Você vai ler na coluna hoje: Banrisul valoriza histórias e gerações da agricultura familiar em nova campanha para a Expointer, Profissionais querem IA como parceira de pensamento, não como piloto automático, revela pesquisa da Pipedrive, OOH movimenta R$ 2,9 bilhões entre associados da Central de Outdoor, Duas coisas decidem para onde vai a verba de publicidade, e as duas moram dentro da emissora, Cazé TV amplia grade de futebol europeu com duas novas atrações, Pesquisa revela que mulheres pretas têm 91% menos chances de atingir faixas mais altas de renda na Arquitetura e Urbanismo no estado de SP do que homens brancos.
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Banrisul valoriza histórias e gerações da agricultura familiar em nova campanha para a Expointer
Com o conceito “Agricultura Familiar: valores que vêm da terra”, campanha destaca o trabalho, o cuidado e os laços que atravessam gerações no campo
O Banrisul chega à Expointer com uma campanha que convida o público a olhar para a agricultura familiar de uma forma mais próxima. Com o conceito “Agricultura Familiar: valores que vêm da terra”, a comunicação valoriza não apenas aquilo que é produzido no campo, mas também as histórias, os vínculos e os aprendizados construídos ao longo das gerações.
A campanha parte de uma reflexão simples: será que olhar de longe é suficiente para compreender o verdadeiro valor das coisas? A partir dessa provocação, o filme aproxima o espectador da realidade de uma família do campo e mostra que, por trás de cada pedaço de terra, existe uma história.
Mais do que uma atividade produtiva, a agricultura familiar aparece como um espaço de transmissão de conhecimentos e valores. O tempo, o cuidado, a coragem, o trabalho conjunto e a continuidade entre gerações são apresentados como elementos que não podem ser medidos apenas em números.
A peça também reforça a dimensão cotidiana desse trabalho. Plantar não é apenas colocar uma semente no chão, mas cuidar hoje daquilo que chegará à mesa amanhã. É um processo que envolve planejamento, dedicação e uma relação de longo prazo com a terra.
Essa perspectiva ganha força na imagem de três gerações de uma mesma família reunidas no campo, representando a continuidade de uma história que passa de avós para pais e filhos. A cena traduz visualmente um dos principais conceitos da campanha: algumas safras mudam com o tempo, mas as histórias construídas no campo permanecem.
Com a ação, o Banrisul reforça sua presença junto ao setor e aproveita a Expointer para colocar em evidência a importância da agricultura familiar para o Rio Grande do Sul, aproximando a instituição das pessoas que vivem, trabalham e constroem suas histórias a partir da terra.
Confira aqui “Agricultura Familiar: valores que vêm da terra.”
Profissionais querem IA como parceira de pensamento, não como piloto automático, revela pesquisa da Pipedrive
Apesar do avanço da IA, 73% dos profissionais consideram construir conexões humanas genuínas muito ou extremamente importante para sua vida profissional
A Pipedrive, CRM fácil e inteligente para pequenas e médias empresas, anuncia o lançamento do novo relatório “AI and humanity at work: How professionals are balancing efficiency and human connection”. O estudo analisa como profissionais de diferentes setores, formatos de trabalho e faixas etárias estão lidando com a adoção da IA, e revela um paradoxo. Embora a tecnologia esteja cada vez mais presente na rotina de trabalho de milhões de pessoas, a maioria dos profissionais entrevistados ainda afirma que são o julgamento, os relacionamentos e a confiança, e não a tecnologia, que determinam seu sucesso.
A pesquisa revelou que quase 40% dos profissionais utilizam ferramentas de IA diariamente, incluindo 23,2% dos entrevistados que as utilizam várias vezes ao dia. O uso diário de IA chega a 50,2% entre os profissionais contratados em período integral e a quase 58% entre os estudantes entrevistados.
A adoção, no entanto, está longe de ser universal: entre os participantes que atualmente não utilizam IA, mais de 76% afirmam que provavelmente não começarão a utilizá-la nos próximos 12 meses. Vale destacar que a resistência não está concentrada entre os profissionais mais jovens ou mais velhos. Mais da metade da resistência à IA identificada na pesquisa vem de profissionais experientes entre 35 e 54 anos, indicando que a adoção da tecnologia é tanto um desafio de gestão da mudança quanto uma questão tecnológica.
