EXPOAGAS estima movimentar R$ 800 milhões – 17.08.2026

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Da esquerda para a direita: Lindonor Peruzzo Junior, Rodrigo Sousa Costa e Gilmar Borschein.

Foto: Sérgio Gonzalez

Você vai ler na coluna hoje: Banco do futuro: EXPOAGAS estima movimentar R$ 800 milhões, Por que vestir-se virou um ato de consciência para a Geração Z, Informações do Curso: O Novo Ecossistema de Mídia (24 a 27/08), Pyr Marcondes assina para Abap tese estratégica sobre os rumos da publicidade até 2029, Vale cobra previsibilidade no uso do espectro após discussão sobre TV 3.0, Brasil, país dos influencers, Se você não sabe o que o mundo acha da IA, não sabe nada, Plataforma Aqui ads da Globo expande operação e contrata duas novas diretoras, Consumo de streaming supera canais lineares em smartTVs,

 

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RISOTO

Quando você pede um risoto pelo iFood e lhe oferecem a opção de pagar em 6 vezes, com juros de 8%, é sinal de que está tudo bem???

 

EXPOAGAS estima movimentar R$ 800 milhões

A feira, que terá nesta edição 610 marcas, vai ampliar sua estrutura física em 63% na área de exposição. O setor vive grandes desafios como o endividamento das famílias

A 43ª Convenção Gaúcha de Supermercados, a EXPOAGAS 2026, que ocorrerá de 18 a 20 de agosto de 2026, no Centro de Eventos da FIERGS, em Porto Alegre foi apresentada no Tá na Mesa desta quarta-feira (12) que teve como tema “Tudo passa pela EXPOAGAS 2026”.

O evento, promovido pela Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS) tem expectativa de movimentar neste ano mais de R$ 800 milhões em negócios. São mais de 610 marcas já confirmadas que estarão presentes em uma estrutura que neste ano terá uma expansão física de 63% na área de exposição. Foram palestrantes do evento, o presidente da AGAS, Lindonor Peruzzo Junior e o presidente da Girando Sol Gilmar Borschein.

Peruzzo disse que a EXPOAGAS é uma feira de negócios que nessa edição promoverá debates capazes de produzir pertencimento e fortalecimento do setor que tem um faturamento superior a R$ 75 bilhões por ano no estado e representa 9% do PIB nacional. “Desde que assumimos a gestão da AGAS no ano passado, praticamente dobramos o número de associados no RS, chegando a 403”.

Endividamento

Ao citar que o setor enfrenta alguns desafios como a concorrência com os atacarejos e farmácias que vendem produtos de supermercado sem a devida fiscalização, o dirigente apontou preocupações com o alto índice de endividamento das famílias, o uso das canetas emagrecedoras (medicamentos injetáveis para regular o apetite fazendo com que as pessoas diminuam suas compras), além do bolsa família que faz com que as pessoas deixem os empregos, provocando falta de mão de obra para atender as demandas do setor. Outros fatores apontados pelo empresário são o e-commerce que também afeta o volume de vendas das lojas físicas e as bets, que impacta no consumo de itens básicos.

Incertezas

Gilmar Borschein contou a trajetória de sua empresa desde a criação em 1991 até agora, passados 35 anos, quando atingiu seu primeiro bilhão de reais em faturamento em 2025. Relatou a transformação ocorrida após a pandemia quando os produtos de limpeza passaram a fazer parte das questões de saúde das famílias e lamentou profundamente o endividamento do consumidor brasileiro provocado por uma política econômica de juros altos. “As incertezas e a insegurança de nossa economia impedem os empresários de fazer planejamento de longo prazo, especialmente em ano eleitoral, que não se sabe o que vai acontecer”, declarou.

Insegurança

O presidente da FEDERASUL Rodrigo Sousa Costa disse que a EXPOAGAS certamente vai trazer um pouco de esperança para o resgate da prosperidade social e econômica das famílias que hoje sofrem com altos índices de endividamento e juros abusivos. Lamentou a insegurança em que vivem empreendedores que são tratados como bandidos pelo governo federal.

