E os espaços das lojas? e outros artigos da semana – 25.11.2025

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Você vai ler na coluna de hoje:E os espaços das lojas?,   Marcas não compram mídia, compram significados, Porto Alegre recebe edição 2025 do Brasil Publisher Awards, Pedro Bartelle é eleito Personalidade Top Ser Humano 2025 pela ABRH-RS, Pela primeira vez, trabalhar menos vale mais do que salário alto, A venda da CazéTV e o dilema silencioso de quem vende o próprio negócio,  Por que a Apple é a marca mais valiosa do mundo? e Escala assina campanha nacional da Infraero que transforma trabalhos técnicos em conteúdo impactante para milhões de brasileiros.

 

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E os espaços das lojas?

Por Silvio Sibemberg

 

Há algo silencioso acontecendo nas cidades do mundo.

Um movimento lento, quase imperceptível, que primeiro apaga vitrines, depois esvazia corredores e, por fim, cala ruas inteiras.

O e-commerce venceu por exaustão.

Não porque fosse mais bonito, mas porque ficou fácil demais.

Clicar, devolver, trocar, repetir — tudo sem levantar da cadeira.

A vida virou um fluxo contínuo de confirmações de pedido e códigos de rastreamento.

Enquanto isso, os espaços físicos — esses personagens antigos da vida urbana — seguem em compasso de espera.

Nova York tem avenidas inteiras de portas cerradas.

Londres carrega vitrines eternamente em “refit”.

São Paulo, Lisboa, Tóquio… o roteiro é o mesmo.

Quadrantes inteiros de comércio suspensos no tempo, como se aguardassem um retorno que já não sabem se virá.

Marcos Gouvêa de Souza chamou atenção para o contraste entre touchscreen e touchskin.

É uma imagem poderosa: a pele contra a tela; o encontro contra a rolagem infinita; o humano contra o algoritmizado.

Talvez haja, sim, um cansaço das telas.

Talvez a pele esteja pedindo passagem.

Mas, enquanto essa vontade não se materializa, os espaços das lojas permanecem à deriva — tentando reencontrar um propósito que um dia parecia óbvio.

E é aqui que mora a pergunta que insiste em voltar:

O que fazer com tantos metros quadrados que perderam a razão de existir?

Em países desiguais, eles viram abrigo improvisado.

Nos mais ricos, transformam-se em ruínas de luxo, como fósseis do capitalismo de varejo.

Em todos, tornam-se cicatrizes da mudança que chegou mais rápido do que a imaginação dos planejadores.

Convencer o consumidor a sair de casa, hoje, é mais difícil do que fazê-lo acreditar — lá atrás — que comprar online era seguro.

As lojas sempre foram palco: para ver, ser visto, descobrir, se encontrar.

Agora, aguardam no escuro, sem saber qual será o próximo ato.

A pergunta, no fundo, é simples e inquietante: E os espaços das lojas?

Quem lhes dará um novo papel?

 

 

Tidebreakers Anuncia Chega ao Mercado e Patrocínio na Semana ARP 2025

 

Especializada em estratégias personalizadas e resultados mensuráveis, a Tidebreakers chega ao mercado de marketing digital com soluções flexíveis para empresas e agências. O anúncio coincide com outro marco importante: a empresa acaba de confirmar seu patrocínio à Semana ARP 2025, principal evento do mercado publicitário gaúcho, que ocorre em Porto Alegre de 24 a 28 de novembro.

Fundada por Hugo Novaes e Mariana Dulac, a Tidebreakers surge com o propósito de ir além das “ondas” superficiais do mercado, identificando oportunidades estratégicas que impulsionam os negócios dos clientes. “Percebemos que as empresas precisam de suporte operacional e estratégico que se adapte às suas necessidades específicas, com entregas concretas”, explica Hugo Novaes. “Participar da Semana ARP em nosso lançamento reforça nosso compromisso com a inovação e excelência no setor”, complementa Mariana Dulac.

Atuação Estratégica no Principal Evento do Setor
Como uma das patrocinadoras oficiais, a Tidebreakers marcará presença na Palestra Nacional com Eduardo Simon, CEO da Galeria.ag, que abordará as “transformações do mercado” – tema alinhado ao DNA da empresa. “Acreditamos que transcender o modelo tradicional de atuação é essencial para simplificar e potencializar o marketing digital. Estar na Semana ARP nos permite compartilhar essa visão com os principais líderes do setor”, destaca Novaes.

