A TV não acabou, o que está mudando é a distribuição – 17.09.2026

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Você vai ler na coluna hoje: A TV não acabou, oque está mudando é a distribuição, Quando o certo parece errado, A grande mídia ainda domina a informação no brasil, mas isso está mudando, Nem millennials, nem geração Z: conheça os zillennials, IA aumentou a produção e o marketing precisa agora redesenhar a operação, Caminhada pela Paz marca os 20 anos da morte de Lenon Joel em São Leopoldo, Ranking dos estados com os melhores indicadores de eficiência da máquina pública em 2026, Roberto Medina ouviu 70 “nãos” antes de tirar o Rock in Rio do papel, Consumidor abandona marcas intermediárias de beleza e busca produtos mais baratos ou de luxo.

 

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A TV não acabou, oque está mudando é a distribuição

Por

Depois de mais de 20 anos trabalhando com comunicação e televisão, tenho acompanhado essa transformação de dois lugares diferentes: primeiro, dentro da mídia tradicional; agora, também do lado do streaming e das plataformas digitais.

E quanto mais vivo essa transição, mais tenho a convicção de que a televisão não está desaparecendo. O que está mudando profundamente é a forma como o conteúdo chega até as pessoas.

Durante muito tempo, assistir TV significava estar diante de um aparelho, em determinado horário, acompanhando uma grade linear.

Hoje, a tela continua ali — e muitas vezes é até maior. Mas ela está conectada.

O público transita entre canais lineares, streaming, conteúdos on demand, vídeos curtos, transmissões ao vivo e diferentes plataformas. Escolhe o que assistir, quando assistir e em qual dispositivo.

Isso muda muita coisa para quem trabalha com mídia.

Não basta mais produzir um bom conteúdo. É preciso pensar em distribuição, descoberta, audiência, dados, experiência do usuário e monetização.

Também muda a publicidade. A televisão passa a incorporar recursos do ambiente digital: segmentação, interatividade, métricas mais precisas, QR Codes, novos formatos e até possibilidades de comércio integrado ao conteúdo.

Tenho vivido boa parte desses desafios atualmente no desenvolvimento da iNNova TV. E talvez um dos maiores aprendizados seja justamente este: não estamos simplesmente substituindo um modelo por outro.

Estamos construindo uma nova televisão.

Uma televisão que preserva algumas de suas maiores forças — conteúdo, alcance, credibilidade, entretenimento e capacidade de reunir grandes audiências — e incorpora possibilidades que antes pertenciam quase exclusivamente ao digital.

Para quem passou tantos anos trabalhando com TV, é muito interessante estar agora do outro lado dessa transformação, ajudando a construir parte desse novo cenário.

A televisão não acabou. Ela está aprendendo a chegar até nós de outras formas.

Quando o certo parece errado

Por Fernando Röhsig, Conselheiro de Administração (CCA – IBGC)

Há uma frase que circula há algum tempo e parece traduzir o sentimento de muitos brasileiros: “o certo parece errado e o errado parece certo”. Sem uma autoria única ou consolidada, a expressão talvez tenha se tornado tão popular justamente por pertencer ao imaginário coletivo.

Basta olhar para o cenário atual. Casos recentes no setor financeiro, investigações de grande repercussão, desdobramentos em órgãos públicos e embates no Supremo Tribunal Federal colocaram instituições, autoridades e relações de poder no centro do debate público.

Ao mesmo tempo, aproximam-se eleições decisivas para os Executivos e Legislativos. No campo econômico, a conta continua chegando: dívida pública elevada, déficits recorrentes, juros altos e uma inflação sensível a choques. Para além das fronteiras, o mundo mudou: Estados Unidos e China disputam hegemonia tecnológica, comercial e geopolítica, enquanto volatilidades no petróleo e nas cadeias globais de suprimento impactam diretamente as decisões empresariais no país.

Diante desse cenário, talvez o maior risco brasileiro não esteja em um episódio isolado, mas na crescente dificuldade de distinguir fato de narrativa, responsabilidade de conveniência e interesse público de interesse particular.

É exatamente aqui que a governança corporativa oferece uma régua objetiva, que independe de ideologia.

