Escassez de mão de obra atinge 80% dos empregadores no Brasil, aponta pesquisa – 09.07.2026

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Você vai ler na coluna hoje: Escassez de mão de obra atinge 80% dos empregadores no Brasil, aponta pesquisa, Ansiedade climática: psiquiatras explicam o tema com Dr. Kalil, O LATAM Club by Mercado Ads e sua estratégia de Commerce Powered Media no Cannes Lions 2026, Gustavo Ermel participou como palestrante do Amplifique, evento organizado pela RIC Record, em Curitiba, Pensamento de Uriã Fancelli sobre Brasil e Noruega, “Estava dando certo.” É a frase que precede toda ruptura societária que eu já vi, Reflexão de Karim Miskulin sobre exercer o papel de diplomata empresarial do Grupo VOTO, Técnico não é líder e time não é equipe. O resultado do jogo não tem nada a ensinar para empresas, A Editora AGE, Mecenas Editora e o escritor Luiz Coronel convidam para o lançamento do livro Testemunha Ocular.

 

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Escassez de mão de obra atinge 80% dos empregadores no Brasil, aponta pesquisa

Oito em cada dez empregadores brasileiros (80%) afirmam ter dificuldade para encontrar os profissionais de que precisam.

Por Folha Press

Oito em cada dez empregadores brasileiros (80%) afirmam ter dificuldade para encontrar os profissionais de que precisam, aponta a Pesquisa Global de Escassez de Talentos 2026, do ManpowerGroup, que ouviu 39.063 empregadores em 41 países entre 1º e 31 de outubro de 2025.

O percentual representa leve recuo ante os 81% registrados em 2025, mas mantém o país em patamar elevado desde 2022, quando o indicador brasileiro saltou de 52% (2019) para 81%. A média global de empregadores insatisfeitos com a contratação é de 72%, também em leve queda ante 74% no ano anterior.

A escassez cresce conforme aumenta o tamanho da companhia. Entre empresas com menos de dez colaboradores, 72% relatam dificuldade; o índice sobe para 75% nas de 10 a 49 funcionários, 79% nas de 50 a 249, 81% nas de 250 a 999 e atinge o pico de 90% nas empresas com 1.000 a 4.999 colaboradores. Entre as companhias com mais de 5.000 funcionários, o índice é de 83%.

Entre as regiões mapeadas no Brasil, o Estado de São Paulo aparece com o maior índice de dificuldade (88%), seguido por Minas Gerais (85%), Rio de Janeiro (80%), cidade de São Paulo (79%), outras regiões do país agregadas (77%) e Paraná (74%).

Setores mais afetados

Seguindo a classificação estruturada pela Manpower Group no levantamento, 85% daqueles que empregam no segmento de serviços profissionais, científicos e técnicos enfrentam desafios de contratação eles compõem o setor mais afetado, diz a pesquisa.

Em seguida, o segmento de informação (83% dos contratantes sente dificuldades em encontrar mão de obra adequada). Comércio e logística, hospitalidade, manufatura, serviços públicos e recursos naturais aparecem empatados em 79%.

Aparece na pesquisa o setor de construção e imobiliário, que registra queixas de 77% dos empregadores.

A construção civil é um dos setores que mais empregam no Brasil. Mesmo assim, lida com apagão de mão de obra, especialmente entre os jovens que antes preenchiam as vagas de entrada. Para especialistas do setor, o desinteresse pela construção civil passa por uma combinação de fatores: percepção negativa sobre o trabalho braçal, ausência de referências de ascensão na profissão e concorrência com setores mais visíveis, como tecnologia, varejo e aplicativos.

Ansiedade climática: psiquiatras explicam o tema com Dr. Kalil

Psiquiatras explicam ao CNN Sinais Vitais, junto de Dr. Roberto Kalil, como fenômenos climáticos geram incerteza e ansiedade, especialmente entre adolescentes brasileiros

Por CNN Brasil

As mudanças climáticas passaram a figurar entre as principais preocupações de jovens e adultos no mundo todo, dando origem a um fenômeno denominado ansiedade climática.

