Você vai ler na coluna hoje: Boome impulsiona resultados da Universidade Feevale e
campanhas superam em até 284% as metas de captação, Brasil do futebol, Brasil do café: duas paixões nacionais que movimentam bilhões e conquistam o mundo, Grupo RBS reúne líderes para debater soluções para o desenvolvimento do Estado, Uma das práticas mais subestimadas da liderança ainda é o feedback 1:1, Guerra das Antenas: O Embate das Transmissões da Copa 2026, Matriz assume gestão integrada das marcas OJO Sol & Grau, OJO Atelier e GAFAS&Co, Setor que gera mais de 230 mil empregos no Estado está em fase de reconstrução, Como evitar problemas na implantação de ESG?
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Boome impulsiona resultados da Universidade Feevale e
campanhas superam em até 284% as metas de captação
Campanhas digitais lideradas pela Boome fazem Universidade Feevale superar objetivos de
captação em diferentes modalidades
A Boome, empresa de tecnologia, performance e mídia da Gampi Casa Criativa, comemora
os resultados conquistados em parceria com a Universidade Feevale. Responsável pelas
estratégias digitais e operacionalização das campanhas de mídia da Instituição, a empresa
vem contribuindo diretamente para o fortalecimento das ações de captação de novos
alunos, com foco em inteligência de dados, otimização contínua e equilíbrio dos
investimentos em mídia.
Os números alcançados nas últimas campanhas reforçam a efetividade da parceria. No
Vestibular de Verão, a Feevale atingiu 131% da meta de novos alunos nos cursos presenciais
e 193% nos cursos EAD. Já na primeira turma de ingresso da modalidade EAD, o resultado foi
ainda mais expressivo: 284% da meta alcançada. Nas campanhas de pós-graduação EAD, a
Instituição também superou as expectativas, chegando a 136% do objetivo estabelecido.
Para Daniel Rost Dreyer, CEO da Boome, os resultados refletem uma construção estratégica
baseada em análise constante, acompanhamento próximo e integração entre as equipes
envolvidas. “Acreditamos muito em estratégias construídas com base em dados, variedade,
constância e equilíbrio das campanhas. Mas o grande diferencial desta parceria está na
sinergia entre os times da Gampi, da Boome e da Feevale. Criamos uma dinâmica de troca
constante de informações e acompanhamento contínuo, o que nos permitiu identificar
oportunidades, otimizar campanhas e ampliar a performance dos resultados”, destaca.
A parceria também é celebrada pela Universidade Feevale. Para Cláudia Beretta, Diretora de
Marketing e Relacionamento da Instituição, o trabalho conjunto vem gerando impacto
positivo em um cenário cada vez mais competitivo no setor educacional. “A parceria entre
Feevale e Boome vem alcançando resultados incríveis. Em um contexto desafiador,
conseguimos entregar valor, qualidade e performance”, afirma.
Com atuação focada em performance, tecnologia e inteligência de mídia, a Boome
desenvolve estratégias digitais orientadas por dados, conectando planejamento, mídia e
otimização contínua para potencializar resultados mensuráveis. Como parceira oficial das
principais plataformas globais de mídia digital, a empresa reforça sua expertise em conectar
tecnologia e execução estratégica para ampliar a competitividade das marcas atendidas.
Segundo Daniel, a expectativa é que a parceria siga evoluindo nos próximos ciclos. “Estamos
muito confiantes na continuidade desse trabalho conjunto. Quando existe alinhamento
estratégico, confiança e troca constante entre os times, os resultados tendem a crescer de
forma consistente”, conclui.
Brasil do futebol, Brasil do café: duas paixões nacionais que movimentam bilhões e conquistam o mundo
Em ano de Copa, especialista aponta semelhanças entre dois dos maiores símbolos do país: o futebol e o café.
Quando a Seleção Brasileira entra em campo, milhões de pessoas se unem em torno de uma paixão que ajudou a construir a identidade nacional. Mas existe outro patrimônio brasileiro que também conquistou o mundo, gera riqueza, empregos e orgulho nacional: o café.
Em pleno clima de Copa do Mundo, um comparativo curioso chama atenção. Se o futebol transformou o Brasil em uma potência esportiva global, o café consolidou o país como protagonista absoluto no mercado internacional. Líder mundial na produção e exportação do grão há mais de 150 anos, o Brasil responde por aproximadamente um terço do café consumido no planeta e embarca sua produção para mais de 100 países.
Ao mesmo tempo em que exporta jogadores para as principais ligas do mundo, o país exporta cafés que hoje são reconhecidos entre os melhores do mercado internacional.
Segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), as exportações brasileiras de café movimentam mais de US$ 10 bilhões por ano. Já a cadeia produtiva do café gera cerca de 8 milhões de empregos diretos e indiretos em todo o país, desde o campo até cafeterias e pontos de venda.
“O futebol e o café são duas marcas do Brasil perante o mundo. Ambos carregam história, tradição, talento e paixão. A diferença é que o futebol está presente no imaginário do brasileiro há décadas, enquanto o café vive um momento de redescoberta pelo consumidor nacional”, afirma Cristian Figueiredo, fundador da Mr. Black Café.