Homenagem

No início do evento, a FEDERASUL prestou homenagem aos 125 anos de fundação da CIC Caxias do Sul (Câmara de Indústria, Comércio e Serviços). O presidente Rodrigo Sousa Costa entregou ao presidente da entidade Ubiratã Rezler, placa alusiva à data.

Por que vestir-se virou um ato de consciência para a Geração Z

Por Julia Xavier

A Geração Z não está “reinventando” a moda, mas ressignificando seu papel, deslocando o foco do olhar externo e da performance para uma relação mais íntima e consciente com o vestir, ainda em tensão com a busca por validação nas redes. Para esses jovens, vestir-se deixou de ser apenas um exercício estético ou performático e passou a funcionar como um ato de identidade e consciência no cotidiano.

A Julia Xavier, especialista em comportamento no consumo, novas gerações e criadora de conteúdo de moda, acompanha esse movimento de perto a partir de sua vivência com o varejo e a cultura contemporânea. Em suas palestras e consultorias, ajuda a traduzir essa geração que negocia a necessidade de validação do ambiente digital.

Para Julia, o que tem sido interessante de observar é como a Gen Z está imprimindo a sua personalidade e identidade neste contexto. A roupa, hoje, opera como uma extensão do corpo e da emoção como sempre foi, mas as ferramentas, os valores e a necessidade de colocar limites em um mundo de estímulos excessivos ganham pesos diferentes no ranking da expressão geracional.

Na prática, isso se traduz em escolhas concretas: a construção de “uniformes afetivos” do dia a dia, a repetição consciente de looks, o interesse por peças de brechó, onde a autenticidade da escolha importa mais do que a novidade, e até rituais íntimos de autocuidado, como escolher um pijama com intenção, mesmo sem audiência. Há uma busca crescente por estilo pessoal, menos orientada pelo que “todo mundo está usando” e mais conectada a referências identitárias, “pessoas que eu admiro estão usando”.

Ao mesmo tempo, essa mudança acontece em tensão com o próprio ambiente digital. Se antes o “look para a imagem” era pensado de fora para dentro, primeiro a foto, depois a roupa, hoje cresce um movimento inverso: o “look para habitar o corpo”, em que a escolha parte da sensação e da identificação. O registro ainda existe, mas deixa de ser o objetivo central e passa a funcionar como consequência. Isso também se reflete nas redes, com a valorização de estéticas mais naturais, imperfeitas e aparentemente despretensiosas, mesmo quando ainda carregam algum nível de construção.

Essa transformação, porém, não é linear. A linha entre moda como autocuidado e moda como cobrança segue tênue. O vestir que acolhe é aquele que independe de validação externa, a roupa que você usa em um dia comum, sem público, mas que ainda assim altera como você se sente. Já o “bem-estar performativo” surge quando o cuidado precisa ser visto, registrado e validado, transformando até o autocuidado em mais uma expectativa estética.

Nesse cenário, o movimento de “menos espetáculo, mais sentido” não se dá apenas na redução do consumo, mas na forma como ele é narrado. Há, sim, uma parcela da geração que compra menos e com mais intenção, valorizando peças duráveis, com história e afeto. Mas, de forma mais ampla, o que se observa é uma mudança na lógica de escolha: consumir não necessariamente menos, mas diferente, com novas camadas de significado. Uma peça herdada, por exemplo, pode carregar muito mais valor simbólico do que qualquer tendência passageira.

A repetição de looks, nesse contexto, ganha um novo significado. Pode ser motivada por economia, sustentabilidade e conforto, mas também por algo mais profundo: autonomia em um ambiente hiper comparativo. Repetir é, muitas vezes, uma forma de sair do jogo da novidade constante e afirmar uma identidade própria. Ainda assim, essa escolha convive com uma contradição central da Gen Z: o desejo declarativo por autenticidade e, ao mesmo tempo, a ansiedade por aprovação. Querem se vestir para si, mas ainda checam as métricas do post. Querem escapar da comparação, mas foram formados dentro dela.

