Manifesto:o OOH não será engolido pelo digital e outros artigos da semana – 30.03.2025

1743189527268

Nos artigos que publicamos hoje você vai ler sobre: Manifesto:o OOH não será engolido pelo digital,   Compacta Comunicação completa 30 anos, Ninguém foi na sessão de autógrafos, mas TikTok transforma escritor solitário em best-seller, Mulheres mais Poderosas do Brasil: Forbes reúne lideranças e premia destaques da Lista Anual, Vencedor do Oscar é headliner confirmado no South Summit Brazil, Lançada plataforma que conectará as demandas da sociedade às universidades comunitárias, Sucesso é Relativo: Uma Reflexão Inspirada no Documentário da Anitta, Saiba qual é a geração que mais investe no mercado financeiro e Os quatro comportamentos do consumidor digital, segundo o Google

 

 

Manifesto: o OOH não será engolido pelo digital — ele vai liderar a próxima transformação urbana

Por Felipe Davis

 

Hoje, li uma coluna do Guilherme Ravache no Valor Econômico. O artigo afirma que “enquanto líderes da mídia exterior não chegam a acordo, o digital engole o OOH”. Um título forte, provocativo — mas que, infelizmente, distorce parcialmente a realidade de um mercado que está em plena transformação.

Por isso, é preciso fazer alguns contrapontos importantes. Não por vaidade, mas por responsabilidade com um setor que movimenta mais de R$ 5,5 bilhões por ano no Brasil, emprega milhares de pessoas, impacta milhões de vidas e tem um papel central no futuro das cidades.

  1. O OOH não está desorganizado. está em movimento.

A diversidade de players e formatos é uma característica da força do OOH brasileiro. E justamente por isso, unificar métricas é um desafio complexo — mas que está em curso. O Mapa OOH , as discussões conduzidas pela Central de Outdoor , ABOOH – Associação Brasileira de Out of Home e FENAPEX – Federação Nacional da Publicidade Exterior e os movimentos de autorregulação mostram que estamos avançando, e não paralisados. A ausência pontual de grandes empresas (que preferem se manter isoladas) não apaga o protagonismo coletivo do setor (que unido é muito maior que qualquer grander player sozinho).

  1. O DIGital não engoliu o OOH. Ele foi absorvido e transformado.

Desde 2014, o share de OOH no bolo publicitário brasileiro triplicou — saltou de 4% para 12% em 2024. Isso é crescimento de 300% em 10 anos.

Esse avanço aconteceu justamente no auge do domínio das big techs. Ou seja: enquanto o digital crescia, o OOH crescia junto. Isso só foi possível porque o nosso setor entendeu que o futuro não está na exclusão entre físico e digital — mas na integração.

  1. O futuro não é só digital. É híbrido, inteligente e urbano.

O OOH brasileiro é referência global em criatividade, capilaridade e presença urbana. Prova disso é que o Brasil tem percentualmente o dobro do share do bolo publicitários que os demais países. Enquanto EUA, Canadá, Europa e Ásia detem entre 4% e 6% do investimento das marcas, no Brasil nós estamos biliscando 12% segundo dados do Cenp – Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário.

Temos ativos que não pertencem ao algoritmo: o olhar humano, a ocupação responsável do espaço público, o impacto social e ambiental, a conexão com as pessoas fora das telas.

Sim, o digital é ferramenta. Mas quem vai liderar a próxima transformação são aqueles que dominam a rua, conhecem o território e entendem que cidade e mídia não se separam.

  1. O mercado está em construção. E quem constrói, erra e evolui.

Não existe futuro pronto. Existe caminho. O nosso está sendo pavimentado com diálogo, dados, tecnologia, integração e, principalmente, visão.

Seguimos comprometidos com a construção de um setor unido, ético, transparente e cada vez mais protagonista no ecossistema de mídia.

Como diz o próprio artigo: “quem domina mercados no digital é desproporcionalmente recompensado”.

