O que faz uma marca ser escolhida pelos consumidores? – 01.09.2026

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Você vai ler na coluna hoje: O que faz uma marca ser escolhida pelos consumidores?, É hoje: Marketing e construção de marcas são tema de evento na Expointer, Banrisul, CCGL e FecoAgro/RS lançam Centro de Consultoria AgroDigital na 49ª Expointer, Porto Alegre: uma cidade que pode correr ainda mais longe, Desinformação: por que checar antes de compartilhar se tornou essencial, Instituto Caldeira projeta novos caminhos para fortalecer a inovação no RS até 2030, Litoral Norte chega a 435 mil habitantes e crescimento revela uma transformação que vai muito além da temporada de verão, À frente do SBT, Daniela Abravanel Beyruti é reconhecida por sua trajetória na comunicação, Quais as redes sociais mais usadas no brasil, Atenção não é resultado: o que o novo estudo revela sobre publicidade, TV aberta pode ganhar botão exclusivo em novos televisores.

 

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O que faz uma marca ser escolhida pelos consumidores?

Edelman Trust Barometer 2026 aponta dez principais fatores que orientam escolhas e conexões com empresas

Por Meio & Mensagem

A relação dos brasileiros com as marcas passa cada vez mais por identificação, confiança e pertencimento. É o que aponta a edição brasileira do Edelman Trust Barometer 2026 – Relatório Especial: Crescimento de Marcas em Meio à Insularidade, que mostra como a chamada “mentalidade insular” influencia as escolhas de consumo e a disposição dos consumidores em se relacionar com diferentes marcas.

O estudo foi realizado entre 23 de abril e 11 de maio deste ano, com mais de 17.600 entrevistados em 15 países, incluindo 1.200 respondentes no Brasil.

Identidade, confiança e origem nacional influenciam o consumo

Segundo o estudo, 72% dos brasileiros têm uma mentalidade insular, ou seja, demonstram receio ou resistência em confiar em pessoas que tenham valores, fontes de informação, formas de lidar com problemas sociais ou origens culturais diferentes das suas. Entre esse grupo, 38%, em média, não estão dispostos a consumir marcas utilizadas por pessoas diferentes deles.

Para 68% dos entrevistados, as marcas que escolhem dizem muito sobre seus valores e prioridades, enquanto 60% afirmam sentir conexão com pessoas que usam as mesmas marcas. Além disso, 75% consideram importante ou decisivo que as marcas que compram ou usam tenham sede no Brasil, índice 15 pontos percentuais superior ao registrado em 2023.

Na decisão de compra, 91% dos brasileiros afirmam que confiar na marca é importante ou decisivo. O índice é próximo ao atribuído à qualidade do produto, citada por 92%, e ao atendimento ao cliente, apontado por 94%.

Ser confiável não é suficiente

A utilidade é o principal fator associado à relevância de uma marca no Brasil, citada por 91% dos entrevistados. Na sequência aparecem afinidade com a identidade pessoal (88%), conexão com a comunidade (85%), conexão emocional (84%) e fluência em cultura pop (75%).

Além disso, 86% dos brasileiros afirmam que é importante ou decisivo que a marca que compram ou usam combine com quem são como pessoa.

A experiência direta com a marca é o principal fator considerado pelos brasileiros para avaliar se um produto atende às suas necessidades, com 27% das respostas tanto entre pessoas com mentalidade insular quanto entre aquelas mais abertas à confiança. Em seguida aparecem pessoas conhecidas na vida real, citadas por 20% dos insulares e 16% dos demais entrevistados.

O que os consumidores esperam e percebem das marcas?

Entre os brasileiros com mentalidade insular, a maior lacuna está na capacidade de as marcas refletirem a identidade das pessoas, com as expectativas superando em 25 pontos percentuais a percepção sobre o desempenho das marcas.

Na construção da confiança, a opinião de terceiros aparece à frente da comunicação das próprias empresas. Entre os brasileiros com mentalidade insular, 53% dizem que o que pessoas não remuneradas pelas marcas falam sobre elas é o fator que mais influencia sua disposição para confiar, enquanto 22% atribuem essa influência ao que a própria marca diz sobre si.

Globalmente, 71% das pessoas que confiam nas marcas e as consideram relevantes afirmam que continuariam usando uma marca que passasse a vender para pessoas diferentes delas. Entre aquelas que não confiam nas marcas nem as consideram relevantes, o índice é de 36%.

