Banrisul lança novas modalidades de atendimento que aprimoram estratégia de relacionamento com o segmento empresarial e outros artigos da semana – 27.08.2025

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Na coluna de hoje, você vai ler artigos sobre: Banrisul lança novas modalidades de atendimento que aprimoram estratégia de relacionamento com o segmento empresarial, “Voltei a assinar o jornal impresso. E faz toda a diferença.”, Fim do 0303 e novo sistema de autenticação de chamadas marcam nova era no telemarketing, diz ABT, Etarismo das interfaces afasta milhões de consumidores e acende alerta para marcas e E-mail marketing: ultrapassado ou eficaz?

 

Banrisul lança novas modalidades de atendimento que aprimoram estratégia de relacionamento com o segmento empresarial

 

Dando continuidade às ações de relacionamento do Banrisul com o setor empresarial, foi lançada, nesta terça-feira (26), a agência conceito do Banrisul Empresas. Trata-se de uma iniciativa voltada a oferecer um atendimento consultivo e personalizado a clientes Pessoa Jurídica (PJ). O novo modelo pretende alcançar mais de 25 mil empresas no Estado, com o suporte de 102 gerentes especializados.

A novidade foi detalhada em evento na sede do CIEE-RS (Rua Dom Pedro II, 861, Higienópolis), em Porto Alegre, que abriga a agência conceito instalada no 5º andar (imagem em anexo). Com ambiente moderno e funcional, a nova estrutura foi projetada para atender às demandas específicas dos clientes e reúne um time com ampla expertise em soluções financeiras empresariais.

“Estamos aprimorando o relacionamento estratégico no Rio Grande do Sul. O Banrisul Empresas é resultado de uma escuta ativa ao mercado e representa nosso compromisso com a excelência no suporte aos clientes empresariais. Contamos com um time altamente qualificado, preparado para atender às necessidades específicas de cada negócio”, afirma Fernando Lemos, presidente do Banrisul.

Outras nove unidades do Banrisul Empresas já foram inauguradas em diversas cidades do Estado. Nesse modelo de conceito, os empresários recebem os consultores diretamente em seus negócios oferecendo um atendimento ainda mais personalizado, voltado à compreensão das particularidades de cada empresa. O objetivo é proporcionar proximidade e comodidade, sem que os empreendedores precisem ir até a agência.

Presença no interior

No primeiro semestre de 2025, além de Porto Alegre (Zona Norte, Sul e Centro), foram abertas unidades do Banrisul Empresas em Pelotas, Santa Cruz do Sul, Bento Gonçalves, Gravataí, Santa Maria, São Leopoldo e Erechim. Para 2026, estão previstas inaugurações em Canoas, Caxias do Sul, Novo Hamburgo e Passo Fundo.

Para os clientes selecionados — que se enquadram nos critérios estabelecidos pelo banco para fazer parte do Banrisul Empresas —, não há necessidade de alteração de cartões, numeração de conta ou outros procedimentos operacionais. O atendimento às pessoas jurídicas segue disponível nas agências convencionais do Banrisul.

 

Banrisul Corporate: atendimento personalizado para grandes empresas

Na mesma ocasião e complementando a estratégia de expansão no segmento empresarial, o Banrisul inaugurou também a agência Banrisul Corporate, voltada para atendimento de empresas que se enquadram no faturamento a partir de R$ 90 milhões ao ano. Com um nível ainda mais elevado de personalização, a unidade oferece soluções financeiras sob medida, com acompanhamento dedicado e profundo conhecimento das operações dos clientes. A localização deste atendimento será no 6º andar da sede do CIEE-RS, em Porto Alegre.

A agência Banrisul Corporate concentra a plataforma de negócios de Porto Alegre e Região Metropolitana, além das funções de retaguarda das operações, funcionando como um backoffice para a carteira corporativa do banco, garantindo mais agilidade, padronização e eficiência nos processos. A estrutura mantém, ainda, outras 10 plataformas regionais onde atuam os gerentes Corporate — São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Chapecó, Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria, Santa Cruz do Sul e Santo Ângelo, — que agora passam a estar vinculados diretamente à agência situada na sede do CIEE-RS. A evolução está alinhada ao movimento iniciado em setembro de 2000, quando o segmento corporativo foi constituído para qualificar o atendimento às maiores empresas da carteira do banco, reforçando o compromisso do Banrisul com a excelência e a proximidade no relacionamento com esse público estratégico.