O brasileiro está aprendendo a valorizar o café que produz
Se o futebol sempre ocupou espaço privilegiado na cultura brasileira, o consumo de café passa por uma transformação silenciosa, mas significativa.
Embora o Brasil seja o segundo maior mercado consumidor de café do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, durante décadas o foco esteve no volume consumido e não necessariamente na qualidade da bebida.
Nos últimos anos, porém, esse cenário começou a mudar. O crescimento dos cafés gourmet e especiais, o surgimento de novas cafeterias e o interesse dos consumidores pela origem dos grãos, métodos de preparo e experiências de consumo mostram uma evolução semelhante à que ocorreu em mercados mais maduros, como Estados Unidos, Austrália e alguns países europeus.
“O brasileiro sempre foi apaixonado por café, mas agora começa a entender melhor o produto. É um movimento parecido com o que aconteceu com o vinho anos atrás. As pessoas querem saber de onde vem o grão, como foi produzido e quais são suas características”, explica Figueiredo.
Futebol e café movimentam economias bilionárias
As semelhanças também aparecem nos números. A indústria global do futebol movimenta centenas de bilhões de dólares anualmente entre direitos de transmissão, publicidade, patrocínios, turismo, produtos licenciados e eventos esportivos. Somente a Copa do Mundo da FIFA é considerada um dos maiores eventos econômicos do planeta, atraindo audiência de bilhões de pessoas e gerando impactos econômicos em diversos setores.
Já o mercado global de café movimenta mais de US$ 200 bilhões por ano, considerando toda a cadeia produtiva, da lavoura ao consumo final.
No Brasil, o café também impulsiona outro segmento em expansão: o franchising. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), alimentação continua entre os segmentos mais procurados por investidores, com destaque para operações ligadas ao consumo recorrente e à experiência do cliente.
As cafeterias acompanham esse movimento ao unir conveniência, experiência, relacionamento e consumo de um produto que faz parte da rotina dos brasileiros.
Da exportação à experiência
Se durante décadas o Brasil foi reconhecido principalmente por exportar café verde para o exterior, hoje cresce o interesse em agregar valor ao produto dentro do próprio país. A expansão das cafeterias gourmet representa uma mudança importante nesse processo. Mais do que vender café, esses estabelecimentos ajudam a educar o consumidor e a fortalecer uma cultura de apreciação semelhante à existente em grandes mercados consumidores internacionais.
“Existe uma nova geração de consumidores que quer viver experiências. As cafeterias deixaram de ser apenas um local para tomar café e passaram a ser espaços de encontro, trabalho, relacionamento e convivência. Isso fortalece toda a cadeia do café brasileiro”, afirma o empresário.
A cafeteria como ponte entre o produtor e o consumidor
Foi justamente observando essa transformação do mercado que nasceu a Mr. Black Café. Fundada em Belo Horizonte por Cristian Figueiredo, a rede surgiu com a proposta de democratizar o acesso ao café gourmet, oferecendo uma experiência de qualidade com preços acessíveis e ambiente acolhedor.
A marca apostou em um modelo de negócio que une três tendências em crescimento: a valorização do café brasileiro, a busca por experiências de consumo e o avanço do franchising no setor de alimentação. O resultado foi a construção de uma rede com mais de 40 unidades em operação, faturamento superior a R$ 30 milhões e presença em diferentes regiões do país.
Mais do que uma cafeteria, a Mr. Black Café se posiciona como um espaço de convivência, onde o consumidor pode experimentar cafés de origem controlada, bebidas autorais, produtos artesanais e momentos de conexão, seja para uma reunião de trabalho, um encontro entre amigos ou uma pausa na rotina.
“O brasileiro está descobrindo que é possível consumir um café de qualidade sem que isso seja algo elitizado. Nosso objetivo sempre foi aproximar as pessoas do universo do café gourmet, mostrando que esse produto pode fazer parte do dia a dia”, afirma Cristian Figueiredo.
Para sustentar a expansão, a rede desenvolveu um modelo de franquias baseado em operação simplificada, suporte contínuo ao franqueado e foco na experiência do cliente. A estratégia acompanha uma tendência observada em todo o país: consumidores mais exigentes e empreendedores em busca de negócios ligados a produtos de consumo recorrente e forte identificação cultural.
Nesse cenário, a Mr. Black Café enxerga uma oportunidade semelhante à que impulsionou o crescimento do mercado de cafeterias em países como Estados Unidos e Austrália: transformar um produto tradicionalmente consumido pelos brasileiros em uma experiência capaz de gerar valor para toda a cadeia, do produtor ao consumidor final.
Uma oportunidade para empreendedores
Assim como milhares de jovens sonham em construir uma carreira no futebol, cresce também o número de brasileiros interessados em empreender em segmentos ligados ao café.
O avanço das franquias especializadas acompanha o amadurecimento do consumidor e a valorização crescente do café de qualidade.
