Quando o Brilho no Olho também é resultado, por Sandra Schilardi – 28.10.2026

Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp

Você vai ler na coluna hoje: Quando o Brilho no Olho também é resultado, Oktober Summit 2026 chega à 6ª edição com dois dias dedicados a negócios, inovação e futuro, Por que o uso de canetas emagrecedoras está afetando as vendas de produtos de beleza, segundo a L’Oreal, Audiência do rádio em Porto Alegre: Gaúcha amplia liderança e Caiçara assume a vice-liderança, Grupo Panvel aposta em marca própria para fortalecer a fidelização e impulsionar o crescimento, Supermercados no Canadá oferecem alimentos gratuitos para famílias em situação de vulnerabilidade, Mais dados significam decisões melhores? Não necessariamente, Família Abravanel reforça legado de Silvio Santos e aposta no futuro do SBT, Grandes grupos globais de publicidade aceleram investimentos e estratégias em inteligência artificial, A nova performance corporativa: fingir que sabe usar IA, Pesquisa revela que a liderança influencia a decisão de 90% dos profissionais de buscar outro emprego.

 

Com as modificações das regras de envio do WhatsApp, criamos uma nova comunidade da Coluna do Nenê. Te convidamos a clicar no link abaixo para entrar na nossa comunidade e receber diariamente a nossa coluna. CLIQUE AQUI! 

 

Quando o Brilho no Olho também é resultado

Por Sandra Schilardi

Ao longo de 38 anos no Grupo RBS, aprendi que uma carreira não se constrói apenas com resultados, cargos ou metas alcançadas. Ela se constrói com aprendizado, capacidade de adaptação, entusiasmo, determinação para superar desafios e, principalmente, com pessoas.

Conectando marcas, clientes e oportunidades, acompanhei profundas transformações no mercado de comunicação. Modelos de negócio se reinventaram, clientes mudaram suas necessidades e equipes precisaram encontrar novas formas de gerar valor.

Se pudesse resumir quase quatro décadas de experiência em cinco grandes lições, começaria por uma que sempre me acompanhou: mudar não é apenas uma necessidade, é uma oportunidade de evoluir.

1. Sair da zona de conforto é abrir espaço para o novo

Um dos momentos marcantes da minha carreira foi quando assumi a área de mercado da Rádio Gaúcha. Além da área comercial, respondia por operações comerciais, eventos e planejamento. Foi nesse período que a emissora alcançou seu primeiro milhão de reais em faturamento, transformando sua força editorial e credibilidade em oportunidades comerciais.

Depois, recebi de Cláudio Toigo, então diretor-geral das Rádios da RBS, o convite para assumir também as emissoras de entretenimento do grupo: Farroupilha, Cidade, Atlântida e a então Gaúcha FM, hoje 102 FM.

Era um universo diferente daquele em que eu havia construído minha experiência. Aceitei o desafio com o entusiasmo de quem gosta de descobrir novas possibilidades e a determinação de quem sabe que grandes conquistas exigem dedicação, coragem e muito trabalho. Precisava aprender novas dinâmicas, formar uma equipe de novos líderes e ampliar a percepção do mercado publicitário sobre o potencial comercial dessas emissoras.

Na Farroupilha, ampliamos a ocupação comercial dos patrocínios do Comando Maior de 15% para 90%. Na Atlântida, viabilizamos o Atlântida Festival, festival de inverno em Porto Alegre, criando uma nova oportunidade de conexão entre a emissora, o público e as marcas. Na Cidade, firmamos uma parceria com uma grande produtora de shows, elevando o patamar de receita da emissora e fortalecendo sua conexão com o público. Já na Gaúcha FM, com a revisão dos formatos comerciais e das entregas oferecidas aos anunciantes, passamos a comercializar mais de 100% das cotas dos programas-âncora, com propostas que valorizavam e diferenciavam as marcas.

Essas experiências reforçaram minha convicção de que conhecer as particularidades de cada veículo, desenvolver soluções comerciais criativas e compreender as necessidades dos anunciantes são caminhos para transformar oportunidades em resultados.

Foi uma experiência que exigiu garra, mas também ampliou minha visão sobre negócios e pessoas. Aprendi que a bagagem profissional é importante, mas não pode se transformar em limite. Precisamos estar dispostos a questionar certezas, aprender sobre novas realidades e experimentar caminhos diferentes. A experiência ganha valor quando vem acompanhada de curiosidade e abertura para o novo.

