Você vai ler na coluna hoje: Agência Moove, O que o Japão ensina ao mundo sobre respeito e responsabilidade, 53 anos de Panvel. E a loja ainda surpreende, Cobrar não é ser chato. É respeitar o compromisso, Marketing não está formando profissionais cansados. Está formando profissionais esgotados, A Coca-Cola pode ter que pagar US$ 20 bilhões ao governo americano, Cresce para 40% a parcela dos brasileiros que atribui pobreza á preguiça, mostra Datafolha, ó ú: ç?, A Copa do Mundo está criando um novo ativo financeiro: a audiência dos atletas, O que Cabo Verde nos ensina sobre liderança e motivação?, O que a mudança no humor do torcedor ensina às marcas, A velocidade da mentira ainda supera a da verdade, Ronaldo não virou empresário quando parou de jogar. Ele construiu o negócio enquanto ainda chutava bola
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Agência Moove
Todo grande movimento nasce de uma direção clara. Mais que definir metas, planejar o futuro é enxergar com confiança e realismo o potencial do seu negócio.
Hoje, compartilhamos uma reflexão do nosso Presidente, José Fuscaldo: o planejamento estratégico é uma visão positiva da empresa. É um recorte do futuro possível, uma leitura otimista e estruturada do que o negócio pode se tornar quando há clareza de propósito e direção.
Na Moove, acreditamos nesse olhar estratégico como base para transformar a comunicação em crescimento. Somos o vetor que conecta sua marca ao próximo nível.
O que o Japão ensina ao mundo sobre respeito e responsabilidade
Por Celeste Marcondes
No Japão, perder um celular não significa necessariamente nunca mais vê-lo. Somente em Tóquio, mais de 130 mil celulares perdidos foram devolvidos às autoridades, e cerca de 83% dos aparelhos encontrados conseguiram ser recuperados pelos donos.
Esse índice impressionante é resultado de uma combinação de fatores: um eficiente sistema de achados e perdidos, a presença dos tradicionais postos policiais de bairro e, principalmente, uma cultura baseada no respeito, na responsabilidade coletiva e na honestidade.
Desde cedo, as crianças japonesas são incentivadas a cuidar dos espaços públicos, respeitar regras e pensar no impacto de suas atitudes sobre os outros. Nas escolas, valores como disciplina, cooperação e senso de comunidade fazem parte da formação tanto quanto as matérias acadêmicas.
Por isso, devolver um objeto encontrado costuma ser encarado como uma atitude natural e esperada pela sociedade. O comportamento reflete uma educação que valoriza a integridade mesmo quando ninguém está observando.
Mais do que recuperar celulares perdidos, esse costume demonstra como pequenos atos de cidadania podem fortalecer a confiança entre as pessoas e contribuir para uma convivência mais harmoniosa.
Você acredita que uma educação baseada em responsabilidade e respeito ao próximo poderia transformar a realidade de outros países também?
Os Japoneses são um exemplo a ser seguido.
53 anos de Panvel. E a loja ainda surpreende
Por Brenda Novaes Pantoja
Tem marcas com décadas de mercado que envelhecem na percepção do cliente sem perceber.
A vitrine continua bonita. O produto continua bom. Mas algo na experiência da loja começa a parecer… de outro tempo.
Evitar isso não é sorte. É estratégia — e o Visual Merchandising tem papel central nessa equação.
A Panvel completa 53 anos como uma das marcas mais sólidas do varejo farmacêutico brasileiro. E parte do que sustenta essa percepção de atualidade está nas decisões que acontecem dentro da loja. Algumas delas:
– Comportamento de consumo em mudança: a navegação da loja precisa acompanhar como o cliente de hoje compra, não como ele comprava há 10 anos.
– Regionalização: o cliente de Porto Alegre não é igual ao de Caxias. A exposição que converte numa praça pode não funcionar na outra.
– Revisão de mix e cross merchandising: cada mudança de produto exige repensar posições de categoria e conexões entre elas para gerar mais valor por metro quadrado.
