Você vai ler na coluna hoje: As chuteiras não são rosas pelo verde do campo, Panvel reposiciona linha de maquiagens com estratégia de arquitetura de marca, O que um ingresso para a Copa do Mundo e uma ação da SpaceX têm em comum?, Não, a TV aberta não morreu. E a CazéTV também não precisa matar para vencer, Pilar integra articulação e operação da 1ª Semana de Ação Climática de Porto Alegre, “Tentaram nos calar”: marcas transformam restrições da FIFA em alavanca de Marketing, Lançamento: Dudu News expande sua marca com nova casa em Novo Hamburgo, Edição especial do Frente a Frente do Sinapro-RS traz André Lacerda ao Rio Grande do Sul para debater o novo Sistema Nacional de Listas Referenciais
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As chuteiras não são rosas pelo verde do campo
Por Luiz Filipe Carneiro Machado
Achei curioso quando comecei a ver a quantidade de jogadores usando chuteiras rosas na Copa. E ainda mais curioso quando notei que eram de marcas diferentes.
A Nike tem uma explicação oficial. Odinga Nimako, uma das lideranças do time global de calçados da marca, disse publicamente que o rosa contrasta com o gramado verde. Aparece melhor na TV, nas arquibancadas, nos replays em câmera lenta.
É uma explicação razoável. Muita gente pegou isso como verdade absoluta e replicou como se tivesse sido uma ideia disruptiva que todos, curiosamente, tiveram ao mesmo tempo.
O problema é que o gramado é verde desde que grama existe. Ninguém nunca tinha notado isso?
Esse tipo de coincidência não existe.
A lógica que não fecha
Nenhum argumento de visibilidade explica por que cinco marcas independentes, Nike, Adidas, Puma, New Balance e Skechers, chegaram à exata mesma conclusão ao mesmo tempo, para o mesmo torneio, em tons quase idênticos de rosa. Se a cor contrasta melhor com o verde, a Adidas teria descoberto isso antes da Nike. Ou a Nike antes da Puma. Alguém teria chegado antes e levado vantagem competitiva por algumas temporadas.
Não foi o que aconteceu.
O que aconteceu foi que todas elas leram o mesmo relatório.
A agência que decide o que todo mundo vai querer
A WGSN é uma das maiores agências de previsão de tendências do mundo. O negócio deles é simples de explicar e difícil de executar. Cruzam dados de consumo, passarelas, redes sociais e comportamento cultural para prever, com dois anos de antecedência, quais cores e estilos vão dominar o mercado. Uma assinatura custa cerca de 25 mil dólares por ano, e mais de 6.500 marcas pagam por isso.
Em 2024, a WGSN publicou seu relatório de cores para a primavera/verão de 2026. Entre as cinco cores-chave selecionadas estava o “Electric Fuchsia“, um rosa vibrante descrito como a evolução mais ousada do rosa Barbie, que havia varrido o mercado em 2023. A cor foi apresentada como símbolo de energia, confiança e identidade digital, “uma cor para marcas que não têm medo de se destacar.”
As marcas esportivas planejam coleções com aproximadamente dois anos de antecedência. A Copa do Mundo 2026 começaria em junho de 2026. A conta fecha.
Nike, Adidas e Puma contratam as mesmas agências de tendência, alimentam as mesmas fontes de dados de consumidor e respondem às mesmas pressões de mercado. Não precisaram se reunir numa sala para chegar à mesma conclusão. Elas só precisaram fazer o dever de casa.
A profecia que se cumpre sozinha
Existe um conceito chamado profecia autorrealizável. É uma previsão que, quando amplamente acreditada, cria as condições para que se torne verdade. O banco que todos acham que vai quebrar acaba quebrando porque todos sacam o dinheiro ao mesmo tempo.
As agências de tendência operam num mecanismo parecido. Quando a WGSN aponta o Electric Fuchsia como a cor do momento, ela não está apenas descrevendo o futuro. Ela está participando da construção dele, porque os clientes dela são exatamente as marcas com poder de fazer qualquer cor dominar qualquer mercado.
