Você vai ler na coluna hoje: IA ganha estruturas próprias em agências e produtoras, Anna Quadros participa de painel sobre marketing e construção de marca durante a Expointer 2026, Gentileza não é dizer sim para tudo, Millennials criam o “politrabalho” e nova prática conquista mais de 50% da população entre 30 e 45 anos pela segurança financeira, Em 2023, Bill Gates escreveu que “a era da IA começou” – o tom era otimista, esta semana, o tom mudou, Onde Estão os Data Centers do Brasil e Quem os Controla, Etarismo velado: a pior das hipocrisias, Fee garante rentabilidade?, O coração digital da visão linear do ESG.
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UMA PERGUNTA: QUEM NÃO ESTÁ FAZENDO SORTEIOS E JOGOS HOJE NO BRASIL?
CAIXA
BB
TRI LEGAL
LOTERIAS
VAREJOS, QUASE TODOS
VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO, QUASE TODOS
BETS
SHOPPINGS
SÃO TODOS DOENTES E VICIADOS?
OU EXISTEM RAZÕES MAIS SAUDÁVEIS PARA ISSO?
Na última sexta-feira, foi ao ar mais um capítulo do Videocast Coluna do Nenê!
Desta vez, recebemos o empresário Heitor Viterbo e o chefe parrillero uruguaio Martin Mesa Álvarez para uma conversa sobre o Mosaico Espaço Cultural, na Cidade Baixa, em Porto Alegre.
Um bate-papo que foi muito além da gastronomia, passando por cultura, arte, memórias de infância, família, comportamento, entretenimento e os desafios de criar novos espaços e experiências para a cidade.
Confira aqui o episódio inédito!
JEQUETI
A FAMOSA MARCA DE PERFUMES DO GRUPO SILVIO SANTOS FOI VENDIDA PARA O GRUPO JOSE ALVES POR 536 MILHÕES.
IA ganha estruturas próprias em agências e produtoras
Empresas criam plataformas e divisões para transformar uso experimental da tecnologia em processos estratégicos
Com o objetivo de apoiar as agências na conversão dessa tecnologia em valor tangível e inteligência de negócios, o Espaço de Articulação Coletiva do Ecossistema Publicitário (Abap), anunciou, na quinta-feira, 27, a criação de um comitê de inteligência artificial (IA).
Com caráter técnico e colaborativo, o comitê pretende reunir agências de diferentes portes e regiões do Brasil para trocar experiências, debater desafios e construir referências para o uso da inteligência artificial nos processos do setor.
Enquanto entidades do setor buscam criar referências comuns para o uso da IA, nos últimos meses, agências e produtoras vêm estruturando áreas, divisões ou plataformas próprias dedicadas à IA, em uma tentativa de transformar o uso experimental da tecnologia em processos mais estruturados.
O movimento mais recente nesse sentido aconteceu nesta semana, com a Global lançando a Global Studio, divisão dedicada à produção potencializada por inteligência artificial generativa (GenAI).
Também nesta semana, a GPeS, agência especializada em comunicação para o setor da saúde, comunicou a criação de núcleo de inovação para ajudar empresas a compreender como elas aparecem nas respostas produzidas por plataformas de inteligência artificial.
Por sua vez, a YouDare, agência do Grupo Dreamers, lançada há seis meses, construiu uma plataforma proprietária intitulada AIDare, que reúne ferramentas desenvolvidas com base em processos internos da agência.
IA na produção
A IA também avança no dia a dia das produtoras – inclusive na criação de algumas delas. É o caso do Estúdio Akkira, fundado por Marcelo Fernandes Ferreira, que chegou ao mercado de audiovisual em julho deste ano com o objetivo de transformar GenAI em linguagem criativa.
A Freitag, produtora dos diretores criativos Bruno Deos e Felipe Teixeira, também chegou ao mercado neste mês com foco no desenvolvimento de campanhas, filmes e projetos visuais que combinam inteligência artificial, direção criativa e tecnologia. Sua proposta é integrar a tecnologia aos processos de criação de maneira estratégica, em vez de tratá-la apenas como ferramenta de produção.
O movimento de agências abrindo áreas voltadas à IA, porém, não é recente. Em outubro do ano passado, a iD\TBWA inaugurou o IA\LAB, espaço dedicado à formação contínua e colaborativa em IA. Em junho de 2025, a Cappuccino, agência criativa do Coletivo Weber Shandwick, também formalizou uma área dedicada ao tema e contratou de Mario Campello como especialista na área.
Anna Quadros participa de painel sobre marketing e construção de marca durante a Expointer 2026
A gerente de Comunicação e Marketing na Central Sicredi Sul/Sudeste, é uma das convidadas do painel “Importância do Marketing e Construção de Marca no RS”, promovido pela FBM-RS (Fundação Brasileira de Marketing) durante a Expointer 2026. O evento acontece no dia 1º de setembro, às 16h, no Lounge CCBP, Pavilhão Internacional.
