Você vai ler na coluna hoje: Justiça dos EUA Autoriza Milhares de Ações Contra a Meta por Vício em Redes Sociais, Pegou, pagou, levou, Ave Serra apresenta novo embaixador durante a Expoagas, Na Suíça, pobres vivem em “favelas” com qualidade de vida superior à de muitas cidades do mundo e uma estrutura que impressiona, Qual é o papel da TV conectada no mix de mídia multicanal?, YouTube, WhatsApp e Netflix lideram entretenimento nas favelas, aponta estudo, Público regional representa 50% da ocupação de resort e impulsiona turismo em SC, Conexões que transformam: o futuro da comunicação e das marcas em debate na ACI Novo Hamburgo, O novo mapa da atenção: como investir em ambientes fragmentados?, Quando a IA escreve por nós, o que acontece com a nossa capacidade de pensar?, Inteligência de consumo aproxima indústria e varejo, Adobe e Porta dos Fundos brincam com problemas corporativos.
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Justiça dos EUA Autoriza Milhares de Ações Contra a Meta por Vício em Redes Sociais
A Justiça determinou que a Seção 230 serve apenas como uma tese de defesa, e não como uma imunidade total a processos
Por Zachary Folk (Forbes)
Em uma decisão rápida definida na última segunda-feira (10), a Corte de Apelações do 9º Circuito, com sede na Califórnia, rejeitou o recurso apresentado por Meta, Snap e pelos donos do TikTok, YouTube e Roblox.
A questão gira em torno da Seção 230, uma cláusula da lei de comunicações norte-americana que, até então, funcionava como um “escudo protetor” para os provedores, livrando-os da responsabilidade legal pelo conteúdo que terceiros publicam em suas redes.
A Justiça determinou que a Seção 230 serve apenas como uma tese de defesa ao longo do processo, e não como uma “imunidade total a processos”, indicando que a Meta e as outras plataformas tentaram recorrer antes da hora, fazendo com que o tribunal não aceitasse analisar o pedido no momento.
O recurso fazia parte de um megaprocesso que reúne milhares de ações movidas por usuários, promotorias estaduais e distritos escolares.
O contexto do embate
Em março, a Meta e o Google perderam o primeiro grande julgamento sobre o vício em redes sociais. Um júri na Califórnia condenou as empresas a pagarem US$ 3 milhões em danos morais e materiais, além de mais US$ 3 milhões em indenização punitiva, a uma jovem de 20 anos que desenvolveu vício nas plataformas quando ainda era adolescente por conta do design dos aplicativos.
Esse veredito veio logo um dia após a Meta perder outra batalha no tribunal do Novo México, onde foi condenada a desembolsar US$ 375 milhões por enganar os usuários sobre os impactos das redes na saúde mental dos jovens.
Para piorar o cenário da empresa, na semana passada a Justiça local aplicou outra multa pesada de US$ 567 milhões, entendendo que a plataforma se tornou um “problema de saúde pública”.
Porém, nem tudo foi derrota. A Meta conseguiu uma rara vitória no mês passado, quando um jovem desistiu de uma ação parecida que ocorria na Flórida.
De acordo com o New York Times, esse mesmo adolescente já tinha fechado um acordo financeiro por fora com o TikTok, Snap e YouTube.
Pegou, pagou, levou
Por Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS).
A experiência de consumo de produtos lácteos ganha um novo formato na Expointer. Pela primeira vez, uma geladeira de autosserviço exclusivamente com lácteos estará disponível no Parque de Exposições Assis Brasil, permitindo que os visitantes tenham acesso prático a produtos saudáveis, nutritivos e diversificados ao longo da feira.
A iniciativa do Sindilat/RS reúne itens das empresas associadas e aproxima o público da variedade de alimentos produzidos pela indústria láctea gaúcha, oferecendo queijos variados e bebidas proteicas prontas para o consumo.
Claro. Para o blog, eu transformaria o convite em uma nota jornalística em terceira pessoa, destacando a novidade, o horário e os atrativos da ação, sem manter o tom de convite pessoal.