Diferenciais Estratégicos:
A Tidebreakers se destaca por um modelo de atuação baseado em três pilares fundamentais:

Estratégia Orientada por Dados: “Na Tidebreakers, transformamos dados em decisões inteligentes. Nossa abordagem é baseada em análise contínua e testes rigorosos”.

Parceria Transparente: “Acreditamos na transparência como base para parcerias duradouras. Nossos clientes sabem exatamente onde cada real está sendo investido e quais resultados estão sendo gerados”.

Flexibilidade de Atuação: Oferecemos desde consultoria estratégica sob demanda para empresas com equipe interna até a gestão operacional completa (modelo always-on), atuando como extensão dedicada de mídia para outras agências.

 

Sobre a Tidebreakers

A Tidebreakers é uma empresa especializada em marketing digital com foco em performance. Seu portfólio inclui planejamento estratégico, gestão de campanhas em Google Ads, Meta Ads, LinkedIn e TikTok, analytics avançado e implementação de ferramentas de mensuração. A empresa atende tanto clientes diretos quanto outras agências de comunicação que desejam escalar ou terceirizar sua operação de mídia paga com excelência.

 

 

Marcas não compram mídia, compram significados

Por Eduardo Corch

 

Durante anos, o investimento em patrocínios esportivos foi tratado como uma extensão do plano de mídia. A lógica parecia simples: quanto mais visibilidade, melhor. O logo no uniforme, a placa no estádio, a presença na transmissão, tudo era avaliado por GRPs, impressões e alcance.

Mas o esporte não é um canal de mídia. O esporte é uma linguagem. E toda marca que o encara apenas como vitrine desperdiça o que ele tem de mais valioso: significados.

O verdadeiro poder do marketing esportivo está na transferência e apropriação de atributos.

Quando uma marca se associa a um atleta, clube ou evento, ela não está apenas comprando espaço, está emprestando valores e emoções que o público já reconhece naquele ativo esportivo.

Essa conexão é o que transforma o patrocínio em plataforma de branding, e não em despesa de mídia.

Fit simbólico: o que realmente cria valor

Cada ativo esportivo carrega um conjunto único de atributos percebidos.

Vamos pegar como exemplo três atletas brasileiras, todas medalhistas olímpicas. Enquanto a ginasta multicampeã Rebeca Andrade traduz leveza, precisão, alegria e brasilidade, a skatista Rayssa Leal transmite ousadia, coragem e inovação. Já a judoca Mayra Aguiar nos traz força, equilíbrio e resiliência.

A Fórmula 1 costuma ser associada a tecnologia, alta performance e exclusividade, enquanto o surfe remete à liberdade, respeito à natureza e sustentabilidade.

Quando uma marca escolhe um ativo que reflete seus próprios valores, ela multiplica a força da mensagem. Quando escolhe mal, seja por modismo, audiência ou desejo pessoal do gestor, corre o risco de gerar ruído junto ao seu consumidor, não relevância.

Patrocínio eficiente não é sobre o tamanho da visibilidade, e, sim, sobre o grau de coerência simbólica entre patrocinador e patrocinado.

É esse “match” que faz o consumidor perceber a associação como autêntica, verdadeira e espontânea, e não como uma compra oportunista.

 

De logo para legado

As marcas mais perspicazes já entenderam que não basta estar presente; é preciso fazer sentido.

A Red Bull se envolve em esportes radicais, reforçando seus pilares de energia, ousadia e juventude. Isso é a cara da Red Bull.

Quando uma marca se associa a Rebeca Andrade, ela não apenas ganha visibilidade, mas também empresta brasilidade, orgulho e inspiração, atributos que valem muito mais do que segundos de exposição.

O esporte oferece algo que nenhuma campanha tradicional consegue replicar: a emoção autêntica da conquista e da identificação.

E é essa emoção que transfere significado às marcas, construindo reputação de forma orgânica e duradoura.

 

O papel do gestor de marketing

O desafio dos profissionais de marketing é abandonar a lógica tática, suas preferências pessoais, e adotar uma visão mais estratégica.

Em vez de perguntar “quantas pessoas vão ver minha marca?”, a pergunta deveria ser: “Quais valores essa parceria reforça sobre quem somos?”

O retorno de um patrocínio não se mede apenas em alcance, mas em relevância simbólica, afinidade e storytelling.

Isso exige estudo, sensibilidade e, principalmente, profundo entendimento da cultura esportiva, algo ainda raro nas estruturas de marketing tradicionais.

