Comung celebra 30 anos destacando impacto das universidades comunitárias no desenvolvimento do RS – 26.08.2026

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Você vai ler na coluna hoje: Comung celebra 30 anos destacando impacto das universidades comunitárias no desenvolvimento do RS, As Pessoas Mudaram, a epidemia da solidão e o desafio de criar vínculos reais, Da economia da atenção à valorização das cidades: o futuro do OOH, Por que o mercado precisa resgatar a ciência do marketing, Mulheres viram maioria nas agências, mas ganham menos, A economia da solidão: o mercado de uma pessoa só está reorganizando o consumo.

 

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Comung celebra 30 anos destacando impacto das universidades comunitárias no desenvolvimento do RS

Café com a Imprensa, realizado na Universidade Feevale, apresentou dados que evidenciam a contribuição das 14 instituições comunitárias para a educação, a ciência, a inovação e o desenvolvimento social e econômico do Estado

O Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung) reuniu, nesta terça-feira, 25, reitores de instituições integrantes da entidade para marcar os 30 anos de atuação no Rio Grande do Sul. Realizado no Teatro Feevale, no Câmpus II da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo, o Café com a Imprensa apresentou dados sobre a abrangência e o impacto das 14 universidades comunitárias nas áreas de ensino, pesquisa, inovação, internacionalização, saúde e desenvolvimento regional.

Participaram do encontro os reitores José Paulo da Rosa, da Universidade Feevale; Rafael Frederico Henn, da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc); Ir. Manuir José Mentges, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS); Pe. Sérgio Eduardo Mariucci, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos); Dieter Rugard Siedenberg, da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí); Edison Alencar Casagranda, da Universidade de Passo Fundo (UPF); Ir. Cledes Antonio Casagrande, da Universidade La Salle; Asdrubal Falavigna, da Universidade de Caxias do Sul (UCS); e Evania Schneider, da Universidade do Vale do Taquari (Univates).

Durante a atividade, foi destacada a importância e a atuação das instituições comunitárias no Estado. Em 2025, as universidades do Comung ofertaram 524 cursos de graduação presencial, com 85.588 estudantes matriculados. Desses, 28.611 possuíam algum tipo de bolsa ou gratuidade, o equivalente a 33,4% do total. No mesmo ano, 13.889 estudantes concluíram cursos de graduação presencial.

Na pós-graduação, foram ofertados 1.305 cursos lato sensu, com 103.516 estudantes matriculados. Já a pós-graduação stricto sensu contava com 182 cursos e 7.673 estudantes, sendo que 3.941 possuíam algum tipo de bolsa ou gratuidade. Em 2025, as instituições formaram 1.589 mestres e 720 doutores.

A atuação científica e tecnológica também se destaca. As universidades comunitárias reuniam, em 2025, 6.487 professores, dos quais 4.922 possuíam, no mínimo, mestrado acadêmico concluído. No mesmo período, foram registradas 13.849 publicações científicas, enquanto 360 patentes haviam sido registradas até o ano passado.

Outro destaque é a estrutura de inovação mantida pelas instituições. Os nove parques tecnológicos vinculados a universidades do Comung reúnem 729 empresas, responsáveis por 14.438 postos de trabalho. Além disso, as 13 incubadoras de empresas vinculadas às instituições registravam 266 empresas incubadas em 2025.

A dimensão internacional também integra a atuação do Consórcio. Ao longo de 2025, foram desenvolvidos 615 projetos relacionados à internacionalização, envolvendo 1.015 instituições internacionais parceiras e 8.665 alunos.

Na área da saúde, as instituições realizaram 11.043 projetos com atendimento ao público em 2025, envolvendo 4.999 colaboradores e 10.755 alunos. As iniciativas, que incluem serviços gratuitos como atendimento psicológico e odontológico e programas de atividade física para idosos, alcançaram 590.620 pessoas. Também foram desenvolvidos 110 projetos voltados especificamente a pessoas em situação de vulnerabilidade social, que atenderam 126.518 pessoas.

Para o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, a estrutura das universidades comunitárias reflete a capacidade de investimento e de transformação das instituições nas regiões onde estão inseridas. “O Teatro Feevale, onde este evento está sendo realizado, é um exemplo da qualidade das estruturas das 14 universidades que compõem o Comung. Além de teatros, todas possuem excelentes bibliotecas, laboratórios de pesquisa, que nos permitem realizar pesquisas”, afirmou.