 

“Voltei a assinar o jornal impresso. E faz toda a diferença.” Por Flávio Medeiros

Por Renata Suter 

 

Não sei se é verdade, mas tendo a achar que sim: o ego de um publicitário só não é maior do que o de um jornalista. Difícil ver um jornalista elogiar o “coleguinha”, mais ainda um jornalista elogiar o texto alheio. Eu, que amo um texto descomplicado, de linguagem fácil e envolvente, sou daquelas que se derretem por uma boa leitura.

Flávio Medeiros, diretor de Criação da 3mais, é uma dessas pessoas que escreve fácil, descomplicado e prende a nossa atenção do início ao fim de seus textos sempre tão bem-vindos aqui na Janela. Neste, ele consegue expressar muito daquilo que eu penso, sinto e adoraria dizer sem parecer estar puxando a sardinha pra minha brasa. Principalmente, em tempos de redes sociais que fizeram tanta gente “achar” muito e pensar tão pouco.

Neste texto, Flávio me levou de volta à infância, ao jornal na mesa do café, sobre a delícia de se debruçar em análises profundas e de quem realmente conhece sobre determinado assunto.

“Nos últimos dias, decidi voltar a assinar um jornal impresso. Em um primeiro momento, o que parecia apenas um gesto nostálgico, se tornou um hábito com impacto real na minha rotina e na dinâmica da casa.

O jornal impresso devolveu o tempo da leitura com calma. Agora, os cafés da manhã são acompanhados por reportagens extensas, análises mais profundas e artigos que exigem atenção. Essa pausa analógica se contrapõe ao consumo fragmentado de informação nas telas. Ao dividir os cadernos pela manhã, criamos um espaço de convivência em torno das notícias.

As crianças passaram a ter um mínimo contato com a informação de forma natural, ainda que seja apenas na procura pelos quadrinhos do jornal, e os comentários passaram a surgir à mesa, como acontecia em outras épocas.

Quando eu era criança, meus pais assistiam ao Jornal Nacional na TV da sala e liam o jornal impresso, gerando conversas que envolviam a família. O que acontecia no mundo fazia parte da rotina da casa. E, mesmo as notícias ruins, ajudavam a gente a desenvolver o diálogo e o senso crítico. Hoje, com os meios digitais, as notícias se transformaram em posts, reels, stories, opiniões de influenciadores (muitas vezes duvidosas). O consumo da informação também passou a ser uma experiência silenciosa: dividir notícias virou compartilhar links por mensagem.

O impresso recupera, em parte, essa experiência coletiva de dividir cadernos e comentários.

Há também uma dimensão institucional nesse gesto. Assinar um jornal é apoiar a imprensa e o trabalho dos jornalistas, profissionais que asseguram a qualidade da informação em tempos de excesso de ruído e superficialidade.

Voltar ao jornal impresso, portanto, não é um exercício anacrônico. Diminui o tempo de tela, traz equilíbrio e é uma forma de resgatar a leitura atenta e compartilhar um pouquinho visões críticas do mundo entre um gole de café e outro.”

 

Fim do 0303 e novo sistema de autenticação de chamadas marcam nova era no telemarketing, diz ABT

 

A decisão da Anatel de substituir o uso obrigatório do prefixo 0303 pelo sistema de autenticação de chamadas, anunciada este mês, representa um avanço significativo na proteção contra fraudes, segundo avaliação da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT). Para a entidade, a medida representa um passo importante para restaurar a confiança dos consumidores nas comunicações telefônicas e no setor como um todo, cuja imagem tem sido prejudicada pela crescente onda de ligações fraudulentas ou abusivas.

“A decisão da Anatel é muito positiva para o consumidor. Estamos ao lado do cidadão na luta contra abusos e ligações indevidas. Agora, com a tecnologia de autenticação, temos a oportunidade de retomar a confiança no uso do telefone”, afirma John Anthony von Christian, presidente executivo da ABT.

Com o novo modelo – de autenticação -, baseado na e confirmação da origem das chamadas por um sistema centralizado e mais seguro -, será possível separar quem usa o canal telefônico de forma responsável, prestando serviços, oferecendo suporte ou conduzindo pesquisas, daqueles que o utilizam de forma ilícita ou abusiva. “O telefone continua sendo uma ferramenta essencial de comunicação no Brasil. Infelizmente, golpistas sequestraram esse canal e impuseram um desgaste à imagem de todo o setor. Agora, com as novas regras, teremos ferramentas eficazes para combater abusos”, completa.