No painel, Anna vai compartilhar sua trajetória à frente da comunicação do Sicredi e discutir os desafios da construção de marca no Rio Grande do Sul.
“O marketing cooperativo tem um papel que vai além da divulgação: ele traduz para o mercado os valores de proximidade, confiança e compromisso com o desenvolvimento local que sustentam o modelo de negócio do Sicredi. Construir marca nesse contexto é construir relação de longo prazo com as comunidades onde estamos presentes”, afirma Anna.
Gentileza não é dizer sim para tudo
Confundir gentileza com complacência é um dos equívocos mais frequentes na vida profissional, e um dos que mais custam caro para quem carrega esse hábito por anos.
Gentileza é tratar bem, respeitar o outro, ouvir com atenção real. Isso é inegociável… Já ser bonzinho é outra coisa: é concordar quando deveria discordar, evitar uma discussão para não magoar ninguém, dizer sim quando o correto seria dizer não.
Tive, ao longo da minha trajetória, momentos de explosão no trabalho, situações em que senti que estava perdendo o controle diante de algo que deveria ter sido resolvido com uma conversa direta e não foi. Foi refletindo sobre essas explosões que entendi que precisava mudar, porque nem a empresa, nem a minha vida de forma mais ampla, conseguiriam avançar enquanto eu continuasse adiando os “nãos” que precisavam ser ditos.
O controle emocional se tornou, a partir daí, uma prioridade. E dele nasceu algo que hoje orienta boa parte das minhas decisões: aprender a ser justa antes de ser “legal” ou “boazinha”.
Quem nunca discorda, nunca incomoda e nunca diz não, acaba se tornando apenas útil. É chamado, é bem-visto, mas raramente é respeitado de fato. A justiça gera respeito, enquanto a complacência gera dependência, porque ensina ao outro que basta insistir um pouco mais para conseguir o que quer.
É possível ser boa e justa ao mesmo tempo, e na maior parte das situações isso nem chega a ser um conflito, mas quando a escolha se impõe, entre agradar e ser justa, eu escolho ser justa. Entendo essa escolha como uma forma de cuidado, com quem está do outro lado e com a própria integridade de quem decide.
Millennials criam o “politrabalho” e nova prática conquista mais de 50% da população entre 30 e 45 anos pela segurança financeira
Fenômeno do mercado de trabalho ganha força na Europa e especialistas apontam busca por independência financeira e novos modelos de carreira
Por Luna Almeida (Diário do Litoral)
Muitos profissionais da geração millennial encontraram uma solução inovadora para equilibrar a vida financeira e o bem-estar pessoal no cotidiano. Especialistas em ambiente de trabalho consideram essa transformação uma tendência sólida e de longo prazo para o futuro do emprego.
Batizada de politrabalho, essa prática consiste em conciliar múltiplos empregos de meio período ou projetos paralelos em vez de manter o vínculo com apenas uma empresa.
Um levantamento global conduzido pela plataforma Academized revela que 52% dos millennials entrevistados possuem mais de uma ocupação profissional no momento.
Além disso, um terço desse grupo afirma acumular quatro ou mais funções simultâneas para compor a renda.
O estudo ouviu 2.500 profissionais com idades entre 26 e 41 anos para mapear os hábitos corporativos da geração e identificar os impactos desse estilo de vida.
O cenário do politrabalho no mercado europeu
A tendência do acúmulo de funções expande-se com rapidez pelo continente europeu. De acordo com os dados apresentados, 47% dos millennials europeus possuem pelo menos um emprego de meio período adicional.
Paralelamente, 29% dos entrevistados buscam ativamente duas ou mais vagas no mercado para complementar a sua jornada.
Na Alemanha, o panorama surge com ainda mais intensidade entre os trabalhadores. No país, 54% dos millennials praticam o politrabalho, liderando o ranking na Europa.
Em seguida aparecem o Reino Unido, com 49%, e a França, com 41% de adesão à prática.
Entre os europeus com múltiplos vínculos, 36% faturam mais de dez mil euros anuais apenas com as atividades extras.
Segurança financeira e busca por equilíbrio pessoal
Os motivos que impulsionam essa mudança vão além da simples necessidade financeira. Na pesquisa, 40% dos profissionais citam a busca por segurança financeira como a razão principal para diversificar a renda.
Por outro lado, 28% afirmam que ter vários empregos flexíveis permite alcançar um equilíbrio muito melhor entre a vida profissional e a rotina pessoal.
O especialista Sascha Stowasser, do Instituto de Ergonomia Aplicada da Alemanha, analisa o movimento com naturalidade no cenário corporativo atual.
“Há anos que falamos sobre uma flexibilização do mundo do trabalho no que diz respeito ao local de trabalho, ao horário de trabalho, à organização do trabalho e ao âmbito de atuação”, afirmou Sascha Stowasser ao analisar o fenômeno.