Para especialistas do setor, o cenário é favorável principalmente em cidades médias e regiões do interior, onde o consumo premium cresce acima da média nacional e ainda existe espaço para expansão de marcas estruturadas.
Em ano de Copa do Mundo, o paralelo entre futebol e café ajuda a reforçar uma constatação: poucas atividades representam tão bem a identidade brasileira quanto essas duas paixões. Uma é celebrada nos estádios. A outra, diariamente, em milhões de xícaras espalhadas pelo país e pelo mundo.
Sobre a Mr. Black Café Gourmet
Fundada em 2006 em Belo Horizonte (MG), a franquia de cafeteria gourmet consolidou-se rapidamente no mercado, baseando-se em três pilares essenciais: alta qualidade dos produtos, ambiente moderno e acolhedor e atendimento diferenciado. Em 2012, os gestores implementaram um plano estratégico de longo prazo, expandindo a marca por meio do sistema de franquias. A marca oferece mais de 40 receitas à base de café quente e gelado, ampla gama de acompanhamentos e conta com três modelos de negócios: quiosque para shopping, loja de rua ou espaço corporativo, e loja para shopping e aeroportos, com investimento inicial a partir de R$ 250 mil, além de retorno previsto entre 24 e 36 meses.
Grupo RBS reúne líderes para debater soluções para o desenvolvimento do Estado
Diferentes setores estiveram representados em ouvidoria promovida pelo Conselho Editorial nesta terça-feira (9).
O Grupo RBS realizou, nesta terça-feira (9), mais uma edição da ouvidoria do Conselho Editorial, encontro que reforça o processo contínuo de escuta e conexão com setores-chave para a economia gaúcha. A iniciativa, que reuniu 11 líderes de diferentes setores, promoveu o debate de temas que impactam o futuro dos gaúchos.
Cada representante presente foi convidado a compartilhar uma questão que, em seu entendimento, tem impedido avanços no desenvolvimento do Estado, e uma possível solução ao problema. A mediação da conversa foi realizada pela comunicadora Giane Guerra.
Participaram da ouvidoria Leandro Evaldt, secretário de Desenvolvimento Econômico do RS; Claudio Bier, presidente da Fiergs; Domingos Velho Lopes, presidente da Farsul; Rodrigo Sousa Costa, presidente da Federasul; Rafael Goellner Garcia, presidente do Sinduscon; Alexandre Saltz, procurador-geral de Justiça do MPRS; e Vilson Noer, presidente da Federação das Associações Gaúchas do Varejo. O encontro também reuniu representantes de empresas privadas com forte atuação no Estado, como Antonio Lacerda, diretor-geral da CMPC; Luciano Fialho, vice-presidente da Scala Data Centers; André Busnello, diretor jurídico do Porto Meridional; e Fabiano Dallazen, diretor de Relações Institucionais da Aegea.
A cultura da polarização foi um dos temas que pautou as discussões em torno dos entraves do desenvolvimento. Os líderes apontaram ainda questões como segurança jurídica, eficiência do setor público, irrigação, matriz energética, educação e inteligência artificial.
Outras edições de ouvidorias do Conselho Editorial serão realizadas neste ano eleitoral, reunindo as contribuições dos convidados num documento de compromissos com o desenvolvimento gaúcho, que será entregue em agosto aos candidatos ao governo do Estado.
Na abertura do encontro, o publisher e presidente do Conselho de Gestão do Grupo RBS, Nelson Sirotsky, apontou a relevância da ouvidoria para reforçar a atuação da empresa:
— Estamos pedindo as contribuições de agentes relevantes da sociedade para que o protagonismo da RBS seja produtivo e realmente eficaz para o Rio Grande do Sul, especialmente neste ano eleitoral. Com esta série de ouvidorias e movimentos, buscamos ampliar ainda mais nossa conexão com os gaúchos, ressaltando nossos princípios editoriais e alavancando temas relevantes para o benefício da nossa sociedade.
CEO da RBS e membro do Conselho Editorial, Patrícia Fraga valorizou a participação dos convidados na construção coletiva proposta pelo encontro:
— A intenção é promovermos a escuta qualificada para entender quais são os desafios e as oportunidades de quem está à frente da economia, da inovação e da tecnologia do Estado. Acreditamos que ações de diálogo e de construção conjunta, com diferentes perspectivas, podem contribuir para encontrar novos caminhos e soluções para o Rio Grande do Sul. O propósito da RBS é impactar positivamente a vida das pessoas e o nosso papel é ser esse agente de conexão.
Também prestigiaram o encontro os membros do Conselho de Gestão do Grupo RBS Fernando Tornaim, Geraldo Corrêa e Marcelo D. Ferreira, além da diretora-executiva de Jornalismo, Marta Gleich, da diretora-executiva de Marketing e Entretenimento, Caroline Torma, líderes da redação e comunicadores.
Uma das práticas mais subestimadas da liderança ainda é o feedback 1:1
Muitos líderes acreditam que dar feedback é corrigir comportamentos quando algo não vai bem. Mas, na prática, os melhores resultados surgem quando o feedback deixa de ser um momento isolado e passa a fazer parte da rotina.