A ABT reforça que o setor de telesserviços emprega cerca de 1,4 milhão de brasileiros e é parte estratégica da economia, sendo responsável por grande parte do relacionamento direto entre empresas e clientes em setores como saúde, educação, finanças, varejo e serviços públicos. A entidade acredita que a nova regulação pode marcar um divisor de águas na tutela dos cidadãos usuários de telefone no país.

 

Maior controle e fiscalização

A entidade também chama a atenção para a necessidade de um esforço mais amplo e coordenado entre diferentes órgãos reguladores para coibir a ação de empresas fantasmas que se valem do canal telefônico de forma ilícita. A entidade defende medidas mais rígidas no controle das concessões de linhas pelas operadoras de telecomunicações, maior rigor nas juntas comerciais para a abertura de empresas e uma atuação mais criteriosa das instituições financeiras na liberação de contas bancárias corporativas.

“É fundamental que o poder público e o setor privado atuem de maneira preventiva para impedir que empresas fantasmas e golpistas se instalem e prejudiquem tanto os consumidores quanto o setor como um todo”, alerta o presidente da ABT.

 

Sobrea Associação Brasileira de Telesserviços (ABT)

Representante de um dos setores que mais empregam no Brasil, com cerca de 1,4 milhão de trabalhadores, a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), fundada em 1987, é pioneira em um mercado que impulsiona o crescimento do país. O segmento é um dos que mais contratam jovens, mulheres e negros, fomentando a diversidade em frentes distintas. Além de oferecer oportunidades de primeiro emprego, o setor apoia o crescimento profissional, por meio de convênios das organizações contratantes com instituições de Ensino Superior. AABTreúne 19 empresas em 18 estados de todas as regiões do território nacional. Uma atividade que, com cada vez mais inovação e tecnologia, torna-se estratégica para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil.

 

 

Etarismo das interfaces afasta milhões de consumidores e acende alerta para marcas

 

O crescimento da população 60+ no Brasil contrasta com uma realidade preocupante: as interfaces digitais continuam a ignorar esse público. Nesse sentido, o chamado etarismo das interfaces – preconceito invisível no design de aplicativos e plataformas – é gritante. A oitava edição do Jaé Fresh, levantamento da 3mais, mostra que a exclusão começa já na concepção dos sistemas, que tratam esse público como homogêneo e sem autonomia. O material revela que 78% dos aplicativos de saúde usam termos técnicos incompreensíveis e que o desempenho médio dos usuários 60+ é 80% inferior ao das demais faixas etárias.

O material expõe de forma contundente o problema e como ele cria barreiras de acesso para milhões de pessoas. O etarismo das interfaces acontece quando pessoas 60+ são ignoradas ainda nos processos de design e avaliação de tecnologias. Sistemas de reconhecimento facial também reforçam o viés, com taxa de erro 34% maior entre idosos (Fontes: UnB, 2024; MIT, 2024; e Elboim-Gabyzon et al., 2021). Até mesmo serviços públicos digitais sofrem com esse desafio: levantamento da CGU (2024) aponta que 42% dos brasileiros 60+ nunca utilizaram o aplicativo Meu INSS, dependendo de familiares para acessar seus direitos.

“O etarismo das interfaces é um desafio social e uma questão de negócios. Ignorar essa população significa perder alcance e mercado. Quando aplicativos e serviços digitais são pensados para incluir o público 60+, vemos aumento no engajamento, na retenção e na conversão”, afirma Murilo Brum, especialista em Consumer Insights da 3mais e responsável pelo estudo.

Segundo o levantamento, quase metade da população brasileira (42%) com mais de 60 anos nunca utilizou o aplicativo Meu INSS e depende de familiares para ter acesso ao serviço. Esse não é um caso isolado, pois essa exclusão se apoia na ideia equivocada de que a população dessa faixa etária é homogênea, passiva e sem autonomia. Isso gera barreiras no acesso deles em relação aos sistemas e aplicações digitais. A análise mostra que 78% dos aplicativos de saúde utilizam termos técnicos incompreensíveis para leigos e o desempenho médio dos 60+ no uso de apps é 80% inferior em comparação a outras faixas etárias. Sistemas de reconhecimento facial também reforçam esse viés, com taxa de erro 34% maior entre usuários idosos (Fontes: UnB, 2024; MIT, 2024; e Elboim-Gabyzon et al., 2021).