Uma organização bem governada não confia apenas na integridade individual de quem está no comando; ela constrói mecanismos para que o poder seja continuamente acompanhado, questionado e, quando necessário, limitado. Segregação de funções, controles internos independentes, transparência, ética, prestação de contas (accountability) e supervisão externa não são burocracias acessórias – são salvaguardas operacionais.

A lógica é direta: quanto maior a autoridade de uma função, mais rigoroso deve ser o controle sobre ela.

No ambiente corporativo, nenhum controlador, executivo ou conselheiro deveria concentrar simultaneamente as prerrogativas de decidir, executar, fiscalizar e julgar. É por isso que se estabelecem conselhos independentes, comitês de auditoria, compliance e órgãos reguladores.

Na esfera pública, esse princípio é ainda mais crítico. Instituições como o Banco Central e o Supremo Tribunal Federal ocupam posições vitais. Um supervisiona o sistema financeiro; o outro guarda a Constituição. A questão central, portanto, não é apenas saber quem pode decidir, mas quem fiscaliza quem decide, quais são os limites dessa autoridade e a quem ela deve prestar contas.

Quando os pesos e contrapesos falham, o risco é conhecido pela teoria da governança: o interesse individual invariavelmente se sobrepõe ao coletivo.

A governança não parte da premissa de que as pessoas são más. Parte de uma constatação pragmática: ninguém deve deter poder suficiente para que sua própria decisão seja também seu único mecanismo de controle.

No mundo corporativo, chamamos isso de governança. Na esfera pública, chamamos de checks and balances (pesos e contrapesos). Em ambos os casos, a essência é idêntica: poder sem controle é risco; poder com accountability é governança.

Talvez seja esta a provocação que o Brasil nos impõe hoje: não basta perguntar se uma decisão é legal ou formalmente possível. É preciso questionar se existem controles independentes capazes de assegurar que ela seja transparente, ética, responsável e legitimamente voltada ao bem comum.

Porque, quando o certo passa a parecer errado e o errado se apoia na normalidade, o problema raras vezes está apenas nas pessoas. Geralmente, está no sistema de governança que falhamos em construir – ou em fazer funcionar.

A grande mídia ainda domina a informação no brasil, mas isso está mudando

O Digital News Report 2026 mostra que os grandes veículos ainda concentram boa parte da audiência: Globo, Record, SBT, G1, UOL, CNN, O Globo e outros seguem entre as principais fontes de notícia dos brasileiros.

Mas a forma de consumir informação mudou.

Hoje, muita gente recebe a notícia primeiro pelo Instagram, TikTok, YouTube, X ou WhatsApp — e só depois procura um veículo tradicional para confirmar ou aprofundar.

Isso reduz o monopólio da distribuição da informação.

Por um lado, mais vozes ganham espaço. Por outro, aumentam também os riscos de desinformação, bolhas e manipulação.

A grande mídia não está desaparecendo.

Está deixando de ser a única porta de entrada para a notícia.

E, daqui para frente, a disputa será cada vez menos por audiência e cada vez mais pela atenção.

Nem millennials, nem geração Z: conheça os zillennials

Nascida na transição do analógico para o digital, microgeração reúne particularidades na relação com tecnologia, trabalho e saúde mental

Por Dalila Santana

Nos últimos anos, falar sobre gerações se tornou uma maneira comum de tentar explicar diferenças de comportamento, hábitos e expectativas. Entre as classificações mais conhecidas estão os millennials, geralmente definidos como os nascidos entre 1981 e 1996, e a geração Z, formada, em recortes amplamente utilizados, por quem nasceu entre 1997 e 2012.

Entre esses grupos, porém, estão pessoas que não se reconhecem completamente em nenhuma das duas gerações. É daí que vem o termo zillennial, uma combinação das palavras millennial e Gen Z, usada para descrever uma espécie de microgeração situada justamente nessa fronteira.

