Dinamize lança nova fase do programa de parcerias e aposta no reconhecimento de profissionais – 24.08.2026

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Você vai ler na coluna hoje: Dinamize lança nova fase do programa de parcerias e aposta no reconhecimento de profissionais, Na Anatel, Holanda vai relatar compra de telefonia fixa da Oi pela Método, Recuperação judicial da Casas Bahia coloca Bradesco em dívida bilionária, TV com parabólica vai ganhar recursos da TV 3.0 no Brasil; veja o que está previsto, Se toda decisão precisa passar pelo dono, talvez ele tenha construído um excelente emprego para si mesmo, não uma empresa, Eu escolho o caminho a partir do que eu acredito ser possível, não do óbvio, Testes de recepção indoor e topologia confirmam viabilidade técnica da TV 3.0, A marca de sorvete Häagen-Dazs vai sumir das prateleiras brasileiras depois de quase 29 anos vendendo potes por aqui, Segundo e último dia de Festival Élan e mais um motivo para comemorar!

 

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O Podcast Coluna do Nenê recebeu Riadis Dornelles, CEO LATAM da PremiumAds, para uma conversa sobre comunicação, publicidade e mercado.

Acesse o Canal Coluna do Nenê e confira.

 

Dinamize lança nova fase do programa de parcerias e aposta no reconhecimento de profissionais

A Dinamize, empresa brasileira especializada em automação de marketing e CRM, lança uma nova fase de seu programa de parcerias com a meta de dobrar a distribuição de comissões e prêmios para parceiros, além de ampliar a geração de negócios por indicação. Batizado de Conecta & Premia, a iniciativa é uma evolução do Dinamize Partner, ação estratégica que conta com mais de 1.100 parceiros entre agências e consultores, e responde por 20% da receita da empresa. Agora, em vez de concentrar premiações e benefícios nas empresas, o novo programa passa a valorizar os colaboradores. O objetivo é ampliar o engajamento da rede de parceiros e criar novos mecanismos de reconhecimento para quem participa diretamente das oportunidades comerciais.

“A nova fase do programa de parceiras reforça o posicionamento da Dinamize como referência em modelos de canais e de parcerias no mercado brasileiro de automação de marketing. Acreditamos muito na força de quem está na ponta do relacionamento com os clientes e identifica as oportunidades de negócios”, afirma Jonatas Abbott, CEO da Dinamize.

O Conecta & Premia funciona com um sistema de pontuação, ranking e premiações conforme os resultados alcançados. Ele está dividido em cinco níveis de categoria: Bronze, Prata, Ouro, Diamante e Premiere. Os prêmios são os mais variados, desde equipamentos tecnológicos, como Iphone e Ipad de última geração, até experiências com viagens e hospedagem em hotel e jantar/almoço inclusos. Além disso, a Dinamize está lançando um painel em que o parceiro poderá gerenciar suas comissões e resgatar seus prêmios.

“Nossa meta é aumentar em 100% a distribuição de comissões e prêmios para parceiros, como distribuição de iphones, viagens e experiências”, frisa Rafael Saudade, gerente de Marketing da Dinamize.

Para conhecer mais sobre o programa de parcerias, acesse o site www.dinamize.com.br/seja-parceiro/.

Dinamize Partner

Criado há mais de duas décadas, o Dinamize Partner faz parte da estratégia histórica da empresa e é direcionado a agências e consultores. Atualmente, existem duas modalidades: o Partner Indicador, que recebe comissões recorrentes de até 20% sobre os contratos fechados; e o Partner Gerenciador, que além da comissão, administra as contas dos clientes e recebe suporte especializado da área de Customer Success da empresa.

Além de agências e consultores, a Dinamize tem ampliado sua estratégia de relacionamento para incluir plataformas e empresas com atuação complementar ao seu ecossistema de marketing, vendas e atendimento. Com o Conecta & Premia, a empresa busca fortalecer a geração de negócios por indicação e ampliar a participação dos profissionais que atuam diretamente na construção dessas oportunidades.

Sobre a Dinamize

A Dinamize é uma plataforma brasileira completa em automação e CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) por e-mail, WhatsApp e SMS que se consolidou no mercado de tecnologia atraindo clientes dos mais diversos segmentos. Atualmente, atende mais de 9 mil marcas no Brasil e no exterior. A companhia ajuda empresas a venderem mais, conquistando uma comunicação mais personalizada com o cliente. Mais detalhes, visite o site: https://www.dinamize.com.br/ ou @dinamize.

