EXTRA – 15.06.2026

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PREMIO EXPORTAÇÃO RS

A Arena da Exportação é uma ramificação do projeto Prêmio Exportação RS. As arenas possuem subdivisões que abrangem e contemplam todos os públicos, levando a importância da temática a diversos públicos, com o objetivo de reafirmar o compromisso de fomentar a cultura exportadora do Estado e de ser uma Plataforma de Conteúdo Global.

Data: 18 de junho de 2026
Horário: 18h30 às 21h

Onde: Sede da ADVB/RS

Tema da palestra:
IA no Ambiente Corporativo: do Uso Cotidiano à Conformidade – o que toda empresa precisa endereçar antes que o problema apareça.

O encontro contará com os sócios palestrantes Francisco Kümmel, Matheus Sturari e Cesar Santolim, que trarão uma visão estratégica e prática sobre regulação da Inteligência Artificial, LGPD, riscos corporativos e conformidade.

Além do conteúdo, os convidados participarão de uma experiência exclusiva de degustação guiada de vinhos do Rio Grande do Sul.

Mais informações estão disponíveis no e-mail e no link enviados.
Confirmação de presença: https://forms.gle/A7J5bELvJ4ddTCru7

Informações Importantes:
* Evento exclusivo para convidados
* Convite pessoal e intransferível
* Limitado a 1 participante por empresa
* Estacionamento disponível por adesão
* Vagas limitadas

UOL

O UOL amplia sua grade de canais ao vivo no UOL Play com a chegada de SBT, Record e RedeTV. A parceria pretende reforçar a oferta de esportes, jornalismo e entretenimento na plataforma.

Na programação, o SBT reúne transmissões da Copa do Mundo Fifa 2026, da Uefa Champions League e da Conmebol Sudamericana, além de Chaves.

A Record integra a oferta com o Campeonato Brasileiro Série A, a novela Reis, as séries Chicago Med e Todo Mundo Odeia o Chris e o reality A Casa do Patrão.

Já a RedeTV oferece o Campeonato Brasileiro Série B e o programa Operação de Risco.

Segundo Paulo Samia, CEO do UOL, a inclusão das emissoras amplia a presença, na plataforma, de conteúdos que fazem parte da rotina dos brasileiros.

“Com a chegada dessas emissoras, passamos a reunir em um único ambiente conteúdos que fazem parte da rotina dos brasileiros, incluindo grandes eventos esportivos, informação e entretenimento. O esporte tem um papel central nesse consumo e mobiliza paixões em todo o país, o que reforça a relevância dessa oferta dentro do UOL Play”, afirma.

Os planos do UOL Play custam a partir de R$ 14,90 por mês. Além dos conteúdos em parceria com essas emissoras, a plataforma também oferece acesso ao Brasileirão Sub-20, Brasileirão Feminino, WGP, K1 Kickboxing, Canal UOL e produções originais

ARTIGO: A NOVA CRISE DA EXPERIÊNCIA DIGITAL

Por Tiago Dada, SEO e CRO manager na Cadastra

O mercado digital sempre perseguiu uma premissa sedutora: tudo pode ser medido, testado e otimizado. Cliques, conversões, leads, taxas de abertura, tempo de permanência. A lógica parecia irrefutável. Quanto mais dados, melhores seriam as decisões e, consequentemente, os resultados.

Mas algo começou a ruir.

Os sinais mais evidentes aparecem nas métricas que antes sustentavam esse modelo. O custo de aquisição de clientes (CAC) atingiu patamares historicamente elevados, enquanto a eficiência dos canais digitais diminuiu.

Ao mesmo tempo, empresas de diferentes setores observam quedas em indicadores de retenção, tornando a aquisição cada vez mais cara e menos sustentável. O pior é que, ao longo desse processo, parte do mercado passou a confundir performance com experiência.