Pois saibam: o OOH vai dominar, sim — com inteligência, com ética, com colaboração e com impacto real.

Porque o OOH não será engolido.

O OOH vai liderar!

 

 

Compacta Comtrinta

A Compacta Comunicação completou recentemente 30 anos.

A agência, que iniciou suas atividades no ano de 1995, quando a Internet recém havia chegado a

o Brasil, tem muita história pra contar.

No leme da embarcação, o fundador Jairo Medeiros (65), acumula mais de 40 anos de trajetória. Caminhada esta que teve início na antiga ILLUSTRATTO (estúdio de Ilustração) e layouts feitos à mão, para seguir evoluindo até os dias de hoje com a Inteligência Artificial.

“De lá para cá muita coisa mudou, mas se tem uma coisa que não muda é a capacidade da Compact

a de acompanhar as transformações do mercado, sempre com o foco na agilidade da entrega e no resultado do cliente”, ressalta Jairo.

No segundo semestre de 2024, a Compacta realizou uma ampla reforma em sua sede própria, com ambientes projetados para o maior conforto da sua equipe que foi totalmente reforçada. Este movimento foi impulsionado pelos 30 anos da agência e coroado com a Campanha COMTRINTA, que celebra toda esta trajetória de sucesso.

Planos para o futuro? Segundo João Medeiros (39), CEO da Compacta, a agência segue evoluindo a cada dia com entregas cada vez mais completas e competitivas. Prova disso é o fortalecimento da Filter, braço estratégico da Compacta quando o tema é Marketing de Influência e geração de conteúdo para as redes sociais dos clientes da agência.

A Compacta atua com Marketing 360° e metodologia proprietária baseada em 3Cs: comunicação, convergência e conteúdo.

Veja AQUI como ficou o novo layout da Compacta.

 

Ninguém foi na sessão de autógrafos, mas TikTok transforma escritor solitário em best-seller

Por Vitor Guerras

 

Depois de uma sessão de autógrafos vazia, o vídeo desse homem viralizou no TikTok e ele se tornou um autor best-seller. As imagens já foram vistas por mais de 75 milhões de pessoas!

Jonathan Stanley estava na livraria Barnes & Noble, nos Estados Unidos, para divulgar o livro “Purposeful Performance: The Secret Mix of Connection, Leading and Succeeding”, mas ninguém apareceu. O jogo virou quando um cliente do local, Taylor Mae, postou nas redes.

Ela gravou o vídeo com uma legenda emocionante sobre a cena que você testemunhou. Em poucos dias, o livro de Stanley atingiu o topo da lista de mais vendidos da Amazon. Uma ação simples gerou um impacto gigante!

Jonathan estava com vários livros para sessão de autógrafos.

Conforme as horas passaram, quase ninguém apareceu.

Sozinho, com semblante triste e cercado pelos exemplares do livro, Jonathan não imaginava que a espécie estivesse prestes a mudar.

 

Pequeno gesto

E com um pequeno gesto, tudo mudou!

Comovida, Taylor gravou o escritor cabisbaixo, acidentalmente no TikTok e incentivou as pessoas a conhecerem a obra.

Deu muito certo. O vídeo viralizou rapidinho e já acumula milhões de visualizações.

Vários internautas começaram a comprar o livro e ele entrou para a lista dos mais vendidos na categoria de Gestão Estratégica da Amazon.

 

Novo influenciador

Após o episódio, Stanley criou sua própria conta na rede e, em apenas dois dias, conseguiu mais de 670 mil seguidores.

Ele ainda usou uma plataforma para agradecer todo o apoio, além de compartilhar mensagens motivacionais.

“Ontem, minha vida mudou. Meu livro chegou ao topo das listas de mais vendidos na Amazon em várias categorias. Mas não foram só os números que me levaram às lágrimas ontem, foram vocês”, agradeceu o homem.

Nas redes, o homem fez questão de agradecer tudo que recebeu!