O estudo também relaciona confiança e relevância à frequência de interação nas redes sociais. Globalmente, 59% das pessoas que confiam nas marcas e as consideram relevantes interagem pelo menos uma vez por mês com outras pessoas nas redes sociais de uma marca. Entre aquelas que não confiam nas marcas nem as consideram relevantes, o percentual é de 27%.

Entre os 77% dos brasileiros que seguem criadores de conteúdo, 44% afirmam ter experimentado uma marca pela primeira vez por influência de um criador nos seis meses anteriores à pesquisa.

Outros 35% dizem ter falado sobre uma marca com amigos, 32% passaram a confiar em uma marca, 30% buscaram desenvolvimento pessoal, 28% começaram um novo hobby e 23% experimentaram um novo visual por influência de criadores.

Os 10 principais pontos sobre relevância e consumo
1 A insularidade está em toda parte, com cerca de dois terços dos c
onsumidores receosos em confiar em alguém diferente deles
2 Consumidores priorizam marcas nacionais nas decisões de compra
3 A confiança impulsiona compras tanto quanto qualidade e valor
4 Consumidores definem relevância para além da cultura
5 Marcas precisam se encaixar na vida das pessoas para conquistar a compra
6 Experiências são o principal caminho para construir relevância
7 Quando confiança e relevância estão integradas,
expandir o público se torna menos arriscado
8 Mídia conquistada tem mais peso do que a publicidade
9 O engajamento é maior quando as marcas são confiáveis e relevantes
10 Criadores de conteúdo influenciam o que as pessoas compram, experimentam e passam a confiar

É hoje: Marketing e construção de marcas são tema de evento na Expointer

Marketing vai muito além de comunicar: é estratégia, posicionamento e construção de uma marca que gera conexão e valor.
No dia 1º de setembro, na Expointer 2026, acontece um painel da FBM-RS sobre a importância do marketing e a construção de marcas no Rio Grande do Sul.

O encontro contará com a participação de Anna Quadros, Gerente de Comunicação e Marketing na Central Sicredi Sul/Sudeste, e Kimberly Gerlack, VP de Eventos na FBM-RS e Gerente de Gestão de Pessoas da Russell Bedford Brasil.

Juntas, elas irão compartilhar suas trajetórias, experiências e perspectivas sobre comunicação, pessoas, marketing e os caminhos para construir marcas fortes e relevantes no Rio Grande do Sul.

📅 1º de setembro
⏰ 16h
📍 Lounge CCBB – Pavilhão Internacional | Expointer 2026

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Banrisul, CCGL e FecoAgro/RS lançam Centro de Consultoria AgroDigital na 49ª Expointer

Projeto piloto democratiza acesso à gestão e ao conhecimento e testa modelo que pode elevar produtividade do agro gaúcho

Banrisul, CCGL e FecoAgro/RS lançaram nesta segunda-feira (31), durante a 49ª Expointer, o Centro de Consultoria AgroDigital, projeto piloto que atenderá até 250 produtores e testará um modelo que combina orientação especializada e dados, com potencial para levar inteligência e gestão a diversas propriedades rurais.

A proposta é criar um modelo de assistência técnica virtual que possa ser aplicado em todo o agronegócio gaúcho, fazendo com que soluções para qualificar decisões e aumentar a eficiência no campo cheguem também a produtores que nem sempre têm acesso contínuo a esse tipo de suporte. Durante 18 meses, os participantes terão acompanhamento remoto de consultores, com diagnósticos, recomendações de manejo, capacitações e identificação de oportunidades de melhoria.

O trabalho será realizado por meio da SmartCoop, plataforma criada de forma acadêmica e implantada junto às cooperativas da FecoAgro/RS. Atualmente, a plataforma reúne produtores das cooperativas e do Sistema Senar e é gerida pela CCGL. Entre as ferramentas disponíveis estão acompanhamento das lavouras, monitoramento por satélite, indicadores climáticos, informações da cadeia produtiva, cotações, gestão financeira e apoio à tomada de decisão.

“Assumimos o compromisso de fazer a tecnologia chegar efetivamente à ponta e agora avançamos para transformar essa intenção em uma solução concreta para o produtor. Estamos unindo conhecimento técnico, dados, inteligência e soluções financeiras para ajudar os pequenos produtores a tomar decisões melhores e produzir com mais eficiência. É um piloto com potencial para elevar o patamar de gestão e competitividade do agro gaúcho”, afirma o presidente do Banrisul, Fernando Lemos.

