Social Commerce: como as redes sociais se tornaram os novos shoppings digitais? e outros artigos da semana – 22.04.2025

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Nos artigos que publicamos hoje, você vai ler sobre: Comércio social: como as redes sociais se tornaram os novos shoppings digitais?, Apenas 9% dos influenciadores têm a internet como única fonte de renda, mostra pesquisa, Investir em liderança e desenvolvimento de equipes impulsiona resultados e reduz custos nas empresas, Vida diária e ARP promove workshop de Formação em Pesquisa Contemporânea

 

Comércio social: como as redes sociais se tornaram os novos shoppings digitais?

Por Boomer

 

Com projeção de atingir US$ 1,2 trilhão até o final de 2025, o comércio social está crescendo, impulsionado pela Geração Z, millennials e influência digital

As redes sociais, que contam com mais de 144 milhões de usuários ativos no Brasil (66,3% da população, segundo a We Are Social ), deixaram de ser apenas espaços de interação e entretenimento para se tornarem poderosos canais de compras online, impulsionando um dos segmentos de maior crescimento no e-commerce: o comércio social.

Instagram, TikTok e WhatsApp são os principais protagonistas dessa transformação, mudando significativamente o comportamento do consumidor. Segundo pesquisa da Accenture, o mercado global de comércio social deverá atingir US$ 1,2 trilhão até o final de 2025.

“Esse crescimento acelerado é impulsionado principalmente pela Geração Z e millennials, que preferem fazer suas compras diretamente nas redes sociais, sem sair do ambiente onde interagem com amigos, influenciadores e marcas”, destaca o cofundador e especialista em marketing digital da Boomer, Pedro Paulo Alves.

 

O que é Social Commerce?

O Social Commerce integra o comércio eletrônico com as mídias sociais, permitindo que os consumidores descubram, avaliem e comprem produtos diretamente em plataformas como Instagram, Facebook, TikTok e WhatsApp.

Diferentemente do comércio eletrônico tradicional, ele depende de interação social, recomendações e engajamento para impulsionar as vendas, tornando a experiência de compra mais interativa e personalizada.

“As mídias sociais deixaram de ser apenas uma vitrine de produtos; tornaram-se um verdadeiro mercado. Hoje, os consumidores podem pesquisar, experimentar e comprar itens diretamente de uma publicação ou anúncio, sem precisar sair da plataforma”, afirma Pedro Paulo.

O Instagram Shopping, por exemplo, permite que as marcas vendam diretamente em posts e stories. O TikTok combina entretenimento e vendas de uma forma única, com vídeos curtos e criativos que engajam os consumidores e os incentivam a comprar. O WhatsApp Business tem sido uma ferramenta essencial para empresas que buscam oferecer um atendimento personalizado e fechar vendas em tempo real.

“O Social Commerce representa uma transformação no comportamento do consumidor digital, e as ferramentas estão impulsionando esse movimento ao integrar conteúdo, engajamento e conversão. Para as marcas, isso significa maior proximidade com o consumidor e mais oportunidades de gerar vendas direta e estrategicamente”, explica o especialista.

92% dos consumidores confiam mais nas recomendações de pessoas que seguem nas redes sociais do que na publicidade tradicional

O sucesso do comércio social está diretamente ligado ao poder dos influenciadores digitais. Os criadores de conteúdo tornaram-se atores-chave no processo de compra, exercendo grande influência nas decisões do público. De acordo com um estudo da Nielsen , 92% dos consumidores confiam mais nas recomendações das pessoas que seguem nas redes sociais do que na publicidade tradicional.

De acordo com uma pesquisa realizada pela MindMiners em parceria com a YOUPIX, 46% dos entrevistados afirmam que, se um produto/marca é usado por um influenciador, eles se sentem confiantes em usá-lo também. Outro dado da pesquisa indica que 6 em cada 10 seguidores já compraram produtos ou serviços recomendados por influenciadores, destacando a preferência por esse formato para descobrir novos produtos.