– Lançamentos: novos produtos e marcas precisam de destaque estratégico para sinalizar inovação sem quebrar a identidade da loja.
– Novos serviços: cada serviço inserido exige um espaço de comunicação pensado.
– Evolução de conceito de marca: quando o posicionamento se atualiza, a loja precisa ser a primeira a comunicar isso com clareza. Criar modelos premiuns ou flagships são exemplos.
Uma marca madura que inova sem perder seus códigos visuais está tomando decisões bem fundamentadas no ponto de venda.
VM estratégico não rejuvenesce marca por estética.
Rejuvenesce por clareza, coerência e leitura constante do mercado.
Pra você, qual desses fatores é mais importante pra uma marca consolidada não parecer ultrapassada
Cobrar não é ser chato. É respeitar o compromisso
Por Renan Filipe Amates
Durante uma visita a um parceiro, encontrei esse cartaz e ele me fez refletir: muitas vezes confundimos firmeza com ser “chato”. Na realidade, cobrar o combinado, dar feedbacks honestos e agir com transparência são atitudes que fortalecem parcerias e elevam o nível dos resultados.
Na gestão de suprimentos e de parceiros, acredito que as melhores relações não são aquelas sem cobranças, mas aquelas construídas com transparência, responsabilidade e confiança.
Afinal, excelência não acontece por acaso; ela é consequência de processos bem conduzidos e pessoas comprometidas.
Marketing não está formando profissionais cansados. Está formando profissionais esgotados
Por Geovana Faheina
Quem trabalha com marketing aprendeu a responder “tudo bem” mesmo nos dias em que tem vinte abas abertas, cinco reuniões, três campanhas para subir e uma urgência que surgiu há cinco minutos.
Durante muito tempo isso pareceu apenas parte da profissão.
Talvez não seja….
Quando vi essa materia mostrando que Marketing, Publicidade e Comunicação estão entre os setores com maior risco de burnout no Brasil, ocupando a terceira posição da lista, confesso que não me surpreendi.
Quem vive essa rotina sabe que o desafio nunca foi apenas criar boas campanhas.
É começar o dia com um planejamento e terminar sem conseguir executar metade dele porque surgiram dez prioridades novas.
É receber palpites de quem nunca estudou marketing, mas tem certeza de que “é só mudar a cor”, “faz um post rapidinho” ou “impulsiona aí que vende”.
É explicar que marketing não faz milagre quando o produto, o atendimento ou o processo comercial precisam de ajustes.
É defender uma estratégia e, poucos minutos depois, ouvir que alguém viu uma tendência na internet e decidiu mudar tudo.
É analisar métricas, revisar campanha e, no fim, resumirem todo esse trabalho com um simples: “o marketing faz postagem”.
Enquanto isso, os algoritmos mudam, novas ferramentas surgem, a inteligência artificial acelera entregas e a expectativa por resultados aumenta na mesma velocidade.
O PROBLEMA É QUE CAPACIDADE HUMANA CONTINUA TENDO LIMITES. (Assim em capslock mesmo)
Existe uma cultura que normalizou o excesso. Horas extras viraram “profissionalismo” Estar sempre disponível virou “excelência”. Trabalhar no limite passou a ser motivo de orgulho.
Mas gente, o nosso cérebro não interpreta isso como reconhecimento.
Ele interpreta como sobrecarga. E a conta chega viu?
Primeiro vem o cansaço constante. Depois a dificuldade de concentração. A criatividade começa a diminuir. As decisões ficam mais difíceis. O entusiasmo desaparece. Aos poucos, aquilo que era uma profissão apaixonante se transforma apenas em mais um dia tentando dar conta de tudo (fiquem atento aos sinais!!!)
Talvez esteja na hora de pararmos de medir desempenho pela quantidade de incêndios apagados e começarmos a valorizar ambientes onde estratégia, criatividade e saúde conseguem coexistir.
Porque nenhuma campanha vale uma crise de ansiedade.
Nenhuma meta justifica o esgotamento.