“O politrabalho encaixa-se logicamente nesta mudança”, completou o pesquisador.
Transformação digital e novas prioridades de carreira
A expansão do trabalho remoto e o avanço das plataformas digitais simplificaram a gestão de várias tarefas ao mesmo tempo.
“Ao mesmo tempo, os valores estão mudando: a autodeterminação e a diversidade na vida profissional são mais importantes do que nunca. O politrabalho, portanto, é ideal para os nossos tempos”, acrescentou o especialista em ciência do trabalho.
A busca por autonomia faz com que os jovens prefiram não depender de um único empregador.
Enquanto os dados governamentais apontam índices menores por registrarem apenas contratos formais secundários, as pesquisas privadas abrangem atividades informais, freelances e projetos por demanda.
“O trabalho em várias frentes é impulsionado principalmente pelo desejo de segurança financeira, flexibilidade e desenvolvimento pessoal”, explicou Sascha Stowasser.
O pesquisador conclui reforçando que “essa tendência provavelmente se intensificará ainda mais com os atuais desenvolvimentos no mercado de trabalho. O trabalho em várias frentes aumentará”. Em suma, o politrabalho redesenha as relações profissionais para as próximas gerações.
Em 2023, Bill Gates escreveu que “a era da IA começou”. O tom era otimista. Esta semana, o tom mudou.
Por Marcelo Murilo
No novo ensaio, ele afirma que a transição para a era da IA será “um dos períodos mais turbulentos da história da humanidade”. E vai direto ao ponto que mais incomoda: não vê líderes enfrentando o desafio à altura e diz que simplesmente não existe um plano para atravessar essa transição.
Para Gates, a IA será “o maior equalizador já inventado ou a pior fonte de injustiça”.
Por que desta vez é diferente?
As revoluções anteriores levaram gerações. A do computador pessoal levou cerca de 20 anos para mudar o trabalho. A da IA é mais rápida: ela fala a nossa língua e se adapta a nós. Gates estima que ela vai alcançar a cognição humana em tarefas inteiras no curso de uma década, não de gerações.
Ele organiza o risco em três frentes:
– Empregos que desaparecem para sempre, atingindo primeiro as funções de entrada e de nível médio. Os jovens já sentem.
– Mais gente, e até as próprias IAs, com poder de causar dano: fraudes, deepfakes, ciberataques, bioterrorismo.
– Atrofiar o desenvolvimento humano, com crianças perdendo pensamento crítico e adultos dependentes de “companheiros” de IA.
Mas o ensaio não para no diagnóstico. Gates propõe escolhas concretas:
– Construir regras nacionais e internacionais inéditas para gerir a transição, inspiradas no que já funcionou para energia nuclear e aviação.
– Reservar certos trabalhos apenas para humanos, como cuidar de idosos ou dar uma notícia grave de saúde.
– Taxar o uso de IA e robôs para financiar requalificação e proteção social, já que hoje trocar uma pessoa por uma máquina é fiscalmente premiado.
E há uma frase que, para mim, é a mais importante: essas decisões não podem ficar só nas mãos das empresas de IA. “Em uma sociedade democrática, não é papel delas decidir isso”, escreve ele.
E é aqui que entra a responsabilidade de quem se senta num conselho.
Se a IA já redesenha capital, força de trabalho e modelo de negócio, supervisioná-la deixou de ser tema de TI. Virou dever fiduciário. Ainda assim, só 17% dos conselhos supervisionam a governança de IA e 66% dos conselheiros admitem conhecimento limitado ou nulo sobre o tema (McKinsey e Deloitte, 2025).
O plano que Gates diz faltar lá fora começa a ser escrito aqui dentro. Na sua próxima reunião de conselho, a IA vai ser pauta ou nota de rodapé?
Onde Estão os Data Centers do Brasil e Quem os Controla
Estudo da JLL projeta recorde no setor em 2026 e prevê que o mercado brasileiro dobre de tamanho até 2030 com aportes bilionários
Por Eduardo Vargas (Forbes)
São Paulo, Barueri e Campinas são os maiores polos de data centers do Brasil e devem seguir crescendo e atraindo novos empreendimentos do ramo, segundo levantamento Data Center Brasil 2026 da JLL (Jones Lang LaSalle) enviado à Forbes.
Conforme o estudo, São Paulo é o hub de data centers mais importante do Brasil e da América Latina, concentrando 38% dos megawatts (MWs) do país.
Fundada em 1783, a JLL é uma das maiores empresas do mundo de serviços imobiliários, com atuação em mais de 80 países. O valor de mercado da empresa é de US$ 17,7 bilhões em bolsa.
“Nosso mapeamento revela que essas áreas registrarão aumento de 82,5% [SP e Barueri] e 60,9% [Campinas] até 2028, reafirmando sua importância nacional no segmento”, avalia Rafael Picerni, analista de Pesquisa e Estratégia da JLL e responsável pelo estudo.
