QUEM ENTREGA SOLUÇÃO CONCRETA DE SOBREVIVÊNCIA E CONTINUIDADE.”
A Tese para Sobrevivência e Continuidade:
* Empresas estão a procura por gestão financeira de caixa, reestruturação econômica de custos (OPEX) e de ativos operacionais (CAPEX), planejamento estratégico, fiscal-tributário-previdenciário, controles e informações econômicas e financeiras.
* Empresas que ofereçam produtos/serviços com capacidade de Desenvolvimento e Implantação de Estruturas, orgânica, funcional, financeira e, principalmente, ECONÔMICA, com oferta de ferramental tecnológico, tipo ERP/MRP/BOM/BI (entre outros), Treinamento e Capacitação de Colaboradores, geram oportunidades múltiplas, com ótimos resultados.
* Empresas que têm expertise em Planejamento, construir Estruturas de Informações e Bancos de Dados consistentes e uma metodologia de Precificação abrangente, voltado à Gestão Empresarial e Inteligência Estratégica, estão atrelados àqueles que operacionalizam as Estruturas, acima mencionadas.
Enfoque em PME:
Foco em Clientes:
– Empresas conscientizadas, estão comprando serviços de prevenção, não de remediação.
Serviços/produtos com preços compatíveis:
– Produto de entrada de alto valor percebido/agregado.
Estruturação de Renegociação de Dívidas:
– PF e PJ endividados — demanda explosiva
Planejamento Estratégico:
– Carga tributária recorde = margem para redução legal de impostos
Precificação: envolvendo elementos “econômicos” e financeiros:
– Inflação e juros altos exigem revisão constante de preços
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