E nenhum resultado compensa perder justamente a ferramenta mais importante que um profissional de marketing possui: uma mente saudável.
A Coca-Cola pode ter que pagar US$ 20 bilhões ao governo americano
Por Mentores Visionários
Há mais de dez anos, a Coca-Cola trava uma batalha judicial com o IRS, a Receita Federal dos Estados Unidos. O caso envolve uma prática chamada preço de transferência: subsidiárias da empresa em países como Brasil, Chile e México pagavam à matriz pelo uso de marcas e fórmulas. O IRS alega que esses valores foram subdimensionados para reduzir o imposto recolhido nos EUA.
Em 2024, a Tax Court americana condenou a Coca-Cola a pagar US$ 6 bilhões referentes apenas aos anos de 2007 a 2009. A empresa depositou o valor, mas recorreu. Nesta quinta-feira, 25 de junho, a audiência de sustentação oral acontece na 11ª Corte de Apelações, em Miami.
Se a mesma lógica for aplicada aos anos seguintes, o passivo total pode chegar a US$ 20 bilhões. Três das quatro maiores firmas de auditoria do mundo já apresentaram pareceres técnicos em favor da Coca-Cola no processo.
O desfecho desse caso pode criar um precedente histórico para multinacionais que operam com estruturas similares ao redor do mundo. É uma disputa que vai muito além de uma empresa: ela questiona como as grandes corporações globais organizam seus lucros entre países.
Cresce para 40% a parcela dos brasileiros que atribui pobreza á preguiça, mostra Datafolha
Por Exame
A percepção de que a pobreza está ligada à falta de vontade de trabalhar ganhou força entre os brasileiros nos últimos quatro anos. Pesquisa Datafolha mostra que 40% da população atribuem a condição de pobreza à “preguiça de pessoas que não querem trabalhar”, percentual que era de 22% em 2022.
O índice é o maior registrado na série histórica do levantamento. Em 2013, essa opinião era compartilhada por 32% dos entrevistados; em 2014, por 37%; em 2017, por 21%; e voltou a 22% em 2022.
Apesar da alta, a maioria dos brasileiros ainda considera que a pobreza decorre da falta de oportunidades para ascensão social. Essa percepção, porém, perdeu força: caiu de 76% para 58% no mesmo período. Outros 3% não souberam responder.
ó ú: ç?
Por Regina Valente
O embate entre Itaú e Metrópoles ganhou um novo capítulo nesta semana. O banco enviou uma notificação extrajudicial ao portal e lançou o site Factópoles. O site reúne contestações do banco ao que considera erros e distorções na cobertura do veículo sobre cobranças irregulares relacionadas a um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) firmado com o Ministério Público de Minas Gerais e o Idec.
O Metrópoles respondeu propondo uma auditoria independente, custeada pelo próprio portal, para verificar o número de clientes afetados e os valores envolvidos. Hoje, a distância entre as estimativas é enorme: enquanto o Itaú fala em cerca de R$ 11 milhões corrigidos, o portal trabalha com projeções que chegam a R$ 33 bilhões.
Não é apenas uma divergência de números. É uma disputa por confiança: quem consegue convencer a opinião pública de que está contando a história correta. E isso impacta diretamente a credibilidade e a reputação de ambos os envolvidos.
Cada um escolheu uma estratégia. O Metrópoles reforçou o discurso de independência editorial ao sustentar sua posição publicamente e desafiar o banco a submeter os cálculos a uma auditoria.
O Itaú lançou um site dedicado exclusivamente ao caso, reunindo notas técnicas e documentos, e mantém a exposição pública. A mensagem é clara: “estamos corrigindo desinformação”.
Quem tem razão? Ainda é cedo para afirmar. Talvez esse seja um caso que só a Justiça poderá arbitrar.
Mais do que um imbróglio entre um banco e um veículo jornalístico, esse episódio mostra como reputação é um ativo de negócio. E por isso, Comunicação e Relações Públicas são cada vez mais estratégicas.