Ave Serra apresenta novo embaixador durante a Expoagas
A marca Ave Serra, da Granja Pinheiros, prepara uma ação especial para esta quarta-feira (19), durante a Expoagas, em Porto Alegre. A partir das 16h, no estande nº 180, localizado na esquina da Rua I com a Rua C, no Centro de Eventos Fiergs, a empresa apresentará oficialmente seu novo embaixador.
O nome escolhido ainda é mantido em segredo e será revelado durante a programação, em uma ação que também contará com a apresentação e degustação de novos produtos da Ave Serra, além de uma ativação especial com os visitantes da feira.
A programação do estande começa ainda mais cedo. Às 13h30, o espaço recebe a influenciadora e chef Cris. Na sequência, às 14h30, será a vez de Duda Garbi participar da programação.
A apresentação do novo embaixador está marcada para as 16h e promete ser um dos destaques da presença da Ave Serra na Expoagas, aproximando a marca do público e apresentando suas novidades ao mercado.
ImpactaRS realiza Matchmaking para conectar e desenvolver negócios de impacto
Durante o evento no Instituto Caldeira, especialista Beto Scretas vai compartilhar conhecimento sobre o ecossistema de investimentos direcionado a causas socioambientais
O ecossistema de investimentos de impacto no Rio Grande do Sul ganha um importante impulso com a realização do Matchmaking Estratégico do programa ImpactaRS, no Instituto Caldeira, em Porto Alegre. Na manhã da próxima sexta-feira (21), o encontro presencial tem como objetivo conectar negócios participantes do Programa de Capacitação e Preparação de Negócios de Impacto Socioambiental para Acesso a Capital a especialistas de instituições parceiras a fim de orientar os empreendedores sobre os caminhos e pré-requisitos para acessar capital, linhas de crédito, editais, recursos de fomento, além de oportunidades de articulações territoriais.
A dinâmica de Matchmaking funciona por meio de uma curadoria prévia que direciona conversas one-on-one de 20 minutos entre os empreendedores e mentores das organizações correalizadoras – Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), por meio da Coalizão Pelo Impacto Porto Alegre, Banrisul, RegeneraRS e Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul e parceria técnica da Ventiur na execução. O formato busca fugir de apresentações institucionais extensas ou da simples oferta de balcão de crédito, focando em reuniões objetivas e estações temáticas para debater impacto e acesso a capital.
Entre os especialistas presentes nas rodadas está Beto Scretas, Senior Advisor do ICE. Formado em Economia pela FEA-USP, Scretas traz uma bagagem de 25 anos no mercado financeiro tradicional aliada há mais de uma década dedicada ao fortalecimento do ecossistema de impacto socioambiental, atuando também como investidor-anjo e conselheiro da rede Anjos do Brasil.
Com essa trajetória, Beto Scretas contribui ao orientar empreendedores sobre como alinhar a viabilidade econômica de suas soluções às exigências dos investidores. Sua participação reforça o papel do evento em qualificar a conexão entre o capital e os projetos de impacto no cenário gaúcho.
Sobre o ImpactaRS
Os 30 negócios selecionados estão participando de uma trilha formativa com duração de seis meses, que combina workshops coletivos on-line realizados mensalmente e mentorias individuais, proovendo uma jornada integrada de capacitação e preparação para o acesso ao capital.
A formação aborda temas como mapeamento de fontes de financiamento (incluindo linhas de crédito para inovação), gestão financeira e valuation, governança e compliance, estratégias de pitch, marketing para captação, além de simulações de captação e estruturação de projetos para investidores e instituições públicas e privadas.
Ao final do programa, cada negócio deverá apresentar um Projeto de Captação de Recursos estruturado, que poderá ser enviado, por exemplo, de forma opcional para a análise de crédito do Banrisul para acesso à linha Inovacred da Finep, operacionalizada pelo Banco.
Mais sobre Beto Scretas
Beto Scretas é Senior Advisor do Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), com atuação na Coalizão pelo Impacto e experiência dedicada ao fortalecimento do ecossistema de investimentos e negócios de impacto no Brasil. Desde 2012, participa de iniciativas do ICE voltadas à mobilização de capital e ao desenvolvimento de negócios de impacto, tendo coordenado o projeto ICE Investimentos de Impacto entre 2017 e 2023.