 

Conclusão

O esporte é um espelho de valores humanos universais: superação, trabalho em equipe, emoção e pertencimento.

Marcas que entendem isso constroem vínculos reais; as que não entendem, apenas aparecem.

Patrocínio esportivo não é mídia. É posicionamento.

E quem continuar tratando o esporte apenas como espaço publicitário vai seguir medindo impressões, enquanto perde o que realmente importa: a chance de se tornar parte da emoção que o público nunca esquece.

 

Porto Alegre recebe edição 2025 do Brasil Publisher Awards

Porto Alegre será palco, no dia 1º de dezembro, da edição 2025 do Brasil Publisher Awards (BPA), evento que destaca os sites, blogs e portais que mais se destacaram ao longo do ano no país. A iniciativa é realizada pela ANPB em parceria com a PremiumAds e reúne alguns dos principais nomes do mercado digital brasileiro.

A recepção está marcada para as 18h30 e o início oficial do encontro ocorre às 19h30, no Salão Nobre do Café da Catedral, localizado na Praça Marechal Deodoro, no Centro Histórico da capital gaúcha.

O BPA conta ainda com a colaboração de empresas do setor de mídia e tecnologia, reforçando seu papel como um dos principais espaços de reconhecimento e celebração do ecossistema de publishers no Brasil.

 

 

 

Pedro Bartelle é eleito Personalidade Top Ser Humano 2025 pela ABRH-RS

A ABRH-RS anunciou os vencedores dos Prêmios Top Ser Humano & Top Cidadania 2025, reconhecendo iniciativas e lideranças que contribuem para o desenvolvimento humano e social no Rio Grande do Sul. Entre os destaques deste ano está Pedro Bartelle, CEO da Vulcabras, escolhido como Personalidade Top Ser Humano.

O prêmio celebra líderes que inspiram pessoas, impulsionam transformações e promovem uma gestão focada no desenvolvimento humano dentro e fora das organizações. A conquista reforça o papel de Bartelle como uma referência no setor, valorizando sua atuação e influência no ambiente corporativo.

 

 

 

Pela primeira vez, trabalhar menos vale mais do que salário alto, diz estudo

Por Emma Burleigh

 

A cultura de trabalho nos EUA está mudando, e funcionários estão cansados de ordens para retorno ao trabalho presencial cinco dias por semana e ligações de seus chefes fora do horário. Desiludidos com a rotina corporativa americana, eles finalmente estão priorizando o equilíbrio entre vida pessoal e profissional — até mais do que um salário alto.

O equilíbrio entre vida pessoal e profissional agora é o fator mais valorizado pelos profissionais em relação ao emprego atual ou futuro, segundo o relatório Workmonitor 2025, da Randstad. Cerca de 83% das pessoas o listam como a consideração mais importante — junto à segurança no emprego —, enquanto o salário aparece em terceiro lugar, com 82%. Esta é a primeira vez, desde o primeiro estudo Workmonitor há 22 anos, que o equilíbrio supera o salário como incentivo.

“A busca dos trabalhadores por ambientes que se adaptem a eles, e não o contrário, continua sendo um grande motivador”, afirma o relatório. “Suas expectativas se tornaram mais multifacetadas, com aspectos tradicionalmente valorizados no ambiente de trabalho cedendo espaço a prioridades mais amplas.”

 

Geração Z lidera a valorização do equilíbrio sobre o salário

Como esperado, os jovens estão à frente dessa mudança na expectativa em relação aos empregadores.

A diferença de importância entre flexibilidade e remuneração é mais acentuada na Geração Z, segundo o relatório. Cerca de 74% classificam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional como prioridade, contra apenas 68% que colocam o salário em primeiro lugar.

A geração mais jovem também coloca saúde mental (70%) acima de salários atraentes — é uma forma de assegurar que se sintam satisfeitos ao ir para o trabalho todos os dias..

Eles também valorizam mais os modelos remoto e híbrido do que o salário: cerca de 40% dos Gen Z e millennials aceitariam redução salarial em troca de mais flexibilidade de local de trabalho, segundo um relatório do LinkedIn de 2025.

Isso faz parte de uma tendência maior entre jovens profissionais, chamada de “minimalismo de carreira”, enquanto preservam energia para ambições pessoais fora do expediente.