O tema foi abordado pelos psiquiatras Camila Magalhães Silveira, do Hospital Sírio Libanês, e Guilherme Polanczyk, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), no programa CNN Sinais Vitais, com Dr. Roberto Kalil.

O que é a ansiedade climática?

Segundo Camila, trata-se de um fenômeno novo, impulsionado pelo fato de que as mudanças climáticas se tornaram o principal tema global em termos de impacto real. “No Brasil, por exemplo, a gente tem 40 milhões de pessoas que estão expostas a situações climáticas”, afirmou.

A especialista explica que a ansiedade climática se manifesta de duas formas: uma direta, vivenciada por quem sofre pessoalmente os efeitos dos desastres — como ocorreu durante as enchentes no Rio Grande do Sul — e outra relacionada aos impactos sociais, como a perda de empregos e de meios de subsistência decorrentes de alterações no clima.

Jovens são os mais afetados

A psiquiatra também destacou que os adolescentes são o grupo que mais sofre com esse tipo de ansiedade. Segundo ela, os jovens questionam que planeta está sendo deixado para eles e por que a pauta climática não é tratada como a principal questão mundial. “Já que se o mundo está ameaçado, todas as outras coisas ficam até secundárias na lógica dos adolescentes”, disse.

Um estudo chamado PENSE, realizado com mais de 120 mil estudantes brasileiros, revelou que quase metade deles afirma estar preocupado quase o tempo todo — com o futuro, com o mundo, com o trabalho e com os efeitos do clima sobre suas vidas e famílias.

Como o fenômeno chega ao consultório

Guilherme explicou que essas preocupações chegam ao cérebro das crianças e adolescentes principalmente na forma de incerteza. “A incerteza, junto com uma sensação de que eu não posso fazer nada, de que isso é algo que está fora do meu controle, são motores muito grandes para a ansiedade”, afirmou.

O especialista ressaltou que, clinicamente, o quadro mais frequente observado no consultório é a ansiedade, mas que o fenômeno pode se manifestar também por mudanças de humor, pessimismo, sensação de negatividade em relação à vida e ao futuro, irritabilidade e alterações comportamentais.

O LATAM Club by Mercado Ads e sua estratégia de Commerce Powered Media no Cannes Lions 2026

Cannes Lions é, sem dúvida, o festival mais importante do marketing global. Ano após ano, a costa francesa reúne as mentes mais brilhantes, marcas líderes, agências e plataformas tecnológicas, não apenas para premiar as melhores campanhas, mas para definir a agenda e o rumo que a indústria tomará nos próximos anos; e, em 2026, a América Latina marcou uma nova direção.

Entendendo que a indústria está em constante mutação e que a criatividade já não pode ser avaliada de forma isolada, mas sim integrada à explosão de novas tecnologias e ao uso de dados, Cannes foi o melhor cenário para compartilhar os últimos lançamentos de Mercado Ads. A equipe aproveitou a atenção do festival para anunciar a integração do TikTok ao seu ecossistema, lançar a maior rede de criadores da América Latina e apresentar novos formatos de vídeo shoppable para explorar produtos e concluir a compra sem sair da tela. Com esses anúncios, somados a um aumento de 73% ano a ano em receitas publicitárias e a uma plataforma como o Mercado Livre, que conseguiu converter mais de 126 milhões de pessoas em compradores na região, Mercado Ads se consolida como top 3 media player e líder de retail media na América Latina.

O LATAM Club, hub de Mercado Ads localizado em La Croisette, funcionou como um ponto estratégico para dialogar, fechar novos negócios e conectar-se com líderes e profissionais da indústria. Durante os  cinco dias de festival, foi realizado um encontro exclusivo com Jim Stengel, ex-CMO Global da P&G, e o hub também foi sede do CMO Breakfast oficial em parceria com o Cannes Lions.