No TikTok, por exemplo, criadores de conteúdo criam vídeos de avaliação virais e muitas vezes esgotam o estoque em poucas horas. No Instagram, parcerias com influenciadores aproximam as marcas de seus clientes ideais, enquanto no WhatsApp, indicações em grupo reforçam o poder do boca a boca digital.

“Marcas que investem em estratégias de social commerce baseadas na credibilidade dos influenciadores conseguem engajar os consumidores de forma mais autêntica e eficiente. Isso porque os seguidores veem esses criadores como fontes confiáveis ​​de informação, tornando as compras mais naturais e impulsivas”, explica Pedro Paulo Alves.

 

A democratização do comércio digital

O comércio social também está democratizando o acesso ao mercado digital. Pequenos empreendedores e marcas independentes agora podem vender diretamente ao seu público sem a necessidade de grandes investimentos em plataformas tradicionais.

Pedro Paulo destaca que “ferramentas como o Instagram Shopping e o WhatsApp Business têm permitido que os varejistas construam relacionamentos mais próximos com seus clientes, oferecendo uma experiência de compra mais personalizada e acessível”.

Para o especialista, essa tendência veio para ficar. “O comércio social não é apenas uma tendência passageira, mas uma transformação definitiva na forma como compramos e vendemos. As redes sociais não são mais apenas canais de comunicação; elas se consolidaram como os novos shopping centers digitais da era moderna”, conclui.

 

 
 

Apenas 9% dos influenciadores têm a internet como única fonte de renda, mostra pesquisa

Por Viral Nation

 

O Censo Brasileiro de Criadores de Conteúdo 2025 mostrou que o sonho de viver da internet ainda está longe de ser realidade para a maioria das pessoas. Realizada pela Wake Creators, a pesquisa revelou que apenas 9% dos influenciadores têm a profissão de “criador” como única fonte de renda, destacando que monetizar conteúdo digital ainda é um desafio, mesmo com o mercado de marketing de influência em constante crescimento.

A pesquisa detalhou quanto da renda mensal dos influenciadores entrevistados vem do trabalho na internet. 26% responderam que não têm renda mensal e apenas realizam campanhas pontuais. Quase um quinto (19%) nunca teve emprego remunerado. Para 15% dos entrevistados, a internet é responsável por entre 5% e 20% da renda. Para 11% dos criadores, o trabalho como influenciador representa 5% da renda e, para outros 11%, o dinheiro da web representa entre 21% e 50% dos ganhos. Apenas 17% têm pelo menos metade da renda garantida pela internet — com apenas 9% vivendo exclusivamente das mídias sociais.

Diretor de talentos internacionais da Viral Nation e especialista no mercado de marketing de influência há mais de dez anos, Fabio Gonçalves explica que o crescimento do setor de criadores não significa que todos estejam preparados ou posicionados para viver exclusivamente da internet: “Monetizar conteúdo exige estratégia, consistência, profissionalização e, principalmente, estrutura. Muitos criadores ainda não têm acesso a uma equipe que possa ajudá-los a se organizar comercialmente, ou mesmo não sabem como transformar engajamento em receita. Além disso, a falta de comprometimento é um fator preponderante nessa equação, já que no fim das contas essas pessoas precisam priorizar sua maior fonte de renda, que muitas vezes não é a internet”.

Ele afirma que a realidade é bem diferente da visão que quem está de fora tem da internet: “Existe uma visão romantizada de que basta ter seguidores para viver da internet, mas a realidade é muito mais complexa. Criadores de conteúdo precisam entender seu nicho, saber negociar, precificar, analisar contratos, emitir notas fiscais, construir autoridade e entregar resultados reais para as marcas — não se trata apenas de fazer uma postagem bacana. A profissionalização é o que transforma o influenciador em uma marca pessoal lucrativa. E isso exige tempo, planejamento e, muitas vezes, uma rede de apoio que vai além da criatividade. Por isso, criadores que têm agentes ou agências estruturadas tendem a sair na frente, pois conseguem alinhar estratégia, reputação e oportunidades comerciais com mais eficiência.”