A chuteira escolhida por cada marca como um diferencial visual, uma aposta em destaque, acabou virando uniforme. Quando todas as marcas chegam à mesma resposta usando as mesmas ferramentas, o diferencial vira padrão. A chuteira que deveria gritar o nome da marca num campo de futebol virou um mar uniforme de rosa. Ninguém copiou ninguém. O mercado só seguiu o mesmo mapa.
Messi está usando chuteiras brancas inspiradas nas cores da Argentina. Cristiano Ronaldo, douradas comemorativas de sua sexta Copa. Pulisic, brancas com estrelas azuis. São as únicas chuteiras que qualquer torcedor consegue identificar de longe.
Panvel reposiciona linha de maquiagens com estratégia de arquitetura de marca
Por Ian Cândido
A Panvel avança em sua estratégia de fortalecimento de marcas próprias e apresenta a Panvel 24&7, nova marca de maquiagem da companhia. O lançamento marca a evolução da antiga Panvel Make Up e integra um movimento mais amplo de reorganização da arquitetura de marca da varejista, com foco na construção de identidades mais consistentes em linguagem, posicionamento e expressão visual.
O projeto contempla uma nova identidade visual e um reposicionamento da linha dentro da categoria de beleza. A proposta é trazer ao mercado uma marca mais contemporânea e conectada aos diferentes perfis de consumo. O nome Panvel 24&7 faz referência à ideia de presença contínua, acompanhando a rotina dos consumidores em diferentes momentos e ocasiões.
Além disso, o novo código gráfico atualiza os códigos da antiga Panvel Make Up por meio de uma estética mais limpa e contemporânea, enquanto o símbolo “&” passa a atuar como elemento proprietário da marca em embalagens, conteúdos e ativações.
Para sustentar a nova fase, a companhia estruturou uma campanha 360º que contempla canais proprietários, creators, relações públicas, ações em loja, digital, CRM, mídia OOH e experiências de marca. A campanha publicitária foi desenvolvida pela HOC, enquanto a estratégia de conteúdo conta com a participação da Eyxo.
A nova linha está disponível nas lojas da rede, além do aplicativo e do e-commerce da companhia.
O que um ingresso para a Copa do Mundo e uma ação da SpaceX têm em comum?
Por Guilherme Ravache
Mais do que parece. Ambos ajudam a explicar como o FOMO se tornou uma das forças mais poderosas da economia atual.
A sigla em inglês para “Fear of Missing Out”, o “medo de ficar de fora”, ajuda a justificar ingressos de milhares de dólares para partidas entre seleções sem grande prestígio e avaliações estratosféricas para empresas que ainda acumulam prejuízos, como a SpaceX.
Em um mundo em que atenção, status e expectativa viraram ativos valiosos, o preço deixa de refletir apenas o valor real e passa a representar o desejo de participar da história, ou melhor, de não ficar de fora dela.
Na Copa do Mundo de 2026, os estádios estão lotados apesar dos ingressos serem os mais caros da história, da hospedagem com o dólar valorizado e da logística complexa de jogos em três países diferentes. Em média, os preços dos ingressos subiram 86% nos últimos 30 dias, e assistir à final já custa no mínimo US$ 10 mil para quem quiser comprar uma entrada.
Mas esse fenômeno não está restrito ao esporte. A SpaceX alcançou uma avaliação superior a US$ 2,5 trilhões após realizar o maior IPO da história, mesmo fechando o ano passado com quase US$ 4,9 bilhões de prejuízo e tendo perdido mais US$ 4,28 bilhões nos primeiros três meses deste ano.
A Copa vende uma escassez fabricada. Já que a experiência é finita, ou você estava lá ou não estava. A SpaceX vende uma expectativa fabricada. A aposta em resultados que talvez nunca cheguem como o esperado. O torcedor paga pelo que vai viver e o investidor, pelo que imagina que vai ganhar.