Na Anatel, Holanda vai relatar compra de telefonia fixa da Oi pela Método

Por  Henrique Julião (Teletime)

Conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Edson Holanda será o relator do processo de anuência prévia para a operação de compra dos serviços de telefonia fixa (STFC) da Oi pela Método Telecom.

O sorteio de Holanda para a função foi realizado na manhã desta sexta-feira, 21, após a Superintendência Executiva da Anatel indicar “urgência no tratamento do tema em razão de interesse social na continuidade dos serviços” prestados pela tele.

Na última quinta-feira, 20, a Anatel instou a Oi a apresentar um plano de contingência para manutenção de serviços de telefonia fixa em localidades remotas onde a empresa é a única alternativa de atendimento. A prestação em cerca de 6,1 mil localidades é parte dos compromissos assumidos pela tele em acordo para fim da sua antiga concessão de telefonia fixa.

Em severa crise, a Oi não tem conseguido atender as obrigações a contento. Em paralelo, na próxima semana o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro deve julgar ações que podem resultar na decretação da falência da operadora.

Método

Empresa sediada em Minas Gerais, a Método adquiriu a unidade de serviços fixos da Oi – incluindo os compromissos – em leilão judicial no mês de abril, por R$ 60 milhões. O contrato já foi assinado, mas o fechamento da operação depende de trâmites como a anuência prévia da Anatel.

O caso é considerado complexo por envolver variáveis como garantias de manutenção do serviço em localidades remotas. A unidade de telefonia fixa adquirida pela Método também inclui serviços tridígito (como 190) e de interconexão.

Segundo apurou este noticiário, a análise técnica da Anatel estabelece que a anuência está condicionada à apresentação pela Método de garantias para a continuidade dos serviços, cujo custo estimado até o final de 2028 está na casa dos R$ 160 milhões. Não significa que a empresa precise fazer esse depósito: basta que se apresente uma carta de seguro, cujo custo financeiro tipicamente representa 0,5% do valor nominal a garantir (o que daria algo perto de R$ 800 mil).

Recuperação judicial da Casas Bahia coloca Bradesco em dívida bilionária

Saiba como a exposição de R$ 4,78 bilhões da varejista afeta o balanço e as ações do banco

Por  Jair Mendonça Jr (A Tarde)

A entrada em recuperação judicial do Grupo Casas Bahia coloca o Bradesco diante de uma dívida de R$ 4,78 bilhões.

O valor torna o banco um dos principais credores da varejista. Investidores questionam o efeito do montante no balanço financeiro e na trajetória de recuperação da instituição.

Classificação da dívida como extraconcursal

Dos R$ 4,78 bilhões, R$ 3,35 bilhões recebem a classificação de créditos extraconcursais.

Estes valores ficam fora das condições de pagamento estipuladas no plano de recuperação judicial.

Diferença entre casos de varejistas

O Bradesco acompanhava a estrutura de financiamento da Casas Bahia, que incluía operações de risco sacado e antecipação de recebíveis.

A ausência de inconsistências contábeis não esperadas diferencia este caso de ocorrências registradas em outras empresas.

O mercado financeiro mantém monitoramento sobre o nível de provisões já realizado pelo banco para cobrir o risco.

Desempenho do Bradesco e indicadores de crédito

O Bradesco registrou lucro líquido recorrente de R$ 7,05 bilhões no segundo trimestre de 2026, com retorno anualizado sobre o patrimônio líquido de 16%.

O banco apresenta sequência de melhora na rentabilidade. A inadimplência acima de 90 dias atingiu 4,3% em junho. A despesa com provisões para devedores duvidosos alcançou R$ 9,985 bilhões.

O banco prioriza operações com garantias em sua estratégia atual de crédito.

TV com parabólica vai ganhar recursos da TV 3.0 no Brasil; veja o que está previsto

Por Nathan Vieira

Fabricantes de receptores, emissoras e operadores de satélite estão desenvolvendo uma nova geração de equipamentos para televisão aberta via parabólica no Brasil, chamada de TVRO 2.5. A tecnologia está sendo demonstrada nesta semana durante a SET Expo, em São Paulo, e combina a recepção dos canais por satélite com conexão à internet.

O objetivo é manter a transmissão tradicional dos canais pelo satélite, enquanto a conexão com a internet adiciona recursos extras ao receptor. Dessa forma, o telespectador pode continuar assistindo à programação normalmente, mas tem acesso a funções que dependem de conectividade.