Informações do Curso: O Novo Ecossistema de Mídia

O mercado de mídia está mudando rapidamente. Para acompanhar esse cenário, é essencial aprender com quem vive essas transformações no dia a dia.

No curso “O Novo Ecossistema de Mídia”, você terá acesso a especialistas que compartilharão experiências, tendências e boas práticas sobre planejamento, estratégias cross media, mensuração e decisões orientadas por dados.

Conheça os facilitadores já confirmados para esta edição:

Priscila Stussi, Gerente Senior Soluções Integradas de Dados e Conhecimento do Consumidor da Globo. Apresenta o Módulo: A transformação do consumo de mídia e o novo ecossistema de audiência.

Pedro Judice, Gerente Sênior de Mídia da L’Oréal Brasil, apresenta o Módulo: Estratégia cross media e integração de canais.

Sandra Stecca, Head Consumer Market Insight da CNN Brasil, apresenta o Módulo: Métricas, audiência e eficiência no ambiente multiplataforma.

Thiago Rodrigues, Co-founder agência Pace, apresenta o Módulo: Da mensuração à decisão: o futuro da mídia orientada por dados.

O Curso acontece de24 a 27 de agosto, das 19h30 às 21h30, cm aulas online e ao vivo.

Uma oportunidade para ampliar sua visão sobre o novo ecossistema de mídia e se preparar para os desafios do mercado.

INSCRIÇÕES AQUI

Pyr Marcondes assina para Abap tese estratégica sobre os rumos da publicidade até 2029

Por Reneta Suter (Janela Publicitária)

A Abap – Espaço de Articulação Coletiva do Ecossistema Publicitário – lança o Observatório Abap, iniciativa estratégica que analisa, a longo prazo, as transformações que impactam o ecossistema da comunicação e publicidade. A estreia do projeto acontece com a publicação de ‘A Publicidade na Era da Ordem Fragmentada – Como guerras, IA, tarifas, plataformas e instabilidade global estão redesenhando o marketing, a mídia e o valor das marcas até 2029’, assinada por Pyr Marcondes, consultor estratégico de Inteligência Artificial (IA) e Inovação da entidade.

Através de dados consolidados até o primeiro semestre de 2026, diante do contexto de instabilidade mundial, o documento aponta que o mercado não enfrenta apenas mais uma crise passageira, mas sim uma mudança permanente de regime operacional, com a redefinição de todo o ecossistema de negócios do setor.

Mariana Panhoni, diretora executiva da Abap, conta que o Observatório ABAP surgee não apenas para mapear tendências, mas para oferecer uma análise em um momento de transição estrutural profunda. “Com esse estudo, entregamos inteligência de negócios para que nossas associadas possam redefinir seus modelos de operação e garantir a sustentabilidade financeira diante de uma instabilidade global que se tornou permanente”, avalia.

O estudo organiza o cenário contemporâneo em sete pilares de ação que abordam a mudança permanente de regime, a fusão de forças sistêmicas e a inclusão da geopolítica no briefing, além de destacar o conceito de ‘internet como arquipélago’ e abranger, ainda, reflexões sobre fronteiras da criatividade, a geologia da mídia e do consumo e o posicionamento estratégico do Brasil nessa nova ordem mundial.

A Abap – Espaço de Articulação Coletiva do Ecossistema Publicitário – lança o Observatório Abap, iniciativa estratégica que analisa, a longo prazo, as transformações que impactam o ecossistema da comunicação e publicidade. A estreia do projeto acontece com a publicação de ‘A Publicidade na Era da Ordem Fragmentada – Como guerras, IA, tarifas, plataformas e instabilidade global estão redesenhando o marketing, a mídia e o valor das marcas até 2029’, assinada por Pyr Marcondes, consultor estratégico de Inteligência Artificial (IA) e Inovação da entidade.