Além disso, o volume de entregas de novos data centers deve marcar 2026 como um ano recorde para o segmento, dado que nos primeiros seis meses deste ano já entraram no mercado 106 MW.
Das entregas do primeiro semestre, 75 MW saíram de Campinas e 31 MW de São Paulo e Barueri. Em Campinas, a Ascenty entregou uma unidade de colocation de 20 MW em Vinhedo.
Para esta segunda metade de 2026, estão previstos mais 134 MW, somando investimento aproximado de US$ 8 bilhões (R$ 41,1 bilhões).
A taxa de vacância dos imóveis de data centers no Brasil é de 4%.
“Em 2026, 56% do novo estoque em construção já está pré-locado, demonstrando o potencial de absorção”, aponta Bruno Porto, gerente de Industrial, Logística e Data Center da JLL.
A expectativa é de que o mercado dobre de tamanho até 2030, com 660 MW em construção, atraindo cerca de US$ 17,4 bilhões (R$ 89 bilhões).
Quem controla o mercado de data centers no Brasil
Três empresas somam 70% da capacidade operacional em colocation no Brasil: Ascenty (30%), Odata (20%) e Scala (18%).
Equinix e Elea Data Centers têm 9% cada, e Cirion Technologies, Tec.to, Takoda e NextStream dividem o restante junto com operadoras menores, agrupadas em 5% sob a categoria “outras”.
Essa distribuição deve mudar no segundo semestre de 2026, dado que a Scala inaugura novas instalações no campus de Barueri e passa a concentrar o maior volume de capacidade entre as colocations do país, considerando entregas, obras e projetos planejados.
Somando esses três estágios, a Scala soma cerca de 800 MW (sem contar um projeto adicional de 1,5 GW batizado de Scala AI City), seguida por Ascenty (520 MW), Omnia (500 MW), Odata (480 MW) e Elea Data Centers (430 MW).
Hyperscalers puxam a demanda
A locação de espaço em colocation por hyperscalers passou de cerca de 230 MW em 2021 para 780 MW no primeiro semestre de 2026, alta de 64% só desde 2025.
A JLL descreve essas empresas como as principais clientes das operadoras de colocation no país, com estratégia de atuação em duas frentes: alugar capacidade de terceiros e, ao mesmo tempo, construir data centers próprios.
Balanço do mercado de data centers no Brasil neste ano
Os dados da JLL mostram que o Brasil fechou o primeiro semestre de 2026 com 706 MW de capacidade instalada em data centers.
O número equivale a mais de seis vezes o volume registrado em 2012, com taxa de crescimento composto de 15% ao ano desde então.
Dos 706 MW, 563 MW estão alugados para clientes de colocation (data centers que hospedam servidores de terceiros) e 112 MW pertencem a operações próprias de hyperscalers, modelo conhecido como hyper-owned ou built-to-suit.
Segundo a JLL, o Brasil representa cerca de metade da capacidade instalada em data centers na América Latina, posição que o coloca à frente dos demais países da região.
Desde 2019, os submercados com crescimento percentual mais alto foram Porto Alegre (1.038%, a partir de uma base pequena) e Campinas (867%).
São Paulo, Barueri e Rio de Janeiro pouco mais que dobraram de tamanho no período, enquanto Fortaleza cresceu cerca de 45%.
Vacância por região
A vacância varia entre os submercados. Campinas e São Paulo/Barueri, que concentram o maior volume de capacidade, registram as taxas mais baixas — 1% e 6%, respectivamente. Rio de Janeiro está em 3%.
Nos mercados em expansão, a vacância é maior. Em Fortaleza, está em 25%, Brasília em 9% e Porto Alegre em 40%, refletindo capacidade entregue à frente da demanda contratada nesses locais.
Preços por submercado
A JLL divide os preços de locação (sem energia) em três faixas: contratos de varejo (retail, abaixo de 250 kW), atacado (wholesale, entre 250 kW e 2 MW) e hyperscale (acima de 2 MW). Os valores são em dólar por kW ao mês:
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São Paulo e Barueri: Retail US$ 338 | Wholesale US$ 210 | Hyperscale US$ 135
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Campinas: Retail US$ 320 | Wholesale US$ 198 | Hyperscale US$ 145
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Rio de Janeiro: Retail US$ 325 | Wholesale US$ 250 | Hyperscale US$ 165
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Fortaleza: Retail US$ 385 | Wholesale US$ 255 | Hyperscale US$ 208
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Porto Alegre: Retail US$ 333 | Wholesale US$ 210 | Hyperscale US$ 168
Os números indicam que Fortaleza pratica os preços mais altos em todas as faixas, enquanto São Paulo/Barueri e Campinas concentram os valores mais baixos, efeito da restrição de oferta e das taxas de pré-locação elevadas do pipeline em construção, segundo a JLL.