Mas trabalhadores mais velhos também defendem agendas sustentáveis. O relatório mostra que a importância do equilíbrio e do salário cresce com a idade: 85% dos baby boomers consideram o equilíbrio como prioridade e 87% apontam o salário como fator relevante. Muitos valorizam o equilíbrio, mas não abandonaram completamente a ideia de que o “dinheiro é o rei”.

 

Trabalhadores querem flexibilidade — mas CEOs dizem que é um sonho distante

Funcionários tanto da base quanto do topo corporativo concordam: equilíbrio é essencial ao considerar um emprego. Contudo, CEOs divergem fortemente sobre se é possível ser ambicioso e se desconectar em um horário razoável.

Marc Randolph, cofundador da Netflix, é um dos poucos empreendedores extremamente bem-sucedidos que defendem limites claros entre vida pessoal e profissional.

Ele seguiu uma regra simples ao longo de sua carreira de três décadas: todas as terças-feiras saia do escritório às 17h e não trabalhava mais naquele dia. Ia ao cinema, jantava ou passeava com um amigo — e “nada atrapalhava isso”.

“Trabalhei duro minha vida inteira para manter minha vida equilibrada com meu trabalho”, escreveu ele em um antigo post no LinkedIn que voltou a circular. “Essas noites de terça me mantiveram são. Elas colocavam todo o resto em perspectiva.”

Surpreendentemente para os padrões de Wall Street, o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, também incentiva jovens profissionais a se afastarem do trabalho — pelo bem da saúde mental e dos relacionamentos.

“Você precisa ter equilíbrio entre vida e trabalho”, disse Dimon a estudantes da Universidade Georgetown no ano passado.

“Dizemos às pessoas no JPMorgan que precisam cuidar da mente, do corpo, do espírito, da alma, dos amigos, da saúde. Você realmente precisa disso.”

Há muitos CEOs e empreendedores que discordam profundamente do conceito de equilíbrio entre vida e trabalho. Sergey Brin, cofundador do Google, e Lucy Guo, da Scale AI, criticaram publicamente a ideia de cumprir expediente de 9h às 17h.

Andrew Feldman, cofundador e CEO da fabricante de chips de IA Cerebras, avaliou como absurdo que as pessoas queiram “os dois lados”.

“Essa ideia de que alguém pode alcançar grandeza, construir algo extraordinário trabalhando 38 horas por semana e tendo equilíbrio entre vida e trabalho é inacreditável para mim”, afirmou no podcast 20VC no mês passado. “Isso nunca foi verdade em nenhuma área da vida.”

 

 

A venda da CazéTV e o dilema silencioso de quem vende o próprio negócio

Por Victor Vieira

 

Quando saiu a notícia de que a LiveMode passou a deter 100% da CazéTV, muita gente resumiu a história em uma frase: “Casimiro vendeu o canal que leva o nome dele”. Bonito, simples e… errado pela metade. A operação tirou o Cazé do quadro societário direto da CazéTV, mas colocou ele como sócio da holding global LiveMode Cayman, que controla todo o grupo, inclusive os negócios de direitos esportivos mundo afora.

Traduzindo em linguagem de boteco corporativo: ele trocou uma parte de um canal por um pedaço do tabuleiro inteiro. A LiveMode já tinha 51% da CazéTV e comprou os 49% restantes, consolidando 100% do canal; em contrapartida, o fundador vira sócio da “mãe” do negócio, num acordo estruturado como troca de participação, sem valores divulgados, numa empresa que já recebeu investimento estimado na casa dos centenas de milhões de reais de grandes fundos como General Atlantic e XP por pouco mais de 20% de participação.

E aí entra o dilema que dói em muito fundador. Você cria um projeto em 2022, vê o negócio explodir com Copa do Mundo, Brasileirão, Olimpíadas, bate milhões de aparelhos conectados em jogo da Seleção, vira referência de streaming esportivo irreverente… e um dia alguém coloca na mesa: “topa parar de ser dono direto disso aqui para ser dono de algo maior, mas menos visível?”.

O apego grita “não”, o equity grita “talvez”. Porque vender 100% da sua participação num ativo específico não significa, necessariamente, abrir mão do sonho; às vezes significa trocar a foto pelo filme inteiro. Em vez de depender da performance de um canal, você passa a estar exposto ao portfólio da holding, aos novos deals de direitos, à expansão internacional. É menos romântico que “sou dono da CazéTV”, mas costuma ser mais inteligente para quem pensa em patrimônio, risco e liquidez no longo prazo.