As conversas individuais criam algo que nenhuma ferramenta de gestão consegue substituir: clareza.
Clareza sobre expectativas.
Clareza sobre prioridades.
Clareza sobre o que está funcionando e o que precisa ser ajustado.
Quando um colaborador não sabe exatamente o que se espera dele, a tendência é que trabalhe baseado em interpretações. E interpretações diferentes geram desalinhamento, retrabalho, insegurança e perda de performance.
É no 1:1 que o líder consegue acompanhar a evolução das metas, entender dificuldades antes que elas se tornem problemas, reconhecer avanços e construir planos de desenvolvimento realmente personalizados.
Mais do que falar, é o momento de ouvir.
Ouvir percepções.
Ouvir preocupações.
Ouvir sugestões.
Ouvir aquilo que muitas vezes não aparece em uma reunião de equipe.
Ao longo da minha trajetória em Recursos Humanos, percebi que equipes de alta performance não são formadas apenas por profissionais talentosos. Elas são construídas por líderes que mantêm conversas frequentes, transparentes e consistentes.
Porque pessoas não precisam apenas de direção.
Precisam de acompanhamento.
E quando existe acompanhamento genuíno, as metas ficam mais claras, a confiança aumenta e os resultados aparecem de forma muito mais sustentável.
Feedback não é cobrança.
Feedback é desenvolvimento.
Guerra das Antenas: O Embate das Transmissões da Copa 2026
Por Washington Lima
Uma virada em curso
Por quase setenta anos, “assistir” teve um significado único no Brasil: ligar a televisão e acompanhar o que a emissora decidiu exibir naquele horário. Esse modelo está mudando diante dos nossos olhos. Hoje, a mesma pergunta “vou assistir a quê?” vem acompanhada de uma segunda: “vou assistir por onde?”. Pela TV aberta, no sofá, no horário do programa? Ou pela internet, no streaming, na hora que der, na tela que estiver à mão
Essa não é uma disputa teórica. Os números mostram uma transição histórica acontecendo em tempo real, e entender as forças de cada lado ajuda qualquer pessoa — espectador, anunciante ou produtor de conteúdo a se posicionar melhor.
O que os dados dizem
Os indicadores de audiência mais recentes confirmam o movimento. Segundo levantamentos da Kantar Ibope, a participação da TV aberta no consumo de vídeo caiu de 57,9% em janeiro de 2025 para 53,9% em janeiro de 2026, uma perda de quatro pontos em apenas doze meses. No sentido oposto, o streaming subiu de 33,9% para 39,4% no mesmo período. A distância entre os dois modelos, que era de 24 pontos percentuais, encolheu para 14,5 pontos em um ano. Mantido esse ritmo, analistas projetam que o consumo on-line pode alcançar e até ultrapassar a TV aberta entre 2026 e 2027.
Vale uma ressalva metodológica importante: os números mudam conforme o que se mede. Quando a pesquisa considera apenas o que é assistido na tela do televisor, a televisão linear ainda domina com folga — cerca de dois terços do tempo, contra um quarto para o vídeo on-line. A virada acelera quando se somam celulares, tablets e computadores. Outro dado revelador: entre as plataformas digitais, quem lidera não é a Netflix, e sim o YouTube, responsável por mais de 20% de todo o consumo de vídeo — um lembrete de que “internet” não é só assinatura de filmes e séries, mas também vídeo gratuito, ao vivo e gerado por criadores.
Por que o streaming avança
A força do streaming está em três palavras: liberdade, variedade e conveniência. O espectador deixa de se submeter à grade fixa e passa a montar a própria programação — assiste ao episódio quando quer, pausa, retoma em outro aparelho, escolhe entre catálogos gigantescos com lançamentos frequentes e produções exclusivas. A personalização por algoritmo entrega recomendações sob medida, e o consumo em múltiplas telas se encaixa em qualquer rotina.
Dois fatores estruturais aceleram esse avanço: a popularização das smart TVs, que colocam os aplicativos de streaming a um clique na própria televisão da sala, e a expansão da internet de alta velocidade, que viabiliza o 4K sem travamentos. O resultado é geracional e, em boa medida, irreversível: para quem cresceu no ambiente digital, a lógica sob demanda é o ponto de partida, não a exceção.
Por que a TV ainda importa
Apesar da queda, seria um erro decretar o fim da televisão — sobretudo a aberta. Ela mantém vantagens que o streaming não replica com facilidade.
A primeira é a gratuidade e o alcance universal: a TV aberta chega a praticamente todos os lares brasileiros sem mensalidade e sem depender de uma boa conexão de internet, o que ainda é decisivo num país de acesso digital desigual. A segunda é a força do ao vivo e do compartilhado: futebol, grandes coberturas jornalísticas, eleições, premiações e novelas continuam a reunir milhões de pessoas ao mesmo tempo, criando o “assunto do dia” que o consumo fragmentado dilui. A terceira é a simplicidade: ligar e assistir, sem login, sem assinatura, sem escolher entre dezenas de catálogos. E há ainda o jornalismo local e a produção regional, que o streaming global raramente cobre.
