RECORD Guaíba leva estúdio de inverno à Serra Gaúcha durante temporada 2026 – 07.07.2026

Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp

Você vai ler na coluna hoje: RECORD Guaíba leva estúdio de inverno à Serra Gaúcha durante temporada 2026, A psicologia diz que pessoas que cresceram brincando na rua até escurecer não veem essa infância como desleixo, mas como um treino precoce de autonomia e confiança, A Crise da Confiança no Jornalismo em Tempos de Redes Sociais, TV 3.0: A maior transformação da televisão brasileira e o novo protagonismo da publicidade, O Shopping TOTAL carrega uma história que vai muito além do varejo, Geração Z prefere financiar veículos à casa própria, revela estudo da Serasa Experian

 

 

Com as modificações das regras de envio do WhatsApp, criamos uma nova comunidade da Coluna do Nenê. Te convidamos a clicar no link abaixo para entrar na nossa comunidade e receber diariamente a nossa coluna. CLIQUE AQUI!   

 

 

RECORD Guaíba leva estúdio de inverno à Serra Gaúcha durante temporada 2026

Por Do R7

A Record Guaíba iniciou, no dia 4 de julho, mais uma edição do Estúdio de Inverno, projeto especial realizado em Canela, na Serra Gaúcha. A iniciativa segue até o dia 2 de agosto, com apoio da Prefeitura de Canela e da Secretaria de Turismo do município, promovendo atrações todas as sextas-feiras, sábados e domingos na Praça João Corrêa, um dos principais pontos turísticos da cidade.

O espaço foi pensado para proporcionar uma experiência completa aos moradores e turistas que visitam a Serra durante o inverno. A grande atração é a neve, que transforma o estúdio em um cenário encantador e rende momentos especiais para toda a família. Além disso, o público pode aproveitar espaços para fotos, ativações e uma programação voltada ao entretenimento.

Outro destaque são as Sunsets Record, realizadas sempre a partir das 17h, às sextas-feiras, sábados e domingos. Com apresentações de DJs convidados, o projeto oferece música, descontração e um clima especial para acompanhar o pôr do sol no coração de Canela.

Neste primeiro final de semana de atividades, o comunicador Samuel Vettori e o repórter Gabriel Costa estiveram à frente das ações do projeto, produzindo conteúdos especiais diretamente da Serra Gaúcha e destacando a movimentação turística, os eventos, a gastronomia e as experiências que fazem da temporada de inverno um dos períodos mais importantes para a região.

Ao longo das próximas semanas, o projeto seguirá acompanhando os principais eventos da temporada e convidando o público a viver a experiência do inverno em Canela, com neve, música e atrações especiais para todas as idades.

Período: 4 de julho a 2 de agosto de 2026.

Dias de realização: sextas-feiras, sábados e domingos.

Local: Praça João Corrêa – Canela (RS).

Horário: das 11h às 21h.

Sunsets Record: a partir das 17h, com DJs convidados.

A psicologia diz que pessoas que cresceram brincando na rua até escurecer não veem essa infância como desleixo, mas como um treino precoce de autonomia e confiança

Por Patrick Silva

O grito da mãe, ecoando no fim de tarde, avisava que a divertida brincadeira na calçada tinha chegado ao fim. Para quem viveu essa época, correr descalço pelo bairro e inventar jogos com os vizinhos trazia uma liberdade sem igual. Essas memórias antigas carregam um aprendizado profundo sobre independência e segurança que molda as atitudes dos adultos de maneira muito duradoura.

O que as ruas ensinavam para as crianças de antigamente?

Longe dos olhos atentos dos pais por algumas horas, os pequenos precisavam resolver seus próprios problemas e disputas. Escolher quem começava o jogo ou decidir a regra da brincadeira exigia muita conversa e negociação. Esse convívio diário ensinava a lidar com as frustrações sem a interferência de um adulto protetor de fato.

Ralar o joelho na pedra ou perder a bola no bueiro faziam parte do pacote de aventuras. Em vez de correr chorando para o colo da família, a meninada encontrava saídas criativas para os imprevistos da jornada. Essa postura firme diante dos pequenos machucados construía uma autoestima forte de modo natural.