Foi integrante da Diretoria Executiva da Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto entre 2014 e 2023 e representou o Brasil, de 2015 a 2023, no GSG Impact, organização global dedicada à promoção dos investimentos de impacto. É também investidor-anjo, com foco em negócios de impacto, e membro da Rede e do Conselho Consultivo da Anjos do Brasil.
Formado em Economia pela FEA-USP em 1986, Beto atuou por 25 anos no mercado financeiro, com foco em mercado de capitais. Entre 1994 e 2012, trabalhou na Schroder Investment Management Brasil, filial brasileira da gestora inglesa Schroders PLC, na qual foi diretor-presidente por 10 anos.
Na Suíça, pobres vivem em “favelas” com qualidade de vida superior à de muitas cidades do mundo e uma estrutura que impressiona
Uma versão diferente de pobreza: com infraestrutura, segurança e qualidade de vida impressionantes
Por Maura Pereira
Nas redes sociais, brasileiros apelidam de favelas os bairros populares do Noroeste da Suíça. A comparação diz mais sobre o imaginário externo do que sobre a realidade local: em Basileia, mesmo as regiões operárias contam com transporte público pontual, água potável universal e presença estatal que sustenta um dos maiores índices de desenvolvimento humano do planeta.
Um país onde 85% da população mora de aluguel
A Suíça aparece em segundo lugar no ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com nota 0,970, atrás apenas da Islândia. A região Noroeste da Suíça, onde fica Basileia, registra IDH regional de 0,964, conforme o Human Development Report.
O cantão de Basel-Stadt, que reúne cerca de 201 mil habitantes em menos de 37 km², tem uma característica que muda tudo: cerca de 85% da população mora de aluguel, segundo o governo cantonal de Basel-Stadt. A ampla proteção jurídica aos inquilinos e a oferta contínua de moradia acessível reduzem a pressão que, em outros países, empurra famílias de baixa renda para áreas precárias.
Por que chamam esses bairros de favelas suíças?
O apelido é uma hipérbole. Os bairros populares de Basileia, como Klybeck e Kleinbasel, ficam longe dos cartões-postais alpinos e concentram edifícios de linhas simples, com alta densidade demográfica e estética funcional. A diferença para as áreas nobres está na metragem dos apartamentos e no design das fachadas, não na ausência do Estado.
Nessas ruas, o isolamento térmico é padrão, a água chega pura em todas as torneiras e a manutenção predial segue protocolos rigorosos. É o oposto do que a palavra favela evoca no imaginário brasileiro.
Klybeck: o antigo distrito químico que virou vitrine urbana
Poucos bairros do mundo carregam uma transformação tão radical. Klybeck começou como área de campos e prados até 1870, quando fábricas de tintas se instalaram na região por causa da proximidade com o rio Reno. Ao longo do século XX, virou base para gigantes da química como Ciba, Novartis e BASF.
Hoje, o local abriga o klybeckplus, um dos maiores projetos de regeneração urbana da Suíça. A plataforma oficial do projeto detalha o plano: em uma área de 300 mil metros quadrados, os investidores Swiss Life e Rhystadt vão erguer um novo distrito misto com espaço para 8.500 moradores, 7.500 postos de trabalho e áreas verdes públicas. O investimento previsto supera três bilhões de francos suíços.
Multiculturalismo que vibra nas ruas populares
Enquanto os bairros nobres da cidade preservam o silêncio suíço, as áreas populares fervem. A presença de imigrantes da Turquia, dos Bálcãs, da Ásia e da América Latina transformou ruas de Klybeck e Kleinbasel em corredores de comércios étnicos, barbearias, mercearias e cafés abertos até tarde.
A escolha por morar nessas regiões costuma ser estratégica em um dos países mais caros do mundo. O trabalhador que aluga um apartamento compacto consegue economizar em transporte, aproveitar serviços públicos de alto padrão e ainda estar a poucos minutos do centro financeiro pelo sistema de bondes.
Fronteira tripla: o truque de morar entre três países
A geografia joga a favor do orçamento doméstico em Basileia. A cidade divide fronteira imediata com Alemanha e França, o que criou o chamado turismo de compras: famílias cruzam para o outro lado em minutos e aproveitam preços mais baixos em euros.