José Paulo também destacou a diferença do modelo comunitário em relação às instituições privadas tradicionais. “Há 30 anos, as instituições organizaram o consórcio, não porque são melhores que as demais, mas porque são diferentes. Nós não visamos o lucro, mas objetivamos os resultados para reinvestir em nossa operação e, assim, beneficiar as nossas comunidades. Então, essas três décadas precisam ser comemoradas, porque a existência de uma universidade comunitária é sinal de desenvolvimento regional”, ressaltou.

O reitor da Unisc e presidente do Comung, Rafael Frederico Henn, reforçou o papel estratégico das universidades comunitárias para o desenvolvimento do Estado. “Não há como ter uma sociedade desenvolvida econômica e socialmente sem uma universidade forte. Então, não há dúvida que as universidades comunitárias são fundamentais no desenvolvimento social e econômico, e acreditamos que esse modelo comunitário se configura como a maior rede de ensino superior do Rio Grande do Sul”, destacou.
Segundo Henn, a articulação entre as instituições também fortalece a capacidade do Rio Grande do Sul de avançar em diferentes áreas. “Temos convicção que o nosso Estado pode, através do Comung, ficar cada vez mais forte perante o Brasil”, completou.

O evento contou, também, com uma apresentação de dados socioeconômicos da região de atuação das instituições comunitárias gaúchas, conduzida por Marcos Lelis, coordenador do Grupo de Pesquisa Competitividade, Economia Regional e Internacional (CEI), da Unisinos. Segundo Lelis, as regiões abrangidas pelo Comung concentram 85,5% do PIB do Rio Grande do Sul, além de responderem por 50,6% da produção agropecuária e 87% da atividade industrial. Durante o evento o professor Juan Felipe Almada, da Feevale, apresentou a marca comemorativa dos 30 anos do Comung.

Criado em 1996, o Comung atua na defesa e no fortalecimento do modelo comunitário de educação superior e na articulação de iniciativas voltadas ao ensino, à pesquisa, à inovação, à extensão e ao desenvolvimento regional. As instituições integrantes não possuem fins lucrativos e reinvestem seus resultados na própria educação e em serviços oferecidos às comunidades.

Ao longo de sua trajetória, as instituições que integram o Consórcio já formaram mais de 674 mil estudantes em cursos de graduação, exceto licenciaturas, e mais de 220 mil em cursos de licenciatura. Na pós-graduação stricto sensu, o acumulado histórico supera 31 mil mestres e 8,9 mil doutores formados.

Integram o Comung, além da Universidade Feevale, a Universidade de Caxias do Sul (UCS), Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Universidade Franciscana (UFN), Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Universidade de Cruz Alta (Unicruz), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Universidade La Salle, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade do Vale do Taquari (Univates), Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Universidade de Passo Fundo (UPF), Centro Universitário da Região da Campanha (Urcamp) e Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI).

As Pessoas Mudaram, a epidemia da solidão e o desafio de criar vínculos reais

O mundo nunca esteve tão conectado. E as pessoas nunca estiveram tão sozinhas.

Para entender como paradoxos como esse afetam o mercado, a e21 desenvolveu o projeto “As Pessoas Mudaram”, uma série de estudos focada em decifrar os comportamentos que transformam hábitos, prioridades e desejos.

A ideia é, a partir disso, estabelecer discussões profundas com as marcas que precisam estar atentas aos movimentos sociais, capturando sempre novas oportunidades de gerar relevância e valor.

Neste recorte, a e21 mergulhou em uma dor silenciosa que atravessa gerações e exige atenção das marcas: a epidemia da solidão.

Hiperconexão e o fim da aldeia global: as redes sociais seriam pura ilusão?

Por muito tempo, a publicidade e o ecossistema digital venderam a imagem de uma vida hiper-social: pessoas sempre cercadas de amigos, churrascos em família, sorrisos em viagens inesquecíveis, curtidas aos milhares e notificações piscando a todo instante.

Mais recentemente, criou-se a ideia de que a tecnologia nos tornaria uma grande comunidade, onde ninguém jamais estaria só.

No entanto, a realidade por trás das telas revela uma verdade muito mais complexa e um tanto mais sombria/desafiadora:
Dados recentes da Comissão sobre Conexão Social da Organização Mundial da Saúde (OMS) acenderam um alerta vermelho global: 1 em cada 6 pessoas no mundo é afetada pela solidão.

Essa percepção de isolamento vai muito além da tristeza passageira que, de alguma forma, em algum tempo, pode afetar a todos.
A OMS revela o impacto devastador da falta de conexões reais: mais de 871 mil mortes por ano no mundo estão associadas à solidão.

E se engana quem pensa que o isolamento é um problema exclusivo da terceira idade. A epidemia emocional atinge em cheio justamente aqueles que já nasceram com um smartphone nas mãos: entre 17% e 21% (1 em cada 5, praticamente) dos jovens de 13 a 29 anos relatam se sentir solitários com frequência.