Não existe consenso científico sobre os anos exatos que delimitam o grupo. A literatura reúne diferentes recortes e, em um estudo publicado em 2025 no Jurnal Lingue: Bahasa, Budaya dan Sastra, que analisou 22 trabalhos sobre o tema, os zillennials são descritos de forma ampla como uma população situada entre millennials e geração Z, especialmente entre os membros mais jovens da primeira e os mais velhos da segunda.

Para a psicóloga e pesquisadora em cyberpsicologia Juliana Taha, autora do livro Zillennials: Uma geração em transição, mais importante do que estabelecer uma data exata é observar as experiências compartilhadas por essas pessoas.

“É sobre o tipo de vivência e experiência que a pessoa teve nessa questão de ter nascido em um mundo analógico, mas ter crescido na adolescência nessa fase mais digital”, afirma.

Apesar do interesse crescente pelos zillennials, o grupo ainda não é formalmente reconhecido como uma geração independente. A própria literatura científica ressalta que classificações desse tipo têm limitações, já que comportamentos e experiências também são influenciados por fatores sociais, econômicos e individuais.

Digital-first, mas não digital-only

A familiaridade dos zillennials com a tecnologia não significa uma dependência exclusiva do digital. Uma das características atribuídas ao grupo é justamente a capacidade de recorrer às ferramentas tecnológicas sem abandonar completamente práticas e formas de interação anteriores à digitalização.

Para Juliana, ter conhecido esses dois contextos pode fazer com que a tecnologia seja percebida mais como um recurso do que como a única forma possível de realizar determinada atividade.

Alguns estudos descrevem os zillennials como “digital-first”, mas não “digital-only”, ou seja, eles tendem a recorrer primeiro às soluções digitais pela praticidade e familiaridade, mas não dependem exclusivamente delas.

Na prática, ser digital-first significa ter o ambiente digital como uma escolha natural para resolver tarefas, buscar informações ou se comunicar. Já o digital-only pressupõe uma relação praticamente restrita a esse ambiente. No caso dos zillennials, a experiência anterior com formas analógicas permite transitar entre as duas possibilidades.

Essa característica também se reflete na maneira como o grupo recebe novas tecnologias. A familiaridade com o digital não significa aderir automaticamente a toda novidade. Os zillennials tendem a privilegiar ferramentas consideradas úteis, confiáveis e convenientes, em vez de escolher uma tecnologia apenas por ser a mais recente.

Uma nova relação com o trabalho

A relação com o trabalho também reflete mudanças nas expectativas sobre a vida adulta. Segundo Juliana, durante muito tempo predominou uma espécie de roteiro social: estudar, construir uma carreira, casar, ter filhos e conquistar a casa própria eram etapas esperadas de uma trajetória considerada bem-sucedida.

Entre os zillennials, esse caminho tende a ser menos rígido. “O trabalho continua importante, mas passa a dividir espaço com outras dimensões da vida, como relacionamentos, hobbies, viagens e experiências pessoais”, afirma.

Essa maior flexibilidade, porém, não decorre apenas de uma mudança de valores. Segundo a psicóloga, o próprio cenário econômico e profissional tornou mais difícil seguir uma trajetória previamente estabelecida. “Uma graduação, por exemplo, não necessariamente determina a carreira, enquanto novas ocupações e transformações tecnológicas exigem capacidade constante de adaptação”, ressalta a especialista.

Ao mesmo tempo, essa mudança de prioridades não significa um rompimento completo com valores associados às gerações anteriores. Embora a busca por propósito, qualidade de vida e equilíbrio entre vida pessoal e profissional aproxime os zillennials da geração Z, Juliana identifica no grupo uma maior disposição para permanecer em situações profissionais difíceis antes de optar por uma mudança.

“Acho que o zillennial ainda tem um pouco mais dessa resiliência. Ele consegue ficar um pouco mais em uma situação que não está tão confortável, enquanto a geração Z tem uma característica mais imediatista”, explica a psicóloga.

O cuidado com a saúde mental

Segundo Juliana, enquanto os millennials cresceram em um período em que havia menos espaço para falar sobre sofrimento emocional, os zillennials acompanharam uma maior abertura para discutir temas como ansiedade, burnout e terapia.