 

Mulheres mais Poderosas do Brasil: Forbes reúne lideranças e premia destaques da Lista Anual

Por Fernanda Almeida e Mariana Krunfli

 

Liderança, protagonismo feminino e o mercado de luxo foram os temas centrais da sexta edição do Forbes Power Lunch Mulheres Mais Poderosas do Brasil, realizado nesta sexta-feira (28) no Fasano Jardins, em São Paulo. O evento reuniu 100 lideranças femininas de diferentes setores para celebrar as homenageadas da lista deste ano.

“Hoje é um dia especial, em que destacamos 15 mulheres extraordinárias, exemplos vivos de inovação e transformação”, afirmou Donata Meirelles, colunista da Forbes e diretora geral da ForbesLife Fashion, na abertura do almoço. O evento contou com o patrocínio de Eudora, Itaú Personnalité e Lexus, além do apoio de Veuve Clicquot e Priya.

Entre os destaques da edição estavam nomes como Magda Chambriard, presidente da Petrobras; Bruna Tavares, influenciadora e empresária; Sonia Guimarães, professora do ITA; Patricia Muratori, diretora do YouTube na América Latina; Geyze Diniz, cofundadora e presidente do conselho do Pacto Contra a Fome; e Vanusia Nogueira, diretora da Organização Internacional do Café.

“Reconhecemos não apenas suas conquistas individuais, mas o impacto coletivo que suas jornadas têm na sociedade”, destacou Cécilia De Saint-Viteux Miles, head de comunicação da Forbes, sobre a seleção das Mulheres Mais Poderosas do Brasil.

 

Compromisso com a liderança feminina

O impulsionamento de mulheres e da liderança feminina permeou todo o evento e foi reforçado pelas homenageadas e executivas presentes. Como vice-presidente do Grupo Boticário, Renata Gomide, um dos destaques da lista deste ano, assume o compromisso de impactar positivamente as mulheres e a sociedade. “Com 70% da nossa base formada por mulheres, temos a responsabilidade de apoiá-las, independentemente da área em que atuam.”

Essa visão também é compartilhada por outras grandes líderes. “Prezamos pela liderança feminina e queremos impulsioná-la ainda mais, umas apoiando as outras”, afirmou Daiana Migueletti, superintendente de negócios do Itaú Personnalité.

Nancy Serapião, head da Lexus Brasil, reforçou a relevância da representatividade: “É inspirador ver a força feminina impulsionando os negócios. Isso faz a diferença no dia a dia.”

O evento contou ainda com a presença de homenageadas de edições anteriores, como Ana Fontes (Rede Mulher Empreendedora), Fernanda Ribeiro (Conta Black), Ana Oliva (Astra e Japi), Sandra Chayo (Hope) e Thais Vieira (Esalq). Outras grandes empresárias e executivas também marcaram presença, entre elas Anne Wilians (Instituto NW), Daniela Ota (LVMH), Patricia Lima (Simple Organic), Jandaraci Araujo (Conselheira 101) e Renata Bokel (WMcCann).

“A própria Madame Clicquot foi uma mulher à frente do seu tempo, então ficamos muito felizes de celebrar o protagonismo feminino”, disse Bruna Soares, head da Veuve Clicquot, destacando a história da marca.

Nathália Schneider, sócia-proprietária da Priya, ressaltou a importância desse movimento: “É inspirador ver tantas mulheres de destaque em suas áreas, e queremos que esse time siga crescendo.”

Além do almoço, o evento contou com talk sobre investimentos, painéis sobre protagonismo feminino e o mercado de luxo e uma premiação das homenageadas deste ano.

 

Mulheres investidoras

Após a abertura do evento, Cynara Machado, economista do Itaú, subiu ao palco para trazer uma visão macroeconômica para orientar investimentos. “Cada vez mais, estamos tomando o nosso lugar como investidoras”, disse a especialista, citando o número recorde de mulheres investidoras em renda variável no Brasil.