O resultado combina indicadores raros de se ver juntos.
- Cantão de Basel-Stadt: cerca de 201 mil habitantes em menos de 37 km², um dos menores e mais densos da Suíça.
- PIB per capita cantonal: aproximadamente CHF 209.782 em 2022, entre os mais altos do país.
- Klybeckplus: 300 mil m² em transformação, com investimento previsto acima de CHF 3 bilhões até 2040.
- Aluguel dominante: cerca de 85% dos moradores do cantão alugam a residência onde vivem.
O que a periferia suíça ensina
O caso de Basileia mostra que a desigualdade de renda não precisa se transformar em precariedade urbana quando existem políticas habitacionais estruturantes, saneamento universal e transporte público confiável. Os bairros populares suíços não são miséria disfarçada, são um lembrete de que dignidade material pode ser política pública.
Você precisa conhecer as ruas de Klybeck e Kleinbasel para entender o que significa qualidade de vida quando o Estado alcança todo mundo, do centro histórico às fronteiras da cidade.
Qual é o papel da TV conectada no mix de mídia multicanal?
CTV e omnichannel: Qual é o papel da TV conectada no mix de mídia multicanal?
Por Tjiang (Meio & Mensagem)
A TV conectada (CTV) deixou de ser apenas um canal de awareness para ocupar papel mais estratégico nas campanhas omnichannel.
Portanto, o desafio é integrar CTV a outros canais digitais, utilizar dados para ampliar a eficiência das campanhas e mensurar resultados ao longo de toda a jornada do consumidor.
Nesse contexto, o que significa o crescimento da CTV e seu impacto no consumo de mídia e como a TV conectada complementa TV linear, vídeo online, redes sociais e retail media?
Neste webinar, serão abordadas as estratégias de segmentação e uso de dados, mensuração cross-media e atribuição, as melhores práticas para criativos para CTV; o papel da IA na otimização de campanhas nessas plataformas e tendências que devem impactar o consumo de TV como, por exemplo, a conexão entre a TV 3.0, ou DTV+, e CTV.
Com Rafael Pallarés, vice-presidente de vendas corporativas da Magnite para a América Latina.
YouTube, WhatsApp e Netflix lideram entretenimento nas favelas, aponta estudo
Tracking das Favelas – Entretenimento mostra que plataformas gratuitas, aplicativos de mensagens e streaming convivem na rotina dos moradores desses territórios
Por Alma Preta
O consumo de entretenimento nas comunidades brasileiras é cada vez mais marcado pela convivência entre plataformas de vídeo, aplicativos de mensagens, redes sociais e serviços de streaming. Nesse cenário, YouTube, WhatsApp e Netflix lideram a preferência dos moradores e demonstram que a jornada digital desse público é cada vez mais distribuída entre diferentes plataformas.
Os dados são do Tracking das Favelas – Entretenimento, estudo contínuo desenvolvido pela NÓS – Novo Outdoor Social para acompanhar a evolução do comportamento de consumo e da relação entre moradores das comunidades e as principais marcas do mercado.
Segundo o levantamento, YouTube e WhatsApp são as plataformas mais fortes nas periferias, combinando altos índices de conhecimento, uso e satisfação dos consumidores.
O YouTube registra 67% de awareness, é utilizado por 52% dos entrevistados e alcança 76% de NPS, o maior índice da categoria.
Já o WhatsApp lidera em awareness, com 70%, apresenta 51% de uso e registra 70% de NPS, consolidando-se como um dos principais ambientes de consumo e compartilhamento de conteúdo.
A Netflix, por sua vez, é a marca preferida por 18% dos entrevistados, maior percentual da categoria, e alcança 61% de NPS, evidenciando a força do streaming na rotina das comunidades.
O estudo mostra ainda que Instagram e TikTok seguem ampliando sua presença nesse ecossistema digital. O Instagram registra 66% de awareness, 53% de utilização e 66% de NPS, mantendo desempenho consistente em todos os indicadores analisados.
Já o TikTok apresenta 62% de awareness e 44% de NPS, demonstrando elevado reconhecimento, mas ainda com espaço para fortalecer a preferência e a fidelização entre os consumidores das favelas.