“A IA claramente já se tornou parte do cotidiano, mas isso não significa que todos estejam convencidos”, afirma Joe Futty, Chief Product and Technology Officer na Pipedrive. “A próxima onda de crescimento não virá da conversão dos céticos, mas das pessoas que já confiam na IA. A verdadeira oportunidade para as empresas está em mostrar aos profissionais experientes que a IA pode fortalecer sua capacidade de julgamento, em vez de substituí-la.”
Principais descobertas da pesquisa
- A IA está se tornando uma parceira de pensamento, e não apenas uma ferramenta de automação: Os usos mais comuns da IA são pesquisa e coleta de informações (46,6%), escrita ou edição (35,1%) e brainstorming (32,4%), muito à frente da automação de fluxos de trabalho (16,3%) e programação (10,7%). Apenas 5,6% dos entrevistados acreditam que a IA deveria substituir a maior parte das funções desempenhadas por humanos quando possível;
- Os ganhos de produtividade são reais, mas não universais: 32,1% dos entrevistados afirmam que a IA os torna melhores e mais rápidos no trabalho, enquanto mais da metade concorda que a tecnologia libera tempo para interações mais significativas com colegas e clientes. Ainda assim, 22,2% dizem que a IA não os torna nem melhores nem mais rápidos, reforçando que ter acesso à tecnologia, por si só, não garante geração de valor;
- O julgamento humano continua sendo o principal fator para o sucesso profissional: Mais da metade dos entrevistados (51,1%) afirma que seu sucesso é impulsionado principalmente pela experiência pessoal e pela capacidade de julgamento, enquanto apenas 15,1% apontam as ferramentas avançadas de IA como principal fator. 73% consideram construir conexões humanas genuínas algo muito ou extremamente importante em sua vida profissional;
- As pessoas não querem menos IA, mas querem que ela pareça mais humana: 44% dos entrevistados afirmam nunca utilizar IA para se comunicar e preferem mensagens escritas por pessoas, enquanto 27,5% dizem se incomodar ao receber uma mensagem que sabem ter sido gerada por IA. Entre aqueles que utilizam IA para se comunicar, 70% afirmam que é pelo menos um pouco importante que o conteúdo produzido tenha a sua própria voz, incluindo 46% que consideram isso essencial;
- Conteúdos gerados por IA ainda enfrentam uma lacuna de confiança: Quase 30% dos entrevistados afirmam que conteúdos gerados por IA ainda parecem genéricos ou robóticos demais, enquanto apenas 12,1% consideram que eles têm a mesma qualidade de conteúdos escritos por humanos. O resultado aponta para a autenticidade, e não apenas para a precisão, como o próximo desafio da IA para os profissionais.
“Os dados da pesquisa da Pipedrive mostram que as pessoas não estão rejeitando o trabalho gerado por IA. Elas estão rejeitando aquilo que parece impessoal”, acrescenta Futty. “Isso é um sinal, não uma reclamação. As ferramentas que terão sucesso daqui para frente não serão necessariamente aquelas capazes de gerar mais conteúdo com maior velocidade, mas as que ajudam as pessoas a se expressarem de uma forma mais autêntica.”
Metodologia
O relatório é baseado em uma pesquisa com mil entrevistados de diferentes setores, formatos de trabalho e faixas etárias. Os participantes responderam a perguntas quantitativas sobre suas percepções em relação à tecnologia e à conexão humana na era da IA. Os dados foram coletados em junho/julho de 2026 por meio de um questionário online estruturado.
Para saber mais sobre o relatório “AI and humanity at work: How professionals are balancing efficiency and human connection”, acesse o estudo completo aqui.
