Nos artigos que publicamos hoje, você vai ler sobre: Qual o Papel da Tecnologia no Fim do Mundo Previsto por Isaac Newton?, Vaticano S.A., O preço invisível da sobrecarga. O que estamos sepultando?, Mercado de Casas de Apostas Esportivas em expansão: principais aspectos e Publya oferece treinamento sobre IA aplicada na publicidade digital
Qual o Papel da Tecnologia no Fim do Mundo Previsto por Isaac Newton?
Por Forbes Redação
Embora consagrado como o arquiteto da física moderna, Isaac Newton também mergulhou nas profundezas da teologia, buscando a convergência entre a lógica científica e a fé religiosa. Essa jornada intelectual o levou, surpreendentemente, a uma previsão apocalíptica para o ano de 2060, detalhada em uma carta de 1704. Longe de cálculos astronômicos, a profecia de Newton se baseava em sua interpretação das escrituras bíblicas, mas, sob uma lente contemporânea, seus prenúncios ganham contornos tecnológicos.
Em sua visão, o fim da era atual seria marcado por cataclismos que, transpostos para o século XXI, ecoam os medos de um colapso tecnológico. As “pragas devastadoras” poderiam ser interpretadas como ciberataques em escala global, vírus digitais incontroláveis que paralisariam infraestruturas críticas, da energia às finanças.
Os “conflitos bélicos de escala global” ressoam com a crescente preocupação com guerras cibernéticas, onde nações e atores maliciosos disputam poder no ciberespaço, com potencial para causar destruição massiva no mundo físico. A “derrocada de nações consideradas moralmente corruptas” poderia, em uma leitura tecnológica, simbolizar o declínio de sistemas e instituições corroídos pela desinformação algorítmica, pela manipulação de dados e pela erosão da confiança digital.
Contudo, a visão de Newton não era de aniquilação total. Após esse período sombrio, ele previa um renascimento, um “novo amanhecer”. Em um contexto tecnológico, isso poderia representar uma reestruturação da sociedade digital, um despertar para a importância da ética na inteligência artificial, a criação de sistemas mais resilientes e seguros, e talvez até mesmo o surgimento de uma nova forma de “conexão” global, simbolizada pelo retorno de uma ordem, ainda que sob novas premissas digitais.
A tentativa de Newton de encontrar um plano divino nas escrituras, quando vista através das lentes da nossa era digital, oferece uma perspectiva sombria, mas instigante, sobre os potenciais abismos e renascimentos tecnológicos que o futuro pode nos reservar.
VATICANO S.A.
Por Silvio Sibemberg
Exercícios de avaliação da empresa eclesiástica supõem que seu valor seja superior a US$ 3 trilhões. Aliás, não é difícil chegar a esse número, que a torna a mais valiosa do planeta. O negócio remonta à Idade de Cristo, com mais de dois mil anos de história – o maior “case” de marketing da humanidade.
Ao longo desse tempo, amealharam um patrimônio inestimável ao redor do mundo. Seus templos ocupam os principais “pontos comerciais” de todas as cidades católicas – mais de 4.000 só no Brasil. Na Europa, o valor desses locais atinge estimativas fantásticas. Some-se a isso um sem-número de outras propriedades existentes, e chega-se facilmente a essa cifra que deixa a Apple para trás no ranking das corporações mais valiosas do mundo.
Pois bem, esse colosso empresarial está às voltas com a eleição de um novo CEO. O último, o saudoso Papa Francisco, deixou o cargo um dia depois da Páscoa – interessante que, por pouco, não coincidiu com a data da ressurreição do fundador da empresa.
Para essa escolha, o conselho superior – composto por mais de 130 superintendentes- conhecidos por Cardeais – responsáveis por importantes filiais nas maiores cidades dos cinco continentes – é chamado a Roma, sede mundial da empresa, para decidir quem entre eles assumirá o cargo de Presidente da maior potência do planeta.
Nesses momentos, as “ações” da companhia costumam oscilar nas bolsas do mundo todo. Nunca se sabe que orientação será dada, quais os novos rumos mercadológicos e ideológicos. O último Papa, conhecido por sua visão social e simpatia por ideias progressistas desde seus tempos de jovem padre na Argentina, era muito carismático. Aliás, ser a favor dos pobres sempre foi um dogma da empresa. Esse público, o mais numeroso, acaba sendo também o maior financiador e arrecadador de fundos para o sustento das filiais e de seus gerentes.
