Gaslighting etário: quando o etarismo faz você duvidar do seu próprio valor – 24.09.2026

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Você vai ler na coluna hoje: Gaslighting etário: quando o etarismo faz você duvidar do seu próprio valor, A cultura como diferencial competitivo nas agências, SBT e SBT News lançam ação integrada sobre o impacto das fake news criadas por IA, Superendividamento é fenômeno que vai além da dívida, diz desembargadora, Associados aprovam união entre Sicredi Sudoeste e Sicredi Araxingu, Do varejo à indústria: como o Lifar amplia as oportunidades do Grupo Panvel, Saúde mental deixa de ser tabu, mas ainda é percebida de formas diferentes pelo mundo, Kotler coloca o fator humano no centro da estratégia de marketing, Nizan Guanaes lança Nizai, IA voltada ao mercado publicitário brasileiro.

 

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Gaslighting etário: quando o etarismo faz você duvidar do seu próprio valor

Por Jeferson Motta

Existe uma forma de etarismo que vai muito além de não contratar alguém porque ela tem 50, 60 ou 70 anos.

É quando, de tanto ouvir que está “velho demais”, “ultrapassado” ou “fora do mercado”, o profissional começa a acreditar nisso.

“Você não acompanha mais a tecnologia.”

“Talvez seja hora de se aposentar.”

“Seu perfil não combina com o que buscamos.”

“Precisamos de alguém com mais energia.”

“Você tem muita experiência para essa posição.”

Isoladamente, algumas dessas frases podem parecer apenas opiniões.

Repetidas sistematicamente, podem produzir algo muito mais perigoso: a pessoa passa a questionar a própria percepção sobre sua capacidade, competência e futuro profissional.

É aqui que o conceito de gaslighting nos ajuda a enxergar uma dimensão menos discutida do etarismo.

Gaslighting é um padrão de manipulação que leva alguém a duvidar da própria percepção ou julgamento.

No etarismo, isso pode assumir uma forma social e profissional:

“Será que eu realmente estou ultrapassado?”

Não.

Precisar se atualizar não significa ser obsoleto.

Aprender IA não apaga 30 anos de experiência.

Atualizar o LinkedIn não elimina repertório.

Aprender uma nova metodologia não invalida aquilo que você já construiu.

Idade é um dado. Competência é outra coisa.

E existe uma enorme diferença entre reconhecer que o mercado mudou e aceitar que, por ter envelhecido, você perdeu valor.

É justamente aí que entra o Movimento 50+ Contra o Etarismo.

Não defendemos que profissionais 50+ sejam contratados simplesmente por terem mais idade.

Defendemos que sejam avaliados por sua capacidade de gerar valor e não descartados por sua idade.

Não queremos uma guerra de gerações.

Queremos encontro de gerações.

Porque o futuro do trabalho não deveria ser:

JOVENS X 50+

Deveria ser:

JOVENS + 50+

Tecnologia + experiência.

Velocidade + maturidade.

Inovação + repertório.

E talvez a pergunta mais importante seja esta:

Quantos profissionais experientes já desistiram de uma oportunidade porque acreditaram no preconceito que ouviram sobre sua própria idade?

Combater o etarismo também é impedir que um preconceito social se transforme em uma verdade pessoal.

50+ não é o fim da carreira.

É experiência que ainda pode mover o futuro.

Movimento 50+ Contra o Etarismo

A cultura como diferencial competitivo nas agências

Líderes de Galeria, Ogilvy e Cenp debatem o embate entre modelos de agências independentes e de holdings

Por Thaís Monteiro (Meio & Mensagem)

O mercado de agências de publicidade no Brasil vive um momento de intensa transformação, marcado pela consolidação de grandes holdings de comunicação, que continuam a expandir seus portfólios através de aquisições estratégicas e, em paralelo, a ascensão de agências independentes, que conquistam espaço fomentando uma cultura própria e defendendo maior proximidade com os clientes.