Em ambos os casos, o valor está cada vez menos no produto em si e cada vez mais naquilo que ele representa.
Não, a TV aberta não morreu. E a CazéTV também não precisa matar para vencer
Por Vitor Thomaz
Começou a Copa do Mundo de Futebol Masculino 2026 e o implacável tribunal de especialistas da internet publicou, com imagens geradas por IA e títulos catatônicos, o obituário apressado: a TV aberta morreu.
Quem trabalha com comunicação já deve ter ouvido isso por muitos e muitos anos. Morreu o rádio. Morreu o jornal. Morreu a revista. Morreu a TV paga. O mundo conectado coleciona mortes, aparentemente até mesmo da TV Globo, o maior grupo de mídia do país e um dos maiores do mundo.
Agora, a catarse tomou forma porque a Globo registrou uma audiência de “apenas” 33 pontos, algo menor do que em anos anteriores. Isso aconteceu ao mesmo tempo que a CazéTV conquistou o recorde global de maior live no YouTube durante o jogo do Brasil contra Marrocos. É uma conclusão sedutora para muitos, mas também é algo extremamente simplista.
A CazéTV fez algo enorme. Reuniu milhões de aparelhos simultâneos, consolidou uma linguagem própria para o esporte ao vivo e mostrou que tem um público que quer mais do que uma transmissão. Quer companhia, comentário, pertencimento, meme, bastidor e conversa em tempo real. Isso é mudança de hábito. Mas reconhecer a força da CazéTV não exige decretar a morte da Globo.
Primeiro, porque as métricas não são equivalentes. A TV aberta tem dados divulgados pelo Painel Nacional de Televisão (PNT) da Kantar IBOPE Media, que opera com uma metodologia estatística própria, medindo o cenário nacional com base em 15 mercados. Isso significa que os números são aproximados, não uma contagem absoluta. Já o YouTube não tem intermediário e mostra o número de aparelhos conectados para quem quiser ver, sem barreiras geográficas. Comparar os dois lado a lado, como se fossem a mesma régua, é o erro de origem de toda a narrativa inflamada.
Segundo, porque a Globo já não opera apenas como uma emissora de TV aberta. Ela é um grupo de mídia com TV aberta, canais pagos, streaming, jornalismo, esporte, entretenimento, tecnologia, dados e venda publicitária em múltiplas frentes. Quando parte da audiência migra para Globoplay, SporTV ou ge, isso não significa simplesmente fuga. Em muitos casos, significa redistribuição dentro do próprio ecossistema. E nada disso entra na conta pública, porque não são dados abertos (mas, pelo que conversei com colegas que trabalham na empresa da família Marinho, os números foram muito bons).
A televisão perdeu exclusividade, não relevância. Durante décadas, ela foi o grande endereço comum do país. O lugar onde o Brasil parava junto, via junto e comentava a mesma cena no dia seguinte. Esse lugar mudou porque o consumo mudou. Hoje, um jogo da Seleção pode estar na TV da sala, no celular, no bar, no YouTube, no Globoplay, no grupo do WhatsApp, no corte do TikTok e no comentário em tempo real no twitter (me recuso a chamar de X, mil desculpas). O evento continua sendo nacional, mas a experiência deixou de ser única.
Por isso, dizer que a CazéTV matou a Globo é uma forma pobre de reconhecer um acerto importante. A CazéTV não precisa matar ninguém para vencer. Ela vence quando prova que esporte ao vivo também pode ser comunidade, linguagem nativa da internet e produto comercial relevante. Vence quando transforma transmissão em ambiente de convivência. Vence quando cria hábito em uma geração que não necessariamente começa a jornada pela TV aberta. E tudo isso com um investimento massivo em qualidade técnica e de conteúdo, afinal, a cobertura e transmissão que vemos hoje é fruto de muitos profissionais altamente qualificados, não só do carisma do Casimiro.
