MAVERICK 360 celebra 12 anos com operação remote first e atendimento a clientes de peso – 30.06.2026

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Você vai ler na coluna hoje: MAVERICK 360 celebra 12 anos com operação remote first e atendimento a clientes de peso, A nova geração não rejeita a liderança. Ela rejeita o jeito como aprendemos a liderar, O Mito da Substituição Incondicional: O Valor do Capital Humano Estratégico, Depois de conquistar os adultos, era hora de inspirar as crianças, Depois de conquistar os adultos, era hora de inspirar as crianças, Inovação no Trade Marketing começa com uma boa pergunta: Quem disse que sorvete é só para o verão?, Existe uma área dentro das organizações que parece ser de domínio público: o Marketing, Enquanto muita gente discute qual banco é o melhor, outro movimento está acontecendo em silêncio, O maior desperdício de talentos das empresas pode ter mais de 50 anos, Sinapro-RS apresenta o novo Sistema Nacional de Listas Referenciais ao mercado publicitário gaúcho em Frente a Frente Especial no Tecnopuc

 

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MAVERICK 360 celebra 12 anos com operação remote first e atendimento a clientes de peso

Agência digital consolida portfólio em comunicação integrada atendendo desde startups até multinacionais, com rede de especialistas seniores distribuídos pelo Brasil e pelo mundo

Doze anos depois de nascer como uma pequena operação de branding conduzida pelo publicitário Rick Garcia em busca de liberdade geográfica e de gestão de tempo, a MAVERICK 360 celebra o aniversário consolidada como agência digital de comunicação integrada. A empresa mantém cerca de 30 clientes recorrentes e uma rede de especialistas espalhados por diferentes regiões do Brasil e do exterior. O nome carrega a essência dessa trajetória: Mavericks é a célebre onda californiana considerada por muitos anos a maior do mundo, e maverick é o cavalo indômito associado à liberdade — duas imagens que dizem muito sobre quem fundou a agência e como ela escolheu crescer.

A comemoração ocorre em junho, mês em que, em 2019, a agência passou por um reposicionamento estratégico: ampliou o escopo de atuação e ganhou uma nova sócia, a jornalista Fabíola Cottet. Foi também nesse momento que o nome original, MAVERICK, ganhou o complemento “360” para sinalizar a oferta completa de serviços de branding, assessoria de imprensa, marketing digital — incluindo SEO, AEO e performance —, desenvolvimento de sites, e-commerces e comunicação in-house, inclusive para setores complexos e regulamentados como financeiro, saúde, jurídico, construção civil e educação.

Do branding à comunicação integrada

A empresa foi fundada em 2014 pelo publicitário Rick Garcia, com um objetivo que, à época, era mais pessoal do que empresarial: ter mais autonomia sobre o próprio tempo e poder trabalhar a partir de qualquer lugar. “O interesse inicial não era escalar um negócio. Era ter flexibilidade geográfica e de horários”, conta Garcia, que já viveu em diferentes países e cidades, tendo trabalhado com fotografia, design, tecnologia e vendas em Londres antes de se dedicar integralmente à agência.

A expansão aconteceu gradualmente. Em 2018, a MAVERICK começou a oferecer serviços recorrentes de desenvolvimento de sites e de gestão de mídias sociais, e foi nesse contexto que Garcia iniciou uma parceria de trabalho com Fabíola Cottet. No ano seguinte, já como sócia-diretora, ela trouxe à agência sua especialidade em comunicação política e organizacional, incluindo gestão de crises, tendo no currículo o atendimento à imprensa em eventos emblemáticos como a visita do ex-presidente Barack Obama ao Brasil e o acidente do voo Gol 1907.

A combinação entre criatividade e rigor técnico define a identidade da MAVERICK 360 e se reflete diretamente na composição da rede de especialistas da agência, formada exclusivamente por profissionais seniores, sem estagiários, com expertise em comunicação estratégica e corporativa, branding, marketing digital de performance, design, produção de conteúdo e assessoria de imprensa.

Resultados que atravessam fronteiras

Ao longo de 12 anos, a MAVERICK 360 construiu um portfólio que reúne startups, PMEs e multinacionais do Brasil e do exterior, atendendo marcas como Fundação Banco do Brasil, JBS, RPC (afiliada à Globo no Paraná), Café Santa Monica e Alfa Realty, entre outras.

Um dos casos mais representativos é o do BR Partners, maior banco de investimentos da América Latina. A parceria, iniciada em 2023, ganhou escala em setembro de 2025, quando o banco foi listado na Nasdaq, em Nova York. A MAVERICK 360 conduziu a estratégia de comunicação que garantiu repercussão do anúncio no Valor Econômico, na Forbes Brasil, na CNN Brasil, no Brazil Journal e no Estadão.