Regulação no radar
O relatório aponta a rede de cabos submarinos como um dos fatores que sustentam a posição do Brasil no setor de data centers.
Fortaleza, Rio de Janeiro e Santos concentram os principais pontos de chegada de cabos que conectam o país à América do Norte, à Europa e à África, garantindo conectividade de baixa latência para serviços digitais.
Outros fatores citados pela JLL incluem disponibilidade de terrenos, acesso a energia limpa e de custo reduzido, além do ambiente regulatório do país. O relatório menciona ainda o Redata, incentivo fiscal para o setor de data centers que aguarda aprovação no Congresso.
Etarismo velado: a pior das hipocrisias
Por Jeferson Motta
Ninguém assume.
Ninguém escreve.
Mas todo mundo pratica.
O etarismo velado é aquele que sorri enquanto exclui.
Não diz “você está velho”, diz: “seu perfil não está alinhado”.
Não fala em idade, fala em fit cultural, energia, momento de carreira.
É a hipocrisia corporativa em sua forma mais sofisticada.
Empresas discursam sobre diversidade, mas só enquanto ela não envelhece.
Celebram inclusão no LinkedIn e descartam currículo no bastidor.
Exaltam experiência nos posts institucionais e a tratam como custo na planilha.
O mais cruel do etarismo velado é que ele se esconde atrás da meritocracia.
Finge ser técnico, neutro, racional.
Mas na prática, seleciona pela data de nascimento, só que sem deixar rastro.
E quando a exclusão acontece, a culpa nunca é do sistema.
É sempre do profissional:
“não se atualizou”,
“não se vendeu bem”,
“não entendeu o novo mercado”.
Mentira.
O problema não é falta de capacidade.
É medo da maturidade.
É a recusa em aceitar que experiência questiona decisões ruins, modismos vazios e lideranças frágeis.
O etarismo velado não grita.
Ele cochicha.
E por isso mesmo, é mais perigoso.
Porque enquanto fingimos que ele não existe,
milhares de profissionais plenamente capazes são empurrados para a invisibilidade.
Hipocrisia pura.
E das piores.
Fee garante rentabilidade?
Descubra como decisões financeiras mais estratégicas podem contribuir para o crescimento da sua agência de publicidade.
Um contrato de fee pode trazer previsibilidade de receita para a agência. Mas, sem uma análise cuidadosa de escopo, custos, horas dedicadas e margem, ele nem sempre representa rentabilidade.

O coração digital da visão linear do ESG
Entenda – definitivamente – ESG não é só papo para multinacional !!!
Já perdi quantas vezes repeti a frase acima nos meus artigos…
Você entendeu o título?!?! Não???
Então…somos dois. O título maluco expressa – com exatidão – a ironia metafórica do ‘Meu Ser Incompreendido’ que resolveu se rebelar… Confesso, tenho repetido a frase acima mais do que pude imaginar que faria… e, às vezes, passa um pensamento pessimista de parar… Imagine você – literalmente – ter SEMPRE de dizer a mesma coisa quase todos os dias!!! Ok…desabafei!
E o que faço?!?! Respiro fundo, levanto e vou passar uma jarra do meu café especial. Uma fórmula milagrosa: 3 colheres de sopa de Café extraforte + 2 colheres de chá de Canela + 2 colheres de chá de cacau 100% e uma ‘pitada’ de açafrão. Depois de você tomar uma xicara desse café ‘do Olimpo’, vai entender como mantenho meu foco e ânimo… Experimenta! E depois me conta…
Vamos a nossa ‘jornada’ de hoje. Quando alguém fala em ESG, muitos já imaginam uma sala de reunião chiquérrima, com executivos engravatados discutindo relatórios de 200 páginas cheios de gráficos coloridos que ninguém lê. Mas, a verdade nua e crua é que o ESG é como tempero: se você exagera, estraga; se você esquece, a comida fica completamente sem graça. E, não, você não precisa ter o orçamento da Natura ou do Itaú para começar a inserir uma consciência ESG na sua empresa. Até a padaria do seu Jorge no bairro que moro, ou o camelô que sempre compro lá na ‘esquina democrática’ do Cento de Porto Alegre, podem lucrar (e muito) com essa forma de gerir seus negócios. Pois, naturalmente, essa postura e olhar para seu negócio acaba criando de forma orgânica, uma rede de parcerias e clientes diferenciados e fiéis que acabam sendo o melhor ‘marketing’ direto e transverso.
Por isso, tire o óculos do deslumbramento: dados não são decisões. Plataformas tecnológicas ajudam a enxergar o tamanho do buraco, mas quem traduz códigos e gráficos em ações humanas e lucrativas são os profissionais que atuam em todas as frentes do ESG. Não adianta ‘inventar’ cargos correlatos. Ou sua empresa prepara um profissional interno ou busca um para servir de consultor, mentor ou de conselheiro. Sem ele, o risco é a sua empresa virar refém de relatórios bonitos e PDFs perfumados, mas sem impacto real nenhum na sociedade. Para facilitar sua vida, trago algumas das ferramentas que – realmente – valem o clique.