No Content Studio, foi produzido o podcast Market Minds, uma série de conversas de negócios com foco na América Latina.  São 20 episódios apresentados por Diego Leuco e João Branco com entrevistas exclusivas com personalidades como os pilotos de Fórmula 1 Gabriel Bortoleto e Franco Colapinto, Anselmo Ramos, CEO da GUT, e Patricia Pessoa, CMO do Grupo GOL, além de líderes e executivos de marcas globais como Diageo, McDonald’s, LALA, TikTok e Nestlé, e criadores com grande influência nas redes sociais, como Evelyn Regly e Flor Guillot.

Na noite do dia 02 de julho, tive o privilégio de participar como palestrante do Amplifique, evento organizado pela RIC Record, em Curitiba.

Por Gustavo Ermel

O encontro aconteceu em um lugar muito especial: o Museu Oscar Niemeyer. Um cenário inspirador para falar sobre um tema em que acredito muito: Efetividade em Marketing.

Foi uma noite de trocas muito ricas, ao lado de pessoas especiais e com uma energia muito boa do público. Um público atento, interessado e com sede de aprender.

E eu acredito muito nisso: o mercado fica melhor quando mais gente quer aprender, questionar e evoluir.

Saí do evento ainda mais convicto de que discutir marketing com profundidade, responsabilidade e evidência é um caminho importante para construirmos marcas mais fortes e negócios melhores.

Obrigado à Grupo Ric Paraná pelo convite e a todos que estiveram presentes. Espero voltar mais vezes!

Só pra lembrar que humilhação não é o Brasil ter perdido da Noruega.

Por Uriã Fancelli

Humilhação é perder pra um país de 5,5 milhões de habitantes que descobriu petróleo, olhou pra riqueza e pensou nos netos. Criaram um fundo soberano que hoje vale US$ 2,2 trilhões, quase R$ 11 trilhões, dinheiro que daria R$ 1,8 milhão pra cada norueguês. A Noruega é dona de 1,5% de todas as ações do planeta. O Brasil descobriu o pré-sal e transformou em emenda secreta e refinaria superfaturada. Nossos jogadores não devem nada aos deles. Nossa classe política deve tudo. O que a gente tem que importar da Noruega não é futebol, é vergonha na cara.

“Estava dando certo.” É a frase que precede toda ruptura societária que eu já vi.

Por Daniela Hennemann Maia

A empresa cresce. Entra um fundo. Entra um novo sócio. O fundador não quer abrir mão do controle. O investidor quer saída em cinco anos. O sócio operacional está exausto. O capital recente a falta de retorno.

Ninguém alinhou nada porque “estava dando certo”. E quando a pressão chega seja rodada de investimento, oferta de compra, crise de caixa, o que era divergência natural vira ruptura cara.

A culpa é do sócio que não se comprometeu? Quase nunca. O problema é que as perguntas que precisavam ser feitas antes nunca foram feitas.

Regra simples: O alinhamento entre sócios não é conversa de jantar. É arquitetura de governança.

Na edição de hoje da Ezzentia da Governança, as quatro dimensões que desalinham quando a sociedade ganha complexidade e por que tratar isso como relação pessoal em vez de governança é o que destrói a empresa.

O alinhamento entre seus sócios é um processo governado ou é uma aposta de que “vai dar certo”?

Exercer o papel de diplomata empresarial é extraordinário, pois me proporciona momentos de olho no olho com quem produz e ajuda a entender como unir as forças do setor privado em torno de pautas coletivas.

Por Karim Miskulin

Nos últimos dias, vivi uma verdadeira maratona de agendas em Porto Alegre, cidade onde o Grupo VOTO nasceu e onde mantemos um braço de relações institucionais bastante forte. Tive o privilégio de conversar com representantes de entidades que são verdadeiros motores da nossa economia: Rodrigo Sousa Costa e Joao Satt Filho, da Federasul; Cláudio Bier, da FIERGS. Também visitei Betina Worm, vice-prefeita da capital. Estive acompanhada pelo Mauricio Loss, head de relações institucionais do Grupo Equatorial,  consolidando o nosso propósito de conectar e apoiar grandes empresas que investem e acreditam no potencial do Rio Grande do Sul.