 

Protagonismo feminino

No primeiro painel, “Iniciativas que impulsionam o protagonismo feminino”, Renata Gomide, VP do Grupo Boticário, e a comunicadora e empresária Bárbara Brito falaram sobre suas trajetórias pessoais e o poder da diversidade como impulsionador de negócios, em uma conversa mediada pela subeditora de Forbes Mulher e Carreira, Fernanda Almeida.

“É um país diverso. A gente precisa de pessoas pretas ocupando lugares de liderança. Isso é óbvio. Mas ainda falta olhar para o consumidor preto”, destacou Bárbara Brito, instigando as convidadas a refletirem sobre seu entorno, tanto no ambiente de trabalho quanto na sociedade de modo geral.

“É muito bom falar sobre o avanço das mulheres, mas queremos ser ouvidas falando de negócios. Vou falar de maternidade se também puder falar de Ebitda”, disse a vice-presidente do Grupo Boticário.

 

Experiência sob medida

Sofia Patsch, editora de Lifestyle da Forbes, liderou um talk sobre o que o mercado de luxo nos ensina sobre encantar clientes, com a presença de Nancy Serapião, head da Lexus no Brasil, e Daniela Gontijo, country manager da Louis Vuitton.

“O luxo mora no detalhe. O pilar mais importante é a equipe”, afirmou a executiva da Vuitton, ressaltando a importância de desenvolver as habilidades do time.

“No final do dia, temos que cuidar de toda a jornada do cliente de forma personalizada. Entender o cliente e criar uma conexão genuína é como conseguimos a fidelização”, disse a líder da Lexus.

 

 

Vencedor do Oscar é headliner confirmado no South Summit Brazil

Por Comunicação SouthSummit

 

O novo headliner do South Summit Brazil acumula feitos impressionantes

É vencedor do Oscar de Efeitos Especiais por A Invenção de Hugo Cabret, filme em que trabalhou com Martin Scorsese

Assina cases incríveis de realidade virtual e aumentada com Disney, Nasa, Fortnite e Facebook

Desenvolveu a animação do novo O Rei Leão, de 2019

E em nosso encontro de conexões e negócios, Alex Henning, cofundador da empresa revolucionária Magnopus, virá pela primeira vez ao Brasil!

Alex Henning é um dos maiores especialistas em VFX e desenvolvimento de realidade virtual e aumentada do mundo. Seu trabalho aprofundou-se nas áreas mais inovadoras a partir de 2013, quando cofundou a Magnopus com Ben Grossmann e os brasileiros Rodrigo Teixeira e Marcelo Lacerda.

Desde então, a empresa tem liderado projetos disruptivos para empresas como Disney, Nasa, Meta e Epic Games, promovendo novas tecnologias e e se estabelecendo na vanguarda da indústria criativa.

No South Summit Brazil, Alex Henning promete mesclar falas sobre o seu trabalho com novidades da indústria criativa e algumas grandes surpresas que ainda não podemos contar. Fique ligado!

 

 

Lançada plataforma que conectará as demandas da sociedade às universidades comunitárias

Por Imprensa Feevale

 

Um ambiente dedicado à integração, apoio, prospecção e potencialização de ações das instituições de ensino superior comunitárias do Rio Grande do Sul. Essa é a Plataforma On, uma iniciativa do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), que foi apresentada para a região do Vale do Sinos em evento no Câmpus II da Universidade Feevale – integrante do consórcio – nesta sexta-feira, 28. Participaram da solenidade integrantes do poder público, academia, empresários da região, imprensa e comunidade.

Por meio da Plataforma On, serão conectados setores produtivo, público e comunidade. Seu principal objetivo é aproximar a sociedade dos serviços ofertados pelas universidades comunitárias de forma rápida e ágil, articulando as demandas dos interessados às soluções que são produzidas no ambiente acadêmico.