Para a NÓS – Novo Outdoor Social, os resultados mostram que o comportamento digital nas comunidades evoluiu para uma lógica multiplataforma, em que diferentes serviços cumprem funções complementares ao longo da jornada de consumo.
Enquanto o YouTube concentra entretenimento, informação e aprendizado, o WhatsApp se consolida como um importante canal de circulação de vídeos, notícias e recomendações. A Netflix amplia sua relevância como principal plataforma de streaming, e Instagram e TikTok reforçam a presença do conteúdo curto.
“O maior valor do Tracking não está apenas em revelar quais marcas lideram uma categoria, mas em explicar por que determinados comportamentos estão mudando e o que isso significa para o mercado. As favelas são um território extremamente dinâmico e, muitas vezes, antecipam movimentos que depois se expandem para outros segmentos da população. Nosso papel é transformar esses sinais em inteligência para orientar decisões de negócio”, afirma Emília Rabello, sócia e fundadora da NÓS.
Outro destaque do levantamento é o alto nível de vínculo entre consumidores e plataformas digitais. WhatsApp, Netflix e YouTube sustentam médias de recomendação superiores a nove pontos, enquanto o NPS médio das principais plataformas chega a 64,1%, acima da média da categoria de entretenimento online (52,3%). Esse cenário demonstra que o consumidor das favelas valoriza experiências consistentes e tende a estabelecer relações duradouras com marcas que entregam relevância e qualidade.
Metodologia
O levantamento faz parte do Tracking de Marcas da Favela, estudo que monitora a percepção e o comportamento de consumo de moradores de favelas em todo o Brasil. A pesquisa foi realizada com 800 entrevistados, selecionados por meio de um aplicativo com usuários previamente perfilados por critérios de classe social, gênero, idade e localização, incluindo clusters específicos de favelas.
A amostra segue controle de cotas por gênero e faixa etária, e todas as respostas passam por processos de validação automática e manual para garantir a qualidade dos dados. O estudo possui margem de erro de 3,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Público regional representa 50% da ocupação de resort e impulsiona turismo em SC
Por Guido Schvartzman
Você sabia que 50% da ocupação média de um dos principais Resorts de SC e da maior festa Alemã das Américas é de público regional? Essa informação foi um dos destaques do painel que tive a honra de mediar esta semana.
Esses e outros insights valiosos foram compartilhados por Antônio Coradini, gerente Comercial e Marketing da Fazzenda Park Hotel, e pelo diretor-presidente da Oktoberfest Blumenau, Guilherme Gunther, no evento da ABIH-SC esta semana.
Entre as estratégias de comunicação para atingir esse público estratégico, ambos usam o Rádio e a TV. E a credibilidade é um dos critérios citados pela escolha da Mídia Regional como canal de atração dos consumidores.
Além disso, o Rádio e TV servem como meios fundamentais para construção de marca e desejo, despertando o interesse do público em viver as experiências que esses atrativos turísticos oferecem.
Conexões que transformam: o futuro da comunicação e das marcas em debate na ACI Novo Hamburgo
Por Wellington Machado
Na última quinta-feira tive a honra de participar do Prato Principal da ACI Novo Hamburgo, no Swan Tower, compartilhando algumas reflexões sobre o tema “Conexões que Transformam: o futuro da comunicação e das marcas.”
Agradeço à ACI pelo convite e a todos os empresários, líderes e profissionais que participaram desse momento de troca. Debates como esse reforçam algo em que acredito profundamente: o futuro da comunicação não será definido apenas pela tecnologia ou pela inteligência artificial, mas pela capacidade de construir conexões verdadeiras entre marcas, pessoas e propósito.
Vivemos um cenário em que audiência, dados e inovação precisam caminhar lado a lado com criatividade, estratégia e relacionamento. Marcas que entendem esse movimento deixam de apenas comunicar para gerar valor, confiança e resultados.
Foi uma satisfação compartilhar experiências, cases e aprendizados construídos ao longo da minha trajetória, mostrando como uma visão integrada entre TV, plataformas digitais, conteúdo e experiências pode transformar negócios.