2. Enxergar além do produto é transformar venda em estratégia

Sempre acreditei que vender mídia é muito mais do que oferecer espaços publicitários. É compreender o negócio do cliente, antecipar necessidades e conectar soluções capazes de gerar resultados.

Em 2017, com a integração dos veículos da RBS, passei a atuar em frentes comerciais organizadas por nível de serviço e potencial de clientes. Um dos maiores desafios foi trabalhar com uma carteira de aproximadamente 14 mil CNPJs reunidos em uma mesma estrutura.

Era preciso organizar, priorizar e encontrar uma nova maneira de desenvolver o relacionamento com esses clientes. Começamos a estruturar um modelo voltado à captação e à ativação de novos leads, criando oportunidades para ampliar o relacionamento deles com o grupo.

Em 2019, assumi o segmento de Contas Estratégicas Privado e Governo, a convite de Marcelo Pacheco, então vice-presidente de Mercado. A experiência reforçou minha visão consultiva e a importância de integrar diferentes soluções para atender aos objetivos de cada cliente.

A partir da integração dos veículos do Grupo RBS, e à frente da liderança de Contas Estratégicas e Governo, vivi um marco importante da minha trajetória: a viabilização de inúmeros projetos tailor-made, com entregas 360° que integravam diferentes soluções do grupo e superaram significativamente os resultados do ano anterior. Essa experiência reforçou minha convicção de que, quando compreendemos os desafios de cada cliente e conectamos o potencial de diferentes plataformas, conseguimos construir propostas mais completas, relevantes e capazes de gerar valor para os negócios.

Aprendi que inteligência comercial não está apenas em vender mais, mas em compreender o que faz sentido para cada negócio. É olhar para o portfólio de forma integrada, combinar soluções com criatividade e construir propostas sob medida.

Quando deixamos de pensar apenas no produto que oferecemos e passamos a compreender o que o cliente precisa resolver, ampliamos nossa capacidade de gerar valor.

3. Resultados consistentes são construídos por pessoas

Se existe um tema que atravessa toda a minha trajetória, é a liderança com empatia.

Costumo dizer que sou 50% razão e 50% emoção. Tenho entusiasmo pelo que faço, gosto de desafios, sou determinada na busca por resultados e acredito muito na força do trabalho em equipe. Ao mesmo tempo, sempre procurei olhar para as pessoas além de suas entregas, reconhecer talentos e criar oportunidades de desenvolvimento.

Formar equipes de alta performance, para mim, nunca significou reunir apenas profissionais tecnicamente excelentes. Significou reconhecer talentos, desenvolver competências, criar confiança e encontrar as pessoas certas para os lugares certos.

Uma das coisas que mais me motivam é perceber o potencial de alguém, muitas vezes antes que essa própria pessoa consiga enxergá-lo. Acompanhar seu desenvolvimento e vê-la conquistar novos espaços é uma das recompensas mais importantes da liderança.

Gosto de definir meu papel como o de alguém que constrói pontes entre CPFs e CNPJs, em torno de um objetivo em comum.

Aprendi que liderar exige sensibilidade, mas também garra, disciplina e coragem para tomar decisões. Cobrar resultados é parte da responsabilidade de liderar, assim como oferecer direção, escuta, confiança e condições para que as pessoas evoluam.

Os números mostram parte dos resultados, mas não contam as conversas difíceis, a confiança depositada em alguém que precisava de uma oportunidade ou o tempo dedicado a preparar profissionais para novos desafios. Por isso, considero que o legado de uma liderança também está nas pessoas que ela ajuda a desenvolver e nas oportunidades que cria para que elas construam suas próprias histórias.

4. Liderar é adaptar-se quando não existe uma cartilha pronta

Em 2024, a enchente que atingiu o Rio Grande do Sul nos colocou diante de uma realidade completamente diferente. Precisamos rever rotinas, adaptar a forma de trabalhar e conduzir a equipe remotamente, em meio a impactos profundos na vida das pessoas e das empresas.

As práticas comerciais precisaram ser revistas rapidamente. Era necessário manter o foco nos negócios e nos clientes, mas também compreender o momento que cada profissional estava atravessando.

A empatia deixou de ser apenas uma convicção e se tornou uma prática diária. Procurei preservar os vínculos da equipe, manter os encontros no ambiente virtual e criar momentos de convivência que, mesmo à distância, ajudaram a manter vivo o sentimento de pertencimento em um período de tanta incerteza.