Através de dados consolidados até o primeiro semestre de 2026, diante do contexto de instabilidade mundial, o documento aponta que o mercado não enfrenta apenas mais uma crise passageira, mas sim uma mudança permanente de regime operacional, com a redefinição de todo o ecossistema de negócios do setor.

Mariana Panhoni, diretora executiva da Abap, conta que o Observatório ABAP surgee não apenas para mapear tendências, mas para oferecer uma análise em um momento de transição estrutural profunda. “Com esse estudo, entregamos inteligência de negócios para que nossas associadas possam redefinir seus modelos de operação e garantir a sustentabilidade financeira diante de uma instabilidade global que se tornou permanente”, avalia.

O estudo organiza o cenário contemporâneo em sete pilares de ação que abordam a mudança permanente de regime, a fusão de forças sistêmicas e a inclusão da geopolítica no briefing, além de destacar o conceito de ‘internet como arquipélago’ e abranger, ainda, reflexões sobre fronteiras da criatividade, a geologia da mídia e do consumo e o posicionamento estratégico do Brasil nessa nova ordem mundial.

“A indústria da publicidade foi construída sobre a premissa de que o mundo oferecia previsibilidade operacional para planejar mídias, campanhas e orçamentos. Essa era acabou. A partir de 2026, a instabilidade deixou de ser um evento temporário e virou o ambiente permanente do setor. Guerras, tarifas, inteligência artificial e plataformas digitais deixaram de ser fatores externos e passaram a ditar a infraestrutura, a viabilidade e as decisões do marketing” afirma Pyr.

O lançamento do Observatório se soma ao Programa ABAP de IA, que em 2026 lançou o ‘Guia para Adoção e Uso de IA por Agências de Publicidade’ e o curso gratuito ‘IA Generativa para Agências’, com o qual as associadas têm apoio na jornada de implementação da Inteligência Artificial em suas operações.

O documento completo do Observatório ABAP já está disponível, com exclusividade, para as agências associadas.

Vale cobra previsibilidade no uso do espectro após discussão sobre TV 3.0

Companhia relata preocupação com possível uso da faixa de 250 MHz pela TV 3.0 e diz que investimentos em redes exigem segurança regulatória

Por Paula Coutinho (tele.síntese)

A Vale defendeu maior previsibilidade na gestão do espectro destinado a aplicações industriais, diante do volume de investimentos necessário para manter redes de comunicação utilizadas em suas operações. Durante workshop sobre o ecossistema M2M e Internet das Coisas (IoT), realizado pela Anatel, a companhia citou como exemplo a discussão envolvendo a faixa de 250 MHz, utilizada em sua operação ferroviária.

Leonardo Varanda, especialista de tecnologia da Vale, afirmou que a empresa utiliza a frequência na Estrada de Ferro Vitória a Minas e foi surpreendida pela perspectiva de utilização da faixa pela TV 3.0.

“A Vale usa 250 nas ferrovias, na ferrovia Vitória Minas, e a gente de repente chegou para gente que a TV 3.0 ia entrar ou parar a faixa. A gente [ficou] com um susto muito grande”, afirmou.

Segundo o executivo, a companhia procurou a Anatel após tomar conhecimento da questão e conseguiu coordenar o uso da faixa com a agência. Ele classificou a interlocução como produtiva e afirmou que o problema foi solucionado.

“A gente entra em contato com a agência, trabalhamos ali efetivamente os fatos, foi uma conversa muito produtiva, a gente conseguiu resolver, coordenar de forma amigável, mas a gente não pode ter esse tipo de surpresa, porque é um investimento muito alto”, disse.

Espectro sustenta operação ferroviária

A preocupação apresentada pela Vale está relacionada ao papel assumido pelas telecomunicações em sua estrutura operacional. A companhia mantém redes para suportar atividades de mineração e logística, incluindo as ferrovias utilizadas para o escoamento da produção.