Meu sincero agradecimento à ACI Novo Hamburgo pela confiança e a todos que contribuíram para esse encontro tão enriquecedor.
No fim, a tecnologia muda o mercado. Mas são as lideranças que transformam mercados em oportunidades. Esse é o papel de quem escolhe construir o futuro, e não apenas reagir a ele.
O novo mapa da atenção: como investir em ambientes fragmentados?
Por Tjiang (Meio & Mensagem)
CTV, streaming, creators, retail media e OOH: como distribuir investimentos em ambiente fragmentado?
A fragmentação do consumo de mídia transformou a atenção em moeda rara. O consumidor transita entre streaming, TV conectada (CTV), redes sociais, creators, podcasts, games, varejo digital, out-of-home (OOH) e experiências presenciais.
Nesse cenário, o desafio não é apenas alcançar as pessoas, mas conquistar atenção qualificada e gerar impacto real nos negócios.
Portanto, onde está a atenção do consumidor em 2026 e como as marcas devem reorganizar seus investimentos para acompanhar essa mudança?
A questão é saber: o que mudou na jornada de atenção?
Ou seja, como a multiplicação de telas alterou hábitos de consumo, qual é o papel do smartphone como centro da jornada; como é a convivência entre mídia tradicional e plataformas digitais e qual é o impacto da inteligência artificial (IA) na descoberta de conteúdo.
Sobre os novos territórios de atenção, há muita dispersão porque há várias plataformas.
O usuário (e as marcas) transita freneticamente entre streaming, CTV, influenciadores, retail media, OOH digital, podcasts e streaming de áudio, games e experiências imersivas e eventos e ativações presenciais.
Mas, o que realmente gera atenção? É o alcance ou o engajamento, a frequência ou a relevância?
Como desenvolver conteúdo, contexto e comunidade e como, de fato, medir qualidade da atenção?
Portanto, a questão é antever o futuro da mídia. Isso implica em saber como será o planejamento de mídia nos próximos anos, qual será o papel da IA na compra e otimização de mídia, o que os anunciantes esperam de veículos e plataformas e quais serão novas métricas de efetividade.
Com CTV, streaming, creators, retail media e OOH: como distribuir investimentos em ambiente fragmentado?
A fragmentação do consumo de mídia transformou a atenção em moeda rara. O consumidor transita entre streaming, TV conectada (CTV), redes sociais, creators, podcasts, games, varejo digital, out-of-home (OOH) e experiências presenciais.
Nesse cenário, o desafio não é apenas alcançar as pessoas, mas conquistar atenção qualificada e gerar impacto real nos negócios.
Portanto, onde está a atenção do consumidor em 2026 e como as marcas devem reorganizar seus investimentos para acompanhar essa mudança?
A questão é saber: o que mudou na jornada de atenção?
Ou seja, como a multiplicação de telas alterou hábitos de consumo, qual é o papel do smartphone como centro da jornada; como é a convivência entre mídia tradicional e plataformas digitais e qual é o impacto da inteligência artificial (IA) na descoberta de conteúdo.
Sobre os novos territórios de atenção, há muita dispersão porque há várias plataformas.
O usuário (e as marcas) transita freneticamente entre streaming, CTV, influenciadores, retail media, OOH digital, podcasts e streaming de áudio, games e experiências imersivas e eventos e ativações presenciais.
Mas, o que realmente gera atenção? É o alcance ou o engajamento, a frequência ou a relevância?
Como desenvolver conteúdo, contexto e comunidade e como, de fato, medir qualidade da atenção?
Portanto, a questão é antever o futuro da mídia. Isso implica em saber como será o planejamento de mídia nos próximos anos, qual será o papel da IA na compra e otimização de mídia, o que os anunciantes esperam de veículos e plataformas e quais serão novas métricas de efetividade.
Com Krizia Gatica, especialista em tendências na WGSN especialista em tendências na WGSN.
Quando a IA escreve por nós, o que acontece com a nossa capacidade de pensar?
Por Guilherme Ravache
Escrever nos obriga a pensar. Mas escrever com IA não é escrever. À medida que se torna onipresente, a IA mina “não apenas nossa capacidade individual de escrever, mas também a capacidade coletiva de uma sociedade de raciocinar, a capacidade interna de uma cultura de criar e a razão de todos se importarem”.