Segundo o profissional, a tendência é que cada vez mais criadores consigam viver exclusivamente da internet, mas isso dependerá diretamente do nível de profissionalização do mercado como um todo. Para Fábio, o mercado caminha para um cenário em que as marcas estão mais criteriosas, buscando criadores que entreguem resultados reais, que conheçam seu público e saibam construir narrativas de marca com autenticidade.

“Por isso, digo que quem estiver preparado — com posicionamento estratégico, dados estruturados e responsabilidade na entrega — colherá os frutos. A projeção é de crescimento, mas com maior exigência de maturidade profissional por parte dos influenciadores”, afirma.

É aí que entra o papel das agências, na visão de Gonçalves. Para ele, a missão delas é justamente ajudar esses criadores a se tornarem negócios, sem perder a autenticidade: “Na Viral Nation, nosso trabalho é preparar esses talentos para irem além do cargo: ajudamos a desenvolver branding pessoal, relacionamento com marcas, gestão de oportunidades e até educação financeira. Acreditamos que o futuro será dominado por influenciadores com estrutura e estratégia — e é exatamente aí que atuamos para garantir que mais criadores possam transformar sua paixão em uma fonte de renda estável e escalável.”

 

METODOLOGIA

A pesquisa “Censo de Criadores de Conteúdo no Brasil 2025” foi realizada pela Wake Creators, uma das maiores plataformas de influenciadores da América Latina. O estudo foi promovido por meio de uma pesquisa quantitativa, que incluiu respostas de mais de 4.500 criadores e 6 entrevistas em profundidade, buscando entender a realidade dos criadores de conteúdo. A pesquisa pode ser acessada AQUI!

 

 

Investir em liderança e desenvolvimento de equipes impulsiona resultados e reduz custos nas empresas

Por Carolina Lara

 

Liderar e desenvolver equipes não é mais um diferencial, mas uma exigência do mercado. Em um cenário econômico que exige cada vez mais eficiência e competitividade, empresas que investem na capacitação de funcionários apresentam melhores resultados financeiros, maior retenção de talentos e ganhos significativos em reputação e inovação. É o que indicam dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) e do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) em pesquisa que relaciona desempenho organizacional à qualidade da liderança.

O investimento contínuo em formação de equipes e liderança estratégica impacta diretamente na produtividade e no engajamento. “Empresas que estruturam programas de desenvolvimento observam um aumento médio de 20% na eficiência operacional. Isso se traduz em menos retrabalho, mais inovação e melhores resultados financeiros”, afirma Marcus Marques, empreendedor e fundador do grupo Acelerador .

Outro ponto destacado pelos especialistas é a contribuição direta desses investimentos para a retenção de talentos. Segundo o relatório “Tendências em Gestão de Pessoas 2025”, publicado pela consultoria Korn Ferry, empresas que mantêm programas de treinamento e crescimento interno registram uma taxa de rotatividade 35% menor em comparação àquelas que não priorizam o desenvolvimento de suas equipes.

Além da retenção, o fortalecimento da liderança impacta diretamente na cultura organizacional e na imagem da empresa no mercado. “Empresas que demonstram comprometimento com o crescimento profissional de seus colaboradores tornam-se mais atrativas não só para talentos, mas também para clientes e investidores”, destaca a especialista.

Segundo a FGV, entre as empresas de médio porte analisadas em estudo recente, 68% das que apresentaram crescimento sustentado nos últimos três anos têm estruturas internas de desenvolvimento consolidadas, com lideranças capacitadas para tomada de decisão ágil e resolução de conflitos.

Para Marques , a mensagem é clara: “Desenvolver pessoas não é um custo, é um investimento com retorno garantido. Empresas que entendem isso constroem uma vantagem competitiva sustentável.”

Com base nesses dados, o especialista aponta cinco vantagens diretas em investir em liderança e desenvolvimento de equipes:

Aumento de produtividade e engajamento – Equipes bem treinadas operam com mais eficiência e maior motivação.

Melhor tomada de decisões e resolução de problemas – Líderes preparados respondem melhor a desafios e eventos imprevistos.

Maior retenção de talentos e redução de custos de rotatividade – Investir em pessoas evita perdas por demissões e novas contratações.

Melhor reputação da empresa no mercado – Empresas com boas práticas internas são melhor avaliadas pelos stakeholders.