Gosto de praticidade e propósito…
A primeira dica é a plataforma DEEP ESG, uma calculadora de pegada socioambiental que fala a nossa língua. Em 2026, ela se modernizou com o módulo Carbono IA, que – finalmente – converte dados fiscais e contábeis brutos em inventários automáticos de emissões de Escopos 1, 2 e 3. Um dos Gaps da empresa. E ela é paga? Sim, mas é perfeitamente acessível para pequenas e médias empresas que desejam descobrir onde estão impactando negativamente o planeta, sem precisar hipotecar a sede para pagar consultorias de grife. O que já é meio caminho andado…
Como exemplo, lembro-me de uma cervejaria artesanal de Alagoinhas, no interior da Bahia. Ao rodar seus dados na plataforma, descobriram que o maior pecado ambiental não estava na fervura do malte, mas no frete das garrafas de vidro. A solução? Uma parceria estratégica com uma cooperativa local de logística reversa e embalagens retornáveis.
O resultado foi óbvio: menos carbono na atmosfera, marketing genuíno na mesa do bar, e uma reputação blindada junto à comunidade local lindeira. Mas — é aqui que entra o meu ‘baldezinho’ de água fria saudável — eles não fizeram sozinhos… tiveram um mentor de ESG para puxar suas orelhas e ajudar na interpretação dos dados. Sem essa mentoria, a cervejaria, provavelmente, estaria até hoje gastando fortunas apenas trocando lâmpadas de LED enquanto o caminhão de entrega seguiria a poluir por onde passasse. Entenda. Fazer a estratégia “em casa”, no puro improviso (só pra ‘economizar’), costuma sair muito caro. Pois, leva a custar o triplo do preço na hora de consertar o estrago.
E dentro dessa lógica, recebi uma dúvida de um leitor lá de Igarapé-Miri, no Pará, norte do país; se teria uma ferramenta ágil e fácil de usar para eles compreenderem as exigências sustentáveis desse mercado externo e, assim, enxergarem onde se ‘encontravam’ nessa ‘régua’ do perfil para ampliarem suas vendas qualificadas. Então, olhando para fora do Brasil, respondi que há o Sovereign ESG Data Portal, um verdadeiro mapa-múndi da sustentabilidade gerido pelo Banco Mundial, que reúne indicadores de mais de 200 países. Ele é gratuito (acessível a todos) e um oásis público para quem quer comparar políticas de governança antes de enfiar o dinheiro em novos mercados ou para entender o mercado que pretende levar seu produto ou serviço. Afinal, o Comércio Exterior (Comex) está cada vez mais democratizado e desmistificado pelo Sebrae aqui no Brasil, até microempresas e MEIs estão exportando.
E trago um outro cenário. Uma startup real de EcoModa baseada em Brusque, polo têxtil de Santa Catarina, sul do país. Utiliza o portal do Banco Mundial, onde os sócios cruzaram dados regulatórios entre o Brasil e o Peru sobre reciclagem de tecidos. Descobriram incentivos fiscais agressivos em solo peruano e abriram uma linha de produção integrada por lá. Mas a mágica só aconteceu porque um profissional de ESG (de verdade) analisou se a operação não violaria os direitos humanos locais ou se criaria passivos trabalhistas camuflados sob o manto da “agilidade das startups” (e esse é um indicador estratégico para venda à Europa, por exemplo). Negócios e Governança ESG precisam viver em simbiose. Expandir fronteiras olhando apenas para a planilha de custos, ignorando o contexto macro sócio-ambiental, não é empreender: é pura temeridade.
A verdade, por exemplo, é o que acontece no mercado da moda — altamente volátil — que precisa continuar a aprender (da forma mais dolorosa) que, panos bonitos e modelos famosas não escondem cadeias de suprimentos precarizadas. Nem fazer ‘sumir’ os resíduos químicos. Gestores precisam de algo além de planilhas: precisam de sensibilidade empírica e sendo ético para antecipar cenários adversos. Principalmente, quando há – literalmente – montanhas de roupas empilhadas no deserto do Atacama. Uma cena de filme de terror! Há tanto a ser aprofundado sobre essa enorme Cadeia Produtiva que vou deixar para detalhar num artigo inteiro sobre o tema. Aguarde…
E seguimos! Tenho recebido dúvidas e indagações de leitores que questionando sobre se o mercado interno tem capacidade ou robustez suficiente para produzir soluções em ESG. E a minha resposta tem sido: _ “Você acha que só ‘os gringos’ têm soluções!? Prepare-se: o Brasil é um celeiro de criatividade corporativa”.