Coluna do Bret Stephens no NY Times está imperdível. Aqui um trecho traduzido:
O problema de escrever com I.A. é que isso enfraquece a mente — uma escada rolante em direção a um resultado quando o que você realmente precisa é criar o hábito diário de subir pela escada. À medida que se torna onipresente, a I.A. mina não só nossa capacidade individual de escrever, mas também a capacidade coletiva de uma sociedade de raciocinar, a capacidade interior de uma cultura de criar e a razão de todos para se importar. Já estamos lidando com o bem documentado declínio da leitura; a I.A. está acelerando o declínio da escrita, empurrando-nos ainda mais para o que Rose Horowitch, da The Atlantic, chama de nossa “era pós-letrada”.
O que, de modo singular, a escrita faz? Ela obriga ao pensamento. Ela obriga a pensar de maneiras que a contemplação silenciosa ou a linguagem falada raramente conseguem. Ela nos obriga a submeter nosso pensamento ao esforço da articulação, ao rigor da gramática, aos testes de inteligibilidade e coerência, ao escrutínio dos outros. Ao fazê-lo, também nos impõe ser claros, lógicos, precisos — e responsáveis. As pessoas talvez perdoem com facilidade uma palavra dita com raiva, mas não tão facilmente uma escrita com raiva, justamente porque o fato de ter sido escrita nos diz que foi ponderada.
Texto completo: https://lnkd.in/djQYt6_Z
Inteligência de consumo aproxima indústria e varejo
Retail media da Impulso integra canais físicos e digitais para gerar resultados de negócio e construir relações de longo prazo com os consumidores
Por Meio & Mensagem
O acesso aos hábitos e padrões de consumo dos clientes oferece às plataformas de retail media ativos valiosos na disputa pela atenção da audiência. A partir desses dados, é possível individualizar a comunicação, ampliar a personalização em escala e aumentar a assertividade dos investimentos em mídia. Com isso, as campanhas avançam além dos indicadores tradicionais e passam a gerar métricas diretamente ligadas ao negócio, como sell-out, conquista de compradores e ganho de share na categoria.
Esse modelo orienta a atuação da Impulso, plataforma de retail media do Grupo RD Saúde, especializada no varejo farmacêutico e de saúde e bem-estar. A partir da integração entre dados de consumo, inteligência de mercado e diferentes pontos de contato físicos e digitais, a empresa transforma a proximidade com o consumidor em insights e relatórios que dão contexto às campanhas e contribuem para relações mais sólidas entre marcas e clientes.
“Mais do que ampliar a eficiência da mídia, o retail media aproxima indústria e varejo em torno de uma mesma compreensão do consumidor. Quando dados, canais e estratégia atuam de forma integrada, as marcas ganham mais clareza para tomar decisões, ajustar suas ações e construir relações relevantes ao longo de toda a jornada”, explica Fabiana Manfredi, CEO da Impulso.
Funil completo: construção de marca ao pós-venda
O foco em métricas de negócio não significa que o retail media esteja restrita às etapas finais da jornada de compra. Seus recursos permitem acompanhar o consumidor desde a construção do reconhecimento e da consideração por uma marca até a conversão e o pós-venda. A integração entre os canais físicos e digitais viabiliza campanhas que atravessam aplicativos, ferramentas de gestão do relacionamento com o cliente (CRM), redes sociais, mídia programática e ambientes editoriais com conteúdo próprio, formando uma trilha de comunicação capaz de alcançar o público em diferentes momentos e contextos.
Essa operação exige uma estrutura tecnológica e metodológica robusta, capaz de conectar os diferentes pontos de contato com o cliente e, ao mesmo tempo, mensurar os efeitos das campanhas por meio de indicadores complementares. Os modelos de análise consideram impactos em reconhecimento de marca, consideração e intenção de compra, além dos ganhos incrementais gerados pelas ações. Assim, o retail media amplia a compreensão sobre o desempenho da comunicação e permite avaliar como cada interação contribui para os resultados ao longo de toda a jornada.