Não por acaso, a TV aberta segue sendo, isoladamente, o serviço mais consumido do país — à frente de qualquer plataforma individual.
O paradoxo do streaming: liberdade que vira conta
A migração trouxe um efeito colateral. Quando cada estúdio lançou o próprio serviço, o catálogo se fragmentou: para assistir a tudo, o espectador acumula várias assinaturas — e a soma pode custar mais do que a antiga TV por assinatura que ele abandonou. Some-se a isso a chegada de planos com anúncios, e parte da promessa original do streaming (sem comerciais, tudo num lugar só) se desfaz. Esse cansaço de assinaturas é justamente um dos fatores que mantêm a TV aberta relevante e impulsionam alternativas gratuitas como o YouTube.
A resposta provável: não é “ou”, é “e”
O comportamento real do brasileiro já aponta o desfecho: o consumo é híbrido. A mesma pessoa acompanha o jornal e o jogo ao vivo na TV aberta e maratona séries no streaming à noite; vê o resumo de um programa no YouTube e volta à novela na telinha. Os dois modelos não são excludentes — coexistem conforme a ocasião, o tipo de conteúdo e o humor do momento.
É exatamente essa convergência que a próxima geração da televisão brasileira pretende abraçar. A TV 3.0 (DTV+), em implantação a partir de 2026, une no mesmo aparelho o sinal aberto e gratuito da antena (broadcast) com a internet (broadband). Na prática, os canais viram aplicativos, surgem recomendações personalizadas, interatividade e qualidade de imagem e som de streaming — sem abrir mão da gratuidade e do alcance da radiodifusão. Em vez de “internet ou TV”, o futuro próximo é “internet na TV”: a fronteira entre os dois mundos tende a desaparecer dentro da própria tela.
Como escolher hoje
Para o espectador, a decisão depende do perfil de consumo. Quem valoriza ao vivo, jornalismo, esporte, custo zero e simplicidade encontra na TV aberta o melhor custo-benefício. Quem prioriza catálogo, flexibilidade de horário e produções exclusivas se serve melhor no streaming — com atenção para não acumular assinaturas além do que realmente usa. E a maioria, na prática, fica com os dois, equilibrando uma assinatura paga com o que é gratuito (TV aberta e YouTube).
Para quem produz conteúdo ou anuncia, a lição é estratégica: o público não está em um único lugar. Estar presente nas duas frentes — com formatos adaptados a cada uma — deixou de ser diferencial e passou a ser requisito.
Conclusão
Assistir pela internet ou pela TV deixou de ser uma escolha excludente para se tornar uma combinação. Os dados mostram o streaming se aproximando rapidamente da TV aberta, mas também revelam uma televisão que resiste pela gratuidade, pelo alcance e pela força do ao vivo. No horizonte, a TV 3.0 promete dissolver a própria pergunta, fundindo radiodifusão e internet num só aparelho. No fim, o vencedor não é uma tecnologia, e sim o espectador — que nunca teve tanto poder de decidir o quê, quando, como e por onde assistir.
Matriz assume gestão integrada das marcas OJO Sol & Grau, OJO Atelier e GAFAS&Co
A Matriz acaba de conquistar a conta das marcas OJO Sol & Grau, OJO Atelier e GAFAS&Co, que integram o Grupo Pegasus. A agência passa a ser responsável pela gestão integrada das três marcas, com uma atuação 360° que contempla branding, planejamento estratégico, criação de campanhas, mídia e performance, produção de conteúdo e experiências de marca.
O trabalho tem como objetivo fortalecer a conexão entre cada marca e seus respectivos públicos, ampliando reconhecimento, relevância e resultados de negócio por meio de uma comunicação alinhada aos posicionamentos e diferenciais de cada operação.
Namorados além do amor romântico
A parceria já estreia com as campanhas de Dia dos Namorados desenvolvidas para as três marcas. Fugindo das abordagens tradicionais associados à data, as ações propõem diferentes perspectivas sobre o amor, ampliando a conversa para além do relacionamento romântico. O amor-próprio ganha protagonismo em parte das narrativas, reforçando mensagens de autoestima, desejo e conexão consigo mesmo. Os conceitos criativos definidos para cada marca são “Pra morrer de amores por você”, para a OJO Sol & Grau; “Amor-próprio em foco”, para a OJO Atelier; e “Desejo à primeira vista”, para a GAFAS&Co.
“Mais do que um cliente, vemos as marcas como parceiras de jornada, com uma trajetória inspiradora, identidade forte e enorme potencial de crescimento. Existe uma conexão genuína entre as duas empresas, com compartilhamento de valores fundamentais, como a valorização das pessoas e da emoção em tudo o que fazemos. Acreditamos que grandes marcas são construídas com propósito, cuidado e paixão, e é justamente essa visão que torna a parceria tão relevante e promissora para nós”, afirma Giovana Freitas, Head de Relacionamentos e Inovação da agência.