Essa mudança contribuiu para que o cuidado com a saúde mental ganhasse mais importância. Para a psicóloga, parte dessa percepção também foi construída a partir da observação do adoecimento de gerações anteriores, em um contexto no qual questões emocionais eram menos discutidas e, muitas vezes, associadas à vulnerabilidade ou fraqueza.

Ter mais espaço para reconhecer o sofrimento, no entanto, não significa necessariamente sofrer menos. “As gerações sofrem igual, só que a forma que elas lidam e o espaço que elas têm para lidar é diferente”, afirma Juliana.

Na comparação com a geração Z, a psicóloga identifica outra particularidade. Para ela, os zillennials podem ter maior facilidade para compreender que emoções como tristeza, raiva e frustração também fazem parte da experiência humana e diferenciá-las de situações em que o sofrimento se torna problemático. Isso não significa que a geração Z tenha menos capacidade de perceber o próprio sofrimento, mas que pode haver diferenças na maneira de interpretá-lo e tolerá-lo.

Essa percepção também pode influenciar a forma como os zillennials estabelecem limites. Na avaliação da especialista, observar as consequências da exaustão contribuiu para uma compreensão de que preservar a saúde mental não significa apenas evitar o adoecimento, mas também criar condições para sustentar o trabalho e outras áreas da vida no longo prazo.

IA aumentou a produção e o marketing precisa agora redesenhar a operação

Por

A IA fez o marketing produzir 5x mais.

Mas o impacto do marketing caiu.

74% dos CMOs brasileiros admitem: o volume subiu, o resultado desceu.

Cannes 2026 deu nome a isso: mediocridade em escala.

O problema não é a IA.
É a operação.

60% dos times de marketing usam IA toda semana.

Só 10% redesenharam a operação para isso.

Os outros 90% transformaram ganho de velocidade em fila de aprovação.

Briefing gigante e raso.

48 variações num link de transferência.

Três arquivos chamados “final”.

O manual da marca num PDF de 2023 que ninguém abre.

Gente sênior administrando arquivo.

É por isso que anuncio hoje, com orgulho, uma inovação que nasce dentro do MACUCO DAO GROUP.

A Wikimee, empresa do nosso grupo, coloca no ar a partir de amanhã a plataforma que 90% dos CMOs brasileiros dizem querer e não tinham: conteúdo e campanhas numa única esteira, do briefing à publicação.

A sacada não é gerar mais peça.

É criar a memória viva da marca.

Tom de voz, regras, aprovações e o que a marca aprendeu ficam dentro da plataforma.

Para a equipe, para a agência e para a IA.

A peça nasce com a marca, em vez de receber a marca na revisão.

A aprovação fica gravada na versão exata.

Quando alguém sai, a memória fica.

Já roda em operações de marca do porte de Ambev, Boticário, Diageo, Mondelez, Sicredi e Stellantis.

Na Wikimee, a IA acelera a produção. Nós escalamos a operação.

Primeiro vem a base. Depois vem a escala.

Sua operação de marketing já foi redesenhada para a IA? Ou você está no grupo dos 90%?

Caminhada pela Paz marca os 20 anos da morte de Lenon Joel em São Leopoldo

Mobilização será realizada em 18 de setembro, mesma data da morte do jovem que inspirou a criação do Instituto, e antecede o Dia Internacional da Paz.

O Instituto Lenon Joel Pela Paz realiza, no dia 18 de setembro, em São Leopoldo, a Caminhada pela Paz — “Construindo pontes para um mundo de paz”, uma mobilização que integra as ações alusivas aos 20 anos de atuação da instituição no município, que serão completados em novembro de 2026. A escolha da data carrega um significado especial. Em 18 de setembro de 2006, Lenon Joel Backes, então com 16 anos, foi morto durante um assalto ocorrido dentro de sua residência, diante de sua mãe. A tragédia mobilizou familiares e a comunidade e transformou a dor e a indignação em uma luta pela paz. Dessa mobilização nasceu, em novembro daquele mesmo ano, o Instituto Lenon Joel Pela Paz.