Inteligência artificial aplicada à realidade da propriedade

Entre as soluções apresentadas durante o lançamento está a Ana, ferramenta de inteligência artificial integrada ao ecossistema da SmartCoop. Inspirada nos textos do universo literário de Erico Verissimo, Ana utiliza uma base de conhecimento do sistema cooperativo, combinada às informações da própria propriedade, para auxiliar o produtor na busca por respostas e orientações relacionadas à atividade rural.

“A tecnologia é uma aliada do produtor quando consegue transformar informação em decisão e resultado dentro da propriedade. Ao conectarmos o conhecimento acumulado pelas cooperativas e pela pesquisa com os dados gerados no campo e novas ferramentas digitais, ampliamos a capacidade de levar orientação técnica a quem precisa. Este piloto nos permitirá aprender junto com os produtores e construir um modelo com condições de chegar a um número cada vez maior de propriedades”, afirma o presidente da CCGL, Caio Vianna.

Da intenção à implantação

Além de ampliar o acesso à assistência técnica, o projeto pode contribuir para enfrentar desafios estruturais do campo, como a melhoria do manejo dos solos e a sucessão das propriedades. “Nos projetos de capacitação para o uso da plataforma, principalmente nas questões direcionadas à inteligência artificial, o que mais encontramos são jovens, filhos e netos dos nossos produtores”, observa Guillermo Dawson Jr, vice-presidente da CCGL e executivo da Smartcoop. A incorporação de ferramentas digitais à rotina de gestão tende a ampliar a participação das novas gerações, aproximando quem já tem experiência acumulada de quem tem familiaridade com esses novos ambientes.

Para o Banrisul, o piloto também permitirá ampliar o conhecimento sobre as necessidades dos produtores. Respeitadas as regras de consentimento, confidencialidade, segurança da informação e proteção de dados, informações e indicadores gerados no projeto poderão contribuir para qualificar soluções de crédito, seguros e outros serviços financeiros de acordo com a realidade das atividades agrícolas e pecuárias.

Próximos passos

Após a estruturação do ambiente e a capacitação da equipe técnica, a previsão é de que os atendimentos aos produtores comecem entre janeiro e fevereiro de 2027. O projeto terá avaliações intermediárias durante sua execução e, ao final do piloto, Banrisul e CCGL analisarão os resultados para definir a continuidade e a possibilidade de expansão do modelo.

Porto Alegre: uma cidade que pode correr ainda mais longe

Por Gerson Luis da Silva – Diretor da Associação Comercial de Porto Alegre

Porto Alegre tem no esporte uma oportunidade que vai muito além das quadras, dos estádios e das linhas de chegada. A cidade reúne atributos para transformar a prática esportiva em uma poderosa plataforma de turismo, negócios, gastronomia, hotelaria, comércio e desenvolvimento econômico.

A capital consolidou-se como destino de grandes eventos de corrida. É sede da mais antiga maratona do país, a histórica Maratona Internacional de Porto Alegre, que reuniu, em 2026, cerca de 30 mil corredores do Brasil e atletas de mais de 25 países. Poucas semanas depois, a New Balance 42K voltou a colocar a cidade no calendário internacional, em uma edição que estabeleceu o novo recorde nacional da maratona e contou com a participação especial do bicampeão campeão olímpico e um dos maiores maratonistas de todos os tempos, Eliud Kipchoge, que escolheu a cidade para sediar uma das etapas de seu projeto global “Eliud Running World”.

Depois de ser profundamente atingida pela enchente de 2024, a Orla do Guaíba passou por um importante processo de reconstrução e qualificação. Hoje, seus espaços esportivos, ciclovias, pistas de caminhada, quadras e a grande pista de skate, que é reconhecida como uma das maiores da América Latina e que ver sediando etapas do STU National (Skate Total Urbe), um dos principais circuitos do skate brasileiro.

Cada corredor que chega para uma maratona, cada atleta, cada torcedor e cada família que acompanha uma competição representa uma oportunidade para hotéis, restaurantes, bares, lojas, transporte, serviços, agências de turismo e atrações culturais. É dinheiro novo circulando na economia local. É gente conhecendo a cidade, consumindo seus produtos e podendo voltar outras vezes.

