O que está faltando na maioria das marcas? e outros artigos da semana – 23.04.2025

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Nos artigos que publicamos hoje, você vai ler sobre: O que está faltando na maioria das marcas?, Falta uma semana para o Find , Marketing em 2025: O que definirá o cenário e como as marcas precisam se preparar, 8 dicas para deixar de ser refém do celular e das redes sociais, A ascensão da IA ​​pressiona os data centers e desafia o futuro do setor e Homens mais vaidosos: como o mercado masculino está mudando para atender a nova geração

 

 

O que está faltando na maioria das marcas?

 

Por Renan Cardarello

 

Em uma pesquisa realizada em 2023 pelo Sebrae, foi constatado que o Brasil, e consequentemente os brasileiros, estão entre os povos que mais buscam empreender. Ocupamos o 8º lugar no ranking global de empreendedores, com 30,1% da população adulta envolvida no mundo dos negócios. Em 2024, segundo outro estudo do GEM, esse número subiu para 33,4%, representando um terço da nossa população. Esses dados mostram que é notável o crescente desejo e a tentativa de empreender por parte dos brasileiros. No entanto, muitos acabam realizando suas ações sem orientação, o que impacta muito negativamente no crescimento e na sustentabilidade financeira dessas empresas.

Embora seja interessante refletir sobre os motivos pelos quais esse número é tão alto no Brasil, precisamos dar mais atenção à análise da taxa de mortalidade dentro do setor. Em um estudo realizado pelo IBGE em 2022, por exemplo, 60% das empresas no Brasil não sobrevivem após cinco anos de atividade. Esse é um dado bastante alarmante para quem busca abrir um negócio: apesar de os brasileiros terem um espírito empreendedor muito forte, muitos se decepcionam com os resultados e não têm outra saída a não ser declarar falência. Mas por que isso acontece?

Segundo outro estudo realizado pelo Sebrae, com base em dados da RFB e pesquisas de campo realizadas entre 2018 e 2021, os três principais fatores que causam o fracasso empresarial são: pouca preparação pessoal, mau planejamento empresarial e má gestão empresarial.

Por um lado, os brasileiros têm vontade de empreender, e isso é louvável. No entanto, criar negócios sem planejamento adequado e preparação pessoal só resulta, na maioria dos casos, em dinheiro jogado fora.

Analisando a maioria das empresas sob a ótica de marketing, muitas não possuem um diferencial, e é preciso entender que ter um ou vários diferenciais, hoje em dia, é essencial até para começar a trilhar esse “caminho empreendedor”.

Para ilustrar, imagine que um cliente em potencial esteja procurando uma camisa. Entre duas empresas, uma delas tem preços, métodos de pagamento e até ações ecologicamente corretas diferentes. Por outro lado, a segunda empresa foi criada recentemente, não apresenta diferenças e, além disso, possui métodos de pagamento mais rígidos do que a concorrente. É claro que o consumidor final certamente escolherá a primeira opção.

Marcas que não têm vantagem competitiva serão tratadas como commodities. São apenas lugares diferentes que vendem o mesmo “arroz com feijão”, sem vantagem competitiva ou apelo. Isso também foi comprovado em outro estudo realizado pela Think Consumer Goods e publicado pelo Google, que constatou que 64% dos brasileiros não têm marcas favoritas e levam em consideração fatores como preço e valores pessoais ao escolher seus produtos.

Na Geração Z (GenZ), formada por aqueles nascidos após 1995, a infidelidade à marca chega a 65%, segundo a pesquisa. A pesquisa permite inferir que os brasileiros, principalmente os dessa geração, buscarão marcas alinhadas aos seus valores e poderão deixar de comprar em grandes redes para migrar para um pequeno negócio que ofereça diferenciais interessantes aos olhos do consumidor.