Entre as possibilidades estão pesquisas, votações e informações atualizadas, como previsão do tempo e indicadores financeiros. Esses conteúdos poderão aparecer diretamente na tela da televisão e ser controlados pelo usuário.

A proposta é semelhante ao conceito de televisão conectada que vem ganhando espaço com a TV 3.0, mas aplicada ao ecossistema das parabólicas.

Publicidade também será diferente

A conexão com a internet não servirá apenas para oferecer recursos ao público. As emissoras também poderão utilizar a tecnologia para criar novos formatos comerciais.

Um dos recursos previstos é o DAI (Dynamic Ad Insertion), que permite inserir anúncios de maneira dinâmica durante a programação. Também estão previstos formatos como banners.

A conectividade poderá ainda fornecer dados sobre o consumo dos conteúdos, permitindo a medição de audiência e oferecendo às emissoras informações mais detalhadas sobre o comportamento dos telespectadores.

Quais receptores terão a tecnologia?

O desenvolvimento envolve diferentes fabricantes. A Century, Bedin Sat e Vivensis estão entre as empresas que participaram dos acordos firmados para desenvolver receptores compatíveis com a nova proposta.

A tecnologia ganha relevância pela dimensão da TV via satélite no país. Segundo dados divulgados pela Claro, existem cerca de 17 milhões de receptores instalados, enquanto a distribuição por satélite alcança 180 canais de televisão e 32 emissoras de rádio.

Ainda não há, porém, uma oferta ampla de receptores TVRO 2.5 para o consumidor. A tecnologia segue em fase de desenvolvimento e demonstração.

Como isso se compara à TV 3.0?

O conceito fica mais fácil de entender quando comparado à experiência que já tivemos com a TV 3.0. Em nosso teste com um receptor DTV+ da Intelbras, verificamos na prática como a televisão aberta pode combinar transmissão convencional e internet.

Durante uma partida de futebol, foi possível acessar escalações, estatísticas, enquetes e opções adicionais de áudio pelo próprio controle remoto. A tecnologia também permitiu transmissão em 4K em conteúdos compatíveis.

A TVRO 2.5 segue justamente essa lógica de unir o sinal tradicional a recursos digitais, mas utilizando a infraestrutura da televisão aberta via satélite. Se a proposta avançar, a parabólica poderá deixar de ser apenas uma forma de receber canais e se tornar uma plataforma mais interativa. Vale lembrar que o conversor de TV 3.0 pode chegar grátis para famílias de baixa renda.

Se toda decisão precisa passar pelo dono, talvez ele tenha construído um excelente emprego para si mesmo, não uma empresa

Por Marcia Vale

Essa frase pode incomodar, mas existe uma fase do crescimento em que o maior talento do fundador começa a se transformar no maior gargalo do negócio.

Isso acontece muito em empresas de eventos.

O dono aprova o orçamento, negocia com o cliente, resolve o fornecedor, revisa a proposta, acompanha a montagem, responde à equipe e ainda é chamado quando alguma coisa sai do previsto.

No início, essa centralização parece cuidado. Afinal, foi justamente o padrão de exigência daquele empresário que fez a empresa conquistar espaço.

O problema aparece quando o negócio cresce.

Quanto mais contratos entram, mais decisões chegam à mesma pessoa e, sem perceber, a empresa passa a ter um limite de crescimento determinado pela agenda do próprio fundador.

Tenho uma convicção sobre isso: uma das maiores demonstrações de competência de um empresário não é conseguir controlar tudo, é construir uma empresa que preserve o seu padrão de excelência mesmo quando ele não está olhando.

Isso exige processo, treinamento, cultura, clareza de responsabilidades e, principalmente, coragem para deixar outras pessoas decidirem.

Delegar não significa diminuir o padrão.

Quando bem feito, significa transformar o padrão que estava na cabeça do fundador em patrimônio da empresa.

Uma empresa começa a ficar realmente valiosa quando a excelência deixa de depender de uma pessoa e passa a fazer parte do sistema.

Eu escolho o caminho a partir do que eu acredito ser possível, não do óbvio

Por Liana Bazanela

Foi assim quando trouxe a operação de uma agência de São Paulo para o RS e fui CEO por 19 anos. Comecei do zero — sem estrutura pronta, sem garantias, nem clientes.

Foi assim quando assumi a presidência da ARP – Associação Riograndense de Propaganda, como primeira mulher no cargo – mesmo não sendo uma profissional conhecida pelo mercado.