Preconceito automatizado – Há um viés de idade e gênero nos bastidores da tecnologia, pois as IAs surgiram com discursos promissores, incluindo a melhoria de vida para pessoas 60+, mas elas carregam as marcas de quem as treinou. Essas ferramentas reproduzem os preconceitos da sociedade. Em 2024, dois casos chamaram atenção: sistemas de IA de recrutamento priorizando candidatos jovens, mesmo quando experiência era critério; e o Midjourney (ferramenta que gera imagens a partir de descrições de texto, prompts) gerando imagens de profissionais idosos quase sempre como homens (Fontes: Allen et al., 2023; e Reworked, 2024).

O problema também está conectado à exclusão de informações sobre a população 60+ nos bancos de dados. Isso é altamente perceptível quando apenas 2,5% das imagens em bancos de dados de treino representam pessoas acima de 60 anos. Além disso, menos de 10% dos sistemas de Inteligência Artificial para saúde envolveram os 60+ no processo de implementação.

Além da tecnologia, o levantamento também mostra como os estereótipos reforçam esse ciclo de exclusão. Embora o público 50+ seja amplamente associado a atributos positivos como amigável (80%) e confiável (77%), ainda é visto como resistente a mudanças (44%) e pouco inovador (24%). Esses clichês reduzem a pluralidade da população e limitam seu papel como consumidores e cidadãos digitais.

Bons exemplos – Apesar dos números alarmantes, marcas pioneiras já demonstram que é possível transformar inclusão em vantagem competitiva. A Uber, por exemplo, lançou o Senior Lift Silver, com interface simplificada e suporte familiar. Já a concorrente internacional Lift Silver criou atendimento humano por telefone e carros acessíveis. A Instacart adaptou seu app com ícones maiores, navegação por imagens e suporte dedicado. Outro caso é a Taobao, na China, que alcançou 5,6% de aumento nas conversões após implementar comandos de voz e recursos amigáveis para idosos.

“Olhando os dados analisados, há um recado claro de que inclusão não é somente responsabilidade social, é estratégia de negócios. As marcas que entenderem isso primeiro terão um mercado inteiro à frente, pronto para ser conquistado”, conclui Brum.

Os apps têm ignorado parte da população. Mesmo direcionados aos 60+, muitos apps continuam difíceis de usar, revelando a falta de inclusão por parte das interfaces

Generalizar no design é excluir. Tratar a população 60+ como homogênea cria barreiras no acesso dessa faixa etária às novas tecnologias e aplicativos

O problema não está no usuário. Testes científicos demonstraram que o desempenho não é culpa do usuário, mas da falta de sensibilidade ao pensar o design

Incluí-los é ter mais precisão. Investir em dados sobre os 60+auxilia a quebrar estereótipos (inclusive os criados por IAs) e melhorar precisão de campanhas

Mais acessibilidade é mais conversão. Adaptar apps e plataformas para os 60+ pode ser o próximo salto da sua marca em conversão e retenção de usuários

Estereótipos positivos também limitam. Estereotipar é reduzir pessoas a uma caixinha. A pluralidade é um caminho para fugir disso.

 

Sobre a 3mais

A 3mais nasceu em 2000, como Agência3, com a vontade de criar comunicação única, focada em dados, colaboração, resultados e empatia. Desde lá, consolidou-se como uma das maiores agências independentes do Brasil, evoluindo seu olhar sobre as relações com as marcas. Hoje, não se limita a ser apenas uma agência, mas uma aliada estratégica que oferece um ecossistema abrangente de soluções em comunicação, indo da inteligência de dados ao crescimento sustentável, construindo relevância e legado, entregando mais disrupção, eficiência e singularidade e acreditando na inovação como forma de gerar impacto para o mundo. Sabe que, para fazer mais, é necessário ir além de ideias, apresentações e anúncios. É preciso ser mais.

 

E-mail marketing: ultrapassado ou eficaz?