Para Luiz Lara, Luiz Fernando Musa e Eduardo Simon, identificação e confiança é base da relação entre agências e anunciantes (Crédito: Eduardo Lopes/Máquina da Foto)

Publicada em 2024, uma pesquisa da KPMG, realizada com Meio & Mensagem, sobre o futuro das agências revelou que 47% do mercado é composto por multinacionais e 43% são independentes brasileiras.

No palco do Maximídia, Eduardo Simon, regresso do Publicis Groupe e atual CEO da agência independente Galeria e chairman da Galeria Holding, argumentou que o modelo de agência independente possibilita dar maior protagonismo e reconhecimento aos talentos da casa. Conforme o executivo, a busca por independência se deu a partir do momento em que Simon observou uma homogeneidade no mercado e que o setor estava se esquecendo de que o mercado é formado por pessoas.

Na visão de quem vendeu sua agência para um grupo internacional, Luiz Lara, presidente do Cenp e chairman do Grupo TBWA, defendeu que ambos os modelos são válidos, mas que a associação com holdings ou grupos de fora potencializa a disseminação da criatividade brasileira à nível global. Já Luiz Fernando Musa, CEO do Grupo Ogilvy e fundador da David, credita o sucesso das agências de holdings a uma identificação e linha de raciocínio focada pautada nas decisões de negócio.

Em setembro deste ano, o WPP iniciou a mudança de suas agências – com exceção da AQKA e David – para um campus localizado na Vila Leopoldina, em São Paulo. A Ogilvy deve iniciar sua mudança este mês. Para Musa, a reunião das agências sob um mesmo teto, além de visar um objetivo econômico, também cria um espaço para mais proliferação de ideias das trocas entre os profissionais ali reunidos.

Mídia: integrada ou aparte?

Tanto Luiz Lara quanto Eduardo Simon defenderam o modelo de agência full service, em que a mídia é operada internamente, sem a necessidade de contratação de uma empresa especializada. Para Lara, o modelo full service permite com que a criatividade seja tratada como transversal. Conforme Simon, enquanto as agências brasileiras dividem suas operações de mídia, o mercado internacional busca replicar o modelo brasileiro de agência full service.

Musa argumenta que os modelos passam por uma transformação, mas que os profissionais de mídia ainda estão integrados nas agências, mesmo que esse profissional seja contratado do WPP Media Services. Nas agências em que não há um profissional de mídia, o especialista em canais cumpre a função de aprofundar o processo criativo junto ao profissional de criação e o planejador, disse.

Nesse cenário de amplas transformações, o veredito é consenso entre os executivos da necessidade de fomentar a cultura da agência a despeito das mudanças. Para os líderes, o cliente escolhe sua agência ao se identificar com a cultura da mesma. Apesar de viver um movimento de consolidação, o mercado ainda abre espaço para as agências com proposta de valor clara.

A identificação, confiança e lealdade com colaboradores no dia-a-dia das agências. “A química que se estabelece na sala é o que faz a relação prosperar. Não há tecnologia que faça isso. A tecnologia vai exponencializar o crescimento, mas atrás do como sempre terá o quem”, pontuou Lara.

SBT e SBT News lançam ação integrada sobre o impacto das fake news criadas por IA

Por Renata Suter (Janela Publicitária)

O SBT e o SBT News estrearam uma nova campanha institucional de olho no combate à desinformação, utilizando a própria Inteligência Artificial (IA) como recurso criativo e estratégico. A ação publicitária pretende impactar a audiência, demonstrando na prática como o uso irresponsável das novas tecnologias permite a criação de conteúdos falsos altamente hiper-realistas.

O filme publicitário traz Celso Freitas como figura central. Na peça, as ferramentas digitais clonam as características físicas e vocais do jornalista, gerando um avatar digital que fala e se move com precisão. Conforme o comercial avança, o público testemunha o processo de transformação dessa imagem, evidenciando que elementos antes tidos como provas de autenticidade – como a fisionomia e o tom de voz – agora são facilmente manipuláveis por algoritmos.