A ferramenta foi desenvolvida para atender às necessidades do mercado, envolvê-las no processo acadêmico e devolvê-las com a qualidade das universidades comunitárias. Através da Plataforma, disponível no endereço comung.comunitarias.org.br, os diversos setores da sociedade podem acessar um portfólio de tudo que é desenvolvido nas instituições nas áreas de Inovação, Prestação de Serviços, Pesquisas, Ambientes de Inovação, Ensino e Extensão. Além disso, podem apresentar suas demandas por meio de um formulário e realizar uma busca específica por serviços e soluções, tudo diretamente conectado às equipes técnicas das universidades.

A Plataforma On permite, assim, reunir em um só lugar as práticas inovadoras das instituições, bem como possibilita soluções para problemas regionais. Em 2025, o Comung, através da Plataforma On, tem como meta atender aos projetos de inovação alinhados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e o estado do Rio Grande do Sul.

Para o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, o intuito é que as instituições comunitárias gaúchas sejam reconhecidas pela sociedade, empresas e governo como entidades que podem atender a gargalos. “A Plataforma On permite que todas as 14 instituições do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas tenham conhecimento das demandas que a sociedade tem. Muito embora isso já aconteça individualmente, a Plataforma vai permitir uma forma colaborativa entre todas as universidades para atender a essas demandas. Isso é um grande benefício para a comunidade, para o poder público, para as organizações, para as empresas, porque não só a universidade da sua região, mas todas as universidades comunitárias do Estado poderão ajudar nesse processo de inovação aberta que a plataforma se propõe”, destaca.

A diretora de Inovação da Feevale, Manuela Bruxel, explica que, com esse movimento, se cria uma plataforma unificada, com uma linguagem igual às necessidades de mercado. “É uma ferramenta que reúne tudo que está acontecendo dentro das universidades. A ideia é que governos, comunidades e empresas que tenham um problema, um desafio ou que estão buscando um serviço, tenham nessa Plataforma uma forma única de encontrar todos as soluções oferecidas pelas instituições integrantes do Comung”, completou.

 

Universidade e mercado: interação que beneficia comunidades

Durante o evento, vários exemplos do benefício que a interação entre a universidade e o mercado pode trazer para a comunidade foram demonstrados no painel Do Câmpus ao Mercado: parcerias que transformam desafios em soluções e aprendizado. Na apresentação, conduzida por Paola Figueiró Schimitt e Juan Felipe Almada, respectivamente, mentora e assessor do Feevale Techpark, e mediada por Débora Maria Engeroff, foram mostrados cases de gargalos e desenvolvimento de soluções realizados pela Universidade, além da metodologia Design Factory, que tem o intuito de resolver problemas a partir do design. “A plataforma vem para dar essa visibilidade ao trabalho que realizamos em vários níveis na Universidade, seja no Feevale Techpark, na pesquisa e na extensão”, disse Paola, citando como exemplo a parceria da Instituição com o Sindimetal-RS. Para o professor Almada, é uma oportunidade, ainda, de aproximar a sala de aula da realidade do mercado.

 

Como funciona a Plataforma On?

A Plataforma On permite três formas de interação:

– Registro direto de demandas

– Exploração do portfólio de cada Instituição de Ensino Superior

– Utilização do recurso de busca para encontrar soluções específicas (ferramenta ainda em aprimoramento)

Os interessados (pessoa física, jurídica, organização governamental e não governamental) podem registrar suas demandas diretamente na plataforma, aguardando a interação da equipe técnica e da Instituição de Ensino Superior selecionada para encaminhamento da solicitação

* Site: comung.comunitarias.org.br

 

Sobre o Comung

O Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung) é o maior sistema de educação superior do Rio Grande do Sul. É composto por 14 instituições, abrangendo quase todos os municípios do Estado. Com atuação desde o ano de 1996, as instituições integrantes são reconhecidas pelas comunidades regionais como um importante fator de desenvolvimento, constituindo-se em um patrimônio público. O Comung atua fortemente nas seguintes linhas estratégicas: Inovação, Empreendedorismo e Transferência de Tecnologia; Sustentabilidade; Programa de Bolsas de Estudos; e Parceria na Formação de Professores.