A experiência reforçou uma das minhas maiores convicções: liderar em momentos de crise não significa ter todas as respostas. Significa estar presente, ouvir, tomar decisões possíveis e ajudar as pessoas a encontrar caminhos.

Nem sempre existe uma solução pronta. Às vezes, é preciso construir uma nova maneira de seguir em frente, com sensibilidade, clareza e disposição para fazer diferente.

5. O verdadeiro legado vai além dos números

Vi a comunicação mudar, os modelos de negócio se reinventarem e as relações com os clientes ganharem novas camadas de complexidade. Mas algumas coisas permaneceram: a importância de ouvir, a coragem de mudar, o respeito pelas pessoas e a convicção de que grandes resultados são construídos por grandes times.

Quando penso no que essa trajetória representa, não penso apenas nos projetos, nas metas ou nas posições que ocupei. Penso nas oportunidades que aceitei, nas pessoas que conheci, nos profissionais que ajudei a desenvolver e em tudo o que aprendi ao longo do caminho.

Uma das coisas que mais me emocionam é ouvir de um colaborador que minha confiança nele fez diferença em sua vida profissional. Saber que contribuí para que profissionais reconhecessem seu valor, acreditassem em seu potencial e conquistassem novos espaços tem um significado especial para mim.

Essas experiências me ensinaram que uma carreira também se mede pelas marcas que deixamos nas pessoas e pelas oportunidades que ajudamos a construir.

Tenho orgulho de uma trajetória pautada pela curiosidade, pela capacidade de adaptação e pela busca constante por novas possibilidades. Nunca acreditei que a experiência devesse nos tornar menos abertos ao novo. Pelo contrário: quanto mais aprendemos, mais precisamos estar dispostos a questionar, experimentar e evoluir.

Se existe algo que levo comigo, é a certeza de que os melhores resultados são aqueles que construímos juntos. Porque oportunidades podem transformar negócios, mas são as pessoas que transformam oportunidades em resultados.

E, em toda essa caminhada, nunca abri mão de uma coisa: ter brilho no olho de quem acredita e sabe que sua contribuição faz a diferença.

Oktober Summit 2026 chega à 6ª edição com dois dias dedicados a negócios, inovação e futuro

O evento acontece em 5 e 6 de novembro, em Igrejinha, e estreia o Connect Day, dia voltado a rodadas de negócios, mentorias e conteúdo prático para empresas da região.

O Oktober Summit 2026 chega à sua sexta edição nos dias 5 e 6 de novembro, na SUCI, em Igrejinha, reunindo empresários, gestores, profissionais e estudantes de toda a região do Vale do Paranhana. Realizado pelo Instituto Desenvolver, entidade sem fins lucrativos, o evento se consolida como um dos principais encontros de inovação, empreendedorismo e negócios da região, com uma proposta centrada no que é prático e aplicável à realidade das pessoas e empresas.

A grande novidade deste ano é a estrutura em dois dias com propósitos complementares. Na quinta-feira, 5 de novembro, acontece o Connect Day, o dia de fazer negócio: rodadas de negócios entre empresas da região, mentorias com especialistas, masterclasses e um painel sobre as perspectivas de mercado para 2027. Na sexta-feira, 6 de novembro, é a vez do conteúdo. Pela manhã, uma programação voltada aos jovens e estudantes, com temas como inteligência artificial na prática e carreira. À tarde, palestras e painéis com grandes nomes, abordando inovação, tecnologia e os caminhos para o próximo ano.

A edição aposta em um olhar para o futuro próximo. Entre os temas de destaque estão a inteligência artificial aplicada à realidade da pequena empresa, as transformações no varejo e na indústria e os cenários para 2027, preparando o empresariado local para as decisões dos próximos meses.

A programação reúne nomes de peso. Entre os destaques estão Felipe Leal, sócio da StartSe e coapresentador do podcast Inevitável China, que aborda o impacto da China na liderança e nos negócios; Ricardo Larroudé, à frente da marca Larroudé, reconhecida internacionalmente, que apresenta a trajetória de inovação e o modelo de negócio da empresa; Oscar Frank, economista-chefe da CDL Porto Alegre, com um panorama de cenários econômicos e inteligência financeira aplicada aos negócios; e Roger Maciel de Oliveira, presidente da Câmara de Comércio Brasil-Paraguai, sobre as oportunidades no país vizinho. A programação da manhã, voltada aos jovens, traz ainda o Prof. Dr. José Paulo da Rosa, reitor da Feevale, falando sobre soft skills e desenvolvimento humano em um mundo de inteligência artificial, entre outros nomes.