Foi assim quando aceitei ser a primeira mulher CMO de um clube de futebol no Brasil — não para provar ineditismo, mas para mostrar que é possível.

E foi assim quando deixei o cargo de CMO e escolhi não continuar na carreira executiva — optei por empreender e criar a HOC Sports , buscando desenvolver experiências e conteúdo no esporte, além do óbvio.

Coragem não nasce da falta de alternativa. Nasce da vontade de ir além — de construir algo melhor do que já está posto.

Este é o resumo da minha história. E você, acredita em ir além do óbvio?

Testes de recepção indoor e topologia confirmam viabilidade técnica da TV 3.0

Por Fernando Lauterjung

Campanhas de medição conduzidas pelas emissoras brasileiras comprovaram a eficiência da recepção indoor e da transmissão em topologia Slant para o padrão DTV+ (TV 3.0). Os resultados experimentais, essenciais para a definição da arquitetura dos novos sistemas de radiodifusão e para a segurança dos investimentos do setor, foram apresentados durante o SET Expo 2026, que acontece nesta semana em São Paulo.

A viabilidade da recepção interna, um dos pilares do novo decreto governamental para a próxima geração de TV, foi atestada por um estudo de campo conduzido na região metropolitana do Rio de Janeiro. A analista de Telecomunicações da Globo, Andressa Panice Muniz, detalhou que a engenharia da emissora avaliou 50 pontos utilizando o sinal transmitido em 277 MHz pelas estações do Sumaré e da Penha, com configuração MIMO 2×2 e modulação 16 QAM. Foram testados quatro modelos comerciais de antenas MIMO posicionados a um metro do chão, simulando a altura de um móvel residencial.

“A recepção indoor do DTV+ se mostrou viável, visto que a gente teve 94% de pontos de sucesso”, afirmou Andressa. Em 47 dos 50 locais houve decodificação adequada do sinal. A analista explicou que os três pontos de falha registraram potência inferior a -80 dBm. O uso de amplificadores de baixo ruído aumentou a margem de robustez do sinal nestes locais, mas não foi suficiente para recuperar as áreas sem cobertura.

Topologia Slant

Em paralelo, testes realizados em São Paulo avaliaram o desempenho da transmissão em VHF utilizando a topologia Slant, com antenas inclinadas em 45 graus positivos e negativos, em comparação com a configuração linear ortogonal tradicional. O coordenador de Sistemas de RF da Record, Emerson Costa, explicou que a equipe percorreu cinco localidades paulistanas para verificar a estabilidade do sinal gerado por um transmissor de 1,5 kW.

“A polarização Slant mais ou menos 45 apresentou distribuição de potência mais equilibrada entre os canais e menor assimetria em comparação à configuração HV linear, demonstrando maior estabilidade nos diferentes cenários analisados”, destacou Costa. As medições indoor, realizadas a 1,6 metro e 2 metros de altura, mostraram que a topologia mitiga perdas por rotação de polarização e aproveita melhor a diversidade espacial inerente à tecnologia MIMO.

O painel, moderado por Cristiano Akamine, conselheiro Deliberativo da SET e professor do Laboratório de TV digital da Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, contextualizou que os esforços das emissoras respondem diretamente ao decreto governamental da TV 3.0. A regulação estabelece que os novos receptores deverão ter antenas embutidas ou acopláveis, alterando o paradigma atual.

O engenheiro de Projetos de Radiodifusão da LM Telecom, Alberto Botelho, explicou que a mudança exige uma revisão histórica do planejamento de radiofrequência, que nas gerações anteriores considerava antenas externas instaladas a 10 metros de altura. Com a nova premissa de recepção a 1,5 metro do solo e os obstáculos estruturais (perda de penetração) das residências, a necessidade de intensidade de campo é significativamente maior.

Botelho apontou que cálculos recentes provaram ser possível cobrir a população metropolitana com uma intensidade de campo de 63 dBµV/m na faixa de 300 MHz, desde que haja flexibilidade nos parâmetros de modulação. Este referencial numérico já consta no Ato de Requisitos Técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), atualmente em consulta pública. “O projeto de cobertura da TV 3.0 é desafiador, precisa se adaptar aos novos conceitos de recepção, especialmente para antena interna e segmentação geográfica”, resumiu o engenheiro.

Além do desafio físico da propagação de radiofrequência, a arquitetura baseada em IP da TV 3.0 introduz uma complexidade inédita na camada de transporte das emissoras. O vice-presidente de Product Support and Engineering Services da Triveni Digital, Kota Sribuddharaju, alertou os tomadores de decisão para a necessidade de monitoramento proativo de toda a cadeia de entrega, do estúdio à torre.