Promover inovação e melhoria contínua – Ambientes que estimulam o crescimento geram novas ideias e soluções.

“Cuidar das pessoas é cuidar dos negócios. Empresas que entendem esse princípio estão mais bem posicionadas para enfrentar os desafios do mercado e garantir um crescimento sustentável a longo prazo”, conclui o CEO do grupo Acelerador.

 

Sobre Marcus Marques

Marcus Marques tem mais de 2 milhões de seguidores nas redes sociais e seu objetivo é acelerar o Brasil ajudando empresas a se tornarem extraordinárias. Ele é o principal influenciador em gestão para pequenos e médios empresários no Brasil. No total, mais de 16.000 empreendedores participaram de sua imersão no Acelerador de Negócios, um programa que já contou com mais de 65 turmas. Ele é o fundador e líder da Giants, a maior comunidade de empreendedores de alto valor do Brasil, com mais de 750 membros atualmente. Esses números o tornaram a principal referência em gestão e aceleração de pequenas e médias empresas.

 

VIDA DIÁRIA

Por Marli Gonçalves

 

As rotações por segundo são alucinantes, não nos deixam ficar ociosos, distraídos, a menos que sejamos uma espécie de eremita, totalmente imune aos acontecimentos. Sempre há alguém que nos envolve, por curiosidade, interesse ou proximidade. Isso nos afeta, como me afeta profundamente, por exemplo, saber de mais uma morte por feminicídio. De mais uma pessoa que em um segundo nos deixa mortos devido à violência urbana que parece mais incontrolável a cada dia. Em mais uma ignorância se configurando, tentando dinamitar alguma vitória que viemos celebrar.

Neste novo cotidiano acelerado e frenético, os fatos se sobrepõem, deixando para trás os desfechos e sempre nos dando a terrível sensação de uma repetição infinita da História. Deixando para trás o rastro do medo e da insegurança. Em cada conversa, há desilusão e enorme preocupação com os próximos minutos, com o futuro – aqueles que conhecem as coisas profundamente estão vendo, alertando, explicando, até mesmo por meio da experiência e da sabedoria, sinalizando para o mundo inteiro que estamos revertendo as questões às quais dedicamos tanto do nosso tempo. Refiro-me a nós, aqueles que já vivemos essas décadas que variaram do horror ao alívio às vezes. Otimismo e pessimismo se alternando.

Somos uma geração prateada. Em ação, prestem atenção! Nossos cabelos, se ainda houver algum, prateados, grisalhos, brancos, ainda estão bem vivos nas ruas e em condições de fazer boas revoluções em meio a essas transformações. Tanta atenção dada à série Adolescência também pode ajudar a criar outro foco para esta nossa geração, a minha, de tantas, momento, novos períodos de sete anos , esses períodos — ciclos — de sete anos, cada um com características e desafios únicos, todos os raios de vida que podemos alcançar. Teremos muito a dizer e fazer se ficarmos atentos.

“Velhescência” é uma palavra que não existe, embora eu ache que seria mais precisa. A palavra oficial é envelhecimento, o contraponto à adolescência, segundo o cunhou o termo, o psicanalista e sociólogo Manoel Berlinck, a fase da vida entre 45 e 65 anos, o período entre a maturidade e a velhice. Até onde sabemos, ninguém ainda se apresentou para definir claramente o que acontece nessa sequência, ou o que acontece depois disso. No máximo, como recentemente, um sinal de mais para quem tem mais de 80 anos, tornando-se assim um Idoso + , com maior preferência nas listas de espera.

Li e ouvi muito sobre gerações, a nossa e o que as próximas encontrarão, boas e ruins, uma conversa original para mim de que não deixarei descendentes. Mas entendo perfeitamente essa certa angústia quando encontro amigos, muitos dos quais agora são avós, que se tornaram muito mais jovens e ainda têm uma longa expectativa de vida e um diálogo aberto sobre tudo, algo que no passado era quase inimaginável.