O Rio Grande do Sul vive hoje um momento crucial de recomposição e de união profunda entre os setores público e privado, todos mobilizados em uma única missão: atrair investimentos e devolver ao estado o protagonismo em desenvolvimento econômico, educacional e cultural.

Volto dessa jornada inspirada e com a certeza de que estamos no caminho certo. Sentir a energia de tantos líderes obstinados em fazer o Rio Grande do Sul decolar é um combustível para continuarmos construindo pontes que transformam a realidade do nosso país.

Técnico não é líder e time não é equipe. O resultado do jogo não tem nada a ensinar para empresas.

Por Daniele Arantes

Basta ganhar ou perder um jogo que imediatamente começam as analogias com o mercado corporativo e lições sobre equipe, protagonismo e liderança. Mas técnico de futebol não é líder de equipe de trabalho e time não é equipe, pelo menos não no contexto corporativo.

O que o resultado do jogo ensina sobre…Nada. Nada é mais equivocado do que isso. Essa comparação que aparece nas redes sociais, em artigos, e até em palestras é quase impossível de fazer.

Sim, atletas tem histórias inspiradoras, algumas até extraordinárias. Minha questão é outra. Ficamos tentando extrair lições de um sistema funciona de maneira absolutamente diferente do encontrado nas empresas.

Na psicologia organizacional é sabido que comportamento não pode ser explicado sem a compreensão do sistema em que ele acontece. As pessoas respondem aos incentivos, às regras, às formas de avaliação, às relações de poder, aos objetivos do grupo e às consequências produzidas por suas decisões. Em outras palavras, comportamento não existe no vazio. Ele é produto do contexto. É justamente por isso que a analogia entre uma seleção de futebol e uma empresa perde força.

O esporte de alto rendimento seleciona, excluir e substitui continuamente até restarem os melhores dos melhores. As organizações agem de forma completamente diferente. Integram competências distintas, desenvolvem pessoas e coordenam talentos que jamais serão iguais entre si. E isso altera totalmente o significado de tudo o que chamamos de liderança.

Vamos pensar nos jogadores convocados então. Todos são extremamente bem-sucedidos em suas carreiras. Titulares em grandes clubes, protagonistas de suas equipes. Quando chegam à seleção, muitos passam toda uma competição no banco de reservas e alguns sequer entram em campo. Totalmente natural no contexto. Ninguém acusa o treinador de desperdiçar talento porque deixou um grande jogador no banco, de não utilizar uma competência ou de se sentir ameaçado pelo talento do seu liderado. O sistema considera perfeitamente racional convocar os melhores e utilizar apenas aqueles que, para uma determinada partida, formam a combinação considerada mais eficiente.

Agora imagine essa lógica dentro de uma empresa. Imagine reunir os vinte executivos mais bem avaliados da organização pra um projeto estratégico e comunicar a alguns deles que, apesar do excelente histórico de resultados, da posição que ocupam e da experiência acumulada, eles permanecerão durante meses apenas observando o trabalho dos colegas porque, naquele projeto específico, outros profissionais parecem se encaixar melhor.

Seria difícil encontrar alguém que chamasse isso de liderança exemplar. Muito provavelmente estaríamos discutindo desperdício de competências, desengajamento, retenção de talentos e incapacidade de utilizar pessoas que a própria organização levou anos para formar.

A diferença não está na maturidade dos atletas nem na dos executivos. Está na finalidade do sistema. O esporte existe para selecionar quem joga. A empresa existe para criar condições para que as pessoas contribuam.

Tem ainda uma outra característica que desaparece nessas comparações. A seleção de um país sequer é uma organização permanente. Ontem fomos eliminados. Hoje, cada jogador retorna ao clube onde realmente desenvolve sua carreira. Cada um reencontra uma cultura diferente, uma forma distinta de trabalhar, outros companheiros, outros objetivos e outra liderança.