“Manter a entrega contínua no ar é um grande desafio técnico”, afirmou Sribuddharaju. Ele destacou que a ausência de dados básicos, como o sinal de sincronização de rede chamado “bootstrap”, ou conflitos nas tabelas de sinalização de rotas, resultam em perda imediata de sintonia nos televisores. A solução exige a implementação de sistemas de garantia de qualidade de serviço (SQA) que façam a validação contínua do fluxo de bits em pontos críticos, como no gerador de rotas, no empacotamento STLTP e na saída RF.

Os estudos práticos de cobertura seguirão em expansão nos próximos meses. A equipe de engenharia da Globo, em parceria com a Universidade Presbiteriana Mackenzie, já iniciou novas rodadas de medições indoor nas cidades de São Paulo e Brasília. Os dados coletados alimentarão os grupos de trabalho do Fórum Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD), fornecendo os insumos finais para as decisões operacionais do mercado de radiodifusão no processo de migração tecnológica.

A marca de sorvete Häagen-Dazs vai sumir das prateleiras brasileiras depois de quase 29 anos vendendo potes por aqui

(Curioso Mercado)

A General Mills, dona da marca, confirmou o fim da distribuição oficial no país como parte de uma reformulação global de portfólio.

A decisão apareceu junto com a venda da operação brasileira da General Mills para o Grupo 3corações, por R$ 800 milhões.

O negócio, anunciado em 17 de março de 2026, levou as marcas Yoki Alimentos S.A. e Kitano para o grupo cearense do café.

A Häagen-Dazs ficou de fora do pacote, porque a General Mills mantém o sorvete super premium como uma de suas plataformas globais.

A marca chegou ao Brasil em 1997 e abriu a primeira loja em São Paulo no ano seguinte, com a promessa de 29 unidades.

A conta nunca fechou, e a companhia encerrou suas oito lojas próprias em 2018 para vender apenas em supermercados e restaurantes.

Segundo e último dia de Festival Élan e mais um motivo para comemorar!

Por Lucas Feltes

A WT.AG vencedora na categoria Branded Content com a campanha Histórias que Crescem com a Gente, criada para celebrar os 40 anos da Sicredi Serrana.

Um projeto que partiu de uma história construída ao longo de quatro décadas para mostrar algo ainda maior: as relações, as pessoas e as comunidades que cresceram junto com a marca.

Esse prêmio tem um significado especial porque reconhece justamente a capacidade de transformar uma trajetória institucional em conteúdo relevante, próximo e capaz de gerar conexão de verdade com o público.

Parabéns a todo o time da WT.AG que colocou estratégia, criatividade e sensibilidade nesse trabalho. E obrigado à Sicredi Serrana pela confiança e pela parceria na construção de uma campanha tão importante para a história da marca.

Fechamos o Festival Élan com mais um troféu e com a certeza de que grandes histórias ficam ainda maiores quando são bem contadas.

Millennials e geração Z preferem terminar relacionamento a assumir dívida do parceiro

Pesquisa mostra que quase metade dos americanos considera a situação financeira um fator decisivo para iniciar ou manter um relacionamento sério

Por Catherina Gioino  Fortune

Verificar a pontuação de crédito de um parceiro era algo que costumava aparecer como piada antes do terceiro encontro. Agora, isso está mais próximo de uma prática comum.

Segundo a pesquisa Love & Money Survey 2026, do TD Bank, que ouviu 2 mil adultos, 46% dos americanos dizem que as dívidas ou os hábitos financeiros de uma pessoa influenciam a decisão de iniciar um relacionamento sério. Entre os millennials (51%) e a geração Z (49%), esse percentual é superior ao registrado entre a geração X e os baby boomers (39% em ambos os grupos).

A mudança contraria a percepção tradicional de que as gerações mais jovens são mais relaxadas, colaborativas e menos julgadoras em relação ao dinheiro do que seus pais. Para Ashley Weeks, estrategista patrimonial do TD Bank, a transformação reflete mais as condições econômicas atuais do que uma mudança de valores.

“Há uma divisão bastante significativa entre as respostas da geração X e dos baby boomers em comparação com millennials e geração Z”, disse Weeks à Fortune. “Nossa interpretação é que isso é uma resposta aos estímulos econômicos existentes.”