Será que essa liberdade antiga faz falta para os adultos atuais?

Passar a infância trancado em apartamentos vigiados por telas eletrônicas limita o crescimento dos jovens. A falta de desafios reais nas calçadas impede o desenvolvimento de defesas emocionais importantes para o futuro. Crescer sem testar os próprios limites físicos gera indivíduos bem mais inseguros e temerosos diante das dificuldades normais da vida.

Um estudo divulgado pelaSpringer Nature mostra que brincadeiras mais livres, com desafios e riscos adequados à idade, podem favorecer a autoconfiança e o senso de segurança da criança. O documento indica que enfrentar pequenos riscos calculados na infância ajuda no desenvolvimento de tolerância à incerteza, habilidades de enfrentamento e manejo do medo, o que pode reduzir o risco de ansiedade no longo prazo de maneira bastante relevante.

Quais lições práticas as calçadas deixaram na nossa memória?

O espaço da rua funcionava como uma escola viva, repleta de aprendizados que nenhum livro consegue ensinar de verdade. Longe do controle exagerado dos protetores, a garotada precisava criar suas próprias regras de convivência. Esse ambiente livre estimulava o desenvolvimento de habilidades essenciais para a nossa futura sobrevivência coletiva diária:

  • Capacidade de negociar regras e prazos de forma pacífica.
  • Coragem para enfrentar pequenos perigos físicos com atenção.
  • Criatividade para inventar brinquedos usando pedaços de madeira.
  • Senso de união e proteção com os colegas do bairro.
Vale a pena deixar os filhos brincarem soltos na vizinhança?

Os tempos mudaram e a segurança nos bairros causa muita preocupação na mente dos pais. Vigiar cada passo dos pequenos parece a única saída correta para evitar acidentes graves. No entanto, o excesso de proteção impede que os filhos aprendam a caminhar com as próprias pernas pelo mundo afora, de fato.

Encontrar um meio-termo saudável surge como o grande desafio para as famílias modernas. Permitir pequenas caminhadas até a padaria ou brincadeiras no quintal do condomínio ajuda bastante. Essas pequenas concessões fortalecem a confiança mútua entre pais e filhos, preparando a garotada para os desafios complexos do futuro da vida de forma duradoura.

A Crise da Confiança no Jornalismo em Tempos de Redes Sociais

Por Paulo Fernandes Silvestre Junior

Quando trocamos o jornalismo pelas redes sociais, terceirizamos a decisão sobre o que merece nossa atenção, em que ordem veremos os acontecimentos, quanto tempo dedicaremos a cada tema e quais perspectivas chegarão até nós, com enorme risco de o que realmente importa ficar de fora. E isso impacta pesadamente a confiança no noticiário.

Segundo o Digital News Report, lançado no dia 16 (foto), ela atingiu o menor patamar em uma década, com apenas 37% das pessoas confiando no noticiário como um todo. No Brasil, esse índice é ainda menor: 36%, caindo de 62% em 2015.

Aí reside uma aparente contradição. Apesar de as pessoas usarem mais as redes sociais para se informar, apenas 22% confiam em notícias que consomem por elas. A confiança pelo noticiário vindo de plataformas de IA é ainda menor: 20%. No Brasil, todos os veículos jornalísticos analisados receberam um voto de confiança de mais de 50% do público, liderados pela CNN Brasil (62%). A explicação é que as pessoas usam mais as redes sociais por serem mais fáceis e divertidas, entretanto percebem que ali há muito mais ruído, opinião, manipulação e falta de responsabilidade editorial.

O Digital News Report mostra que, mais que produzir boas notícias, o maior desafio do jornalismo é permanecer visível em uma realidade em que a atenção se tornou o recurso mais disputado, e onde os intermediários digitais passaram a decidir, em grande medida, o que cada cidadão verá primeiro.

Já o público perde gradualmente sua autonomia informacional. Quanto mais dependemos de sistemas que selecionam automaticamente o que vemos, menos percebemos que estamos consumindo uma versão do mundo organizada segundo critérios que não definimos e não conhecemos, e que não podemos interferir.