“Reformulamos o Oktober Summit deste ano ouvindo quem participa. As pessoas querem conteúdo que se aplique e um evento que gere negócio de verdade. Por isso criamos o Connect Day e trouxemos rodadas de negócios, mentorias e um olhar prático para 2027. Queremos que cada participante saia com um contato novo, uma ideia ou um caminho para inovar”, afirma Alexandre Matte Jr, coordenador do Oktober Summit 2026.

Mais do que um evento, o Oktober Summit se propõe a ser o ponto de encontro do ecossistema de negócios da região, fortalecendo a economia local e conectando empresas, profissionais e estudantes em torno da inovação. O Oktober Summit 2026 tem o patrocínio master do Banrisul e conta ainda com o patrocínio de CDL Igrejinha-Três Coroas, Grupo Crisdu, Crisdu Labs e Sicredi. O evento tem o apoio da Feevale, da Krug Biscoitos, da SUCI Igrejinha, Brasil Inovador e da Conectnet, com produção da Posicionar, Storia Eventos e Projetos, Quarto e realização do Instituto Desenvolver.

Por que o uso de canetas emagrecedoras está afetando as vendas de produtos de beleza, segundo a L’Oreal

Por Rachel Clun (BBC)

As mãos de uma mulher seguram uma caneta aplicadora de injeções para perda de peso.

O uso de medicamentos para emagrecer, conhecidos como GLP-1, ganhou popularidade nos últimos anos.

A gigante do setor de beleza L’Oréal afirma que o aumento do uso de medicamentos para emagrecer afetou as vendas de produtos de beleza e cuidados com a pele. A empresa está desenvolvendo produtos voltados especificamente para combater alguns dos efeitos colaterais da perda rápida de peso.

O presidente-executivo da companhia, Nicolas Hieronimus, afirmou que o mercado de beleza tem demonstrado resiliência em um cenário global desafiador e que o uso de GLP-1 é “um fenômeno muito importante para nós”.

Em uma conversa com investidores, ele disse que o aumento do uso desses medicamentos estava “tendo impacto no consumo de produtos de beleza e, em particular, no consumo de produtos para cuidados com a pele”.

A L’Oréal, dona de outras marcas populares, como Maybelline e La Roche-Posay, anunciou na quinta-feira (22/10) que suas vendas cresceram 7,7% nos três meses encerrados em setembro, superando as expectativas dos analistas.

A popularidade dos GLP-1 disparou nos últimos anos, depois que medicamentos desenvolvidos para tratar o diabetes, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, também demonstraram provocar perda significativa de peso por suprimirem o apetite.

Embora não seja um efeito provocado diretamente pelos medicamentos GLP-1, a perda rápida de peso pode causar, em algumas pessoas, flacidez da pele, inclusive na região do rosto.

Hieronimus afirmou que as marcas SkinCeuticals e Kiehl’s, pertencentes à L’Oréal, oferecem produtos “desenvolvidos para atuar em conjunto com os GLP-1 e complementar seus efeitos sobre a flacidez da pele”, além de outros efeitos associados à perda rápida de peso.

A L’Oréal também ampliou sua atuação no segmento de estética clínica, aumentando sua participação na empresa de dermatologia Galderma para 20% em dezembro do ano passado.

Segundo a agência de notícias Reuters, as duas empresas vêm testando produtos em ensaios clínicos distintos com usuários de GLP-1 preocupados com a flacidez da pele.

A Galderma é dona de produtos estéticos populares, incluindo o Sculptra, um injetável destinado a estimular a produção de colágeno, e o Restylane, um preenchedor dérmico injetável.

No ano passado, a empresa de estética divulgou um relatório sobre o aumento do uso de GLP-1 e as preocupações relacionadas às mudanças na aparência facial.

Uma pesquisa própria da companhia com usuários de medicamentos para emagrecer constatou que a grande maioria havia percebido mudanças na aparência do rosto após utilizar esses medicamentos.