Ao mesmo tempo, dizer que a Globo perdeu porque fez menos audiência do que em Copas anteriores ignora a escala que ela ainda tem, a força da TV aberta em eventos nacionais e a capacidade do grupo de distribuir o mesmo produto em várias superfícies. Uma empresa que segue liderando com folga a audiência linear, mantém força comercial, tem canais pagos relevantes, investe em streaming e ainda ocupa um lugar central na cultura brasileira não desaparece porque um player mais novo fez um recorde histórico no YouTube e tem acumulado vitórios numa ascensão extremamente relevante.
O sucesso do streaming não anula o êxito da TV aberta. As duas coisas podem ser verdade ao mesmo tempo.
Pilar integra articulação e operação da 1ª Semana de Ação Climática de Porto Alegre
A Pilar é a responsável pela produção executiva e operacionalização da 1ª Semana de Ação Climática de Porto Alegre, que acontece entre os dias 20 e 26 de julho e integra o movimento global das Climate Action Weeks.
Porto Alegre receberá em julho a 1ª Semana de Ação Climática, iniciativa que busca fortalecer o debate e a implementação de soluções relacionadas à adaptação climática, reconstrução resiliente, justiça climática e desenvolvimento sustentável.
A produtora gaúcha, Pilar – Estratégia, Experiência e Conteúdo, coordena a estrutura de produção, comunicação, operação, relacionamento institucional, fornecedores, tecnologia e integração entre os diversos atores envolvidos na construção da iniciativa, que reúne organizações da sociedade civil, universidades, movimentos sociais, setor privado, organismos internacionais e poder público.
O trabalho teve início ainda na fase de concepção e articulação da Semana, incluindo a produção do evento de lançamento realizado em maio, no Multipalco Eva Sopher, que reuniu representantes da sociedade civil, universidades, instituições parceiras e contou com a participação do presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago.
A atuação também marca um novo momento da empresa, que recentemente concluiu sua transição de marca. Anteriormente conhecida como Plurális, a Pilar amplia sua atuação em projetos especiais, comunicação, audiovisual e produção de eventos de impacto.
Para Duda Liz, fundadora da Pilar, a complexidade do projeto reflete justamente a força da colaboração entre diferentes setores da sociedade: “Esta é uma iniciativa construída por muitas mãos. Temos organizações com trajetórias muito diferentes, mas conectadas pelo desejo de acelerar soluções para os desafios climáticos. Nosso papel como produção executiva é criar as condições para que todas essas vozes possam se encontrar, colaborar e transformar conhecimento em ação. A Semana é resultado da mobilização coletiva de dezenas de instituições, especialistas, lideranças e comunidades comprometidas com o futuro”, destaca.
Ao longo de sete dias, a programação reunirá painéis, oficinas, encontros comunitários, atividades culturais, experiências territoriais, fóruns temáticos e eventos autogestionados organizados por instituições parceiras. A sede principal será o Multipalco Eva Sopher, no Complexo Theatro São Pedro, mas diversas atividades autogestionadas também acontecerão em outros espaços parceiros na cidade.
As inscrições para integrar a programação oficial seguem abertas até 5 de julho pelo site semanadeacaoclimatica.poa.br
“Tentaram nos calar”: marcas transformam restrições da FIFA em alavanca de Marketing
Por Ian Cândido
Após a repercussão do caso da Levi’s, que teve o logotipo coberto nas estruturas do próprio Levi’s Stadium e transformou o apagamento em ação de Marketing, foi a vez da Heinz levar uma pitada de ironia às redes sociais. Nos ambientes oficiais da competição, as embalagens dos produtos da marca estão sendo censurados com fita adesiva para esconder o logotipo da empresa, que não faz parte da lista de patrocinadora da FIFA.
Com a legenda “tentaram nos calar”, o perfil brasileiro da Heinz postou uma foto ilustrando a situação. Dois dias antes, a página global da marca havia feito uma publicação semelhante, reforçando a presença dos produtos da casa nos ambientes de partida, “mesmo sem poder dizer isso abertamente”. A Levi’s aproveitou o timing e participou da postagem com a resposta “nossa, você também?”.