E complemento (só no meu pensamento): _ “É quase tragicômico ver empresários pagando fortunas em dólares por softwares internacionais enquanto ignoram soluções nacionais fantásticas”.
E o meu exemplo dessa nossa capacidade ‘verde-amarela’ é a plataforma Lupa ESG, focada em destrinchar o nível de transparência das companhias brasileiras de capital aberto. E, no momento em que as regras de reporte de sustentabilidade sofrem sacolejos nas instâncias regulatórias, ter esse raio-X é vital. A aplicabilidade disso chega a ser poética. Veja o caso verídico de uma granja produtora de ovos orgânicos em Carmo do Rio Claro, interior de Minas Gerais (cujo nome original preservarei). Eles usaram o ambiente aberto da Lupa ESG para mapear como os gigantes do setor alimentício reportavam o bem-estar animal. Inspirados por dados validados, desenharam um Mapa com relatório de rastreabilidade simples, direto e o estamparam no site e nas redes sociais de forma didática e simples. E qual foi o resultado de terem saído do amadorismo? Conquistaram as prateleiras dos supermercados mais premium de Belo Horizonte. Detalhe crucial: eles não brincaram de ser cientistas; contrataram um consultor ESG que traduziu jargões técnicos – insuportáveis de serem entendidos por leigos – em uma narrativa simples e educativa – que conversou diretamente com a dona de casa e os compradores da rede varejista. Isso se chama: Inteligência e sensibilidade ESG.
Porém, um aviso de conselheira e mentora: no ecossistema ESG, lidamos com dados altamente sensíveis. Sair gritando qualquer pequena vitória ecológica no Instagram, enquanto os seus processos internos ainda estão batendo cabeça, é a receita perfeita para o greenwashing e o cancelamento público.
Meu conselho… Segurem a ansiedade das equipes de marketing! A implantação séria exige tempo de maturação. Enquanto os resultados consistentes não chegam, tomem um belo chá de camomila e aproveitem para desenhar uma bela matriz SWOT de riscos corporativos. Essa é a minha segunda Dica de Ouro. A simplicidade e a prudência é a arma contra ‘danos colaterais’ desnecessários.
Para as empresas de médio e grande porte, ou startups maduras que querem jogar na primeira divisão do mercado, a parada obrigatória mudou de patamar. O antigo portal da Bolsa de Valores evoluiu em março desde ano para o novíssimo ESG Workspace B3. Desenvolvido em parceria com a ATOS, em 2022, o ecossistema agora vem turbinado com uma Inteligência Artificial ESG, desde março de 2026. Sim, agora investidores e gestores conversam diretamente com a IA da plataforma para interrogar relatórios de sustentabilidade, auditar títulos temáticos e comparar métricas do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3) em segundos.
Vejamos como a velha e boa indústria se beneficia disso na vida real. Uma fabricante de luminárias ecoeficientes com sede em Sorocaba, interior de São Paulo, que possui quatro plantas fabris distribuídas por Maringá (PR), Anápolis (GO), Sobral (CE) e no próprio território paulista, utilizou o banco de dados do Workspace. Os gestores detectaram um padrão alarmante em seu setor: a quase total ausência de mulheres nos conselhos de administração. Em vez de ignorarem o dado ou tomarem uma medida cosmética para “inglês ver”, realizaram um censo interno profundo em todas as filiais.
A constatação foi um tapa na própria cara: a maioria da força operacional e de gerência média era feminina, mas o topo continuava, exclusivamente, masculina. Foram oito meses árduos de reestruturação estatutária, redesenho da Gestão de Pessoas, de processos corporativos e de alinhamento com acionistas. O profissional de ESG liderou a transição mostrando que diversidade de gênero não era apenas um selinho bonito para postar no LinkedIn, mas sim uma estratégia de inteligência de negócios e justiça interna. Em 2025, os frutos colhidos pareciam mentira: o índice de satisfação do clima organizacional bateu 80%, a produtividade geral saltou impressionantes 45% e o absenteísmo por doenças emocionais desabou 68%. A reputação foi tão blindada que a empresa do interior paulista acabou convidada para palestrar seu case em uma multinacional presente em mais de 80 países. Imagem você constrói, mas reputação, meus caros, não se compra no balcão da esquina!
Ela tem que ser CONQUISTADA!
…apesar de algumas grandes – por aí – gostarem de ‘brincar’ de conto de ‘Fadas’!!!
E para fechar o circuito das grandes referências nacionais, temos o ANUÁRIO INTEGRIDADE ESG, que na sua edição mais recente de agosto de 2026, mapeou as 100 corporações com melhor percepção de impacto ético no país. Foi, exatamente, o brilho nesse ranking que impulsionou uma marca de cosméticos naturais baseada em Goiânia, Goiás. Ao despontar como destaque nas práticas do pilar Social, a marca atraiu fundos estrangeiros de investimento de impacto, abrindo caminhos imediatos para exportação sustentável para a Europa. Mais uma vez, o consultor ESG foi o maestro que transformou um prêmio de prateleira em uma estratégia agressiva de expansão internacional. E volto a – repetir – … Isso só acontece quando há COMPROMETIMENTO real e contínuo.