Espero que todos sejamos ouvidos com o tempo, nesta linha da vida, também devido à expansão das formas de comunicação que também integramos, e sem o uso de emojis secretos. Também nos comunicamos com nossos pares, e de maneiras que também precisam ser estudadas para melhor compreensão e apoio. Vivemos mais onde há progresso. Ganhamos tempo aqui.

Na política, na estética, para além do marketing que já nos tem como alvo, acordamos todos os dias com mais vitalidade para participar, querendo nos informar e aprender mais, ansiando por soluções melhores que venham de algum lugar, que nossa passagem e nossos conselhos garantam que deixemos um mundo melhor, um mundo que não exploda. Mesmo que seja devido à terrível e inquietação do tempo que nos resta.

 

 

ARP promove workshop de Formação em Pesquisa Contemporânea

Por ARP

 

A atividade acontece de 12 a 15 de maio, no Trinca, em Porto Alegre

Construindo um playground de dados e treinando equipes para desenvolver pesquisas inusitadas, tudo com baixo custo e em ritmo acelerado. A Associação Gaúcha de Publicidade e Propaganda (ARP) mostra esse caminho em um workshop de Capacitação em Pesquisa Contemporânea, que acontecerá de 12 a 15 de maio na Trinca (Avenida Paraná, 1.761), em Porto Alegre.

As aulas serão ministradas por Bruna Keller Jochims, doutora em Marketing com foco em Comportamento do Consumidor, e pela designer estratégica Roberta Hentschke Pretto . O treinamento em pesquisa contemporânea é voltado para profissionais de áreas criativas e estratégicas interessados ​​em aprimorar suas entregas e expandir seu repertório por meio da pesquisa.

Bruna explica que o treinamento propõe um upgrade na forma de trabalhar estratégias criativas. “Entender como coletar e aplicar dados de forma inteligente faz toda a diferença na criação de campanhas mais criativas, persuasivas e alinhadas ao público. Para profissionais de marketing e agências que desejam ir além do palpite e entregar resultados mais estratégicos e impactantes, essa imersão é essencial”, destaca.

Entre outros aspectos, o participante aprenderá sobre mineração de dados (como interpretar e reagrupar dados de fontes divergentes, ampliando o campo de visão); articulação de insights (como transformar dados em ideias que possam trazer ideias inovadoras aos projetos) e atalhos de tempo/custo (como conduzir pesquisas de forma ágil e eficiente, utilizando recursos e técnicas já disponíveis internamente).

Além disso, haverá um módulo exclusivo sobre o uso das Redes Sociais. “Em situações de escassez de tempo, podemos acabar recorrendo a essas mídias. Mas como aproveitar isso ao máximo? Como analisamos comportamento, interações, reações e conteúdo nesse contexto? Perguntas como essas são importantes para o nosso ecossistema”, explica Fernando Silveira , presidente da ARP.

Durante quatro manhãs, das 9h às 12h, apresentaremos métodos e técnicas de pesquisa com uma perspectiva contemporânea, mesclando conteúdo teórico e prático com casos reais adaptados aos interesses do público.

 

Oficina de playground de dados

Quando: 12 a 15 de maio

Horário de funcionamento: 9h às 12h

Onde: Trinca (Avenida Paraná, 1.761), em Porto Alegre

Valores: R$ 189,00 para associado da ARP no primeiro lote e R$ 249,00 no segundo lote; não associados pagam R$ 589,00 (primeiro lote) e R$ 649,00 (segundo lote)

Inscrições: SYMPLA

 

Sobre os professores

Bruna Keller Jochims

Doutora em Marketing com foco em Comportamento do Consumidor pela NEOMA Business School, com mais de 10 anos de experiência em pesquisa científica e estratégias de marketing e branding, atuando nos mercados europeu e brasileiro, Bruna é cofundadora da Jochen & Co.

Roberta Hentschke Black

Designer estratégica, mestre em arquitetura e planejamento urbano, especialista em design de serviços e experiências, especialista em pesquisa de terras, facilitadora de grupos, especialista em desenvolvimento sustentável e economia circular, doutoranda em design, trabalhando com negócios e posicionamento de marca há 15 anos, Roberta é sócia e cofundadora da Jochen & Co.

 

 

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