A estratégia criativa parte de um diagnóstico claro do mercado de comunicação: a evolução dos conteúdos gerados por IA elevou o nível de complexidade na identificação de fake news. Diante desse cenário de hiper-realismo digital, a campanha posiciona o trabalho das redações tradicionais e a curadoria jornalística como ativos essenciais de marca para separar fatos de manipulações.

Assinada com o conceito ‘Antes de acreditar, confie em quem apura’, a comunicação institucional do SBT sublinha o posicionamento da emissora em defesa da checagem de dados, do rigor técnico e do contexto na era da informação instantânea.

Mais do que um alerta sobre o avanço tecnológico, a iniciativa funciona como um manifesto de valorização do jornalismo profissional. O grupo de mídia aproveita o momento de transformação do ecossistema digital para estreitar os laços de confiança com o público e com o mercado anunciante, mostrando que a apuração criteriosa se tornou o principal filtro de credibilidade no ambiente contemporâneo.

Superendividamento é fenômeno que vai além da dívida, diz desembargadora

Conselho Nacional de Justiça discute repactuação de débitos e destaca atuação conjunta do Judiciário com credores para enfrentamento de problemática

Por Julia Farias (CNN Brasil)

O Brasil atingiu, em abril de 2026, o maior índice de endividamento das famílias desde o início da série histórica da Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), segundo estudo do Senado, com 80,9%. O cenário acende um alerta para casos de superendividamento no país, que reflete impactos econômicos e sociais para a população.

Para desembargadora Andréa Esmeraldo, presidente do Comitê Gestor da Conciliação e conselheira do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o superendividamento pode ter causas diversas. Entre elas estão a falta de uma cultura de poupança, a assimetria de informações, crises econômicas, inflação e fatores relacionados ao comportamento de consumo.

Segundo a especialista em direito da economia, é importante diferenciar endividamento, inadimplência e superendividamento uma vez que, estar endividado ou ter uma dívida em atraso não significa, necessariamente, estar superendividado.

Assim, o conceito de superendividamento envolve a incapacidade de pagar as dívidas sem comprometer o chamado mínimo existencial, ou seja, os recursos necessários para a própria subsistência e a da família.

Nesse contexto, em julho de 2021, a Lei nº 14.181/2021, também conhecida como Lei do Superendividamento, entrou em vigor e alterou o Código de Defesa do Consumidor para estabelecer medidas de prevenção e tratamento do superendividamento, além de revisar regras relacionadas à concessão de crédito.

Segundo o CNJ, a lei criou a possibilidade de o consumidor superendividado negociar, em um único procedimento, suas dívidas com diferentes credores. A medida ainda permite a elaboração de um plano de pagamento que considere sua capacidade financeira e preserve o mínimo existencial.

Para Esmeraldo, a situação atinge de forma mais significativa pessoas em condição de vulnerabilidade financeira, com atenção especial à população idosa.

O CNJ explica que a Lei 14.181/2021 proíbe, por exemplo, práticas de assédio ou pressão para contratação de crédito, “principalmente”, quando se trata de consumidor idoso, analfabeto, doente ou em situação de vulnerabilidade agravada.

Andréa afirma ainda que o problema não é exclusivo do Brasil e que a pandemia de Covid-19 contribuiu para tornar mais visível o fenômeno. Na avaliação da conselheira, a legislação representa uma mudança de paradigma ao reconhecer que o problema não deve ser enfrentado apenas pela cobrança individual de cada dívida.

“A ideia é resgatar a dignidade do consumidor, traçar um caminho de saída e estabelecer um plano de pagamento. Cabe ao Judiciário tornar concreta essa legislação e buscar os credores para a negociação, criando um caminho para uma solução consensual”, afirmou.

No procedimento, os credores são chamados para uma audiência de conciliação, com o objetivo de construir um plano de pagamento que preserve o mínimo necessário para a sobrevivência do devedor e de sua família.