A sofisticação desse modelo contrasta com a percepção, ainda presente em parte do mercado, de que o retail media seria apenas mais um canal de publicidade digital orientado a cliques. Essa visão desconsidera um de seus principais diferenciais: a proximidade com o consumidor e a capacidade de acompanhar continuamente o comportamento da audiência. Na Impulso, a especialização nos segmentos farmacêutico, de saúde e bem-estar torna essa inteligência ainda mais estratégica para a indústria, especialmente em um ambiente marcado por alto grau de especialização e rígidos padrões de conformidade.
A integração entre dados de consumo, mídia e inteligência de negócio permite que a indústria considere, em uma mesma estratégia, fatores determinantes para o desempenho no varejo, como precificação, sortimento e posicionamento dos produtos nas gôndolas. “Nosso ecossistema entrega insights profundos de comportamento e inteligência de negócio que nenhuma plataforma de mídia tradicional consegue replicar”, explica Luiza Shahini, diretora comercial da Impulso.

Cocriação de estratégias para resultados na jornada
Na prática, a integração entre mídia, dados e inteligência de negócio ganha forma na construção conjunta de planos capazes de responder aos desafios da indústria e gerar mudanças concretas em seus indicadores.
Essa mesma capacidade de conectar dados, canais e comportamento também permite que o retail media atue como uma frente contínua de comunicação, orientada à construção de relações de longo prazo. Na Impulso, o mapeamento constante de grupos de consumidores dá origem a jornadas específicas, como a Jornada das Mães, em que as marcas acompanham diferentes fases da vida das clientes, compreendem mudanças nos padrões de consumo e desenvolvem mensagens alinhadas às necessidades de cada momento.
O mapeamento abrange, inclusive, mulheres que ainda não começaram a gestação, grupo que tende a investir até 235% mais em produtos isentos de prescrição (OTC) do que a média dos consumidores, com destaque para suplementação e vacinas. Na sequência, a jornada acompanha a mulher durante a gestação e nos primeiros meses de vida do bebê, período em que ganham relevância as categorias de perfumaria e higiene. Há, ainda, as mães experientes, cujo consumo se desloca para cuidados respiratórios, com investimento 81% superior à média nas categorias de produtos respiratórios e antialérgicos.
A estratégia combina a comunicação always on com ações sazonais voltadas à captura da intenção imediata de compra. Na Jornada das Mães, por exemplo, o período do Dia das Mães registra crescimento nas vendas de fragrâncias, de 40%; tratamentos de pele, de 33,8%; e banho infantil, de 20%. “Os pacotes sazonais capturam a intenção de compra imediata, mas é o investimento always on que constrói lealdade, alimenta o funil com frequência e permite que os algoritmos de dados tragam os melhores resultados de longo prazo para as marcas”, diz Fabiana Manfredi.
Adobe e Porta dos Fundos brincam com problemas corporativos
Parceria apresenta a integração do Adobe Acrobat com o WhatsApp em esquete e websérie
Por Larissa Santiago (Meio & Mensagem)

Cena da esquete do Adobe com o Porta dos Fundos (Créditos: Reprodução/Youtube)
A Adobe aposta no humor do cotidiano profissional em uma parceria com o Porta dos Fundos para divulgar o Acrobat, ferramenta que também possuí recursos voltados à produtividade e à gestão de documentos.
A colaboração começa com uma esquete e continua, a partir de 18 de agosto, com a websérie Os 12 Trabalhos de Gerson, publicada no Instagram e TikTok em collab entre as marcas.
Os conteúdos retratam situações recorrentes do ambiente de trabalho, como aprovações sucessivas, documentos em versões diferentes e acordos feitos por mensagens, para apresentar a integração do Adobe Acrobat com o WhatsApp.
Segundo a Adobe, a parceria explora situações em que conversas informais precisam se transformar em decisões e documentos oficiais, usando esse contraste como fonte de humor.
“A gente tenta encontrar um equilíbrio entre a identidade criativa e o humor do Porta dos Fundos e os objetivos da marca, para que a presença da Adobe esteja integrada à história de forma natural”, completa Daniel Belmonte, diretor de criação do Porta dos Fundos.