Entre esses fatores estão o endividamento estudantil, a inflação e o alto custo da moradia, que tornaram as finanças pessoais inseparáveis de outras áreas da vida, incluindo a escolha de um parceiro amoroso.

Segundo Weeks, assessores financeiros do TD Wealth frequentemente têm conversas separadas com diferentes gerações da mesma família, e as preocupações costumam ser muito distintas.

“As pessoas mais jovens parecem focar mais na capacidade de alguém sobreviver financeiramente e ser independente ao avaliar o potencial de longo prazo de um relacionamento”, afirmou.

Ele acrescenta que parentes mais velhos nem sempre compreendem a pressão enfrentada pelos mais jovens.

“Às vezes, pais e avós não conseguem entender o que as novas gerações estão vivendo.”

Acordos pré-nupciais deixam de ser tabu

Mais da metade dos entrevistados (54%) afirmou que consideraria assinar um acordo pré-nupcial, percentual muito acima dos níveis historicamente registrados.

Para Weeks, a mudança está ligada à exposição das gerações mais jovens aos divórcios de seus pais e avós.

“As pessoas viram seus pais e talvez seus avós passarem por divórcios, e muitas vezes sentem que o resultado não foi justo”, disse.

Ele observa que, especialmente entre mulheres millennials e da geração Z, houve uma mudança cultural que passou a enxergar o acordo pré-nupcial não como sinal de desconfiança, mas como uma ferramenta de planejamento patrimonial.

“Ao menos considerar essa opção é uma forma de criar suas próprias regras, em vez de simplesmente aceitar as regras padrão do Estado onde se vive.”

Segundo sua experiência, casais que discutem e elaboram um pré-nupcial tendem a se divorciar menos.

“Talvez porque já tenham desenvolvido a habilidade de conversar abertamente sobre assuntos difíceis. Isso costuma indicar um relacionamento saudável.”

Dívidas do parceiro pesam mais do que antes

Para Weeks, o comportamento observado na pesquisa é uma resposta lógica ao ambiente econômico atual.

“Não acho que as pessoas tenham mudado. O que mudou foi o contexto econômico.”

Ele destaca que comprar uma casa, economizar dinheiro, obter crédito ou quitar empréstimos tornou-se significativamente mais difícil.

“Quando você mistura suas finanças com as de outra pessoa, as dívidas dela passam a ser suas também. Os hábitos de consumo dela afetam diretamente você”, afirmou.

“Existe uma maior consciência de que isso terá um enorme impacto tanto na satisfação do relacionamento quanto na satisfação com a vida.”

Segredos financeiros são comuns

A pesquisa revelou ainda que:

  • 30% dos entrevistados admitiram esconder uma compra ou decisão financeira de um parceiro ou familiar;
  • 11% disseram manter uma conta bancária secreta, desconhecida pelas pessoas mais próximas.

Esse dado surpreendeu o próprio Weeks.

“Isso exige um certo nível de ocultação, especialmente para pessoas casadas que declaram impostos em conjunto. Foi um dos números que mais me chamaram atenção.”

Os itens mais frequentemente escondidos incluem:

  • dívidas de cartão de crédito;
  • apostas e jogos de azar;
  • pontuação de crédito ruim.

Segundo ele, a principal motivação não é necessariamente a fraude, mas o medo de julgamento.

“Muitas pessoas acreditam que serão criticadas se forem totalmente transparentes sobre seus hábitos financeiros.”

Ajuda financeira flui em todas as direções

A pesquisa também mostrou que o apoio financeiro dentro das famílias não ocorre apenas dos pais para os filhos.

Cerca de dois terços dos entrevistados disseram já ter recebido ajuda financeira de familiares ou pessoas próximas. Ao mesmo tempo, aproximadamente 70% afirmaram já ter ajudado financeiramente alguém.

Para Weeks, isso demonstra que o dinheiro circula entre gerações em diferentes momentos da vida.

“À medida que as pessoas envelhecem, elas recebem ajuda e, quando estão em posição de ajudar, a grande maioria o faz.”

Os exemplos vão desde auxiliar na entrada de um imóvel até manter um filho adulto em um plano familiar de celular.

Além disso, cerca de um terço dos entrevistados afirmou fazer parte da chamada “geração sanduíche”, responsável simultaneamente por apoiar financeiramente filhos e parentes idosos.

No geral, os resultados sugerem que, para millennials e integrantes da geração Z, dinheiro deixou de ser apenas uma questão prática e passou a ser um fator central na avaliação da estabilidade e do potencial de longo prazo de um relacionamento.

 

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