Este cenário mostra que, se você não tiver diferenciais, clientes em potencial deixarão de comprar da sua empresa e buscarão o concorrente que possui esses pontos de individualização. O mercado atual se tornou complexo e, por isso, marcas que pensam em vender produtos como commodities não conseguirão prosperar.

Enquanto uns vendem tênis, outros vendem tênis de corrida da Nike, em uma rede de lojas que aposta em ações de sustentabilidade, solidariedade e responsabilidade social, foco na experiência do cliente, valorização dos valores humanos, engajamento digital com propósito, etc. Tudo depende de como você se posiciona e se diferencia daqueles que fazem o mesmo que o seu negócio.

 

 

Falta uma semana para o Find

 

Na semana que vem, dia 29 de abril, Porto Alegre recebe a primeira edição do Fórum da Indústria e do Marketing Digital. Evento que promete ser um grande marco para o setor no Sul do Brasil.

O Find, que será realizado no campus da Unisinos em Porto Alegre (avenida Dr. Nilo Peçanha, 1600 – Boa Vista), contará com profissionais de destaque no mercado de Marketing global. O evento é organizado pela Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital do Rio Grande do Sul (Anamid RS). Os nomes presentes são: Fernanda Schmeling Infantini (Kenvue), Liliane Ferrari (LinkedIn Creator), Mario Meirelles (Mercado Ads) e Willian Zanette (Netflix).

O encontro será guiado como temas a  indústria criativa, inovação, Marketing, tecnologia, mídia e e-commerce. O objetivo é explorar a integração entre branding e performance. Quem estiver no evento poderá assistir a palestras e a apresentação de cases para a aplicação prática das estratégias.

Entre os curadores estão Fábio Rios, Margarida Galafassi e Moysés Costa, diretores da Anamid RS. A proposta é posicionar o Find como referência em Marketing Digital no Sul do Brasil, reunindo especialistas para compartilhar conhecimento estratégico e incentivar o diálogo sobre ferramentas e soluções do setor.

 

Speakers

Os speakers convidados representam os temas do fórum, como branding e performance, tendo a teoria e as soluções via plataformas expostas à audiência do evento.

Com nomes conhecidos por suas atuações no YouTUBE,  Linkedin e Netflix, a lista de palestrantes pode ser conhecida AQUI!

O encontro é destinado para quem busca se destacar no mercado de Marketing Digital, tecnologia e Comunicação. As inscrições e mais informações estão disponíveis no site oficial do Find 2025 no link destacado acima.

 

 

Marketing em 2025: O que definirá o cenário e como as marcas precisam se preparar

Por Leandro Rampazzo

 

O marketing sempre foi uma área dinâmica e nunca o vi mudar tão rapidamente quanto agora. A cada ano, somos surpreendidos por novas tecnologias, regulamentações mais rígidas e consumidores cada vez mais exigentes. É como se estivéssemos constantemente ajustando nossas velas para navegar em mares em constante mudança. E 2025 promete ser mais desafiador do que nunca. Aqueles que não se adaptarem rapidamente podem, sem exagero, ficar à deriva.

A inteligência artificial (IA) deixou de ser apenas uma promessa futurista para se tornar parte da base operacional do marketing. Hoje, oito em cada dez profissionais já utilizam IA, segundo a pesquisa “Decodificando os desafios da IA ​​no mercado de publicidade digital”, do IAB Brasil e da Nielsen. E vejo isso na prática todos os dias: as atividades estão mais eficientes, os processos mais ágeis e a criação de conteúdo, a análise de dados e a automação de campanhas nunca foram tão precisas. Para mim, está claro que a IA não é mais uma tendência, mas sim uma parte fundamental do nosso dia a dia.

A sustentabilidade também ganhou destaque. Responsabilidade social não é mais apenas uma questão de fachada. Mais do que nunca, os consumidores brasileiros estão dispostos a pagar mais por produtos ecologicamente corretos, e vejo isso como um sinal claro de que a conscientização ambiental deixou de ser um nicho para se tornar mainstream. Marcas que não adotam práticas sustentáveis ​​podem perder não apenas vendas, mas também relevância. ESG (Ambiental, Social e Governança) não é apenas uma sigla sofisticada — é a direção para a construção de um futuro mais consciente e responsável.