Por Wilton Farelli

 

Quantas vezes você já ouviu a frase “o e-mail está ultrapassado”? Em um mundo onde as redes sociais e diversas plataformas de comunicação dominam as estratégias de marketing, é comum ver empresas que descartam a caixa de entrada, a considerando como um cemitério digital, cheio de spans e mensagens esquecidas. Mas, e se essa percepção estiver errada? E se essa ferramenta que muitos consideram antiquada for, na verdade, uma das mais resistentes e benéficas para atrair e fidelizar cada vez mais clientes?

Por mais que o e-mail seja visto como uma ferramenta “antiga” por muitas pessoas, diversas pesquisas mostram que ele continua sendo um pilar fundamental tanto para a comunicação pessoal quanto para o marketing digital. Um estudo da Netexperts, como prova disso, indica que 92% dos brasileiros ainda utilizam esse canal, sendo que, desses, 61% o acessam diariamente. Quanto à sua finalidade, outra pesquisa da MediaPost revelou que 72% dos consumidores o direcionam como seu canal ideal de comunicação com as empresas.

Longe de ser obsoleto, esses dados mostram como essa ferramenta ainda continua fortemente presente no dia a dia da população. Deste modo, quando investido nas estratégias corporativas, é capaz de trazer uma série de benefícios para ambas as partes. Para o consumidor, o e-mail não é visto como spam, mas sim como uma fonte de informação relevante, integrado à rotina para assuntos mais importantes e, até mesmo, comerciais, sendo facilmente acessado nos horários mais apropriados em seu dia a dia.

Para as empresas, além de ser um dos meios com maior custo-benefício do mercado – com várias ofertas disponíveis a serem adaptadas dependendo do projeto desenhado – permite a personalização das campanhas conforme a segmentação e objetivos definidos por cada empresa, criando mensagens customizadas direcionadas ao perfil, histórico e preferências de cada cliente, ao invés de textos padrões e generalizados.

Esses envios podem ser feitos de maneira automatizada e otimizada baseadas em gatilhos e comportamentos de cada pessoa. Isso contribui para que cheguem à caixa de entrada nos dias e horários mais adequados para cada um, aumentando as chances de abertura e conversão. Quanto mais personalizados esses conteúdos forem, melhores serão esses resultados, despertando interesse nos consumidores diante de textos relevantes que façam sentido para suas necessidades.

Afinal, de acordo com estudos da McKinsey, 71% dos consumidores esperam interações personalizadas das empresas, e quando essa expectativa não é atingida, 76% se sentem frustrados. Todos esses cuidados, juntos, somam os ingredientes necessários para uma estratégia de sucesso quanto aos benefícios do e-mail marketing, enriquecendo essa experiência com as marcas e elevando a retenção de cada vez mais clientes.

Entretanto, assim como toda receita, é necessário se atentar a alguns detalhes importantes para que este preparo dê certo, começando por um dos pontos mais cruciais nesses resultados: a base de contatos. Antes de iniciar qualquer disparo, utilize ferramentas de inteligência que higienizem essa lista e garantam sua qualificação, para que tenham certeza de que estão entrando em contato com as pessoas que têm interesse nos seus serviços ou produtos. Essa limpeza já será metade do caminho andado.

A partir disso, foque na personalização do conteúdo, trazendo textos atrativos para cada necessidade. Aproveite essas mensagens para oferecer ao usuário a possibilidade de continuarem sua jornada nos outros meios de comunicação que a empresa tenha, criando uma estratégia omnichannel que permita a cada um se comunicar com a marca em seu canal predileto e proporcionando, com isso, uma maior amplitude de possibilidades para manter esse relacionamento.

Faça, também, testes A/B para analisar se as campanhas estão gerando os resultados esperados, sempre se baseando em objetivos claros estabelecidos através do e-mail marketing. Até porque, dependendo da etapa da jornada que cada cliente estiver, é possível construir uma abordagem específica para direcioná-lo ao melhor caminho, mantendo seu engajamento e interesse. Uma cadência excessiva e não aderente pode levar à insatisfação e perda desse consumidor.

Por fim, não deixe de garantir a empregabilidade dessa ferramenta, tendo profissionais qualificados por trás que auxiliem na manutenção da gestão dessa infraestrutura, o que refletirá não apenas em um design responsivo em todas as plataformas, mas que também mensurem, em tempo real, todas as informações de desempenho dessas campanhas, para que essa estratégia consiga maximizar sua assertividade na conversão e retenção de clientes.

Wilton Farelli é Gerente Operacional da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot e RCS.

 

Sobre a Pontaltech

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.

 

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