O que essa história ensina para outros fundadores? Primeiro, que vender o negócio que você fundou não é traição à própria biografia. É, muitas vezes, reconhecer que chegou num ponto em que escala, governança e capital falam mais alto do que ego. Segundo, que negociar bem a sua cadeira no “andar de cima” pode valer mais do que segurar o crachá de fundador da operação original. Terceiro, que não decidir também é uma decisão: ficar eternamente “meio dentro, meio fora” de estruturas maiores costuma destruir mais valor do que assumir um caminho claro.

No fim, a transação da CazéTV é menos sobre um streamer “perdendo o próprio canal” e mais sobre um fundador entendendo que, em alguns momentos, faz mais sentido ser sócio da avenida do que da lojinha da esquina. Dói no coração da marca pessoal, mas costuma sorrir bem mais bonito na matemática do equity.

 

 

Por que a Apple é a marca mais valiosa do mundo?

Por Luciano Deos

 

Sempre escuto esta pergunta.

Depois de +40 anos construindo marcas, essa é minha resposta:

A Apple provou que brand equity não se constrói com logo bonito ou campanha espetacular.

Se constrói com coerência absoluta entre discurso e entrega.

Steve Jobs escolheu brigar contra o mercado em cada decisão: interface amigável, sistema operacional, ecossistema fechado, varejo próprio, design inspirado em Dieter Rams.

“Think Different” não era slogan, era método operacional.

Tudo é marca, mas marca não é tudo.

Essa é a lógica: o que você promete precisa estar no produto, na experiência, no ecossistema. Quando isso acontece, marca e negócio viram uma coisa só.

Simbiose que vira cultura.

O brand equity mais valioso do mundo foi construído assim: com obsessão por estar fora da curva e consistência em cada ponto de contato.

Criador e criatura como sinônimos.

 

 

Escala assina campanha nacional da Infraero que transforma trabalhos técnicos em conteúdo impactante para milhões de brasileiros

 

 

Um tema essencial para o desenvolvimento da aviação e das cidades brasileiras.

A Infraero acaba de lançar sua nova campanha nacional para comunicar, de forma clara e acessível ao público, as obras técnicas realizadas em aeroportos de todo o país. A campanha foi criada pela Escala , que assume o desafio de transformar um tema altamente técnico em uma narrativa simples, humana e relevante, destacando o impacto direto dessas melhorias no cotidiano de milhões de brasileiros.

No cerne da comunicação está a ideia de que os projetos aeroportuários não são apenas intervenções de infraestrutura: são ações que estimulam as economias locais, fortalecem as operações aeroportuárias e impulsionam o desenvolvimento das cidades e regiões atendidas. Para amplificar essa mensagem, a campanha conta com a atriz Vanessa Giácomo como porta-voz, conferindo credibilidade, empatia e proximidade à mensagem.

Com duração prevista de dois meses, a campanha combina alcance nacional com ações específicas em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e nas cidades destacadas na comunicação: Sorriso, Ipatinga, Governador Valadares, Manaus e Canela. A estratégia une o alcance da mídia digital à força da mídia exterior, equilibrando presença, autoridade e transparência para reforçar o papel da Infraero na manutenção da aviação brasileira com segurança e qualidade.

Ao liderar toda a inteligência estratégica, o conceito criativo e o desenvolvimento da campanha, a Escala reafirma seu compromisso em traduzir temas complexos em mensagens acessíveis e relevantes. A comunicação destaca o trabalho contínuo da Infraero e seu impacto na mobilidade, na economia e no cotidiano das pessoas, mostrando que cada projeto técnico é, acima de tudo, um investimento no futuro do país.

 

Cliente: Infraero

Agência: Escala

Diretor Executivo: Rodrigo Moreira

Diretor Executivo de Criação: Roberto Lopes

Direção de Arte: Lucas Araujo

Escrito por: Hugo Barros e Joviano Bertoldo Quatrin

Chefe de Imprensa: Carla Lima

Equipe Criativa: Lucas Araujo, Joviano Bertoldo Quatrin e Clemilto Vaz

Negócios: Letícia Monteiro

Produzido por: Rafael Franco

Cliente: Yedo Soares Neto e Gustavo Paz Simonaci

Produtora cinematográfica: CONNECT FILMES

Produção de Áudio: TREMBALA AUDIO

Direção Geral: Tercio Parisi

Personagem: Vanessa Giácomo

Estilista: Anamélia Caserta

Beleza: Zuh Ribeiro

 

 

 

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