Links de referência:
https://lnkd.in/dv_dvs3q
https://lnkd.in/dB67mxBD
https://lnkd.in/dZVJebry
(Vale MUITO a leitura do artigo do Guilherme Ravache sobre o tema e o que pode mudar no mercado de comunicação.)
A Copa do Mundo está criando um novo ativo financeiro: a audiência dos atletas
Por Felipe Araujo
Durante décadas, as transmissões esportivas concentraram a atenção nos grandes craques. O restante do elenco aparecia apenas durante os 90 minutos da partida.
O streaming mudou essa lógica.
Na Copa do Mundo de 2026, vimos um exemplo emblemático. Durante a transmissão, a CazéTV pediu que o público seguisse o goleiro Vozinha, de Cabo Verde. Em poucos minutos, milhares de pessoas atenderam ao chamado, transformando um atleta pouco conhecido em um fenômeno nas redes sociais.
Esse movimento começou lá nas Olimpíadas 2024 para quem não se lembra.
O que parece apenas um momento divertido revela uma mudança profunda no modelo de negócios do futebol.
Hoje, um atleta não gera valor apenas pelo desempenho em campo. Ele também acumula um ativo econômico extremamente valioso: a atenção.
Essa audiência pode ser convertida em:
• patrocínios;
• campanhas publicitárias;
• monetização das redes sociais;
• valorização da marca pessoal;
• aumento do valor de mercado;
• novos contratos comerciais.
A televisão tradicional jamais conseguiu fazer isso em escala.
Durante mais de 30 anos, ela transmitiu jogos.
O streaming cria ativos.
Quando milhões de pessoas seguem um atleta ao mesmo tempo, os algoritmos ampliam sua distribuição, aumentando ainda mais sua relevância. O jogo deixa de terminar no apito final e continua nas redes sociais.
É nesse momento que surgem novas oportunidades comerciais.
Minha visão como diretor de estratégia e finanças?
O streaming deixou de ser apenas um canal de transmissão. Tornou-se uma ferramenta estratégica capaz de acelerar a construção de marcas, criar novos ativos econômicos e ampliar receitas para atletas, clubes e patrocinadores.
Isso muda a forma como dirigentes, investidores e patrocinadores devem enxergar o mercado.
No futebol moderno, seguidores e engajamento deixam de ser apenas métricas de marketing.
Passam a fazer parte do valuation de um atleta.
Porque, na economia da atenção, um jogador não vale apenas pelo que produz durante os 90 minutos.
Vale também pela capacidade de transformar audiência em negócios.
O que Cabo Verde nos ensina sobre liderança e motivação?
Por Pedro Luis de Faria
Hoje, uma pequena seleção enfrentou uma das maiores potências do futebol mundial.
De um lado, a Argentina: campeã do mundo, grandes jogadores e uma história repleta de títulos.
Do outro, Cabo Verde: um país pequeno, com menos tradição e muito menos recursos.
Mas, quando a bola começou a rolar, a história e o favoritismo ficaram do lado de fora do campo.
Cabo Verde competiu, acreditou e levou a decisão para a prorrogação.
E isso nos deixa uma grande lição para o ambiente de trabalho:
Recursos fazem diferença. Talento faz diferença. Experiência faz diferença. Mas nenhuma dessas vantagens substitui um time que acredita verdadeiramente no que está fazendo.
Quantas vezes, dentro das empresas, encontramos equipes com poucos recursos realizando grandes resultados?
E quantas vezes vemos estruturas excelentes entregando pouco porque as pessoas perderam a motivação, o propósito e a confiança?
A motivação não transforma magicamente uma equipe em favorita.
Mas pode fazer uma equipe aparentemente inferior competir em um nível que ninguém imaginava.
O papel de um líder não é apenas cobrar metas, controlar indicadores ou distribuir tarefas.
É fazer as pessoas entenderem por que vale a pena lutar por determinado objetivo.
É criar um ambiente no qual cada profissional pense:
“Talvez ninguém acredite que podemos. Mas nós acreditamos.”
Cabo Verde perdeu o jogo.