Em outros projetos recentes, a agência elevou a Alfa Realty da 21ª para a 6ª posição média no Google via SEO e gerou 353 leads qualificados para a Nacionalitalia em um único mês, com redução de 15% no custo por lead, revertendo uma crise de mercado causada por mudança legislativa.

“Nosso diferencial está em combinar especialistas de diferentes disciplinas em torno de um único objetivo: o resultado do cliente. Isso vale tanto para uma campanha de performance quanto para uma operação de assessoria de imprensa em um setor altamente regulamentado”, afirma Fabíola Cottet.

Eficiência sem presença física

No mercado criativo, atrasos são quase um traço cultural. A MAVERICK 360 construiu sua operação na direção oposta: com modelo remote first adotado desde a fundação, estruturou fluxos e uma cultura de responsabilidade que dispensam a microgestão presencial. O resultado aparece nos números — 99% das entregas realizadas dentro do prazo, a maior parte de forma antecipada — e na filosofia que sustenta o negócio.

“A eficiência não depende de onde as pessoas estão, mas de como os processos são desenhados e de quem os executa”, define Rick Garcia. “Somos conservadores nos processos e liberais na cultura”, completa o publicitário. A agência opera sem estrutura física, sem capital externo e reinveste prioritariamente em pessoas e performance — um modelo que os sócios chamam de “sócio pobre, empresa rica” e que se alinha aos valores defendidos por eles: liberdade, autodesenvolvimento e profissionalismo.

Sobre a MAVERICK 360

A MAVERICK 360 é uma agência digital que oferece soluções de comunicação integrada em branding, assessoria de imprensa, marketing on e off e in-house, atendendo, inclusive, setores complexos e regulamentados. Fornece um diagnóstico integrado de comunicação a todos os seus clientes, com a personalização dos serviços prestados. Desde 2014, ano em que foi fundada, o modelo de trabalho é 100% digital, sob o conceito remote first, com profissionais espalhados por diversas partes do Brasil e do mundo, dedicados a desenvolver projetos criativos, exclusivos e de alta performance. O cumprimento de prazos é um compromisso da operação, com 99% das entregas realizadas dentro do deadline acordado, sendo 80% de forma antecipada.

A nova geração não rejeita a liderança. Ela rejeita o jeito como aprendemos a liderar

Por Natália Garcia

9% da Geração Z e 74% dos millennials no Brasil dizem que querem liderar em algum momento da carreira. Só que quando pergunta se isso é prioridade agora, o número despenca pra 6% e 8%.
A Deloitte pesquisou quase 23 mil pessoas em 44 países, 804 no Brasil, num estudo novo. E um dos achados ajuda a entender esse descompasso: 62% da Gen Z e 65% dos millennials não se sentem à vontade pra falar de saúde mental com o próprio gestor. Se já é difícil assim como liderado, imagina topar virar quem precisa segurar essa conversa do outro lado.
Tem também a questão financeira, óbvio. Quase metade da Gen Z brasileira já adiou algum plano importante por causa de grana, 39% não acredita que vai conseguir comprar um imóvel tão cedo, e um terço vive sem nenhuma sobra no orçamento. Mas eu acho que reduzir isso só a “dinheiro” é perder o ponto. Obviamente que a conjuntura é um dos principais pontos e, geralmente é o tipo de coisa que eu analiso por aqui, mas hoje me atentei em outra coisa: liderar.
Tem uma fala da Roberta Yoshida, da Deloitte, que resume bem: liderar só fica atrativo quando é sustentável. Não é sobre querer menos. É sobre não conseguir sustentar mais uma coisa agora.
E aí entra a pergunta que fiquei pensando quando li esse estudo: será que esse desinteresse não é reflexo direto do tipo de liderança que essa geração viu, ou viveu? Que líderes formaram os líderes que somos hoje?
Eu sempre tentei ser uma pessoa empática com meu time, levar as coisas de um jeito mais leve. E sabe de onde isso veio? Aprendi com líderes (foram poucos dos que eu tive, e olha que é maluco pensar nisso) que me mostraram que era muito mais gostoso trabalhar assim, que eu podia ter espaço pra falar de saúde mental, dos meus anseios profissionais e também das coisas da minha vida que muitas vezes não são do ambiente de trabalho, mas que entram nele de qualquer jeito, quisesse eu ou não. Poucos, mas fizeram toda a diferença na forma como eu vejo liderança hoje.
Se fala muito de performance nesse momento de inteligência artificial. Mas a gente sempre focou nesse discurso, sempre. Será que não chegou a hora de ser contra cultural nisso tudo, e virar mais humano pra construir ambientes melhores para nós mesmos?