O marketing de influência, por outro lado, amadureceu. O público não se deixa mais enganar por números inflacionados de seguidores. O verdadeiro valor agora reside na autenticidade. O mercado global de influenciadores deve movimentar US$ 24 bilhões até 2025 e, na minha opinião, o sucesso dependerá da escolha de influenciadores com comunidades verdadeiramente engajadas e afinidade genuína com as marcas. A credibilidade se tornou o principal trunfo nesse jogo.

E quanto à realidade aumentada (RA) e às experiências imersivas? Essas são ferramentas que já transformaram a maneira como nos conectamos com o mundo.

Consumidor. No varejo, os provadores virtuais evoluíram de experimentos para se tornarem parte das estratégias de marca. E não é só no e-commerce; entretenimento e eventos estão explorando essas tecnologias para criar conexões mais profundas e personalizadas. Quando vejo o brilho nos olhos de um consumidor ao interagir com uma experiência imersiva, sei que estamos no caminho certo.

A privacidade de dados se tornou uma prioridade indiscutível. Mesmo com o Google adiando o fim dos cookies de terceiros no Chrome, as preocupações dos consumidores continuam altas. Não posso ignorar os números: 90% dos brasileiros prezam a proteção de seus dados pessoais e 75% pensam duas vezes antes de compartilhar informações online. Para os profissionais de marketing, isso significa adotar práticas transparentes e responsáveis ​​na coleta e no uso de dados. A confiança do consumidor é um recurso valioso, mas que pode ser facilmente perdido.

Diante desse cenário, não tenho dúvidas: precisamos de estratégias mais diretas, personalizadas e dinâmicas. O storydoing, que dá voz às ações reais das marcas, está superando o storytelling tradicional. O público quer ver autenticidade e comprometimento verdadeiro; qualquer deslize pode nos custar caro.

Para acompanhar tudo isso, a inovação pontual não basta. Ela precisa fazer parte do DNA da empresa. Equipes qualificadas, processos dinâmicos e ferramentas tecnológicas não são mais diferenciais, mas sim o básico. Estratégias omnicanal precisam garantir uma comunicação integrada, oferecendo aos consumidores uma experiência consistente, independentemente do canal escolhido.

Os indicadores de desempenho também evoluíram. Além do ROI e do CAC, métricas como tempo de engajamento, retenção e comportamento do consumidor ganharam espaço. Quem souber interpretar esses dados terá uma vantagem competitiva inegável, ajustando suas estratégias com maior precisão e agilidade.

O marketing em 2025 exige inteligência, conexão e um profundo conhecimento do consumidor, que está mais criterioso e seletivo do que nunca. O futuro pertence àqueles que entendem que a inovação vai além de um departamento isolado; é uma mentalidade que precisa permear toda a operação.

 

 

8 dicas para deixar de ser refém do celular e das redes sociais

Por Graziela Lindner

 

 

Cada brasileiro utiliza, em mídia, dois dispositivos digitais em seu dia a dia: smartphones, computadores, tablets ou notebooks. O dado divulgado pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (FGVcia) revela o quanto as pessoas “dependem” da tecnologia nas relações profissionais e pessoais.

Com a mídia de três celulares vendidos no país para cada aparelho de TV, o tempo que os usuários passam online é superior à mídia mundial. De acordo com o “Relatório Digital 2024: 5 bilhões de usuários de mídia social”, publicado em parceria entre We Are Social e Meltwater, o Brasil é o segundo país do ranking, com média de 9h13 de conexão diária, atrás apenas da África do Sul com 9h24.