Para que essa engrenagem funcione e gere a riqueza desejada, é imprescindível ampliar a conexão entre o poder público e os empreendedores locais. O esporte precisa ser compreendido como parte de uma estratégia integrada de desenvolvimento, capaz de movimentar diferentes setores da economia e fortalecer a imagem da cidade como destino.

A Copa do Mundo Feminina de 2027 pode ser um novo catalisador dessa estratégia. Mas ela não deveria ser vista como um evento isolado. Porto Alegre já possui um calendário esportivo capaz de gerar fluxo durante todo o ano.

O caminho está em integrar eventos, turismo e experiência. Criar roteiros esportivos, estimular o comércio a participar, preparar hotéis e restaurantes para receber diferentes públicos, conectar os eventos à cultura e à gastronomia local.

Agora, precisamos transformar essa energia em estratégia, negócios, turismo e desenvolvimento. Mais do que receber grandes eventos, Porto Alegre precisa estar preparada para oferecer a melhor experiência possível a quem chega à cidade – seja para correr, competir, torcer, acompanhar um atleta ou simplesmente viver a experiência de um grande evento esportivo.

Cada visitante pode ser mais do que um turista de passagem: pode tornar-se um embaixador da cidade. A qualidade dos serviços prestados e principalmente, da forma como somos capazes de acolher quem chega pode determinar se essa pessoa levará uma boa lembrança de Porto Alegre e terá vontade de retornar.

Porque o maior legado de um grande evento não termina na linha de chegada. Ele começa quando o linbsd visitante decide voltar.

Desinformação: por que checar antes de compartilhar se tornou essencial

Por ACAERT

O brasileiro está conectado à informação. Dados do Painel de Integridade da Informação, promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, mostram que 65% dos usuários de internet com 16 anos ou mais consomem algum tipo de notícia diariamente.

O dado chama atenção por outro motivo: uma parcela dos entrevistados afirma que esquece, não tem tempo ou interesse em verificar se o conteúdo recebido é verdadeiro.

Esse comportamento ajuda a dimensionar um dos principais desafios do ambiente digital. Uma informação falsa compartilhada sem verificação pode ganhar alcance rapidamente, atingir a reputação de pessoas e instituições e provocar consequências em relações familiares, profissionais e sociais.

É nesse contexto que a ACAERT lançou a campanha “Notícias falsas, danos reais”. A iniciativa reforça uma orientação simples, mas cada vez mais necessária: antes de compartilhar, é preciso checar.

A campanha também chama atenção para o papel do rádio e da televisão na construção de um ambiente informativo mais confiável. O trabalho jornalístico envolve apuração, verificação e responsabilidade antes que uma notícia chegue ao público.

Em um cenário de circulação acelerada de conteúdos, credibilidade se torna um ativo estratégico para a comunicação. Para quem recebe uma informação, a escolha de fontes confiáveis e o cuidado antes de repassar uma mensagem também fazem parte desse processo.

Informação circula rápido. A responsabilidade sobre ela precisa acompanhar a mesma velocidade.

Instituto Caldeira projeta novos caminhos para fortalecer a inovação no RS até 2030

Por Julio Mottin Neto (CEO Grupo Panvel)

O Instituto Caldeira já reúne 570 empresas, 60 parcerias nacionais e internacionais, recebendo mais de 40 mil pessoas em seu hub somente em 2026. Além de mostrarem a dimensão que esse ecossistema alcançou, estes números reforçam a nossa responsabilidade sobre o que queremos construir daqui para frente.

No final da última semana, reunimos o Conselho de Administração para planejar o Caldeira até 2030. Revisamos nosso propósito, nossa ambição e nossos valores, com uma visão clara sobre o papel que queremos exercer no desenvolvimento do Rio Grande do Sul.

Nossa intenção é fortalecer o Caldeira como um farol de inovação para o estado, aproximando empresas e startups, gerando novas oportunidades de negócios e ampliando nossa atuação em educação e formação de talentos.

Acredito muito na capacidade de um ecossistema de gerar desenvolvimento quando consegue reunir boas ideias, conhecimento, capital e gente disposta a construir. Hoje, nossa comunidade conecta pequenas e médias empresas, grandes companhias e startups, uma diversidade que nos permite aproximar diferentes agentes e fazer boas ideias avançarem.