A Cereja do Bolo: Organização de Processos e Indicadores de Impacto
Agora, se você é um empreendedor obstinado e quer saber como estruturar tudo isso sem pirar nas planilhas, aqui está o segredo dos ‘deuses’ do fluxo corporativo. Para arrumar a casa, automatizar rotinas e otimizar os processos internos em total sinergia com o ESG, plataformas de gestão como o STRATWs ONE da Siteware que usa sistemas integrados de BPM (Business Process Management), e são ‘salvadores de vidas’. Pois, eles tiram os planos da gaveta e garantem que cada colaborador saiba – exatamente – qual a sua meta socioambiental do dia. E de uma forma lúdica e simples.
Para saber se a sua empresa está, realmente, salvando um pedaço do mundo ou apenas gerando fumaça teórica, você precisa monitorar três categorias vitais de indicadores com ferramentas analíticas dedicadas:
- 1º – INDICADORES INTERNOS DE PROCESSO (Eficiência): Monitore o consumo de água por peça produzida, a eficiência da matriz energética interna e a taxa de reciclagem real de resíduos sólidos utilizando painéis integrados ao seu ERP. (se for uma pequena empresa, use a mesma lógica, mas adequada a sua realidade produtiva ou de serviço)
- 2º – INDICADORES SOCIAIS E DE GOVERNANÇA (Interno/Externo): Monitore ativamente os índices de turnover (rotatividade), taxas de equidade salarial de gênero e raça, e o nível de conformidade (compliance) dos seus fornecedores homologados. (Isso é plausível a empresas de qualquer tamanho e setor).
- 3º – INDICADORES DE IMPACTO EXTERNO (Legado): Avalie o Índice de Satisfação da Comunidade (NPS Comunitário) e adote ferramentas como a Matriz de Materialidade e o Termômetro de Direitos Humanos para mensurar o impacto real das suas operações além dos muros da fábrica. (Também aplicável a todas as realidades e tamanhos de empresas)
Lembrem-se sempre: dados são apenas a bússola, mas os profissionais humanos são os guias indispensáveis. O ESG não perdoa os amadores. Ele funciona exatamente como um ‘projeto complexo de engenharia’: se o cálculo estrutural for negligenciado por vaidade ou pura ignorância, a ponte cai (e literalmente já vimos isso acontecer no Brasil. Que o diga o histórico trágico da Ciclovia Tim Maia no Rio de Janeiro que, entre 2016 e 2019, sofreu sucessivos desabamentos por pura imperícia técnica diante das forças previsíveis da natureza. E não venham alegar que não tinha como prever !!! Sim, tinha e não foi levado esse componente – crucial – nos cálculos de estresse que o concreto da estrutura sofreria com a forma das ondas nas – cíclicas e previsíveis – marés altas. Isso foi uma vergonha para a empresa (C*ncr*m@t) na época e ainda hoje.
Não queiram que a governança da sua marca desabe na primeira ‘ressaca’ do mercado!
Penso e ‘filosofo’ comigo mesma… “Engraçado como muitos ainda acreditam que sustentabilidade se resume a discursos bem ensaiados, quando na realidade o ESG é uma engenharia de impacto que desmorona na primeira maré alta se não houver cálculo e consciência”.
Entenda. Seja você uma fábrica de móveis em busca de madeira 100% rastreável ou uma pequena quitanda eliminando plásticos descartáveis de uso único, mexa-se. Comece hoje. Sem desculpas arrogantes, sem enrolações corporativas e sem a ilusão de que sustentabilidade é exclusividade de gigantes.
_ Porque, NÃO é!
E olhando para o amanhã! Para a lucidez sobre o nosso papel coletivo que ganha – cada vez mais – uma dimensão profunda e incontornável. Trago as palavras de um dos maiores pensadores e cientistas da nossa história. Como bem sintetizou o físico judeu e vencedor do Prêmio Nobel, Albert Einstein:
“O ser humano é uma parte do todo chamado por nós de Universo, uma parte limitada no tempo e no espaço. Ele experiencia a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos como algo separado do resto — uma espécie de ilusão de ótica de sua consciência. Essa ilusão, é uma espécie de prisão para nós, restringindo-nos aos nossos desejos pessoais e ao afeto por algumas poucas pessoas mais próximas de nós. Nossa tarefa deve ser a de nos libertarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão para abraçar todas as criaturas vivas e a totalidade da natureza em sua beleza.”
Precisa dizer algo mais, para que deixemos de ser cegos!?