Desse total, o tempo médio gasto com redes sociais chega às 3h37 diariamente. Em relação à idade, 93,7% dos adolescentes entre 14 e 19 anos utilizam a internet. O percentual sobe para 95,9% na faixa dos 20 aos 24 anos, chegando a 96,3% no grupo entre 25 e 29 anos.

O índice se mantém superior a 93% na faixa entre 30 e 59 anos, quando começa a reduzir para 88% (no grupo entre 50 e 59 anos) e 66% a partir dos 60 anos. Formada em Sistemas de Informação, Talita Caroline Oliveira Schmitt diz que um “engajamento” dessa proporção traz reflexos não apenas aos padrões de consumo de mídia e comportamentos sociais, mas também à saúde mental e às conexões pessoais.

“Essa é uma reflexão fundamental na era digital, pois, embora a internet tenha uma importância incontestável na vida das pessoas e oferece inúmeras vantagens, o relacionamento dos brasileiros com as redes sociais já pode ser considerado abusivo”, avalia a professora do curso técnico em Informática da Escola Técnica Tupy, que integra o ecossistema UniSociesc.

Segundo ela, deixar de ser refém do celular e das redes sociais é essencial considerar o problema. No entanto, dominar a “compulsão” e equilibrar o uso de dispositivos eletrônicos com outras demandas da vida presencial nem sempre é fácil. Para ajudar nesse processo, a professora da ETT dá algumas dicas.

 

  1. Identifique o problema

Reconheça quando o uso do celular e das redes sociais está se tornando excessivo ou prejudicial. Em geral, os sinais são sentimentos de ansiedade, necessidade constante de verificar notificações ou sensação de que a vida gira em torno dessas plataformas.

 

  1. Estabeleça limites

Defina horários específicos para uso de telefones celulares e redes sociais. Por exemplo: limite o uso a uma ou duas horas por dia e evite o acesso às telas antes de dormir. Notificações desativadas de aplicativos que não são essenciais. Isso ajuda a reduzir a tentativa de verificar o celular constantemente.

 

  1. Mantenha foco em atividades offline

Dedique tempo a atividades que não envolvam tecnologia, como ler, praticar esportes, cozinhar ou passar tempo com amigos e familiares. Técnicas de mindfulness, como meditação e ioga, ajudam a promover um estado mental mais calmo, o que aumenta a consciência sobre o uso do celular.

 

  1. Reavalie relações online

Limite os contatos tóxicos fazendo uma limpeza nas redes sociais. Remova ou silencie pessoas que trazem negatividade ou que alimentam o ciclo de abuso. Siga conteúdos positivos, como perfis que promovem bem-estar, empoderamento e qualidade de vida.

 

  1. Busque apoio

Compartilhe suas conversas com amigos ou familiares que possam oferecer apoio emocional. Se for o caso, considere terapia. Um profissional pode ajudar a lidar com os efeitos do uso abusivo das redes sociais e desenvolver estratégias para recuperar a autonomia.

 

  1. Educação e conscientização

Aprenda a diferenciar os sinais de relacionamentos saudáveis ​​e abusivos. Ter claro sobre os limites facilita a tomada de decisão, melhora a qualidade das interações online e reduz a necessidade de se manter conectado.

 

  1. Desconecte-se periodicamente

Faça um detox digital, reservando um dia ou um fim de semana para desligar completamente as redes sociais e do celular. Use esse tempo para fortalecer conexões presenciais e oxigenar a mente.

 

  1. Estabeleça novas rotinas

Crie hábitos novos. Comece alterando o tempo gasto desnecessariamente nas redes sociais por atividades que promovam bem-estar, como exercícios físicos, leitura ou encontros com amigos.