Essa ilusão é discreta, mas há anos mostra seus efeitos duradouros sobre a forma como indivíduos e sociedades constroem sua compreensão da realidade. É assim que os brasileiros vêm deixando para trás a imagem de “povo cordial” e se tornando uma sociedade mais polarizada e menos tolerante a quem pensa diferente.

Neste artigo, eu explico mais conclusões do Digital News Report e o impacto delas sobre nosso cotidiano.

E você, como anda se informando?

TV 3.0: A maior transformação da televisão brasileira e o novo protagonismo da publicidade

Por Rafael Ferreira

A televisão aberta brasileira está prestes a viver sua maior transformação desde a implantação da TV Digital. A chegada da TV 3.0, oficialmente denominada DTV+, representa muito mais do que uma evolução tecnológica: trata-se de uma mudança estrutural no modelo de distribuição de conteúdo, na experiência do telespectador e, principalmente, na forma como o mercado publicitário irá se relacionar com milhões de brasileiros.

Ao integrar a radiodifusão tradicional com a conectividade da internet em banda larga, a TV deixa de ser apenas um conjunto de canais lineares e passa a operar por meio de aplicativos, criando um ambiente híbrido que reúne transmissão aberta, conteúdo sob demanda, interatividade e serviços digitais em uma única plataforma.

Essa convergência aproxima definitivamente a televisão do universo digital, preservando o enorme alcance da TV aberta, mas incorporando recursos que até então eram exclusivos das plataformas de streaming e das grandes empresas de tecnologia.

A publicidade como principal motor da transformação

Historicamente, o modelo econômico da televisão aberta brasileira sempre esteve apoiado na publicidade. Diferentemente dos serviços de assinatura, a sustentabilidade das emissoras depende diretamente dos investimentos realizados pelas marcas.

Na TV 3.0 esse papel torna-se ainda mais relevante.

A implantação da nova infraestrutura tecnológica exigirá investimentos bilionários em equipamentos de transmissão, servidores, sistemas de distribuição, armazenamento de conteúdo e novos processos operacionais. Para que esse ciclo seja economicamente viável, será fundamental que o mercado anunciante perceba valor nas novas possibilidades comerciais oferecidas pela plataforma.

Entre essas oportunidades destaca-se a chegada da publicidade segmentada.

Pela primeira vez, será possível que dois telespectadores assistindo ao mesmo programa recebam anúncios diferentes, personalizados de acordo com critérios como localização geográfica, perfil de consumo, interesses ou comportamento. Esse modelo aproxima a televisão aberta da lógica já consolidada nas plataformas digitais, permitindo campanhas muito mais eficientes e com maior retorno sobre investimento.

Outro avanço importante será o fortalecimento do chamado T-Commerce, no qual o anúncio deixa de ser apenas uma peça de comunicação para se transformar em um ponto direto de venda. O consumidor poderá adquirir produtos, contratar serviços ou acessar ofertas diretamente pela televisão, utilizando o controle remoto ou outros mecanismos integrados ao sistema DTV+.

Além disso, a TV 3.0 permitirá métricas muito mais precisas. O mercado publicitário deixará de depender exclusivamente de pesquisas amostrais para compreender o comportamento da audiência, passando a contar com indicadores mais detalhados sobre visualização, interação e desempenho das campanhas.

Esse conjunto de recursos tende a aumentar significativamente o valor estratégico da televisão dentro do planejamento de mídia.

O papel das grandes emissoras

A implantação da TV 3.0 está sendo conduzida de forma colaborativa pelas principais emissoras brasileiras por meio do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) e da ABERT. Embora compartilhem o objetivo comum de modernizar a televisão aberta, cada grupo de comunicação desenvolve estratégias específicas alinhadas ao seu posicionamento de mercado.

A Globo lidera diversos projetos técnicos relacionados ao novo padrão de transmissão, investindo em imagem 4K, HDR, áudio imersivo e integração entre o sinal aberto e seu ecossistema digital. A estratégia busca reduzir a fragmentação das audiências e oferecer uma experiência contínua entre programação linear e conteúdo sob demanda.