Varanda afirmou que a Vale possui mais de 120 estações licenciadas no corredor entre Belo Horizonte e Vitória. Segundo ele, a conectividade é utilizada para monitoramento e para sistemas associados à sinalização e comunicação ferroviária. O executivo também afirmou que o sistema logístico das ferrovias já opera sobre LTE.

Nesse contexto, alterações na destinação ou nas condições de utilização de uma faixa podem afetar investimentos realizados não apenas pela mineradora. Varanda citou operadoras e fornecedores entre os agentes envolvidos na cadeia.

“É um investimento muito alto, não só nosso, mas das operadoras, dos fornecedores, de toda uma cadeia muito grande”, afirmou. O executivo acrescentou que a ferrovia também presta serviço de transporte de passageiros.

Vale pede coordenação mais rápida

A demanda por previsibilidade faz parte de uma discussão mais ampla apresentada pela companhia sobre disponibilidade de espectro para redes privativas. Varanda afirmou que a Vale enfrenta limitações e defendeu maior coordenação entre os usuários, além de procedimentos mais rápidos para licenciamento.

A empresa reconheceu, porém, mudanças regulatórias que facilitaram a expansão de suas redes. Entre elas está a possibilidade de licenciamento baseado em polígonos em áreas remotas. Segundo Varanda, o mecanismo ajudou a destravar o crescimento das aplicações da companhia, especialmente porque parte relevante das operações de mineração ocorre em regiões afastadas dos grandes centros.

O executivo ressaltou que a Vale não defende uma reserva exclusiva de espectro para suas operações. A demanda é por coordenação e disponibilidade capazes de atender aplicações industriais e, ao mesmo tempo, permitir o compartilhamento das frequências.

“Obviamente, como ele disse, o espectro tem que ser para todos”, afirmou Varanda. Para a companhia, o desafio passa agora por combinar essa utilização compartilhada com previsibilidade suficiente para sustentar investimentos de longo prazo em conectividade industrial.

Brasil, país dos influencers

Por Hugo Rodrigues

Um dado que sempre gosto de repetir: a maior parte das decisões de compra ainda nasce da confiança que a gente tem no nosso círculo social. E hoje esse círculo inclui gente que a gente nunca viu pessoalmente: os influenciadores. (Não adianta me xingar. Não é minha opinião. São os dados, os fatos e as pesquisas que mostram isso. Não mate o mensageiro.)

Um levantamento da Statista Consumer Insights mostrou que o Brasil lidera, entre 10 países pesquisados, o percentual de pessoas que já compraram um produto por indicação de um influenciador ou celebridade: 48%. (Essa é outra característica do nosso país. Em um ambiente de tanta desigualdade e desinformação, o discurso costuma vencer a evidência. Não porque as pessoas sejam ingênuas, mas porque nem sempre tiveram acesso às ferramentas para separar uma coisa da outra. Dureza.)

Vale um registro importante. Trata-se de uma pesquisa de opinião (survey). Ou seja, ela mede o que as pessoas dizem que fizeram, e não uma auditoria das compras realizadas. Ainda assim, é um excelente termômetro para entender a força da influência na percepção e no comportamento do consumidor.

E você? Já comprou algum produto por indicação de um influenciador? Conta aqui nos comentários. (Duvido que você vai contar mesmo… hehehe.)

Pesquisa realizada entre abril de 2025 e março de 2026, com amostras entre 1.700 e 8.600 respondentes (18 a 64 anos), dependendo do país.

Se você não sabe o que o mundo acha da IA, não sabe nada

Por Pyr Marcondes

Meus 5 achados sobre o AI Global 2026, maior estudo mundial sobre IA.

👉1. A nova classe social são os amplificados.

A desigualdade decisiva não será entre empregados e desempregados, mas entre humanos com capacidades multiplicadas por IA e humanos operando só com as naturais.