 

 

A ascensão da IA ​​pressiona os data centers e desafia o futuro do setor

Por Fernanda Silva

 

A crescente demanda por infraestrutura para data centers, impulsionada pela evolução dos serviços em nuvem e, mais recentemente, pelas aplicações de Inteligência Artificial (IA) e modelos de linguagem, desafia o crescimento e a sustentabilidade do setor. O rápido avanço da IA ​​tem pressionado os provedores de data centers, com demandas de energia muito maiores e instalações com escala que excede em muito suas capacidades atuais. Esse crescimento exponencial e a rápida evolução dessa tecnologia significam que o setor enfrenta desafios críticos relacionados ao consumo de energia, eficiência operacional e riscos de obsolescência.

Segundo Marcos Paraíso, vice-presidente de Desenvolvimento e Negócios da Modular Data Centers, a chegada de modelos como o ChatGPT e outros modelos generativos de IA baseados em LLMs (Large Language Models) gerou uma nova onda de demanda acelerada por infraestrutura neste setor. O mercado, que já vinha se aquecendo com a ascensão da computação em nuvem na última década, agora está sendo levado ao limite de sua capacidade em diversas frentes: geração e distribuição de energia, cadeias de suprimentos para fornecimento de componentes e velocidade de construção de novas instalações.

“As projeções indicam que o crescimento do setor poderá variar entre 20% e 35% ao ano na próxima década, se as tendências atuais se mantiverem. Esse crescimento acelerado cria um gargalo estrutural na capacidade do mercado de atender a essa demanda, resultando em um déficit projetado de até 13 GW de capacidade nos EUA até o final da década. Em outras palavras, o modelo atual claramente enfrenta limites que podem limitar seu crescimento”, estima Paraíso.

 

Modelo modular garante eficiência e sustentabilidade

Os data centers são o coração digital das empresas, processando e armazenando informações essenciais para suas operações. Com o avanço da tecnologia, a digitalização massiva dos negócios e o aumento exponencial do volume de dados gerados anualmente, a demanda por infraestrutura digital cresce, ao mesmo tempo em que aumenta a demanda por recursos como o consumo de energia. O crescimento acelerado dessas verdadeiras usinas digitais tem exigido cada vez mais atenção na busca por alta eficiência operacional.

A busca por soluções mais sustentáveis, como a racionalização de recursos por meio do uso de componentes modulares pré-fabricados e tecnologias de refrigeração líquida, torna-se cada vez mais urgente para garantir que novos projetos possam atingir seu objetivo: atender a novas demandas sem comprometer o meio ambiente. Segundo Paraíso, “é necessário repensar toda a equação e adotar uma abordagem construtiva que permita um modelo ‘future-proof’, onde uma mesma instalação possa suportar implantações graduais, ajustando-se continuamente a requisitos mais exigentes sem comprometer sua operação”. Para tanto, é essencial uma abordagem de projeto em que os componentes estruturais dos data centers, como os sistemas de distribuição de energia e refrigeração, possam acompanhar a evolução tecnológica dos servidores que neles serão alojados.

“O grande desafio não é apenas expandir a capacidade computacional, mas fazê-lo de forma sustentável. Os modelos tradicionais de data center não foram projetados para lidar com o desafio de crescimento rápido e exponencial apresentado pela IA. Precisamos de soluções que equilibrem alto desempenho, eficiência energética e velocidade de implantação. É exatamente isso que a Modular oferece ao mercado”, explica o vice-presidente da empresa.

Em sua análise, ele comenta que os novos requisitos de energia exigem uma revisão da arquitetura do data center, incluindo distribuição de energia e resfriamento. Tecnologias como resfriamento líquido diretamente nos chips são essenciais para lidar com a alta densidade térmica que pode ultrapassar 200 kW em um único gabinete de servidor. Além disso, a indústria está começando a buscar soluções disruptivas para resolver problemas como, por exemplo, a disponibilidade massiva de energia. Um exemplo são os pequenos reatores nucleares modulares capazes de atender localmente à crescente demanda de energia dos data centers sem a necessidade de desenvolver a infraestrutura tradicional de distribuição de energia.