Para Andréa Esmeraldo, porém, o tratamento do superendividamento não pode se limitar à criação de um novo cronograma para as dívidas.

“A lei tem dois grandes eixos, e um deles é a prevenção. Isso extrapola a função do Judiciário. Os tribunais podem, em parceria com universidades, promover ações de educação financeira. Não adianta atacar apenas a consequência. É preciso quebrar esse padrão”, pontuou a especialista.

Segundo a especialista, o superendividamento pode ter consequências que extrapolam o orçamento doméstico.

“O superendividamento atinge o indivíduo de forma muito profunda e pode gerar consequências drásticas: problemas familiares, violência doméstica, situações de desespero, problemas de saúde e até perda da capacidade laboral […] O fenômeno precisa ser tratado à luz dessa legislação, humanizando o perfil desse superdevedor”, concluiu Andréa Esmeraldo.

Falas WW #59: Como planejar em tempos incertos?

Episódio debate planos de 2027 frente às mudanças aceleradas em tecnologia, comportamento e negócios

Por Meio & Mensagem

A temporada de planejamentos para 2027 começa a ganhar espaço na agenda de empresas, marcas e agências. Mas, frente a mudanças frequentes de cenários econômicos, tecnologias, comportamentos e prioridades de negócio, uma questão se impõe: como planejar o futuro quando previsões do que vem pela frente parecem mudar antes de o plano sair do papel?

Essa é a discussão do novo episódio do Falas Women to Watch, videocast apresentado por Regina Augusto e Michelle Borborema, que recebe Carol Mello, CSO da Galeria.ag, e Camila Novaes, diretora sênior de marketing da Visa no Brasil.

Se por muito muito tempo, o planejamento de marcas e empresas esteve associado a metas anuais, projeções de comportamento e planos de longo prazo, hoje, crises econômicas, instabilidade geopolítica, transformações tecnológicas, mudanças no comportamento do consumidor e o avanço da inteligência artificial colocam novos desafios para quem precisa tomar decisões.

Falas Women to Watch é um videocast de troca de ideias com mulheres inspiradoras e corajosas, que trazem reflexões e visão para indústria. Nesta quinta temporada, serão 10 episódios disponíveis toda terça feira, às 6h, no canal do Meio & Mensagem no YouTube e nas plataformas de áudio.

Associados aprovam união entre Sicredi Sudoeste e Sicredi Araxingu

Decisão fortalece o cooperativismo e amplia a solidez, a capacidade de investimento e o potencial de crescimento da cooperativa em Mato Grosso, no Pará e em Goiás

Por Correio de Carajás

Os associados da Sicredi Sudeste e da Sicredi Araxingu aprovaram a união estratégica das cooperativas. A deliberação ocorreu no dia 19 de setembro durante Assembleia Geral Extraordinária (AGE) conjunta, realizada em formato híbrido, com a participação dos coordenadores de núcleo das duas cooperativas. A decisão marca um passo importante para o fortalecimento do cooperativismo e para a construção de uma instituição mais preparada para atender às necessidades dos associados e contribuir com o desenvolvimento das comunidades onde atua.

O encontro reuniu presencialmente, na Central Sicredi Centro Norte, em Cuiabá (MT), mais de 150 coordenadores de núcleo de Mato Grosso, Pará e Goiás, além dos mais de 30 que acompanharam pela Plataforma das Assembleias. Também participaram Fernando Dall’Agnese, presidente do Conselho de Administração da SicrediPar; Frederico Azevedo, superintendente da OCB Mato Grosso; Ernandes Raiol, presidente da OCB Pará, de forma remota; João Spenthof, presidente da Central Sicredi Centro Norte; Antonio Geraldo Wrobel, presidente do Conselho de Administração da Sicredi Sudoeste, Martim Steffenon, presidente do Conselho de Administração da Sicredi Araxingu, além de conselheiros e diretores das cooperativas e da Central.