👉2. O emprego sobrevive, o profissional desaparece.

Em 36% das ocupações a IA assume as tarefas de maior valor — o indicador da disrupção não será desemprego, será a transferência do valor intelectual do cargo para a máquina.

👉3. Vence quem desperdiçar menos inteligência.

Com 47% do potencial dependendo de escolhas e só 8% capturado, a corrida não é pela melhor IA — é pela sociedade e pela empresa que menos deixam inteligência parada sobre a mesa.

👉4. A primeira tecnologia menos desejada quanto mais útil fica.

Os jovens são os maiores usuários e os mais pessimistas: podemos amar cada vez mais o produto e temer cada vez mais a tecnologia.

👉5. De tecnologia a entidade.

Ferramenta, trabalhador, conselheiro e relacionamento ao mesmo tempo — não regularemos software, regularemos uma nova classe de participante da sociedade.

Plataforma Aqui ads da Globo expande operação e contrata duas novas diretoras

Por Janela Publicitária

O Aqui ads, unidade de negócio que reúne as soluções de mídia Out of Home (OOH), TV Globo, Streaming Globoplay, Canais Digitais e Rádio do Grupo Globo direcionada para pequenas e médias empresas (PMEs), tem duas novas executivas em seu time. Heloisa Lima e Luciane Garcia assumem a diretoria de Marketing e Produto e a diretora Comercial, respectivamente.

Heloisa Lima é publicitária e cientista de dados, com formação em Comunicação e especializações em Applied Data Science e Inteligência Artificial Generativa pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), atua há mais de 20 anos no mercado. Especialista em mídia, dados, inovação e conteúdo, construiu sua trajetória em agências como Africa Creative, AlmapBBDO, DM9DDB e Leo Burnett. A executiva também tem experiência internacional pela Tribal DDB (Nova Iorque) e liderou a área de estudos de Mídia e Digital da Kantar Millward Brown.

Luciane Garcia, atua há 17 anos em mídia, tecnologia e publicidade, além de TV e digital, especialmente mídia programática. Formada em Administração e com MBA em Marketing Digital pela FGV, acumula passagens por empresas como Folha de S. Paulo, OLX, Record e Warner Bros. Discovery e DSP Yahoo/Verizon Media, onde liderou equipes comerciais e projetos de expansão no Brasil e na América Latina. Em sua experiência mais recente, liderou a operação da Adzymic na Ásia-Pacífico a partir da Austrália, com destaque para o mercado de Digital Out-of-Home (DOOH).

No Aqui ads, Luciane liderará vendas na construção de uma equipe capaz de comercializar de forma integrada Out of Home (OOH), TV Globo, Streaming Globoplay, Canais Digitais e Rádio do Grupo Globo oferecendo às empresas PMEs  uma proposta de valor completa.

Lucio Schneider, diretor geral do Aqui ads, conta que a chegada das novas diretoras representa um momento importante na evolução do Aqui ads. “Estamos investindo em tecnologia para facilitar a vida dos anunciantes PMEs, simplificando toda a jornada de mídia, do planejamento e da realização das campanhas à compra dos espaços publicitários. A experiência dessas novas lideranças será fundamental para conectar produto, marketing e estratégia comercial”, conclui.

Consumo de streaming supera canais lineares em smartTVs

Dados do Mapa do Consumo, da Samsung Ads Brasil, apontam que 73% do tempo dispensado foi em plataformas sob demanda

Por Meio & Mensagem

Com players abrigando variados tipos de conteúdo, as plataformas de streaming têm transformado a rotina de consumo nos Brasileiros.

Dados do Mapa do Consumo, levantamento da Samsung Ads Brasil, referentes a julho deste ano, apontam que as plataformas de vídeo on demand são os principais meios onde os usuários de Smart TVs dispensam seu tempo.