Esse cenário se agrava consideravelmente dependendo do contexto socioeconômico: o índice chega a 24% entre pessoas de países de baixa renda, mais que o dobro das taxas registradas em nações de alta renda (11%).

Modernidade líquida: conexões instantâneas, vínculos superficiais

Como é possível viver uma epidemia de solidão no auge da era digital?

Não era para a hiperconexão nos tornar os seres mais sociais de toda a história da humanidade?

Um estudo de especialistas da Universidade de São Paulo (USP), analisado pela e21, aprofunda as razões desse fenômeno: O excesso de conectividade criou relações rápidas, porém efêmeras e extremamente superficiais.

A chamada “modernidade líquida”, conceituada pelo sociólogo Zygmunt Bauman, como uma época em que relações, identidades, valores e estruturas sociais se tornam cada vez mais flexíveis, instáveis e provisórias, em constante transformação, materializou-se também no cotidiano: laços voláteis, relações descartáveis e convívios baseados unicamente na lógica da performance.

Performance?

Nas redes sociais, as pessoas acabam se comparando o tempo todo.

A busca por likes, validação, filtros estéticos e o medo de ficar de fora — o famoso FOMO (Fear Of Missing Out) — têm gerado sentimentos profundos de inadequação.

Os jovens estão moldando suas vidas com base na opinião de uma “plateia virtual”, o que afeta diretamente o senso de pertencimento e a própria identidade.

É a ilusão de estarmos cada vez mais juntos, enquanto vivenciamos menos contato real humano do que nunca.

E a matemática desse isolamento também cobra um preço físico e produtivo: Há comprovação de que a solidão aumenta o risco de AVC, doenças cardíacas e diabetes, além de dobrar a probabilidade de desenvolvimento de depressão e ansiedade.

No aspecto educacional e profissional, jovens solitários têm 22% mais chances de obter notas baixas, enquanto adultos enfrentam mais dificuldades para manter um emprego e progredir financeiramente.

O que a solidão tem a ver com as marcas?

A análise da e21 aponta que entender a profundidade dessa solidão crônica é essencial para uma comunicação mais humana, empática e capaz de criar valor real para o público.

A superficialidade cede espaço para a urgência de vínculos reais. O consumidor quer se sentir pertencente a algo antes de ser bombardeado por ofertas ou informações impositivas, em monólogos estabelecidos para uma relação de consumo. (E só).

Para a comunicação, alguns recados se tornam ainda mais valiosos.

É preciso parar de retratar um mundo irreal e plastificado, onde todo mundo é popular e está feliz o tempo todo no Instagram. Ninguém se identifica com o perfeito. E, inclusive, tem medo dele.

Também é necessário cuidado com a comunicação que estimula a comparação nociva e a competição por status.

Em vez de focar na construção de “audiências”, as marcas podem ajudar a construir “comunidades”, criando espaços de diálogo, escuta e interação genuína.

Equilibrar a tecnologia com o incentivo ao contato humano verdadeiro é o melhor caminho.

A e21 desenvolveu um estudo muito mais abrangente sobre o assunto e oferece workshop sobre o tema para ser realizado junto aos times de marketing das empresas.

O projeto propõe uma troca de conteúdo para aprofundar como a comunicação pode responder a essa realidade com mais escuta, vínculo e relevância.

FONTES E REFERÊNCIAS DE ESTUDO:

AGÊNCIA BRASIL / ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). OMS: uma em cada seis pessoas no mundo é afetada pela solidão. Disponível em: Agência Brasil.

JORNAL DA USP (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO). Solidão entre jovens expõe epidemia emocional em plena era digital. Disponível em: Jornal da USP.

Da economia da atenção à valorização das cidades: o futuro do OOH

Por Fabi Soriano (CNN Brasil)

As principais discussões internacionais sobre Out of Home (OOH) reforçam uma percepção importante: a mídia exterior vive um momento de transformação profunda. Criatividade, inteligência artificial, dados, sustentabilidade, mensuração e colaboração deixaram de ser tendências para se consolidar como pilares que orientam o desenvolvimento da indústria em diferentes mercados. E o mais interessante é perceber que muitas dessas mudanças já fazem parte da realidade brasileira.

Os números ajudam a explicar esse movimento. Dados recentes do Painel Cenp-Meios mostram que a mídia exterior movimentou R$ 827,1 milhões apenas no primeiro trimestre do ano. Em quatro anos, o setor cresceu 132,3%, mais que o dobro da expansão registrada pelo mercado publicitário brasileiro no mesmo período, de 61,8%. Com isso, a participação do OOH no bolo publicitário passou de 10,3% para 14,8%, consolidando o meio entre os três principais destinos dos investimentos em publicidade no país.