A Assembleia registrou 100% de representatividade dos núcleos das duas cooperativas, reforçando o caráter democrático do processo e a ampla participação dos associados na decisão, com aprovação de todas as pautas deliberadas. Com a união, as cooperativas iniciam uma nova fase, reunindo forças, experiências e competências para ampliar sua capacidade de atuação. O movimento de unificação traz ganhos de escala, fortalecimento patrimonial e maior potencial de investimento em tecnologia, inovação e expansão da rede de atendimento gerando mais valor para os associados.

A proposta de união seguiu todas as etapas de governança cooperativa. Em 28 de agosto, foi realizada a reunião preparatória com os delegados das duas instituições. Já em 3 de setembro, ocorreram as Assembleias de Núcleo e, em 8 de setembro, as Assembleias Gerais Extraordinárias individuais da Sicredi Sudoeste e da Sicredi Araxingu. O processo foi concluído em 19 de setembro, durante a Assembleia Geral Extraordinária Conjunta.

Para o presidente da Sicredi Sudoeste, Antonio Geraldo Wrobel, a jornada reforça o protagonismo dos associados e a transparência que fazem parte da essência do cooperativismo. “Finalizamos nosso ciclo assemblear, que passou pelas Assembleias de Núcleo, de Delegados e pela Assembleia Conjunta. Essas etapas evidenciam a transparência da nossa condução e a forma como levamos todas as informações aos nossos associados para que pudessem decidir com clareza e tomar as melhores decisões. Passamos por uma união que foi amplamente estudada e vivenciada pelas cooperativas, pelos Conselhos de Administração e pelos coordenadores, que concluíram que esta era a melhor solução para que as duas instituições continuassem crescendo e evoluindo”, destaca Wrobel.

Já para Martim Steffenon, presidente da Sicredi Araxingu, o momento representa um marco para o cooperativismo e reforça o engajamento dos coordenadores de núcleo na construção de novos rumos.

“É um momento importante, e gostaríamos de agradecer aos coordenadores de núcleo que estiveram presentes, exercendo o papel de associados e donos do negócio, discutindo a união de duas grandes cooperativas, analisando e apoiando esse projeto. Trata-se de um momento histórico para o cooperativismo em Mato Grosso, que passa por novas transformações e movimentos, em uma tendência natural do mercado”, afirma. Steffenon também destacou que a união amplia a presença da cooperativa em diferentes regiões de Mato Grosso, Goiás e Pará. “Agora temos uma diversificação ainda maior das regiões onde atuamos, além de uma capacidade muito maior de geração de receitas. E quem ganha com isso são os associados”, conclui.

Agora o processo continua com outras etapas até a união completa prevista para o fim de novembro. Neste período os associados serão comunicados de cada movimento pelos canais oficiais das instituições.

Juntas, as cooperativas somarão mais de 468 mil associados e atuação em 141 municípios de Mato Grosso, Pará e Goiás, por meio de uma rede de 124 agências. Com um modelo de gestão que valoriza a participação dos associados, a instituição oferece um portfólio completo de produtos e serviços financeiros e não financeiros para pessoas físicas, empresas e produtores rurais, contribuindo para o desenvolvimento local e para a construção de uma sociedade mais próspera nas regiões onde está presente.

Do varejo à indústria: como o Lifar amplia as oportunidades do Grupo Panvel

Por Julio Mottin Neto

Ter uma indústria dentro de um grupo varejista cria uma vantagem estratégica importante ao aproximar o conhecimento sobre o consumidor da capacidade de desenvolver e produzir. É nessa relação que o Lifar ocupa um papel super relevante no ecossistema do Grupo Panvel.

Com 57 anos de atuação, o laboratório reúne pesquisa, conhecimento técnico, estrutura industrial e leitura de mercado. Investimentos na operação e melhorias nos processos industriais dobraram a capacidade produtiva do Lifar, trazendo maior agilidade, performance e redução de custos operacionais. Hoje, o laboratório reúne mais de 600 SKUs ativos em projetos para marcas próprias e varejistas e prevê mais de 200 lançamentos em 2026.