Já o CMO da Lumen Technologies, Ryan Asdourian, aproveitou a situação para criar um momento viral. A empresa detém os naming rights do Lumen Stadium, em Seattle, e Asdourian publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece ajudando voluntariamente a equipe responsável a cobrir o nome da empresa em diferentes pontos da arena.
Ele explica que a remoção temporária da marca do estádio não reduz sua relevância nem apaga sua presença como uma das maiores redes de fibra óptica do mundo — um ponto reforçado durante toda a extensão da postagem.
A determinação da FIFA para ocultar as marcas não patrocinadoras oficiais em áreas ligadas à Copa do Mundo de 2026 faz parte das regras de “clean venue” adotadas pela entidade organizadora e vem impactando marcas gigantes sobretudo nos Estados Unidos, onde boa parte dos estádios têm os naming rights controlados por terceiros.
Outros casos notáveis são:
Mercedes-Benz — Mercedes-Benz Stadium (Atlanta, Geórgia)
O estádio passou a ser chamado apenas de “Atlanta Stadium” durante o torneio e elementos da identidade da Mercedes-Benz foram cobertos ou adaptados – o que, no caso, exigiu um esforço consideravelmente maior do que o realizado no caso da Levi’s.
Isso porque o estádio tem o símbolo da Mercedes-Benz integrado à arquitetura tanto na face quanto no teto retrátil. O tamanho da estrutura tornou mais complexo o processo de apagamento completo.
Gillette — Gillette Stadium (Foxborough, Massachusetts)
O estádio do New England Patriots teve um dos trabalhos mais visíveis e criativos de adaptação. A principal logo da Gillette na fachada foi coberta com um grafismo que se assemelha à textura da espuma de barbear da companhia.
Dentro do estádio, o trabalho foi um pouco mais complexo. Os logos presentes nos assentos do “Boston Stadium” também foram escondidos, desta vez, com milhares de adesivos – 64,1 mil, para ser mais exato – aplicados para remover por completo a exposição da marca.
BBVA — Estádio BBVA (Monterrey, México)
A casa do Monterrey, que possui naming rights do banco BBVA, foi identificada pela FIFA como Estádio Monterrey. As referências à instituição financeira foram removidas dos materiais oficiais e dos elementos de comunicação relacionados ao estádio durante o Mundial.
Banorte — Estádio Banorte (Cidade do México, México)
O estádio mais tradicional do México também passou por uma adaptação para a Copa de 2026. A arena, que recebeu o nome comercial de Estádio Banorte após um acordo de naming rights, deixou de utilizar a referência ao banco durante o torneio e passou a ser apresentada pela FIFA como Estádio Cidade do México.
MetLife — MetLife Stadium (East Rutherford, Nova Jersey)
O estádio que receberá a final da Copa do Mundo foi rebatizado pela FIFA como New York New Jersey Stadium. A alteração remove a referência à seguradora MetLife da comunicação oficial do evento, incluindo materiais, sinalizações e transmissões, seguindo a regra de neutralização de marcas comerciais não patrocinadoras.
Lançamento: Dudu News expande sua marca com nova casa em Novo Hamburgo
Novo Hamburgo, RS – O cenário de entretenimento da região acaba de ganhar um reforço de peso. Conhecido por sua forte presença local, o Dudu News oficializou o lançamento de sua mais nova casa em Novo Hamburgo. O novo espaço chega com a promessa de consolidar ainda mais a marca, trazendo um conceito renovado, ambiente moderno e uma proposta pensada para surpreender o público.
A abertura desta nova operação marca um momento de expansão estratégica para o Dudu News. Com uma estrutura ampliada e atendimento aprimorado, a casa foi planejada nos mínimos detalhes para oferecer uma experiência única — combinando o melhor do seu cardápio tradicional a novidades exclusivas que devem ditar tendência na cidade.