A Record direciona seus esforços para a regionalização de conteúdo e para o fortalecimento do jornalismo de utilidade pública. A nova plataforma permitirá distribuir informações hiperlocais, alertas de emergência georreferenciados e conteúdos personalizados para diferentes regiões do país. Comercialmente, a emissora aposta na integração entre entretenimento e compras instantâneas, especialmente em programas de auditório e revistas eletrônicas.

O SBT enxerga na interatividade uma oportunidade para ampliar o tradicional relacionamento com seu público. A emissora pretende incorporar recursos de participação em tempo real, votações, enquetes, jogos e experiências gamificadas diretamente pela televisão, criando novas possibilidades de engajamento para espectadores e patrocinadores.

Já a Band concentra sua estratégia na cobertura de eventos ao vivo, esportes e jornalismo. A proposta é oferecer uma experiência multimídia em que o telespectador poderá selecionar diferentes ângulos de câmera, acessar estatísticas em tempo real e consumir publicidade contextualizada durante transmissões esportivas, aproximando a televisão da experiência já vivenciada em plataformas digitais.

Um novo modelo de comunicação

A TV 3.0 não representa apenas uma atualização tecnológica. Ela redefine completamente a relação entre conteúdo, audiência e publicidade.

O telespectador deixa de ser um agente passivo para se tornar participante ativo da experiência audiovisual. A televisão passa a oferecer personalização, interatividade, comércio eletrônico integrado e múltiplas possibilidades de consumo de conteúdo.

Ao mesmo tempo, as marcas conquistam ferramentas inéditas para segmentar campanhas, mensurar resultados e estabelecer relações mais próximas com seus consumidores.

Para as emissoras, o desafio será equilibrar inovação tecnológica, preservação do alcance massivo da TV aberta e criação de novos modelos de receita.

Perspectivas para o futuro

A implantação da TV 3.0 deverá ocorrer gradualmente, iniciando pelas principais capitais brasileiras e acompanhando grandes eventos internacionais, como a Copa do Mundo de 2026, que servirá como importante vitrine para as transmissões experimentais.

Nos próximos anos, o sucesso dessa transformação dependerá da integração entre três pilares fundamentais: tecnologia, conteúdo e publicidade.

Enquanto o mercado anunciante impulsiona investimentos, inovação e novos modelos de monetização, as emissoras contribuem com sua capacidade de produção de conteúdo, infraestrutura e credibilidade junto à população.

Se essa convergência for bem executada, a TV aberta brasileira poderá consolidar um modelo único no cenário mundial, combinando o alcance massivo da radiodifusão com a inteligência, a personalização e a interatividade características do ambiente digital.

A TV 3.0 inaugura, portanto, uma nova era para a comunicação no Brasil. Mais do que uma evolução técnica, ela representa uma mudança de paradigma capaz de redefinir a forma como empresas, marcas, produtores de conteúdo e consumidores irão se conectar nas próximas décadas.

O Shopping TOTAL carrega uma história que vai muito além do varejo

No podcast Conecta SBT, nossa gerente de Marketing e Comercial, Silvia Rachewsky Lemos falou sobre o que torna o TOTAL um empreendimento único: o único Shopping do Rio Grande do Sul instalado em um patrimônio histórico tombado, que transformou uma antiga cervejaria em um espaço de convivência, compras, serviços, saúde, educação, lazer e entretenimento.

A conversa também abordou a conexão do TOTAL com os bairros em seu entorno, sua comunidade, e claro, o comportamento do consumidor nos dias de hoje. Além disso, o princípio que faz parte da nossa cultura: para nós, o lojista é o cliente número um. É na parceria e na troca que fazemos o TOTAL cada vez mais relevante para a comunidade.

Uma conversa sobre história, inovação e o futuro do varejo. Obrigado ao Conecta SBT, do SBT, Mara Bussolin (ela/ella/she) e ao jornalista Marcelo Chemale.

Geração Z prefere financiar veículos à casa própria, revela estudo da Serasa Experian

Um estudo inédito da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, revela que os jovens da Geração Z, com até 29 anos, demonstram maior interesse em financiar um veículo do que em adquirir a casa própria.

A pesquisa, realizada pela área de Marketing Solutions por meio da plataforma proprietária Insights Hub, aponta que 25,3% dos jovens têm afinidade com financiamento de veículos, enquanto apenas 14% demonstram interesse em crédito imobiliário.