Duas décadas depois, a data será marcada por uma homenagem a Lenon e, sobretudo, por um convite à sociedade: transformar a memória em consciência e atitudes de paz. A Caminhada acontece também às vésperas do Dia Internacional da Paz, celebrado em 21 de setembro, reforçando a proposta de mobilizar a comunidade para refletir sobre a responsabilidade de cada pessoa na construção de relações mais respeitosas, solidárias e não violentas.

Com concentração a partir das 14h e início às 15h, o evento pretende reunir crianças, adolescentes, famílias, escolas, organizações sociais, parceiros e a comunidade em torno da Cultura de Paz, dos direitos humanos e da diversidade. Mais do que uma caminhada comemorativa, a proposta é levar para as ruas uma reflexão sobre como atitudes individuais e coletivas podem contribuir para relações e comunidades mais respeitosas, inclusivas, solidárias e comprometidas com a paz.

Sete alas representam diferentes caminhos para a construção da paz

O percurso será organizado em sete alas temáticas, cada uma representando uma dimensão dessa construção: Começo de Tudo; Quem Cuida de Mim; Educação e Cultura de Paz; Diversidade e Direitos Humanos; Parcerias que Transformam; Entre Gerações; e Sustentabilidade — Para um Mundo Melhor.

As alas contarão com a participação de crianças e adolescentes, familiares, escolas, organizações da sociedade civil, parceiros e representantes de diferentes segmentos da comunidade. A proposta é mostrar que a construção da paz passa por diferentes caminhos: educação, cuidado, respeito à diversidade, garantia de direitos, fortalecimento de vínculos, cooperação, diálogo entre gerações e responsabilidade com o meio ambiente.

A Caminhada também apresentará uma nova fase do Instituto Lenon, que amplia sua atuação com ações voltadas à convivência entre crianças, adolescentes e pessoas idosas, valorizando a troca de conhecimentos e experiências entre gerações. Uma das mensagens que estará presente na comissão de frente sintetiza o propósito da mobilização: “Quando caminhamos juntos, mostramos que a paz é responsabilidade de todos.”

Ao final do percurso, na sede do Instituto, será realizada a leitura do Manifesto pela Cultura da Paz, seguida de uma música coletiva. Os participantes também receberão sementes de girassol, simbolizando que a paz precisa continuar sendo cultivada depois da caminhada.

Evento apartidário

A Caminhada pela Paz possui caráter apartidário e não permitirá campanhas ou manifestações político-partidárias, incluindo o uso de materiais, faixas, bandeiras, camisetas, adesivos ou manifestações de apoio a partidos ou candidaturas. O propósito é reunir a comunidade em torno da Cultura de Paz, dos direitos humanos e da diversidade.

SERVIÇO

Caminhada pela Paz — “Construindo pontes para um mundo de paz”

Data: 18 de setembro de 2026
Concentração: a partir das 14h
Início da caminhada: 15h
Saída: Rua Independência, 1315 – Centro, São Leopoldo, em frente ao HeinzBeer
Chegada: Instituto Lenon Joel Pela Paz – Rua Alfredo Gerhardt, 778/788 – São Miguel, São Leopoldo
Em caso de chuva: o evento será transferido para 21 de setembro de 2026.

Ranking dos estados com os melhores indicadores de eficiência da máquina pública em 2026

Por CLP Brasil

O pilar Eficiência da Máquina Pública tem peso de 10,5% na nota final, e reúne 11 indicadores: Eficiência do Judiciário, Custo do Executivo/PIB, Custo do Judiciário/PIB, Custo do Legislativo/PIB, Índice de Transparência, Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, Produtividade dos Magistrados e Servidores do Judiciário, Oferta de Serviços Públicos Digitais, Prêmio Salarial Público-Privado, Equilíbrio de Gênero na Remuneração Pública Estadual e Equilíbrio de Gênero no Emprego Público Estadual.

A literatura de economia política mede capacidade estatal não como potencial administrativo hipotético, mas como desempenho efetivo, moldado por incentivos, restrições políticas e mecanismos de responsabilização. Ter a estrutura administrativa não basta: o que conta é a entrega. Em comparações internacionais, alocar melhor o mesmo volume de gasto aparece associado a melhores resultados sociais.