Incrível é que pagam por um produto intangível – esses fiéis clientes compram doses de fé que sustentam o colosso há milênios, sem garantia de entrega nem política de reembolso – um modelo de negócio que qualquer startup sonharia em alcançar.
As histórias encantadas que revestem a escolha do novo Pontífice são assunto nas mídias de todos os países – agora também nas redes sociais. Pompa e circunstância parecidas com as da sucessão do monarca inglês, mas regadas com mais misticismo e grandeza.
A religião – todas – sempre teve o condão de reunir pessoas em torno de narrativas inexplicáveis. Esses “milagres” são o principal pilar dessas comunidades. Ao medo do desconhecido, some-se a culpa muito bem cultivada pela moral judaico-cristã, e tem-se a receita imbatível para a construção dessas sociedades ao redor do planeta.
A Vaticano S.A. mostra, mais uma vez, seu poder inabalável – sem precisar impor tarifas a ninguém: usa o amor ao próximo como principal moeda.
O preço invisível da sobrecarga. O que estamos sepultando?
Por Anelize Prata
Nem sempre é o patrão. Às vezes, somos nós. A culpa por parar, o medo de parecer insuficiente, a ansiedade por manter tudo sob controle… ou apenas a tentativa de garantir alguma segurança num mundo instável.
Nos entregamos ao trabalho com a promessa de “só mais um pouco”, e nessa de sempre empurrar o descanso pra depois, deixamos de viver o agora.
Deixamos de ir ao encontro com amigos, de namorar, adiamos aquela consulta médica, abrimos mão de um tempo pra nós, pra cuidar da mente, do corpo, de algo que nos dá prazer. Tudo em nome da produtividade, da estabilidade, do reconhecimento.
Mas existe um custo oculto. A exaustão se acumula. A saúde emocional começa a falhar. E o que era temporário, vira rotina.
Não se trata de culpar empresas ou cargos, e sim de repensar a lógica que nos faz achar normal viver cansados, adoecidos e ausentes de nós mesmos.
Sim, estabilidade financeira é importante. Mas ela não precisa vir à custa da nossa saúde ou da nossa vida.
Trabalhar com excelência não exige se anular. Produzir com responsabilidade também inclui respeitar os próprios limites.
No fim das contas, o que fica? O que deixamos de viver tentando dar conta de tudo?
Que a gente aprenda a buscar equilíbrio. A construir uma vida onde o trabalho nos sustente… sem nos consumir.
Mercado de Casas de Apostas Esportivas em expansão: principais aspectos
Por Andressa Ferraz
Nos últimos anos pudemos identificar grande volume de expansão de casas de apostas pelo Brasil, com maior ênfase em apostas esportivas, grandes veículos de informação através de influenciadores e artistas promovendo a divulgação.
Nesse sentido, o tema está em alta, devido à discussão no âmbito econômico e jurídico.
Nesse artigo abordaremos aspectos econômicos, jurídicos desse mercado que começaram de maneira informal, e atualmente contamos com um processo de consolidação e regulamentação pelo país.
A lei 14.790/23 tornou-se um marco na regulação e autorização das apostas esportivas de fixação de cotas, tornando o ministério da fazenda responsável por gerenciar o credenciamento e monitoramento das empresas.
Cumpre destacar que a legislação está vinculada ao combate à lavagem de dinheiro e às fraudes, com aplicação de sanções aos que descumprirem nas regras preestabelecidas.
Para a formalização de uma casa de apostas no formato físico ou on-line é necessário atender a uma série de requisitos. No Brasil, a regulamentação para o funcionamento de apostas esportivas atende à lei 14.790/2023. O processo envolve os seguintes requisitos principais:
Deve ser pessoa jurídica constituída segundo a legislação brasileira, com sede no Brasil, atendendo às regulamentações do ministério da fazenda.
Atender aos requisitos técnicos e de segurança cibernética, com agentes operadores certificados, a certificação deve ser reconhecida nacional ou internacionalmente.
O sócio ou acionista não pode estar ligado direta ou indiretamente com qualquer sociedade anônima de futebol ou organização esportiva profissional
Todas as casas de apostas estão condicionadas à comprovação de políticas e controles internos de atendimento de ouvidoria aos apostadores, prevenção à lavagem de dinheiro, prevenção aos transtornos de jogos patológicos, integridade das apostas e prevenção à manipulação de resultados e fraudes.
De acordo com matéria publicada na revista Exame, as casas de apostas movimentaram cerca de 3 bilhões de reais, apenas em 2025.
Demonstrando o crescimento exponencial de registros e lucros com as plataformas.