Além disso, o levantamento mostra que:

  • Jovens da Geração Z possuem quase o dobro de afinidade com financiamento de veículos em comparação ao crédito imobiliário;
  • Entre os consumidores de até 29 anos com propensão ao financiamento automotivo, 22,8% já possuem relacionamento bancário considerado maduro;
  • Renda, interesse e maturidade bancária devem ser analisados em conjunto para determinar o potencial de consumo;
  • Os dados ajudam empresas e marcas a desenvolver campanhas mais precisas, com ofertas e jornadas de ativação alinhadas ao perfil e ao momento de vida de cada consumidor.
Perfis diferentes dentro da mesma geração

Segundo a CMO e vice-presidente de Marketing Solutions da Serasa Experian, Giovana Giroto, os resultados demonstram que a Geração Z está longe de ser um grupo homogêneo.

“A análise reforça que a Geração Z não forma um bloco único de consumo. Quando cruzamos dados comportamentais, socioeconômicos e de relacionamento com o mercado por meio do Insights Hub, conseguimos entender quais produtos e serviços fazem mais sentido para cada público, considerando seu momento de vida. Isso permite que as marcas deixem de investir em campanhas genéricas e construam abordagens mais precisas, relevantes e conectadas à realidade de cada audiência.”

Maturidade financeira faz diferença

O estudo também identificou diferenças importantes no relacionamento dos jovens com o sistema financeiro.

Entre os consumidores de 18 a 24 anos que estão iniciando sua vida financeira:

  • 48,8% ainda não possuem histórico bancário nem produtos de crédito;
  • Apenas 10,4% apresentam relacionamento considerado maduro.

Já entre aqueles que demonstram interesse em financiar um veículo:

  • 22,8% possuem relacionamento bancário maduro — mais que o dobro da média;
  • Apenas 30,3% ainda não possuem histórico de crédito.

Segundo Giovana Giroto, esse público representa uma oportunidade mais qualificada para empresas.

“Esses consumidores combinam interesse pelo produto com sinais mais consistentes de relacionamento com o mercado. Para empresas dos setores automotivo, financeiro e de serviços, essa inteligência permite direcionar campanhas, personalizar abordagens e priorizar públicos com maior potencial de resposta às ofertas.”

Renda influencia o interesse pelo financiamento

A pesquisa também mostra que a propensão ao financiamento de veículos cresce conforme aumenta a renda dos jovens.

Os índices de afinidade são:

  • 13,2% entre quem recebe até um salário mínimo;
  • 50% entre aqueles com renda de um a dois salários mínimos;
  • 51,7% entre jovens com renda de dois a cinco salários mínimos;
  • Cerca de 70% entre quem recebe mais de dez salários mínimos.

Os dados reforçam que combinar informações sobre renda, interesse e maturidade bancária permite criar campanhas mais eficientes e ofertas compatíveis com o potencial de consumo de cada público.

Inteligência de dados para campanhas mais eficientes

De acordo com a executiva, ferramentas como o Insights Hub permitem que empresas desenvolvam estratégias de marketing muito mais assertivas.

No setor automotivo, por exemplo, montadoras, concessionárias, instituições financeiras, seguradoras e empresas de serviços podem utilizar essas informações para criar jornadas personalizadas, desde a geração de interesse até a conversão da venda.

A plataforma também ajuda a identificar diferentes perfis dentro da própria Geração Z, evitando estratégias únicas para consumidores que vivem momentos financeiros e comportamentais distintos.

“Hoje, as marcas precisam entender não apenas quem tem interesse em determinado produto, mas também qual é o melhor contexto para ativar essa audiência. Um jovem sem histórico de crédito exige uma estratégia diferente daquele que já possui relacionamento bancário maduro e renda compatível com uma oferta de financiamento. O uso inteligente de dados transforma segmentação em eficiência de mídia, relevância da mensagem e conversão efetiva de negócios”, conclui Giovana Giroto.

Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Rolar para cima

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência de acordo com a nossa
Política de Privacidade ao continuar navegando você concorda com estas condições.