Aquele grupo que mobilizou um país inteiro durante algumas semanas praticamente deixa de existir.

Imagine uma empresa funcionando assim. Um projeto estratégico termina na sexta-feira e, na segunda, cada diretor passa a trabalhar em outra organização, com outro presidente, outra cultura, outros processos e outras metas. Ninguém esperaria que, nesse intervalo, fosse possível construir cultura organizacional, desenvolver relações de confiança, formar sucessores, consolidar aprendizagem coletiva ou fortalecer uma identidade comum. Esses são processos que dependem de continuidade, algo que uma seleção, por definição, não possui.

Até a natureza da pressão é diferente. Um jogador convocado para defender seu país sabe que será julgado por milhões de pessoas. Cada passe errado será repetido inúmeras vezes, analisado por jornalistas, comentaristas, influenciadores e torcedores. Durante dias, sua competência profissional será debatida em programas de televisão, nas redes sociais e nas conversas de bar. Muitas vezes, sua família também será exposta a esse julgamento.

Quem, dentro de uma empresa, trabalharia sob esse tipo de escrutínio?

Imagine apresentar um projeto importante e descobrir que, no dia seguinte, sua atuação se tornou tema de programas de televisão, manchetes de jornais e debates públicos envolvendo milhões de pessoas que desconhecem completamente o contexto em que suas decisões foram tomadas. Esse não é o ambiente psicológico em que líderes e equipes desenvolvem seu trabalho.

E, se o ambiente muda, também mudam os comportamentos produzidos por ele.

O mesmo vale para a liderança. Um treinador trabalha com um grupo reduzido, altamente especializado, reunido por um período curto e orientado para o objetivo único de vencer uma competição. Um gestor da vida real precisa liderar equipes que permanecerão juntas durante anos, desenvolver pessoas, administrar conflitos, construir confiança, negociar prioridades entre áreas, preservar conhecimento, formar sucessores e produzir resultados sustentáveis ao longo do tempo. As duas funções compartilham algumas palavras, mas enfrentam problemas diferentes.

Transformar qualquer vitória ou derrota da Seleção em uma lição sobre liderança corporativa ou qualquer outra coisa é um erro. Histórias do esporte podem inspirar, emocionar e provocar boas reflexões. Mas inspiração não é explicação.

Quando tratamos uma seleção como modelo para compreender organizações, deixamos de comparar pessoas e passamos a comparar sistemas que foram criados para resolver problemas completamente diferentes. Um foi desenhado para selecionar continuamente quem permanece em campo. O outro, para fazer pessoas diferentes trabalharem juntas durante muitos anos.

Por isso, sempre que leio que “nas empresas acontece exatamente assim”, minha resposta mental é: Não acontece, felizmente não acontece!

CONVITE

A Editora AGE, Mecenas Editora e o escritor Luiz Coronel convidam para o lançamento do livro Testemunha Ocular.

Recital com participação especial de Deborah Finocchiaro e Risomá Cordeiro. Apresentação de Fera Carvalho Leite.

Show Luiz Coronel Poeta e Compositor com Sérgio Rojas, Daniel Torres, Pirisca Grecco, Janaína Maia, Diogo Barcelos, Miguel Tejera e Alexandre Olly.

Ao término, ergueremos um brinde celebrando a data. Sentimo-nos honrados com sua presença.

  • Data: 16 de julho de 2026, quinta-feira, às 19h30. Aniversário do poeta.

  • Local: Teatro Renascença, Centro Municipal de Cultura (Av. Erico Verissimo, 307 – Porto Alegre/RS).

OBS. Aos deficientes visuais, será entregue gratuitamente um exemplar da edição especial em Braille, oferecimento da ACERGS e do autor da obra.

  • ACERGS – Associação de Pessoas Cegas e com Baixa Visão do Rio Grande do Sul

  • EDITORA AGE

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