Audiência do rádio em Porto Alegre: Gaúcha amplia liderança e Caiçara assume a vice-liderança

A mais recente atualização da pesquisa de audiência do rádio na Grande Porto Alegre, referente ao trimestre de julho a setembro de 2026, trouxe mudanças importantes no ranking das emissoras FM. Confira:

Grupo Panvel aposta em marca própria para fortalecer a fidelização e impulsionar o crescimento

Por Julio Mottin Neto (CEO Panvel)

Ao apresentarmos recentemente a atualização da nossa cultura, reforçamos valores como inovação e paixão pela marca. Vejo nos Produtos Panvel uma forma muito concreta de colocar isso em prática, desenvolvendo novidades para o cuidado e a beleza e assumindo, em tudo o que leva nosso nome, o compromisso com a qualidade que o cliente espera de nós.

Quero que as pessoas encontrem nesses produtos bons motivos para escolher a Panvel e voltar a comprá-la. O preço tem seu papel nessa decisão, mas a confiança e a capacidade de atender às necessidades dos clientes são fundamentais para fazer parte da rotina deles. O que ouvimos nas lojas, junto ao que aprendemos com os dados dos nossos canais, nos ajuda a compreender hábitos e preferências e a usar esse conhecimento no desenvolvimento do portfólio.

Vejo a marca própria como uma frente importante para o crescimento do Grupo Panvel porque nos permite oferecer algo que o cliente encontra exclusivamente conosco. Isso exige atenção ao que as pessoas valorizam e disposição para aprimorar os produtos à medida que suas necessidades mudam.

Quando alguém experimenta um Produto Panvel, gosta e volta para buscá-lo, fortalecemos uma relação que também contribui para o futuro do negócio. Por isso, investir em marca própria é uma decisão de longo prazo, que nos ajuda a conquistar a preferência dos clientes e a crescer com uma oferta que eles reconhecem e valorizam.

Supermercados no Canadá oferecem alimentos gratuitos para famílias em situação de vulnerabilidade

Por Tiago Henrique Bona

No Canadá, famílias que precisam de ajuda podem entrar em um supermercado, pegar uma cesta, escolher os alimentos que realmente querem levar para casa e sair sem pagar

Este conteúdo chama atenção para um tema que merece ser observado além da manchete. O material disponível apresenta um ponto inicial; o contexto completo, as fontes e os desdobramentos devem ser considerados antes de qualquer conclusão.

Que impactos esse assunto pode gerar na prática? Quais informações adicionais ajudam a compreender melhor o cenário? Compartilhe sua leitura e os dados que considera relevantes.

Mais dados significam decisões melhores? Não necessariamente.

Por Mundo do Marketing

Em um mercado de Marketing cada vez mais complexo, dashboards, relatórios e ferramentas de atribuição não garantem que as empresas compreendam o que realmente impulsiona o crescimento do negócio.

Em um artigo, Guta Tolmasquim , CEO da Purple Metrics, discute a diferença entre o Marketing dogmático, que transforma padrões em verdades incontestáveis, e o Marketing científico, que questiona hipóteses, testa cenários e combina evidências para orientar investimentos.

O desafio não é eliminar a incerteza, mas aprender a tomar decisões melhores mesmo quando não existem respostas absolutas.

Sua estratégia de Marketing está baseada em evidências ou em certezas que nunca foram questionadas?

Leia o ARTIGO na íntegra: https://lnkd.in/eN7pWtDm

Família Abravanel reforça legado de Silvio Santos e aposta no futuro do SBT

Por Rubens Passaro

Quem apostou no fim do legado de Silvio Santos não conhecia a força das mulheres de sua família.

Muitos imaginavam que suas empresas seriam vendidas e suas herdeiras viveriam no exterior.

Mas a história vem mostrando o contrário.

Com a matriarca Íris Abravanel e suas seis filhas, o Grupo Silvio Santos segue preservando seu legado, inovando e construindo o futuro.

Silvio Santos construiu um império. Elas assumiram a missão de perpetuá-lo.

Nesta apresentação ao mercado publicitário, Íris Abravanel demonstra que o compromisso com esse legado vai muito além dos laços familiares : envolve visão comercial, profissionalismo e confiança no futuro do SBT.

Um legado que atravessa gerações e continua fazendo parte da vida de milhões de brasileiros.

Grandes grupos globais de publicidade aceleram investimentos e estratégias em inteligência artificial

Por Pyr Marcondes

A gigante indústria da publicidade internacional acordou para a IA

Tardiamente, como sempre. Mas acordou.