Foram dois dias de discussões muito produtivas ao lado de Marciano Testa, Vinicius Garcia, Ricardo Emmel Böck, Rubens Monteiro, Luciane Pinheiro, Marcos Boschetti, Felipe Amaral, Haroldo Pimentel Stumpff, Anthony Ling, Carlos Fernando Souto, Frederico Logemann, Carolina de Oliveira Cavalheiro, Rodrigo Rosa de Souza, Sabrina Torgan, Pedro Freitas Valerio, nosso CEO, e do time da Heartman House Consultores.

Saímos com uma ambição grande para 2030 e muita clareza sobre os próximos passos.

Litoral Norte chega a 435 mil habitantes e crescimento revela uma transformação que vai muito além da temporada de verão

Por Litoral Mania, leia a reportagem completa aqui

Capão da Canoa, Imbé e Tramandaí estão entre as cidades que mais ampliaram a população na última década; novos dados do IBGE abrem uma investigação do Litoralmania sobre quem está chegando, de onde vem e como a região está mudando

O Litoral Norte do Rio Grande do Sul chegou a 435.185 habitantes em 2026, segundo as novas Estimativas da População divulgadas nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número representa 56.625 moradores a mais do que a estimativa de 2016, quando os 23 municípios da região somavam 378.560 habitantes.

Em dez anos, o crescimento regional foi de aproximadamente 15%.

Mas o dado mais interessante não está apenas no tamanho da população.

Está em onde o crescimento aconteceu, quem está chegando e como as cidades estão mudando.

Capão da Canoa lidera transformação
Capão da Canoa é o município que mais ganhou moradores em números absolutos no período.

A cidade passou de 49.380 habitantes em 2016 para 66.237 em 2026, um acréscimo de 16.857 pessoas, equivalente a 34,1%.

O município também se tornou, de acordo com a estimativa mais recente, o maior do Litoral Norte entre os 23 municípios analisados.

Imbé aparece logo atrás no crescimento percentual entre os principais municípios.

A população estimada passou de 21.378 para 28.029 habitantes, aumento de 6.651 pessoas, ou 31,1%.

Arroio do Sal também chama atenção: passou de 8.883 para 11.419 moradores, crescimento de 28,6%.

Cidreira cresceu 20,9%, chegando a 17.584 habitantes.

Tramandaí ganhou quase 8 mil moradores
Em números absolutos, Tramandaí aparece entre os maiores avanços da região.

O município tinha uma população estimada em 48.472 pessoas em 2016. Em 2026, são 56.432.

São 7.960 moradores a mais em uma década, crescimento de 16,4%.

Torres também apresenta forte expansão.

A população passou de 37.564 para 43.346 habitantes, aumento de 5.782 pessoas.

Osório, por sua vez, chegou a 49 mil habitantes, contra 44.156 em 2016.

Nem todo o Litoral cresce da mesma forma
O novo retrato também mostra que falar em “crescimento do Litoral Norte” esconde diferenças importantes entre os municípios.

Enquanto algumas cidades avançaram mais de 20% ou 30%, outras tiveram redução populacional na comparação com 2016.

Mostardas, por exemplo, passou de 12.721 para 12.347 habitantes.

Terra de Areia caiu de 10.741 para 10.575.

Caraá passou de 7.915 para 7.555.

Capivari do Sul foi de 4.312 para 4.080.

Morrinhos do Sul também registrou redução, de 3.250 para 3.133 moradores.

A diferença entre os municípios é uma das pistas mais importantes para entender o fenômeno.

O crescimento não começou agora
Outro dado precisa ser levado em consideração antes de qualquer conclusão sobre a pandemia.

O Litoral Norte já apresentava crescimento populacional antes de 2020.

A comparação entre 2016 e 2026 mostra uma trajetória de longo prazo, e não simplesmente um fenômeno criado pela pandemia.

Além disso, o Censo Demográfico de 2022 registrou 420.852 habitantes nos 23 municípios. A estimativa de 2026 aponta 435.185.

Ou seja, mesmo depois do Censo, a região continuou crescendo: são aproximadamente 14,3 mil moradores a mais na comparação entre 2022 e 2026.

Mas quem são essas pessoas?
É aqui que os números começam a contar uma história muito maior.

O Censo 2022 mostrou que uma parcela expressiva da população de alguns municípios chegou relativamente recentemente.

Entre os municípios já analisados pelo Litoralmania, Arroio do Sal tinha 44,3% dos moradores com menos de dez anos de residência, enquanto Xangri-Lá tinha 34,7%, Capão da Canoa 32,5%, Tramandaí 31,2% e Torres 30,1%.