Na atuação B2B, essa estrutura se soma a uma compreensão aprofundada do negócio dos parceiros, do público que desejam alcançar e do espaço que o produto deve ocupar em seus portfólios. Essa leitura é fundamental para desenvolver soluções viáveis, competitivas e coerentes com a estratégia de diferentes empresas.

A importância dessa competência aparece também em nosso varejo. No segundo trimestre, os Produtos Panvel cresceram 20,7% e chegaram a 19,2% das vendas de Higiene e Beleza. Considero esse o papel estratégico do Lifar dentro do Grupo: fortalecer nossa capacidade de inovação, diversificar as frentes de negócio e colocar décadas de experiência industrial a serviço de novos parceiros e mercados.

Saúde mental deixa de ser tabu, mas ainda é percebida de formas diferentes pelo mundo

Por Martha Gabriel

Falar sobre SAÚDE MENTAL deixou de ser tabu em muitas sociedades, mas ainda há grandes DIFERENÇAS na forma como cada país reconhece, nomeia e compartilha esse tipo de sofrimento.

Nos últimos anos, houve um avanço na ACEITAÇÃO dos problemas de saúde mental, que por muito tempo foram tratados como sinal de fraqueza. A pandemia acelerou essa mudança ao ampliar sentimentos de ISOLAMENTO, INSEGURANÇA e SOBRECARGA, além de levar mais pessoas a falar abertamente sobre ANSIEDADE, ESTRESSE e DEPRESSÃO.

Segundo uma pesquisa da Statista realizada entre 2025 e 2026, mais de 40% dos adultos nos Estados Unidos relataram sintomas de problemas de saúde mental nos 12 meses anteriores ao levantamento.

O Brasil aparece com 32%, mostrando que o tema também ocupa um espaço no debate sobre BEM-ESTAR, TRABALHO, RELAÇÕES sociais e QUALIDADE de vida.

Mas os dados também revelam que a PREVALÊNCIA AUTORRELATADA varia bastante entre países, indicando diferenças CULTURAIS, menor abertura para FALAR sobre o tema ou dificuldade em RECONHECER determinados sintomas como questões de saúde mental.

 

Kotler coloca o fator humano no centro da estratégia de marketing

Por Marcelle M.

Coisas que eu ouvi do pai do marketing, Kotler, em uma entrevista organizada pela ESPM essa semana. Na ordem do que mais me chamou a atenção:

“Parem de fazer Marketing de Performance.”

“Marca é o que sustenta performance.”

“Os negócios falham por não ter uma relação de amor com seus stakeholders.”

“Você precisa descobrir ‘qual é o seu molho’, o que você é bom em fazer. Depois disso, ficará mais fácil fazer branding.”

Fiquei pensando bastante nisso.

No fim, parece que tudo volta para a mesma questão: antes de pensar em como vender mais, é preciso compreender o que torna uma marca relevante, diferente e capaz de criar relações que vão além do transacional. Afinal, o fator humano é o grande ativo dos negócios.

Nizan Guanaes lança Nizai, IA voltada ao mercado publicitário brasileiro

A NIZAI nasceu e já está em fase beta. Criada a partir do repertório de Nizan Guanaes, a nova inteligência artificial foi desenvolvida para apoiar a criação publicitária com uma proposta voltada às particularidades da comunicação brasileira.

A ferramenta busca compreender o humor, a linguagem e o jeito brasileiro de contar histórias. Nesta primeira versão, permite criar títulos, textos e assinaturas de campanha, atendendo desde empreendedores e profissionais de marketing até freelancers e agências.

Em fase inicial, a NIZAI também aposta na participação dos próprios usuários para aprimorar a ferramenta, reunindo feedbacks sobre o que funciona, o que precisa ser ajustado e quais novos recursos podem ser desenvolvidos.

 

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