Sobre a Pipedrive
Fundada em 2010, a Pipedrive é o CRM fácil de usar e inteligente preferido por equipes de vendas em crescimento de pequenas e médias empresas. Desenvolvida para ser intuitiva, a plataforma oferece visibilidade completa do pipeline de vendas e funciona como uma fonte única e confiável para dados de clientes e negociações. A Pipedrive atua como uma equipe virtual de apoio a cada vendedor, automatizando processos manuais, recomendando as próximas melhores ações e ajudando a manter as oportunidades de negócio em andamento. Atualmente, mais de 105 mil empresas em mais de 180 países utilizam a Pipedrive para acelerar seu crescimento. Com sede em Nova York, a empresa tem como acionista majoritária a Vista Equity Partners, além de contar com o apoio de outros importantes investidores globais do setor de tecnologia.
OOH movimenta R$ 2,9 bilhões entre associados da Central de Outdoor
Por Marcas Pelo Mundo
R$ 2,9 bilhões por ano, 147 mil faces publicitárias e presença nos 27 estados brasileiros. Esses são alguns dos números que dimensionam a operação dos 195 associados da Central de Outdoor, segundo o Panorama Central de Outdoor 2026, primeiro levantamento da entidade dedicado a acompanhar a evolução do mercado de mídia Out of Home (OOH).
Com base em dados de 2025, o estudo aponta ainda que as empresas associadas reúnem 6,7 mil colaboradores. Entre os respondentes, 78% consideram que o mercado de OOH está em expansão, enquanto 47% acreditam em crescimento superior a 10% nos próximos três anos.
O desempenho recente também reforça essa percepção: 47% dos associados ouvidos registraram alta superior a 15% entre 2024 e 2025, e 44% projetam crescimento acima de 15% em 2026.
A base da entidade é formada majoritariamente por estruturas enxutas. Quase 70% dos associados faturam até R$ 10 milhões por ano e 86% possuem até 49 colaboradores. A atuação é predominantemente regional, com 81% presentes em apenas uma região do país.
Digital já representa 56% do faturamento
A digitalização é um dos destaques do levantamento. Entre as empresas ouvidas, o inventário digital já corresponde a 58% das faces e 56% do faturamento.
Nas exibidoras com predominância de grandes formatos, o digital representa 17% do inventário, mas concentra 36% da receita. Nesse grupo, o número de painéis digitais cresceu 31% em 2025, com expectativa de avanço de mais 18% em 2026.
Para sustentar esse crescimento, dados de audiência (74%), inteligência artificial (55%) e compra programática (53%) aparecem como as tecnologias consideradas mais estratégicas pelos associados para os próximos anos.
O levantamento também evidencia a presença regional do meio. Entre as exibidoras associadas, 57% trabalham predominantemente com marcas locais e regionais. Para os próximos anos, no entanto, essas empresas apontam as marcas nacionais como principal motor de crescimento.
“Completar 49 anos e lançar o primeiro estudo de uma série contínua não é coincidência: é a maturidade da Central se traduzindo em inteligência para o setor. Queremos que o Panorama seja uma referência para quem decide investir, planejar ou regular o OOH no Brasil”, afirma Halisson Pontarolla, presidente da Central de Outdoor.
Panorama terá novas edições
Os dados foram coletados entre fevereiro e maio de 2026 com associados da entidade, incluindo exibidoras, agências especializadas e fornecedores de soluções para OOH. A metodologia e a interpretação dos resultados ficaram a cargo da consultoria Objet Trouvé, sob coordenação de Melissa Vogel.
“O Panorama não nasce para ser um retrato único, e sim o primeiro capítulo de um acompanhamento contínuo. À medida que repetirmos essa leitura, teremos cada vez mais capacidade de indicar para onde o OOH brasileiro está indo, e não apenas onde ele está hoje”, afirma Fabi Soriano, diretora executiva da Central de Outdoor.
A Central de Outdoor pretende repetir o levantamento para construir uma série histórica sobre a evolução do setor.
Duas coisas decidem para onde vai a verba de publicidade, e as duas moram dentro da emissora
Por Edilásio Barra
Foram R$ 28,9 bilhões em mídia via agências em 2025, pelo Painel Cenp-Meios, e o primeiro trimestre deste ano já veio 18,3% acima do mesmo período. Eu já escrevi aqui como essa verba se reparte. O que faz o dinheiro escolher um endereço e não outro.