A pesquisa considera uma base de mais de 26 milhões de Smart TVs ativas e conectadas da marca mãe no país e aponta que 73% do tempo de consumo nesses aparelhos é dedicado ao streaming, enquanto a TV linear (com canais abertos, ou pagos) representa 27%.

Além disso, 89% da base ativa consumiu conteúdos de streaming durante o mês, enquanto 34% utilizaram exclusivamente aplicativos, fazendo com que o tempo médio de consumo de plataformas chegasse a 203 horas no mês.

A relevância do linear

Mesmo com números expressivos nas plataformas, os canais lineares seguem relevantes na jornada de consumo dos brasileiros, tendo em vista que, 58% da base ativa consumiu TV linear, entre canais abertos e pagos.

Neste caso, foram assistidos, em média, 11 canais por Smart TV, considerando emissoras abertas e canais pagos, apresentando conteúdos como notícias, esportes, entretenimento, novelas e talk shows, que ocupam as cinco primeiras posições no ranking de programas mais assistidos nos canais abertos.

O estudo classificou, ainda, os usuários que assistem TV linear, de acordo com o nível de intensidade. Entre os Heavy Linear, o consumo médio chegou a 100 horas no mês, já o grupo Light Linear, consome menos de uma hora por dia de TV linear tradicional.

O papel dos games na jornada de entretenimento

Os games também alteram a lógica de consumo em Smart Tvs, carregando uma audiência altamente engajada. De acordo com o levantamento, 8,6% da base ativa possuía um console conectado à Smart TV.
Entre esses, os Heavy Gamers, tiveram, em média, 107 acessos mensais ao console. A região Norte apresentou a maior média, com 107,88 acessos por mês.

Meio & Mensagem e Eletromidia relançam OOH Connect

Inventário já inclui 136 pontos em painéis para elevadores, telas verticais e horizontais instalados em 45 agências

Por Thaís Monteiro

O Meio & Mensagem e a Eletromidia relançam o projeto OOH Connect, que leva informação de qualidade às maiores agências de comunicação do País, por meio de telas características da mídia out-of-home.

Os painéis exibem as principais notícias de Meio & Mensagem sobre a indústria de comunicação, marketing e mídia, e conteúdo de outros publishers do setor de negócios, parceiros da Eletromidia.

As telas também veiculam mensagens publicitárias de clientes de ambas as empresas de mídia e material informativo da própria agência onde estão instaladas. O intuito do OOH Connect é informar profissionais que circulam nos ambientes e oferecer aos clientes mais um espaço qualificado para suas campanhas.

“O Meio & Mensagem é uma plataforma que busca estar sempre próxima de nossa audiência, acompanhando sua jornada profissional e rotina diária. Com o OOH Connect, reforçamos esse objetivo ao levar conteúdo qualificado para dentro das principais agências do País”, explica o presidente de Meio & Mensagem, Marcelo Gomes.

“Para as empresas interessadas em anunciar, o OOH Connect cria uma nova oportunidade para que possam dialogar com um público influente, unindo credibilidade editorial, contexto e impacto”, complementa Denis Garcia, diretor comercial de Meio & Mensagem.

História do projeto OOH Connect

Anteriormente, o projeto era uma iniciativa de Meio & Mensagem com a Elemidia, adquirida pela Eletromidia em 2020. Após uma pausa, o projeto ganha novo fôlego com proposta mais moderna e dinâmica, e em novos formatos.

Agora, será possível veicular mensagens em painéis para elevadores, telas verticais e horizontais em diferentes tamanhos. O inventário já inclui 136 telas em mais de 45 agências.

Propósito e expansão do OOH Connect

Conforme Marcelo Pacheco, chief sales officer da Eletromidia, o OOH Connect nasce com o propósito de relacionamento e geração de valor para o mercado. “Soluções que unem conteúdo, tecnologia e experiência têm potencial para serem exploradas em outros ambientes corporativos, desde que agreguem valor para os parceiros e para o negócio”, frisa Pacheco.

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