 

 

Sucesso é Relativo: Uma Reflexão Inspirada no Documentário da Anitta

Por Ju Ferraz

 

O sucesso é uma daquelas palavras que carregam um peso enorme, mas cujo significado é, na verdade, extremamente relativo. Há algum tempo, eu comecei a questionar essa ideia de que o sucesso é um destino final, um lugar onde chegamos e, finalmente, nos sentimos completos.

Agora, ao assistir ao documentário “Larissa: O Outro Lado de Anitta” na Netflix, essa reflexão ganhou ainda mais força. A artista, em sua trajetória, expõe de forma crua e sincera como a busca pelo sucesso pode ser tanto inspiradora quanto desgastante. E isso me fez pensar: quantos de nós já não nos pegamos projetando nossa felicidade em um futuro distante, como se ela só pudesse existir quando alcançássemos determinado objetivo?

Quantas vezes você já não pensou: “Quando eu conseguir isso, serei feliz”? Ou: “Quando eu chegar lá, finalmente me sentirei um sucesso”? Pois bem, eu já pensei assim muitas vezes. E, assim como a Anitta mostra em seu documentário, descobri que, quando finalmente alcançamos esses objetivos, a sensação de plenitude dura pouco. Um buraco se abre. E, de repente, estamos correndo atrás de algo novo, como se a felicidade e o sucesso fossem uma miragem, sempre à frente, nunca ao nosso alcance.

A verdade é que, nessa busca incessante, muitas vezes perdemos de vista o que realmente importa. Nossa saúde mental, física e social vão sendo deixadas de lado, como se fossem moedas de troca para alcançar algo maior. Eu aprendi isso da maneira mais difícil: após dois burnouts. Sim, foram necessários dois colapsos para eu entender que o sucesso não é um lugar, mas sim um estado de espírito. E, ao que parece, Anitta também chegou a essa conclusão.

No documentário, ela se mostra vulnerável, humana. Fala sobre a importância da família, sobre como eles são seu porto seguro em meio a tanta pressão e expectativa. E é aí que mora uma grande lição: o sucesso, por mais grandioso que pareça, não significa nada se não tivermos pessoas com quem compartilhá-lo. A família, os amigos, os laços que construímos ao longo da vida são o que realmente dá sentido à nossa existência.

Anitta, com toda a sua fama e conquistas, nos lembra que até mesmo aqueles que parecem ter “chegado lá” enfrentam dúvidas, medos e inseguranças. E isso é libertador. Porque, no fim das contas, o sucesso não é sobre quantos seguidores você tem, quanto dinheiro você ganha ou quantos prêmios você acumula. É sobre se sentir bem com quem você é, sobre encontrar significado no que você faz e sobre cultivar relações que te sustentem nos momentos difíceis.

Acredito que cada vez mais pessoas estão começando a entender isso. A geração atual, tão conectada e ao mesmo tempo tão solitária, está aos poucos percebendo que a busca pelo sucesso a qualquer custo pode ser uma armadilha. E documentários como o da Anitta são importantes porque mostram que até os ícones da cultura pop têm suas lutas internas. Eles humanizam a ideia de sucesso e nos fazem refletir sobre o que realmente queremos para nossas vidas.

Então, talvez seja hora de redefinirmos o que significa ser bem-sucedido. Talvez o sucesso não esteja no topo da montanha, mas no caminho que percorremos para chegar lá. E, mais importante ainda, nas pessoas que nos acompanham nessa jornada. Afinal, como Anitta nos mostra, é na vulnerabilidade e no amor que encontramos nossa verdadeira força.

E você, já parou para pensar no que o sucesso significa para você?