Sobre a Matriz
Fundada há 25 anos, a agência Matriz atua com foco em ideias que pulsam, unindo estratégia, criatividade e tecnologia. Atende clientes como Grupo Zaffari, Banrisul, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e Pilecco Nobre, desenvolvendo projetos que aliam experiência de mídia, estratégia de marca e impacto comercial.
Setor que gera mais de 230 mil empregos no Estado está em fase de reconstrução
Segmento de Moda conta com mais de 70 mil empresas no RS e enfrenta desafios estruturais ligados à concorrência internacional
Para o presidente da CDL POA, Carlos Klein, a questão central não está na concessão de benefícios ao varejo nacional, mas na busca por condições mais equilibradas de concorrência: “A moda brasileira enfrenta um cenário de forte concorrência internacional. O que defendemos não são privilégios, mas condições mais equilibradas para competir, especialmente diante das diferenças tributárias que impactam a formação dos preços”, afirma Klein.
Apesar da relevância econômica e social, a moda gaúcha enfrenta desafios estruturais ligados à concorrência internacional, à pressão sobre margens de rentabilidade e às mudanças nos hábitos de consumo. Ao mesmo tempo, a digitalização dos negócios, a economia criativa e a especialização em nichos de mercado surgem como oportunidades para impulsionar o desenvolvimento.
Essa adaptação do setor é pauta da terceira edição do evento Moda Pelo RS, que acontece no dia 18 de junho, no Teatro do Bourbon Country. Com o tema “O Invisível que Vende”, a edição de 2026 propõe uma reflexão sobre os fatores que influenciam a decisão de compra para além do produto. A programação abordará temas como liderança, experiência de compra, comportamento do consumidor, construção de marca, visual merchandising, consultoria de imagem e inteligência artificial aplicada ao varejo.
Para Joy Alano, educadora, estrategista de marcas e idealizadora do Moda pelo RS, o setor vive um momento de transformação acelerada. “O consumidor mudou, as ferramentas mudaram e a concorrência também. O evento busca ajudar empresas e profissionais a entenderem esse novo cenário e encontrarem formas de gerar valor além da disputa por preço”, afirma.
“Muitas empresas já utilizam inteligência artificial, mas ainda não conseguem transformar a tecnologia em ganho efetivo de tempo e produtividade. O desafio não está na ferramenta, mas na forma como ela é incorporada à rotina do negócio. Vamos apresentar aplicações práticas que podem ser implementadas imediatamente e gerar resultados concretos para o varejo de moda”, afirma Rafael Wainberg, palestrante do evento e especialista em inteligência artificial aplicada a negócios.
O Moda pelo RS tem atraído participantes de diferentes regiões do Rio Grande do Sul e de outros estados brasileiros, consolidando-se como um espaço de atualização, troca de experiências e fortalecimento da cadeia da moda em um momento de profundas transformações para o setor.
A terceira edição do Moda pelo Rio Grande do Sul será realizada no dia 18 de junho, no Teatro Bourbon Country, reunindo lojistas, empreendedores, marcas e especialistas para discutir temas centrais do setor. O evento tem realização da CDL Porto Alegre, idealização de Joy Alano, e patrocínio de Nuvemshop e Phibo.
Palestrantes:
Joy Alano, idealizadora do Moda pelo RS, ‘Provador Fashion’; Jorge Grimberg, especialista em tendências & carreiras criativas; Paulo Selani, ‘Sua loja faz Pisiu’ Visual Merchandising; Raquel Leão, Start by WGSN; Luciana Gadotti, consultora de Imagem & Estilo; Lucas Borges, especialista em vendas & liderança no varejo; Rafael Wainberg, especialista em IA aplicada a negócios.
Serviço:
Moda Pelo Rio Grande do Sul – 3ª edição
Data: 18 de junho de 2026
Horário:
8h30 às 9h – Welcome coffee e networking
9h às 18h – Palestras
Local: Teatro Bourbon Country – Porto Alegre/RS
Realização: CDL Porto Alegre
Idealização: Joy Alano
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Como evitar problemas na implantação de ESG?
Por Kátya Desessards
Conhecimento e experiência precisam estar alinhados neste momento. Uma sintonia fina ancorada em entender como tudo que a empresa está fazendo está sendo percebido. Dependendo das escolhas iniciais num projeto de implantação ou de mudança de rota do ESG, podem gerar sentimentos muito diferentes nos stakeholders que fazem parte da cadeia de valor da empresa.
Então, como evitar ou dirimir ao máximo erros decisórios com objetivos que acabam se tornando pesadelos no dia-a-dia?
O primeiro passo é simples, mas… como tudo no ESG… sempre tem um ‘mas’… as muitas ações podem trazer paradoxos a gestão e conflitos de interesse entre o que a empresa precisa fazer e os objetivos de crescimento. Não que haja algo ilícito neste conflito. Não, não. São dicotomias entre o que sempre falo… “o feito e o perfeito”.
O que é melhor? Um feito com base e continuidade. Ou um ‘perfeito’ que nunca é alcançado por funcionário algum. O turnover alto em muitas empresas tem a ver – diretamente – com esse pensamento obsessivo dentro das empresas onde o setor de Gestão de Pessoas não consegue achar a linha condutora ou não consegue visualizar onde está o problema.