Esses números não significam que todas essas pessoas tenham chegado depois da pandemia. O período de residência inclui anos anteriores a 2020.

Mas revelam uma coisa importante:

O Litoral Norte não está apenas ficando maior; em várias cidades, sua população também está sendo renovada.

Uma transformação que vai ser explicada
De onde vieram esses moradores?

São pessoas que já viviam em outras cidades do Rio Grande do Sul?

Vieram de Porto Alegre e da Região Metropolitana?

Mudaram de uma cidade do próprio Litoral Norte para outra?

São aposentados?

Famílias com filhos?

Trabalhadores que passaram a morar no litoral?

Quantos continuam trabalhando em outras cidades?

E quantas antigas casas de veraneio passaram a funcionar como residência permanente?

São perguntas que os números populacionais, sozinhos, não respondem.

O Censo, porém, oferece uma série de informações sobre migração, tempo de residência, local de nascimento, residência anterior, idade, trabalho e deslocamento que permitem aprofundar essa investigação.

O que mudou depois da enchente de 2024?
Há ainda uma segunda pergunta.

A enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul em 2024 aconteceu depois do Censo Demográfico de 2022.

Portanto, os dados censitários servem como uma espécie de linha de base para entender o Litoral Norte antes da tragédia.

À frente do SBT, Daniela Abravanel Beyruti é reconhecida por sua trajetória na comunicação

A presidente do SBT e acionista do Grupo Silvio Santos, Daniela Abravanel Beyruti, foi reconhecida pela Mega Brasil Comunicação como Personalidade da Comunicação de 2026. Ela esteve acompanhada da novelista e acionista do GSS, Íris Abravanel.

O prêmio reflete a responsabilidade com que Daniela tem liderado uma das marcas mais queridas do país, conduzindo o desafio de equilibrar tradição e inovação em um momento de transformações no setor.

Sob sua liderança, o SBT segue evoluindo, investindo em novas iniciativas, formatos, projetos e parcerias, sem deixar de lado o seu lado “raiz” ou abrir mão de um de seus atributos mais genuínos: a alegria.

A iniciativa que premiou Daniela Abravanel fez parte do Fórum do Pensamento da 29ª edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas.

No evento, a presidente do SBT integrou o painel “Um legado em construção: nossos compromissos com as próximas gerações” ao lado de Luiza Helena Trajano (Magalu) e Maria Angela De Jesus (TV Cultura – Fundação Padre Anchieta), sob mediação de Junia Nogueira de Sa (WWF-Brasil).

Quais as redes sociais mais usadas no brasil

Por Claudio R. Oliveira (Fonte: Statista)

WhatsApp continua sendo o aplicativo mais utilizado pelos brasileiros, alcançando cerca de 94% dos internautas do país.

Logo atrás aparecem Instagram (91%), Facebook (80%), YouTube (75%) e TikTok (70%), mostrando como as plataformas da Meta seguem dominando a comunicação e o consumo de conteúdo no Brasil.

Os números revelam uma realidade importante para empresas, criadores de conteúdo e profissionais de vendas: estar presente onde o público está deixou de ser uma opção e se tornou uma necessidade estratégica.

Atenção não é resultado: o que o novo estudo revela sobre publicidade

Por Gustavo Ermel

Conquistar a atenção das pessoas virou uma das grandes obsessões da publicidade.

Mas atenção, sozinha, não faz uma campanha funcionar.

Um novo estudo da Advertising Research Foundation reforça que a atenção é importante, mas não funciona de forma isolada. O problema começa quando ela passa a ser confundida com o próprio resultado.

Confira aqui o artigo completo sobre as principais conclusões do estudo e suas implicações para o planejamento de mídia.

TV aberta pode ganhar botão exclusivo em novos televisores

Por Tiago Henrique Bona

SBT, Globo e Band estão se unindo em uma articulação para criar um botão exclusivo de TV aberta nos controles remotos de novos televisores.

Este conteúdo chama atenção para um tema que merece ser observado além da manchete. O material disponível apresenta um ponto inicial; o contexto completo, as fontes e os desdobramentos devem ser considerados antes de qualquer conclusão.

Que impactos esse assunto pode gerar na prática? Quais informações adicionais ajudam a compreender melhor o cenário? Compartilhe sua leitura e os dados que considera relevantes.

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