A PRIMEIRA É A SINTONIA ENTRE QUEM FAZ E QUEM VENDE
No mesmo bloco cabem motivos diferentes. Um cliente está ali para vender o produto naquela semana, outro para sustentar a marca, outro para mostrar uma novidade. Vários motivos e o mesmo horário, com preços que não se comparam.
E nem sempre a venda está dentro do intervalo. Às vezes é uma garrafa em cima da mesa: alguém bebe, diz que está bom, e volta para a conversa. É merchandising, entra sinalizado como manda a regra, e mesmo assim não interrompe a cena.
Contei aqui, faz um tempo, que eu dizia o nome da marca ao vivo, e que o que não passava não saía pela minha boca. Na minha leitura, o que faz uma menção dessas caber sem atravessar nada é a hora em que ela é combinada, e a hora é uma só: com o programa ainda no papel. É aí que trava hoje. Quando o conteúdo chega à área comercial já fechado, o que dava para combinar lá atrás já passou.
A SEGUNDA É A MISTURA
A televisão aberta atende várias vertentes no mesmo dia: criança de manhã, novela à noite, filme no fim de semana. Quando uma cai, a outra segura a audiência. E ela ainda tem 55,8% do consumo de vídeo nos domicílios, medido pela Kantar Ibope Media em dezembro do ano passado.
Streaming de assunto único tem duas estações. Enquanto a temporada daquele assunto está no ar, entram assinante e anunciante. Quando o calendário esvazia, o serviço continua no ar e o motivo que levava a pessoa até ele não continua.
Tem segmento que não seca, e game é um deles. Mas quem depende de assunto com data de fim vai ter que misturar, e misturar custa caro justo quando a receita daquele segmento já caiu.
Na minha leitura, a verba do mercado vai ficar com quem tem o grande público todo dia e pôs a programação e o comercial na mesma sala antes de a ideia ficar pronta.
Que encontrem o gancho certo e atendam à expectativa do público.
Cazé TV amplia grade de futebol europeu com duas novas atrações
Por Felipe Oliveira
Com a queda na audiência após o sucesso na Copa 2026, Cazé TV lança duas novas atrações na grade para reforçar a cobertura de futebol internacional, agora que o canal transmite as cinco principais ligas europeias.
As novidades chegam com a proposta de ampliar o espaço dedicado ao futebol europeu e oferecer ao público mais análises, informações e debates sobre os principais campeonatos do continente. A iniciativa acompanha o crescimento da presença da Cazé TV no mercado de transmissões esportivas e a expansão de seu catálogo de competições.
Com as novas atrações, a programação passa a contar com conteúdos voltados não apenas para os jogos, mas também para os bastidores, os destaques das rodadas e os principais assuntos que movimentam o futebol internacional. A ideia é aproveitar a repercussão das partidas para criar uma cobertura mais ampla e próxima do público.
A estratégia ganha ainda mais relevância com a transmissão das cinco principais ligas europeias — Premier League, LaLiga, Serie A, Bundesliga e Ligue 1. Com isso, a Cazé TV amplia sua oferta de futebol internacional e busca consolidar uma programação diária dedicada ao esporte.
Pesquisa revela que mulheres pretas têm 91% menos chances de atingir faixas mais altas de renda na Arquitetura e Urbanismo no estado de SP do que homens brancos
Estudo inédito do Cebrap, encomendado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP), combina análise estatística e grupos focais para mapear as desigualdades estruturais que atravessam a profissão, da graduação ao mercado de trabalho
Remuneração média mensal segundo gênero e raça/cor, apenas para grupos com mais de 5 entrevistas

Fonte: Elaboração própria a partir de CAU/SP e Cebrap, 2023.
Uma mulher preta arquiteta e urbanista tem 91% menos chances de alcançar as faixas de renda média-alta da profissão do que um homem branco com perfil educacional equivalente no estado de SP. O dado integra a pesquisa Diversidade na Arquitetura e Urbanismo no Estado de São Paulo, realizada pelo Cebrap por encomenda do CAU/SP, com metodologia mista: survey com 2.003 profissionais registrados no Conselho e cinco minigrupos focais com arquitetos, empregadores e representantes de entidades do setor.