Esta situação é o que chamo de ‘Síndrome de Ônibus’, onde funcionários entram e saem como numa viagem curta de ônibus de linha dentro das cidades: Entrou, passou na roleta e alguns minutos depois já toca o alarme e desce; indo em busca de outra ‘viagem’, mais duradoura.
Isso é muito ruim para qualquer cadeia produtiva ou de serviços. Aliás, é péssimo. ESG precisa ser percebido como um gerador de possibilidades de SOLUÇÕES!
E não um amontoado de regras, normas, restrições e muitos ‘NÃOs’ ou tantos outros ‘adjetivos’ perniciosos que passe na sua cabeça. O ESG é para gerar muitos ‘SIMs’… essa é a magia!
Então… Como evitar problemas na implantação do ESG?
E mais uma vez, trago possibilidades de respostas a partir de comentários e exemplos trazidos por leitores. Aprender com erros de outros é sempre um caminho com um bom lastro de segurança. E, também, sempre faço a reflexão – junto a clientes que: olhar dificuldades semelhantes em empresas de outros setores e segmentos pode dar uma perspectiva nova ou, no mínimo, trazer algo que muitos gestores acabam perdendo por olhar apenas para o seu setor… sentimento de fazer diferente; sensibilidade para ver a Inovação que precisa.
Ou, um detalhe ainda mais nas entrelinhas desse ‘tino’… identificar onde é possivel Ser Diferente. O grande ‘Guarda-Chuva’ do ESG acaba por alavancar outra ação ainda mais no foco hoje: a INOVAÇÃO.
Por ‘natureza’ o ESG precisa da inovação, assim como a INOVAÇÃO precisa de todas as camadas de ética e regulação para andar pelos trilhos certos e não perder o foco no que importa: Ser Sustentável. É uma simbiose quase siamesa…
Esta semana recebi três ‘queixas’: A primeiro veio de Cariacica, cidade metropolitana de Vitória no Espírito Santo, que apesar de ser um dos maiores produtores de banana orgânica do Brasil e ter vocação agrícola; a queixa veio de uma indústria do setor moveleiro: a escassez de profissionais qualificados é um dos maiores desafios do setor, limitando a capacidade de produção e inovação. O estado tem buscado ir além, na criação do Selo de Circularidade para a indústria moveleira. Mas ainda assim não se mostrou suficiente.
A segunda queixa veio de Ijuí, município localizado no Noroeste gaúcho, com forte base econômica no setor de agroindústria, onde as empresas também enfrentam dificuldades para encontrar profissionais qualificados.
E por fim, veio de Salinas, Minas Gerais, a terceira queixa. Famosa pela produção de cachaça, o município foi superado este ano por Viçosa do Ceará (CE) que assumiu a liderança nacional em número de cachaçarias, com 25 unidades ativas. Lá, além de grandes questões ambientais com uma luta constante com o setor de mineração, Salinas também não consegue preencher vagas abertas.
E as perguntas dos três foram quase parecidas: Como conseguir manter ou implantar ESG?
Mas a pergunta feita não é o problema que eles precisam resolver agora. Primeira constatação.
Quando fiz a pesquisa para escrever este artigo sobre ‘Como evitar problemas na implantação de ESG?’; elaborei um tipo de Checklist para ajudar o leitor a enxergar com mais clareza e simplicidade de todas as fases e camadas do ESG… (E vou trazer essas informações mais a frente)… Mas diante de 3 queixas ‘gêmeas’; no caso trigêmeas. Percebi que a falta de profissionais é um dos maiores problemas, que não é exclusivo das regiões, mas que se enquadra em um cenário de desafios mais amplos observados no mercado de trabalho brasileiro. E arrisco a dizer, no mundo.
A pergunta feita pelos três leitores ampla com muitas perspectivas de análise…respondo (mas em parte…afinal a colunista é ‘Conselheira e Mentora em ESG’)… e o ‘serviço completo’ requer tempo, visão enloco e investimento…
…mas vou dar uma VISÃO GERAL: Sempre início a abertura de uma análise fazendo uma pergunta ‘Matriz’; e neste caso: Por que será que isso está acontecendo?? O cenário é muito parecido para os 3 estados.
Será que realmente está faltando profissionais? Ou o ‘perfil’ estipulado para as vagas têm sido inalcançável? Ou, quem sabe, a faixa etária das vagas esteja limitando quem – realmente – tem experiência? E vou mais afundo. Será que ‘quem’ está na base dessas seleções possa estar com foco limitado ou ‘viciado’? Ou, talvez, o cenário das empresas esteja desalinhado com a percepção e entendimento dos recrutadores internos e externos? E vamos um pouco mais no detalhe; Como conseguir ‘fechar’ o resultado da equação:!? Há muitos profissionais qualificados que NÃO conseguem ser vistos nas seleções. Por quê!? Quase sempre a resposta (de bastidor) é a mesma: Qualificado de mais!! E quando o iniciante tem perfil, mas daí a resposta é: “não tem experiência”. Isso parece ‘papo-de-louco’. E por que, de um modo geral, se observa, com frequência, nas empresas pessoas em cargos de chefia, sem possuir perfil psicológico para isso? Isso é observado com tanta frequência em empresas com alto índice de turnover. Desculpem-me a franqueza, mas é a realidade dos bastidores.