Aos poucos, como sempre, mas foi acordando.

Grande holding a grande holding, foram despertando e se movimentado.

Agora, todas deixaram de engatinhar e já andam. E, uma gracinha, começam a falar.

A língua das IAs.

Fiz um estudo que ninguém parou pra fazer e ele tem a importância de mapear a realidade do setor usando como indicadores quatro dos principais grupos da publicidade ocidental, porque quando não se olha a floresta, cada um acha que a realidade é a sua própria árvore ali do quintal.

Não é.

Tudo está interligado. E tudo é muito grande. E tudo está em transformação.

E a maior transformação de todas é a IA.

Leia para olhar a floresta.

E veja um gigante se movendo.

A nova performance corporativa: fingir que sabe usar IA

Por Michel Alcoforado

No ambiente corporativo, demonstrar competência sempre fez parte do trabalho. Participar das reuniões certas, conhecer os assuntos em discussão e mostrar familiaridade com as novidades são maneiras de construir uma reputação profissional. A inteligência artificial acrescentou uma nova exigência a esse repertório: parecer atualizado em uma tecnologia que ainda estamos aprendendo a utilizar. Uma pesquisa da Visier com trabalhadores nos Estados Unidos revelou que 48% admitem ter exagerado seu conhecimento ou uso de IA diante de colegas e superiores. O comportamento já ganhou até nome: performative AI. A familiaridade com a tecnologia passa a funcionar como um sinal de competência, mesmo quando sua contribuição para o trabalho ainda não está clara.

E a gente tem que pensar na dimensão cultural dessa dinâmica. As empresas criam expectativas sobre o que significa ser um bom profissional, e os funcionários aprendem a demonstrar que correspondem a elas. Hoje, citar ferramentas, compartilhar comandos e anunciar automações pode comunicar eficiência, iniciativa e capacidade de adaptação. Mas essa performance também atravessa a liderança. Gestores precisam demonstrar que estão inovando, enquanto suas equipes procuram provar que não ficaram para trás. O resultado é um ambiente em que todos parecem dominar a tecnologia, embora poucos se sintam confortáveis para admitir dúvidas, reconhecer limitações ou discutir quando seu uso simplesmente não faz sentido.

O problema é que aprender exige justamente aquilo que essa dinâmica desencoraja: reconhecer o que ainda não sabemos. Um profissional que questiona uma resposta gerada por IA, identifica um risco ou decide não automatizar determinada tarefa pode estar demonstrando mais conhecimento do que alguém que utiliza a ferramenta indiscriminadamente. Para as empresas, isso exige distinguir a adoção efetiva da tecnologia dos sinais de entusiasmo que circulam no ambiente de trabalho. É importante lembrar que se parecer atualizado se torna tão importante quanto estar preparado, a gente corre o risco de confundir demonstrações de inovação com inovação de fato.

Pesquisa revela que a liderança influencia a decisão de 90% dos profissionais de buscar outro emprego

Por Luana Fleck

Quando falamos em retenção de talentos, é comum pensarmos em remuneração, benefícios, oportunidades de crescimento e outros fatores importantes para a permanência das pessoas, mas a liderança também ocupa um espaço importante nessa decisão.

Uma pesquisa da Michael Page com 5.762 profissionais mostrou que, para 62% dos entrevistados, a relação com a liderança tem alto impacto na decisão de buscar uma nova oportunidade. Outros 28% consideram esse impacto moderado.

É um dado que deveria chamar a atenção de quem lidera empresas e equipes.

A forma como as pessoas vivenciam o trabalho também passa pela liderança que encontram no dia a dia: pela maneira como são ouvidas, pela clareza das conversas, pelo reconhecimento, pela confiança para trabalhar, pela condução dos erros e até pela postura de quem lidera nos momentos mais difíceis.

Nem toda saída acontece por causa de um líder. Existem diferentes razões para alguém decidir encerrar um ciclo profissional. Mas, quando 9 em cada 10 profissionais dizem que essa relação tem impacto alto ou moderado na decisão de procurar outro trabalho, temos um sinal importante para observar.

Existe uma pergunta importante para nós, líderes: que tipo de experiência as pessoas estão tendo ao serem lideradas por nós?

Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Rolar para cima

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência de acordo com a nossa
Política de Privacidade ao continuar navegando você concorda com estas condições.