Do ponto de vista da competitividade, o pilar trata de custo de transação: burocracia ineficiente reduz a produtividade da economia e atrapalha o ambiente de negócios. Quando o Estado barateia as transações, sobra tempo e recurso para investir e inovar.

O Ranking de Competitividade dos Estados é publicado pelo CLP desde 2011 e conta com pesquisa técnica da @tendencias_consultoria

Pódio nacional:
🥇 Rio Grande do Sul · 🥈 Goiás · 🥉 Santa Catarina

Líderes de cada região:
🏅 Rio Grande do Sul (Sul) · 🏅 Goiás (Centro-Oeste) · 🏅 Espírito Santo (Sudeste) · 🏅 Amazonas (Norte) · 🏅 Ceará (Nordeste)

Resultados completos, relatórios e planilhas em rankingdecompetitividade.org.br

Roberto Medina ouviu 70 “nãos” antes de tirar o Rock in Rio do papel

Por Curioso Mercado

O Rock in Rio nasceu dentro da Artplan, agência de Roberto Medina, durante um projeto para lançar a cerveja Malt 90, da Brahma. Anos antes, Medina já havia produzido Frank Sinatra no Maracanã.

Cerca de 4 meses antes da estreia, Leonel Brizola embargou as obras da Cidade do Rock alegando problemas no uso do espaço público. A Artplan havia trabalhado para Moreira Franco, adversário de Brizola. Tancredo Neves interveio e as obras foram liberadas.

A eleição de Tancredo também atravessou o festival. A notícia apareceu nos telões e foi celebrada por Cazuza durante o show do Barão Vermelho.

Em 1985, 1,38 milhão de pessoas passaram pelo evento. Cerca de US$ 11 milhões foram investidos e o prejuízo ficou estimado em US$ 500 mil. Depois, a primeira Cidade do Rock foi demolida.

O retorno veio em 1991, após a Coca-Cola procurar Medina em meio à chegada do Pepsi Music. No Maracanã, 700 mil pessoas acompanharam a edição, e o A-ha reuniu 198 mil pagantes em um único show.

Sem uma Cidade do Rock permanente e com a economia dificultando novas edições, o festival só voltou em 2001. Foram 1,235 milhão de pessoas e mais de 150 artistas, com cerca de US$ 20 milhões da AOL como principal patrocinadora.

Roberta Medina assumiu depois a operação de Lisboa. A estreia portuguesa recebeu mais de 386 mil pessoas em 2004, e a marca passou a ganhar recorrência fora do Brasil antes de chegar também a Madri.

De volta ao Brasil em 2011, 700 mil ingressos esgotaram em 4 dias. Em 2012, a IMX, de Eike Batista, comprou metade da Rock World por cerca de R$ 120 milhões.

A sociedade mudou novamente em 2014, com a entrada da SFX Entertainment. Em 2018, a Live Nation assumiu seu lugar e, depois, ampliou sua participação até chegar aos atuais 60% da Rock World. O grupo Medina manteve 40%.

Hoje, a Rock World também está por trás do The Town e da operação brasileira do Lollapalooza. Para 2026, o Rock in Rio projeta R$ 3,36 bilhões de impacto econômico no Rio de Janeiro.

Consumidor abandona marcas intermediárias de beleza e busca produtos mais baratos ou de luxo

Por Mercado e Consumo

O consumidor brasileiro está revendo seus gastos com beleza e buscando mais valor pelo dinheiro. No primeiro semestre, as vendas de beleza premium cresceram 6%, enquanto os perfumes árabes avançaram 64%, impulsionados por preços mais acessíveis e alta fixação. O movimento também revela uma polarização do mercado: fragrâncias de luxo, com ticket próximo de R$ 1.500, cresceram 35%, enquanto opções mais baratas ganham espaço, pressionando o segmento intermediário.

A busca por alternativas também aparece em maquiagem e skincare. Marcas de celebridades e influenciadores já representam 25% das vendas de maquiagem, enquanto blush em bastão cresceu 205%. Em skincare, marcas cleanical, asiáticas e digitais brasileiras avançaram 50%, acompanhadas pelo e-commerce, que cresceu 24%.

 

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