Faço uma última indagação desse cenário: O que você entende por ‘diversidade’ dentro da empresa?? Entenda, diversidade não é para parecer como a letra da banda de rock ‘Legião Urbana’: “Festa estranha com gente esquisita”… Não é para virar um pesadelo e sim incluir pessoas com dignidade. Inclusive, etarismo tem ficado de fora dessa ‘diversidade’!! Pense e reflita com profundidade, será que realmente está faltando tanta mão de obra!? Isso ainda vou aprofundar noutro artigo…
Vamos ao Checklist que prometi. Preparei para você garantir que a sua jornada ESG não se transforme num acelerador de riscos. As empresas devem estruturar processos, alinhar expectativas e fortalecer a cultura organizacional desde o primeiro dia. Há práticas para evitar essas armadilhas. Veja algumas:
ESTRUTURE UMA GOVERNANÇA SÓLIDA: Crie um comitê multidisciplinar responsável por ESG, com representantes de todas as áreas (financeiro, operações, Gestão de Pessoas, jurídico, Auditoria, Comunicação e Marketing). Após, defina papéis e responsabilidades claras: quem coleta dados, quem valida informações, quem aprova relatórios. E, para que funcione, institua rotinas de reunião periódicas para acompanhamento de metas e desvios.
>> (Importante: isso é aplicável a empresas de QUALQUER TAMANHO)
FAÇA UM DIAGNÓSTICO E ANÁLISE DE MATERIALIDADE: Mapeie riscos e oportunidades associadas a cada pilar (E, S e G): clima, cadeia de fornecedores, diversidade, inovação, comunicação e compliance, por exemplo. Consulte stakeholders internos e externos (funcionários, clientes, fornecedores, comunidade) para entender prioridades reais. E priorize indicadores que tenham impacto financeiro ou reputacional significativo.
ESCOLHA O FRAMEWORK MAIS ADERENTE: Não adote o “mais famoso” apenas por status, isso é um erro estratégico que pode fazer sua empresa voltar ao ‘marco zero’. Alinhe nível de maturidade de dados, escopo de relatórios e capacidade financeira. Fique atento: utilize a matriz de esforço versus retorno. Por exemplo: GRI para ESG abrangente, SASB/TCFD para foco financeiro, ISSB para convergência internacional. E planeje uma evolução progressiva: comece por indicadores básicos e aumente complexidade ao longo dos ciclos. Não faça tudo ao mesmo tempo. A pressa vai gerar erro de análise e/ou criar cenários falsos ou distorcidos.
INVISTA EM SISTEMAS E QUALIDADE DE DADOS: Padronize processos de coleta com ferramentas digitais que garantam rastreabilidade e segurança da informação. Isto é a ‘alma’ do processo. Estabeleça controles internos para revisar e aprovar dados antes de consolidar relatórios. É aqui que tudo começa a se transformar em valor. Realize auditorias periódicas (internas ou externas) para validar metodologias e evitar inconsistências. É a etapa onde se defini os próximos passos.
ENGAJE TODA A CADEIA DE VALOR: Promova treinamento e comunicação contínua com equipe e fornecedores. Quanto mais o board criar laços com as equipes e entre as equipes, mas rápido será o entendimento das mudanças. Incentive feedback constante e canais abertos para reportar desvios ou sugestões de melhoria (esse é o 1º segredo). E sempre reconheça boas práticas internamente e celebre pequenas vitórias para fortalecer a cultura ESG. (esse é o 2º segredo).
COMUNIQUE COM TRANSPARÊNCIA: Divulgue metas, resultados e principais desafios de forma clara, sem omissões. Ao identificar falhas, apresente plano de ação e prazos para correção. Use relatórios e canais digitais (site, redes sociais, assembleias) para manter stakeholders informados (esse é o 3º segredo).
GARANTA CICLOS DE REVISÃO E APRIMORAMENTO: Estabeleça KPIs anuais e revise-os continuamente, ajustando objetivos conforme o negócio evolui. Monitore o cenário regulatório e de mercado para antecipar mudanças de norma e melhores práticas.
Aprenda com falhas: documente desvios, extraia lições e atualize processos (esse é o 4º segredo).
Adotar ESG não é apenas preencher formulários — é transformar a governança, a operação e a cultura da empresa. Com governança estruturada, metas claras, dados confiáveis e comunicação honesta, é possível maximizar benefícios e reduzir riscos, seja numa startup em fase inicial ou numa corporação global. Faça do ESG seu aliado, e não um pesadelo!
E o resultado será… Você transformando ESG em motor de inovação (constante) e em estratégia para crescer com propósito!!
É como diz Peter Drucker, o pai da gestão moderna: “A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.”