Destaca-se também que o Normativo estabelece as diretrizes para a tributação dos prêmios líquidos em apostas na loteria de cota fixa, os prêmios estão sujeitos ao Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF) à alíquota de 15%.
De acordo com a divulgação do Ministério da Fazenda, a lista de casas de apostas regulamentadas em 2024 era de 158, pertencentes a 73 empresas.
Comprovando assim o crescimento do ramo no Brasil, que conta com diversos novos registros.
A expansão da indústria de apostas no Brasil apresenta uma perspectiva promissora para a economia do país, com potencial significativo para aumentar a arrecadação tributária e gerar novos postos de trabalho.
A inovação criou um ambiente de maior transparência e segurança, beneficiando tanto os usuários quanto os investidores.
Lembrando que a adaptação às normas e a implementação de uma gestão são elementos fundamentais para garantir a sustentabilidade e o sucesso de qualquer casa de apostas.
Publya oferece treinamento sobre IA aplicada na publicidade digital
A partir do dia 22 de abril, a Publya dá início a uma nova etapa do Publya Academy, iniciativa educacional da trading desk voltada à capacitação de profissionais do mercado publicitário. A primeira edição acontecerá em Porto Alegre, em parceria com a Brazo Midia, reunindo profissionais da região para discutir os impactos e as oportunidades da inteligência artificial na compra de mídia.
Com o tema “Inteligência Artificial na Compra de Mídia”, os treinamentos abordarão desde as inovações tecnológicas que transformaram o setor nos últimos anos até as tendências que devem impactar o futuro da publicidade digital. A proposta é oferecer um olhar estratégico sobre como a IA vem sendo aplicada na mídia programática — da personalização de anúncios à otimização em tempo real de campanhas — e preparar os profissionais para esse novo cenário.
Segundo estudos do setor, a publicidade programática, impulsionada pela IA, deve representar mais de 70% dos investimentos em mídia digital global até 2025. Um relatório recente da Dentsu reforça essa projeção: os gastos publicitários guiados por algoritmos devem chegar a 59,9% em 2025, alcançando 79% até 2027.
“A inteligência artificial está redefinindo o mercado publicitário, e queremos garantir que os profissionais estejam preparados para essa transformação. O Publya Academy nasce com essa missão: oferecer capacitação de alto nível e impulsionar a evolução do setor”, afirma Alex Andrade, sócio e diretor de operações da Publya.
Entre os temas que serão abordados nos treinamentos, destacam-se:
Como a inteligência artificial está remodelando o cenário publicitário
Tecnologias que estão gerando impacto real nas campanhas
Tendências emergentes e o que esperar para os próximos anos
Como marcas e agências podem se preparar para o novo cenário da mídia digital
“O mercado publicitário precisa estar sempre à frente das inovações tecnológicas, e a IA é um dos principais motores dessa mudança. Nosso objetivo é capacitar profissionais de mídia para entenderem como essa tecnologia vem sendo utilizada de forma estratégica e eficaz no setor”, destaca Luana Cevei, sócia e diretora comercial da Publya.
Este ano, os treinamentos acontecerão em diversas cidades nos próximos meses, incluindo Porto Alegre, Florianópolis, Blumenau, Joinville, Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória, Goiânia e Salvador.
Desde 2019, a Publya tem investido no desenvolvimento de ações educacionais para atender à crescente demanda por conhecimento especializado em mídia programática. Por meio do seu braço educacional, o Publya Advertising Academy, mais de 1.000 profissionais de mídia já foram capacitados, consolidando a iniciativa como uma referência em formação técnica e estratégica no setor.
Interessados em conhecer mais sobre as abordagens e conteúdos promovidos pela Publya podem acessar a Plataforma Advertising Academy, que reúne apresentações, estudos de mercado e materiais de apoio voltados à qualificação do setor. Os conteúdos ficam disponíveis em https://publya.com/plataforma-academy/
Sobre a Publya
A PUBLYA é uma Independent Trading Desk especializada em Mídia Programática e Mídia Digital. Com 12 anos de experiência no mercado e atendimento comercial em todos os Estados brasileiros, a empresa já executou mais de 20 mil campanhas de anúncios. Otimizando a compra de mídia online para mais de 3.000 anunciantes, opera campanhas em todos os formatos: Display, Vídeo, Áudio, Native Ads, DOOH e TV Conectada, além de planejar e operar campanhas em Facebook, Instagram, LinkedIn, Tik Tok, Pinterest, Kwai, Twitch, Jogos Mobile e X (Twitter).