 

Escalabilidade e desempenho em infraestruturas

Líder no setor de soluções modulares na América Latina, a Modular Data Centers se destaca pela flexibilidade de seus projetos, permitindo a adaptação às demandas específicas de cada cliente e mitigando os principais gargalos do setor. Suas soluções abrangem desde componentes como painéis e centrais elétricas até data centers pré-fabricados com capacidade para atender dezenas de megawatts.

Segundo Paraíso, a agilidade operacional da empresa na execução de projetos sob medida para as necessidades dos clientes e sua flexibilidade aceleram significativamente a execução dos projetos, especialmente na área de inteligência artificial, que exige infraestrutura adaptável e de alto desempenho. “Nossa engenharia acelera a construção de instalações em 60%, oferecendo escalabilidade conforme a demanda, o que reduz custos e riscos e contribui para a agenda ESG positiva”, afirma.

Focada em inovação, sustentabilidade e alta performance, a Modular Data Centers atende grandes empresas de diversos setores, fornecendo projetos personalizados para impulsionar a economia digital de forma responsável.

 

 

 

Homens mais vaidosos: como o mercado masculino está mudando para atender a nova geração

Por Gabriela Araújo

 

O CEO da Social Express revela o aumento da demanda por roupas finas e como a adaptação a um novo modelo de negócios aumentou a fidelidade do cliente

A vaidade masculina está em alta, e isso é um claro reflexo do aumento da demanda por produtos de beleza, procedimentos estéticos e, claro, moda. Com mais homens investindo em seu próprio estilo, novas oportunidades de negócios estão surgindo para esse público. Segundo estimativas do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o mercado de moda masculina cresce 30% ao ano, tornando o Brasil o 8º maior produtor do setor no mundo.

Para Vítor Vasconcellos, sócio e CEO da Social Express, rede de roupas finas masculinas, o homem moderno busca o equilíbrio entre estilo e praticidade. Por isso, é fundamental que as empresas ofereçam soluções que permitam a expressão da personalidade. “Negócios que se distanciam do comum têm um grande futuro pela frente. Percebemos nesse mercado uma carência de opções de roupas finas em cores diferentes dos clássicos cinza, preto e azul-marinho. Por isso, para surpreender nossos clientes, na Social Express investimos em uma gama maior de cores e materiais, oferecendo mais possibilidades de escolha”, explica.

Com as mudanças no comportamento do consumidor masculino, os próximos anos provavelmente serão bastante favoráveis ​​para empresas que visam esse público. O relatório “Menswear Market” da Kings Research mostra que o setor deve atingir US$ 924,52 bilhões até 2031, com uma taxa de crescimento anual composta de 6,89% entre 2024 e 2031.

“Até 2025, projetamos um aumento de 30% na receita em relação ao ano anterior. Isso se deve à crescente demanda masculina por ternos finos. No primeiro trimestre deste ano, registramos cerca de 2.000 aluguéis. Além disso, nossa base de clientes continua a crescer. Em 2024, manteremos 3.800 novos usuários no segmento de moda formal masculina. Estamos muito otimistas!”, afirma Vítor.

 

Mudanças na preferência do consumidor

A mudança nos hábitos de consumo também levou as empresas a se adaptarem a novos modelos de negócios. Um exemplo disso são as marcas que, antes exclusivamente online, agora estão investindo em lojas físicas para proporcionar uma experiência mais completa aos consumidores.

“Os clientes apreciam a praticidade de fazer negócios online, mas ainda gostam de ver o produto de perto antes de comprar ou alugar. Além disso, o atendimento presencial proporciona maior segurança na hora da decisão. Pensando nisso, em 2017, inauguramos nossa primeira loja física e hoje contamos com cinco unidades, onde os clientes podem experimentar os itens de perto antes de alugá-los online ou retirá-los diretamente na loja. A aceitação tem sido ótima! Hoje, as lojas físicas representam 85% das nossas vendas e da fidelização de clientes”, explica.

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