A partir de 2010, com a consolidação do growth hacking e da mídia digital altamente mensurável, as organizações passaram a priorizar aquilo que era mais fácil de medir. Se uma ação aumentava a taxa de conversão de uma página, ela era considerada bem-sucedida. Pouco importava se essa mesma ação prejudicava a percepção da marca ou a satisfação do usuário no médio prazo.

Foi assim que surgiram jornadas digitais repletas de pop-ups, overlays, banners, notificações, formulários invasivos e múltiplos estímulos de conversão. Cada elemento, isoladamente, parecia justificável. O problema é que a soma de todas essas intervenções transformou muitos sites em ambientes potencialmente hostis.

O usuário contemporâneo vive cercado por interrupções. Basta pensar nos banners de consentimento de cookies, que se multiplicaram após as regulamentações de privacidade. Estudos mostram que uma pessoa pode ser exposta a mais de mil solicitações desse tipo por ano. O resultado é um fenômeno conhecido como “fadiga de consentimento”: em vez de ler ou refletir sobre as escolhas apresentadas, os usuários simplesmente desenvolvem respostas automáticas.

O mesmo acontece com diversos mecanismos clássicos de otimização de conversão. O clique continua acontecendo, mas frequentemente por hábito, impulso ou exaustão — não por interesse genuíno.
Esse é um dos grandes paradoxos do marketing digital atual. Muitas práticas que pareciam eficientes em testes pontuais acabaram produzindo efeitos negativos quando observadas ao longo do ciclo de vida do cliente. Um pop-up pode aumentar a captura de e-mails hoje, mas reduzir a confiança na marca amanhã.

Um fluxo agressivo de conversão pode elevar resultados de curto prazo, mas aumentar abandono, reclamações e churn meses depois.

Em outras palavras, a conversão local nem sempre gera valor sistêmico.

As consequências dessa deterioração da experiência aparecem em praticamente todos os indicadores relevantes para o negócio. Sites lentos e confusos perdem posições nos mecanismos de busca. Jornadas excessivamente complexas aumentam taxas de abandono. Experiências frustrantes reduzem recompra e fidelização. E consumidores que enfrentam problemas de navegação ou performance tornam-se significativamente menos propensos a voltar a comprar da mesma empresa.

O que está emergindo agora é uma mudança de mentalidade.

Em um cenário no qual a inteligência artificial democratiza a produção de conteúdo e automatiza a compra de mídia, muitos dos antigos diferenciais competitivos tendem a se tornar commodities.

Produzir anúncios, textos ou criativos nunca foi tão fácil. Justamente por isso, a experiência passa a ocupar um papel ainda mais estratégico.

A interface deixou de ser apenas um canal de conversão. Ela se tornou uma das principais expressões da identidade de uma marca.

Quando todos conseguem gerar campanhas parecidas com poucos comandos, a diferença está na qualidade da jornada oferecida. Velocidade, clareza, consistência, ausência de fricção desnecessária e respeito ao tempo do usuário tornam-se ativos difíceis de replicar. Não porque dependem de tecnologia exclusiva, mas porque são resultado de decisões acumuladas, conhecimento do cliente e alinhamento organizacional.

A experiência digital também precisa respeitar a identidade da marca.

As empresas mais bem posicionadas para enfrentar a alta do CAC e a crescente disputa por atenção são aquelas que conseguem equilibrar aquisição e retenção, performance e experiência, automação e autenticidade.

O futuro não pertence às marcas que encontrarem o próximo growth hack. Pertence às que compreenderem que a métrica mais importante talvez seja a mais simples de todas: fazer o usuário querer voltar.

Porque, no fim das contas, crescimento sustentável não acontece quando um site convence alguém a converter. Acontece quando a experiência é boa o suficiente para que essa pessoa queira permanecer.

JORNAL DO COMÉRCIO

Mais do que uma simples transferência física, a mudança representa um movimento estratégico de modernização e integração com as transformações que vêm redefinindo o jornalismo contemporâneo.