Mas mostrou algo que vale para o futebol, para as empresas e para a vida:
Você pode não escolher os recursos que tem, o tamanho do concorrente ou a dificuldade do desafio. Mas pode escolher a intensidade, a coragem e a atitude com que vai enfrentá-lo.
No final, nem toda derrota significa fracasso.
Às vezes, a maior vitória de uma equipe é descobrir que consegue ir muito além do limite que os outros imaginaram para ela.
O que a mudança no humor do torcedor ensina às marcas
Por Hugo Rodrigues
A Ipsos publicou um raio-x do humor do brasileiro às vésperas e durante a Copa do Mundo de 2026, e o retrato é mais interessante do que parece à primeira vista. Mais da metade do país, 54%, acha que as chances são poucas. E mesmo assim, o desânimo está caindo: em abril, 46% diziam estar desanimados com o torneio; agora, em junho, esse número caiu para 39%. A esperança segue líder absoluta entre os sentimentos declarados (29%), seguida por alegria, que deu um salto de 15% para 20% em dois meses.
Isso me parece um retrato bem brasileiro de como lidamos com expectativa: o coração não desliga, mas a cabeça já fez as contas. A gente não promete taça pra ninguém, mas também não consegue ficar de fora. Tanto que o interesse em assistir aos jogos da seleção subiu de 63% para 71% entre abril e junho, ou seja, o torcedor que dizia “não vou nem ligar” foi, aos poucos, sentando no sofá.
Pra quem trabalha com marca, esse tipo de dado é ouro. Ele mostra que clima emocional não é estático, ele se move junto com o calendário do evento. As marcas que estão de olho na Copa como plataforma de comunicação precisam entender isso: o timing da mensagem importa tanto quanto a mensagem em si. Falar de “país inteiro parado” numa fase de pé no chão soa falso. Falar de esperança que cresce aos poucos, de torcida que vai se aquecendo, isso sim conversa com o que a pesquisa está mostrando.
Será mesmo que o Brasil vai longe? Pelo visto, nem o próprio brasileiro tem certeza. Mas a fé, ainda que cautelosa, está voltando.
A velocidade da mentira ainda supera a da verdade
A mentira segue um roteiro conhecido.
Um veículo publica uma informação sem a devida apuração e joga tudo no ventilador.
Um site nacional repercute a notícia sem verificar os fatos.
Um portal local copia o conteúdo e ainda acrescenta ataques.
Depois, o veículo que iniciou toda a repercussão admite que se enganou e publica uma correção. Mas o estrago já foi feito. A retratação, além de tardia, escancara a irresponsabilidade de quem escreveu, editou e decidiu publicar sem o cuidado necessário.
Enquanto isso, os demais veículos, que ajudaram a espalhar a informação equivocada, permanecem em silêncio. Não corrigem, não se retratam e agem como se nada tivesse acontecido.
No fim, a mentira ganha manchetes. A verdade recebe apenas uma nota de rodapé.
Esse é um dos maiores desafios do jornalismo e da comunicação na era da velocidade: publicar primeiro não pode ser mais importante do que publicar corretamente.
Ronaldo não virou empresário quando parou de jogar. Ele construiu o negócio enquanto ainda chutava bola
Por Marcio Eugenio
A entrada na LiveModeTV não é curiosidade de atleta rico com tempo sobrando. É movimento estratégico: ele identificou que o modelo de transmissão digital que explodiu no Brasil tem escala internacional, e colocou o nome onde a tração já existe.
Isso inverte a lógica que a maioria segue, esperar o negócio estar “pronto” para entrar. Os que chegam antes da liquidez óbvia capturam a margem que os retardatários vão pagar caro para acessar.
O padrão se repete: os atletas que constroem patrimônio real não licenciam a marca deles para qualquer produto, eles adquirem participação onde a operação já tem prova de mercado e usam a distribuição global que já possuem como alavanca.
Timing antes de consenso. Ativo com tração. Distribuição própria como vantagem.
No seu mercado, qual oportunidade você está deixando passar porque ainda não está “madura o suficiente”?