 

 

Saiba qual é a geração que mais investe no mercado financeiro

Por Vagner Ferreira

 

A geração Z (pessoas nascidas entre 1997 e 2010) tem investido mais cedo do que os pais, conforme indica levantamento feito pelo Fórum Econômico Mundial divulgado na última semana. A pesquisa aponta que 36% dos jovens poupam seu dinheiro antes mesmo de começar a trabalhar, ante 17% dos millennials (1981 a 1996), 10% da geração X (1965 a 1980) e 8% dos baby boomers (1946 e 1964).

De acordo com informações do portal Folha de São Paulo, os principais fatores que podem ter influenciado este aumento é o fato de saírem mais tarde da casa dos pais; de terem maior facilidade as informações e aos aplicativos de corretoras; da maior popularidade do mercado financeiro; do aumento de influenciadores que tratam do assunto; além das restrições acerca da pandemia que geraram mais economia.

Segundo dados do Fórum, 29% das pessoas disseram não investir por falta de entendimento, e destes, 24% são mais específicos em relação a criptomoedas. Ainda, 40% das gerações Z e millennials disseram se sentir confiantes acerca dos assuntos do mercado, diferente das demais gerações, com percentual de  27% dos X e 20% de boomers. O principal motivo dos investimentos foi “ter dinheiro para uma emergência”.

Sobre as escolhas das ações, 26% contaram que não investem em determinados produtos por não conhecerem, já 21% detectam imprevisibilidade e 21% disseram que as escolhas não se alinham com seus objetivos. Os que não investem, disseram que a razão é devido ao risco de perder dinheiro, ao invés de ganhar.

No mais, foi observado que a geração Z já entra no mercado de trabalho com noção básica de investimentos, em um percentual de 86%, contra 47% dos boomers. Ainda, o estudo apontou que os jovens investem mais em mercados internacionais (45%) e em ativos digitais. Estes, são mais acessíveis a informações financeiras com base em Inteligência artificial (41%) e permitiriam que uma IA lhe auxiliasse nos investimentos (48%).

 

 

Os quatro comportamentos do consumidor digital, segundo o Google

Por Meio&Mensagem

 

O avanço tecnológico propiciou não apenas profundas transformações nos hábitos de consumo como também nas maneiras pelas quais as pessoas descobrem, pesquisam e passam a desejar determinados produtos e serviços.

E todas essas alterações na jornada de consumo passam, inevitavelmente, pelos serviços de busca, que se tornaram primordiais para as pessoas conhecerem, interagirem e avaliarem itens que podem – ou não – se tornar seus próximos objetos de desejo.

Foi sobre esse novo comportamento relacionamento às buscas e pesquisas no ambiente digital que o Google estruturou a edição de 2025 do Think with Google, evento de negócios realizado pela companhia no País nesta terça-feira, 25.

O presidente do Google no Brasil, Fabio Coelho, iniciou a apresentação destacando a imprevisibilidade como o principal termo para definir o consumidor da atualidade.

“Depois da pandemia, os consumidores ficaram ainda mais imprevisíveis. Não dá para prever o comportamento das pessoas de forma manual e intuitiva, como aconteceu por muito tempo. Mas, a boa notícia é que é possível fazer isso por meio de tecnologia e, principalmente, pela inteligência artificial”, disse.

Na visão do Google, é preciso que profissionais de marketing e agências de publicidade aprendam novos caminhos para mapear a jornada do consumidor, considerando suas interações com os veículos e plataformas de mídia e seu comportamento até o clique final, na hora de concluir a compra.

Por isso, a empresa apresentou aos presentes no evento um novo estudo, resultado de uma parceria com o Boston Consulting Group, que traz a tona quatro comportamentos fundamentais que definem a jornada dos consumidores no ambiente de buscas e compras online: streaming, scrolling, searching e shopping.

Os quatro termos em inglês, já bem familiares para os profissionais do universo de digital e marketing, resumem, de certa forma, a ideia de que o consumidor não tem mais um comportamento linear na hora de pesquisar seus itens preferidos na internet – e nem mais uma única plataforma para essa função.

 

 

 

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência de acordo com a nossa
Política de Privacidade ao continuar navegando você concorda com estas condições.