Ao longo de sua história, o Jornal do Comércio consolidou-se como o principal jornal especializado em economia e negócios do Rio Grande do Sul, acompanhando o desenvolvimento da indústria, do comércio, do agronegócio, da infraestrutura e dos serviços. Sua atuação, entretanto, ultrapassa o universo empresarial. O veículo tornou-se uma importante fonte de informação para a sociedade gaúcha, contribuindo para o debate público, para a formação de opinião e para o fortalecimento das instituições democráticas.

Em um cenário marcado por rápidas transformações tecnológicas e mudanças nos hábitos de consumo de informação, o JC também soube se reinventar. Nos últimos anos, ampliou sua presença digital, fortaleceu plataformas multimídia, investiu em podcasts, vídeos, jornalismo de dados e novos formatos de distribuição de conteúdo, tornando-se uma referência no jornalismo digital do Rio Grande do Sul.

A defesa da liberdade de imprensa, da pluralidade de ideias e da informação responsável permanece como uma das marcas históricas do veículo. Com um time de jornalistas experientes, articulistas e colunistas reconhecidos em diversas áreas, o jornal mantém seu compromisso com a credibilidade e a independência editorial, valores fundamentais para uma imprensa forte e para uma sociedade bem informada.

Segundo o diretor-presidente do JC, Giovanni Jarros Tumelero, a mudança está alinhada ao processo permanente de atualização do veículo.

“É mais um passo dentro de uma transformação que está em curso. Mantivemos os princípios do jornal implementados pelos seus fundadores, de trazer dados estratégicos para os negócios e publicar a informação com responsabilidade. Ao mesmo tempo, estamos sempre inovando, e a mudança para o Tecnopuc dará um novo impulso a esse processo.”

A nova estrutura do jornal está instalada no Prédio 99 do Tecnopuc e recebeu investimentos em infraestrutura e soluções digitais voltadas à produção de conteúdo e à integração com novas tecnologias.

Para o editor-chefe Guilherme Kolling, a chegada ao novo ambiente terá impacto direto na dinâmica de produção jornalística.

“A mudança nos dará a oportunidade de organizar a redação em um novo espaço, mais moderno. Estamos apostando cada vez mais em jornalismo de dados e teremos mais contato com ferramentas tecnológicas no ecossistema do Tecnopuc. Além disso, os estúdios onde gravamos nossos podcasts já estão na PUCRS, o que dará mais agilidade às publicações.”

A chegada do Jornal do Comércio também foi celebrada pela universidade e pela direção do parque tecnológico, que destacaram a importância da integração entre comunicação, conhecimento, pesquisa e inovação.

A presença do Jornal do Comércio na PUCRS e no Tecnopuc é motivo de orgulho. O JC se soma a mais de 300 organizações que atuam de forma colaborativa na construção de um RS mais forte.”

A diretora do Tecnopuc, Flavia Fiorin, enfatizou as oportunidades que surgem a partir da aproximação entre o jornal e o ambiente de inovação.

“Estamos muito entusiasmados em receber o Jornal do Comércio. Esse movimento abre espaço para novas parcerias, unindo informação estratégica ao dinamismo das startups e centros de pesquisa.”

A mudança ocorre em um momento de forte expansão das atividades do veículo. Recentemente, o Jornal do Comércio divulgou os resultados de seu tradicional Anuário de Investimentos do Rio Grande do Sul, apontando mais de R$ 90 bilhões em aportes previstos para o Estado nos próximos anos, reforçando seu papel como fonte estratégica de informação para empresários, investidores e gestores públicos.

A estrutura industrial do grupo permanecerá na histórica sede da Avenida João Pessoa, Próximo ao Parque da Redenção preservando parte importante da memória do jornal e de sua contribuição para a imprensa gaúcha.

Ao ingressar no ambiente inovador da PUCRS e do Tecnopuc, o Jornal do Comércio reafirma sua vocação de acompanhar as transformações econômicas e sociais do Rio Grande do Sul, combinando tradição, credibilidade e inovação para continuar exercendo um papel fundamental na comunicação gaúcha e brasileira.

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