“Este novo passo representa não apenas o crescimento do Dudu News, mas também o nosso compromisso em continuar inovando e entregando o melhor para Novo Hamburgo.”
O espaço já está de portas abertas para receber clientes, amigos e entusiastas da boa mesa.
Edição especial do Frente a Frente do Sinapro-RS traz André Lacerda ao Rio Grande do Sul para debater o novo Sistema Nacional de Listas Referenciais
Principal fórum de lideranças do mercado publicitário gaúcho está agendado para quinta-feira, dia 25, na PUCRS, em Porto Alegre
A Lista Referencial de Valores, que baliza os serviços e os preços praticados pelas agências de propaganda, evoluiu e agora é o Sistema Nacional de Listas Referenciais, coordenado pelo Sistema Sinapro/Fenapro. Para explanar e debater o novo processo de orçamentação ágil para o dia a dia das empresas do setor, o Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS) promove uma edição especial do Frente a Frente, principal fórum de lideranças do mercado publicitário gaúcho. O encontro está agendado para o dia 25 de junho (quinta-feira), a partir das 9h30min, na Escola de Comunicação, Artes e Design (Famecos) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre.
O novo Sistema Nacional de Listas Referenciais será apresentado em primeira mão para o mercado gaúcho por André Lacerda, diretor do Sinapro-MG e um dos principais idealizadores do novo modelo de orçamentação. Lacerda vem se debruçando e construindo o projeto de unificação nacional há mais de quatro anos.
A nova plataforma – prevista para vigorar no Rio Grande do Sul a partir de 1º de julho – irá conferir mais segurança, clareza e padronização aos custos internos das agências. No encontro com as lideranças da indústria criativa gaúcha, Lacerda irá apresentar as mudanças e benefícios do novo modelo, incluindo uma demonstração online para testar a solução na prática.
O presidente do Sinapro-RS, Juliano Brenner Hennemann, que é também VP da Fenapro, destaca o impacto e a relevância desta iniciativa de unificação nacional das listas de valores. “Será uma mudança importante a padronização da estrutura e das nomenclaturas, embora cada Estado e cada Sinapro continuarão tendo autonomia na definição dos preços, respeitando as suas realidades locais. Essa padronização será uma base orientativa e de apoio às agências nas suas políticas de custos e preços, especialmente aquelas que trabalham com editais e licitações públicas e as que têm filiais em vários Estados. Cada vez mais estamos nos fortalecendo como setor, atuando em rede e realmente conectados como Sistema”, pontua o dirigente.
Inscrições para o Fórum
Voltado aos gestores das agências associadas ao Sinapro-RS, o Frente a Frente é um espaço para a troca de experiências, interação e discussão das boas práticas do mercado, em um bate-papo entre as lideranças das empresas do setor que tem como propósito trazer insights para fortalecer a gestão e potencializar o negócio das agências, reforçando o compromisso da entidade com o fomento da gestão das associadas e com o desenvolvimento do mercado criativo gaúcho.
As inscrições para participar do encontro são gratuitas e com vagas limitadas, exclusivamente para as agências associadas, pela plataforma Sympla no link. O Frente a Frente Especial tem patrocínio master da Secretaria de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul e apoio da PUCRS. Mais informações pelo e-mail gestao@sinaprors.com.br.
Serviço
O QUÊ: Frente a Frente Edição Especial, promovido pelo Sinapro-RS para apresentação do “Sistema Nacional de Listas Referenciais”, com a presença de André Lacerda, diretor do Sinapro-MG e um dos idealizadores do projeto
QUANDO: 25/06 (quinta-feira), a partir das 9h30min
ONDE: PUCRS – Famecos/Prédio 7 – Sala 318 (Av. Ipiranga, 6681, bairro Partenon, Porto Alegre/RS)
INSCRIÇÕES: Gratuitas, com vagas limitadas e exclusivas para agências associadas, pelo link do Sympla
PATROCÍNIO MASTER: Secretaria de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul
APOIO: PUCRS