Esse crescimento não acontece por acaso. Ele reflete uma transformação na forma como as marcas buscam se conectar com as pessoas. Entre especialistas da indústria, existe um consenso cada vez mais evidente: em um cenário de excesso de informação, fragmentação das audiências e saturação das plataformas digitais, o mundo real voltou a ocupar um espaço estratégico na comunicação. Nesse contexto, a confiança, atributo historicamente associado à mídia exterior, ganha ainda mais relevância e se consolida como um diferencial competitivo.

Durante muito tempo, acreditou-se que a tecnologia, por si só, seria capaz de resolver todos os desafios da comunicação. Hoje, o debate segue outro caminho. A inteligência artificial ganhou espaço, a compra programática evolui rapidamente, os dados se tornaram mais sofisticados e as ferramentas estão mais acessíveis do que nunca. Ao mesmo tempo, cresce o entendimento de que tecnologia e dados deixaram de ser diferenciais para se tornar infraestrutura indispensável para qualquer estratégia de comunicação.

O verdadeiro diferencial continua sendo a capacidade de criar conexões relevantes. Um dos principais consensos entre especialistas é que a economia da atenção exige muito mais do que eficiência operacional. Em um ambiente em que consumidores são impactados por milhares de mensagens diariamente, apenas ideias capazes de surpreender, emocionar ou provocar conversas conseguem gerar lembrança de marca. É por isso que a criatividade permanece como o principal ativo estratégico do OOH.

A rua continua sendo um espaço coletivo. Enquanto as telas digitais disputam segundos de atenção individual, a mídia exterior transforma cidades em palco para experiências compartilhadas. Não por acaso, o Out of Home vem sendo cada vez mais associado ao conceito de In Real Life (IRL), ou “mídia da vida real”. Em um momento em que consumidores valorizam experiências autênticas fora das telas, o OOH conecta marcas aos espaços onde a vida acontece: nas ruas, nos deslocamentos, nas praças, nos centros comerciais e nos encontros cotidianos. Grandes formatos, intervenções urbanas, projetos especiais e campanhas contextualizadas têm a capacidade de ultrapassar o espaço físico, ganhar repercussão espontânea nas redes sociais e ampliar exponencialmente seu alcance. Criatividade e presença no mundo real deixam de ser atributos isolados e passam a atuar de forma complementar na construção de experiências memoráveis.

Outro tema que ganhou protagonismo nas discussões internacionais foi a inteligência artificial. Ao contrário do que muitos imaginam, o debate não gira em torno da substituição das pessoas, mas da ampliação de suas capacidades. A IA já acelera processos, organiza dados, apoia o desenvolvimento de campanhas e aumenta a eficiência operacional. Mas repertório, sensibilidade, contexto e visão estratégica continuam sendo atributos essencialmente humanos. A tecnologia amplia possibilidades; a criatividade continua sendo o elemento capaz de transformar uma campanha em uma experiência memorável.

A mensuração consolidou-se como uma das principais prioridades da indústria global de Out of Home. Se há alguns anos os dados representavam uma vantagem competitiva, hoje passaram a ser uma condição para competir. Os anunciantes querem compreender, com cada vez mais precisão, o impacto dos investimentos em comunicação. Por isso, métricas robustas, modelos de audiência, integração entre plataformas e padronização de indicadores tornaram-se temas centrais para o desenvolvimento do setor. Esse movimento vem impulsionando a criação de referências e metodologias que tornam a mensuração mais consistente, transparente e comparável entre diferentes mercados, contribuindo também para o amadurecimento dessa agenda no Brasil.

A sustentabilidade também deixou de ser tratada apenas como uma agenda reputacional para assumir um papel estratégico nos negócios. Grandes anunciantes já incorporam critérios ambientais em seus processos de contratação, enquanto eficiência energética, redução de emissões e transparência passaram a influenciar decisões de investimento. Para a mídia exterior, isso representa uma oportunidade importante de reforçar sua contribuição para cidades mais inteligentes, responsáveis e conectadas às demandas da sociedade.

O fortalecimento do associativismo também se consolidou como um dos grandes temas para o futuro da mídia exterior. Em diferentes mercados, fica evidente que desafios relacionados à regulamentação, mensuração, tecnologia e reputação são enfrentados de forma coletiva, com forte atuação das entidades representativas na construção de padrões, no diálogo com governos e no fortalecimento institucional da indústria. O desenvolvimento do setor depende, cada vez mais, da capacidade de empresas concorrentes colaborarem em pautas que beneficiam todo o ecossistema.

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