Números que definem a desigualdade
- 91% menos chances — Mulheres pretas têm de alcançar faixas de renda média-alta em comparação a homens brancos, a maior disparidade interseccional registrada pela pesquisa
- 76% menos chances — Profissionais pretos têm de atingir as mesmas faixas de renda, mesmo após controle por escolaridade, idade e gênero
- 46% menos chances — Profissionais pardos têm de alcançar faixas de renda média-alta em relação a brancos
- 5,3 vezes maior — É a remuneração média do homem cisgênero amarelo em relação à da mulher cisgênero preta, o extremo da desigualdade salarial na profissão
- ~4x mais chances — Homens amarelos têm de estar nas faixas de renda média-alta em comparação a homens brancos, único grupo a superar o grupo de referência
- 35% menos chances — Mulheres brancas têm menos chances do que homens brancos, ainda que ocupem posição mais favorável do que homens e mulheres negros
Desigualdades construídas na formação
Profissionais pardos e pretos concluem a graduação significativamente mais tarde do que brancos: pardos têm cerca de cinco vezes mais chances de ter formado após 2011, dado compatível com o impacto das políticas de democratização do ensino superior. Os custos do curso, como maquetes, plotagens, softwares, deslocamentos e alimentação, foram descritos nos grupos focais como proibitivos para estudantes de menor renda. A carga horária integral, combinada à necessidade de trabalhar para se manter, limitou o acesso a viagens técnicas, intercâmbios e cursos complementares valorizados no mercado.
O ambiente acadêmico é descrito como racialmente homogêneo e hostil. Relatos nos grupos focais incluem presença de apenas um ou dois estudantes negros por turma, reprovações percebidas como motivadas por preconceito e ao menos um caso em que a mobilização estudantil resultou na exoneração de um docente após denúncia formal de racismo.
Redes e elitismo estruturam o acesso ao mercado
A inserção profissional depende fortemente de indicação pessoal. Empregadores descreveram como prioritária a contratação por redes de confiança previamente constituídas, favorecendo quem já circula nos círculos estabelecidos da profissão. A instituição de formação também opera como filtro: faculdades “tradicionais” são associadas a maior preparo técnico, mesmo sem evidência empírica que sustente essa generalização.
Para profissionais negros, o cenário se agrava pela discriminação nos próprios processos seletivos. Participantes dos grupos focais relataram casos em que recrutadores demonstraram surpresa ao constatar, na entrevista presencial, que a candidata qualificada era uma mulher negra. O canteiro de obras aparece como espaço de assédio sistemático: episódios de assédio sexual foram relatados espontaneamente por três participantes, todas havendo mudado de área de atuação após os incidentes.
Recomendações
A pesquisa conclui com agenda construída em cocriação com a Comissão de Políticas Afirmativas do CAU/SP (CPAF). As frentes prioritárias incluem: ampliar o acesso de estudantes negros ao mercado durante a graduação por meio de estágios com recorte afirmativo; revisar práticas de recrutamento dependentes de redes informais; fortalecer mecanismos de enfrentamento ao assédio e à discriminação; e institucionalizar a agenda de diversidade no CAU/SP como política permanente. O estudo também recomenda transformações curriculares que incluam arquitetura africana e trajetórias de profissionais negros e indígenas historicamente invisibilizados.
Sobre a pesquisa
A pesquisa Diversidade na Arquitetura e Urbanismo no Estado de São Paulo: desigualdades, barreiras e oportunidades para uma agenda de inclusão e equidade foi realizada pelo Cebrap por encomenda do CAU/SP e da CPAF-CAU/SP, no âmbito do Programa de Ações Afirmativas aprovado em julho de 2024. Coordenação quantitativa: Victor Callil e Luiz Felipe dos Anjos. Coordenação qualitativa: Monise Fernandes Picanço, Gabriela Trindade e Sabrina Guimarães. Coordenação geral: Tomás Wissenbach. O documento integral está disponível no portal de transparência do CAU/SP.