O Mito da Substituição Incondicional: O Valor do Capital Humano Estratégico

Por José Maria Carlos Filho

A frase na imagem traz uma reflexão vital para o ambiente corporativo moderno: “Cuidado com a falsa ideia de que todo mundo é substituível. Tem gente que você não vai encontrar duas vezes na vida.”

No mundo da administração e dos processos, costuma-se dizer que “o CNPJ não para” e que posições são facilmente preenchíveis no organograma. Tecnicamente, sim: qualquer cargo pode receber um novo nome e uma nova assinatura. Mas, na prática da liderança e da estratégia, o impacto de perder um talento verdadeiramente diferenciado pode custar caro para a operação.

Como gestores, precisamos entender a diferença entre substituir uma função e substituir o valor real que um profissional entrega.

Aqui estão três motivos pelos quais a mentalidade do “todo mundo é substituível” pode prejudicar uma empresa:

1. A Perda do Conhecimento Tácito (E o custo do turnover)
Quando um profissional sênior ou um executor brilhante deixa a organização, ele não leva apenas suas horas de trabalho; ele leva consigo o histórico de processos, as nuances do relacionamento com o cliente e a inteligência de resolução de problemas complexos que não estão escritos em nenhum manual.

• O impacto: Queda imediata na produtividade, sobrecarga da equipe restante e um custo financeiro altíssimo para recrutar, selecionar e treinar um substituto até que ele atinja o mesmo nível de entrega.

2. O Impacto na Cultura e no Clima Organizacional
Profissionais insubstituíveis muitas vezes são os pilares invisíveis da cultura de uma equipe. Eles engajam, lideram pelo exemplo e mantêm o time focado mesmo sob pressão.

•  O risco: Tratar esses talentos estratégicos como peças descartáveis envia uma mensagem perigosa para o resto da empresa, gerando desmotivação e desencadeando um efeito dominó de demissões voluntárias.

3. Falta de Alinhamento Fino entre Processos e Pessoas
Uma boa gestão desenha processos robustos para que a empresa não dependa exclusivamente de uma pessoa para sobreviver. No entanto, processos excelentes só geram resultados extraordinários quando operados por pessoas extraordinárias. O segredo está em valorizar quem potencializa o sistema, em vez de se escorar na ideia de que qualquer um serve.

Reter talentos que reúnem competência técnica, inteligência emocional e compromisso ético não é um custo, é um investimento em governança e sustentabilidade. Posições são substituíveis, mas a sinergia, a lealdade e a alta performance de quem veste a camisa de verdade são ativos raros.

Como você enxerga esse equilíbrio na sua organização? Seus processos estão prontos para reter quem realmente faz a diferença, ou a cultura ainda patina no mito de que “ninguém é indispensável”

Depois de conquistar os adultos, era hora de inspirar as crianças

Por Ricardo Martins Gomes

A HOC – House Of Creativity tinha o desafio de criar uma campanha de incentivo ao consumo do arroz em todo o Brasil para o Irga RS e Governo do Estado do Rio Grande do Sul em 2025 trabalhamos um time de creators e agora em 2026, desenvolvemos para o público infantil peças que mostram que além de saboroso é muito bom consumir arroz, além da trilogia de filmes, tem uma revista para colorir e apreender. Conheça o primeiro filme!

Título: O Arroz é a Energia que une o Brasil
Anunciante: IRGA – Instituto Rio Grandense do Arroz e Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Aprovação: Natacha Gastal – Secretaria de Estado da Comunicação Adjunta
Agência: HOC – House Of Creativity
Diretor de Atendimento: Ricardo Gomes
Atendimentos: Gabriela Wolffenbüttel, Lisiane Vianna
Head de Planejamento: Amora Marzulo
Planejamento: Dora Assumpção
Direção de Criação: Marlon Santos
Diretores de Arte: Rafael Dallegrave, Motion: Nicolas Chidem
Redatores: Alberto Ourique
Direção de Conteúdo: Gabriela Duarte
Conteúdo: Marcos Chavarria, Taciana Farias e
Fabi Cid
Head de Mídia: Denise Marusiak
Mídias Cristiane Dellazeri, Clarissa Dorneles, Gabriela Beck
Diretora de Produção: Melissa Bordin
Produtoras: Alessandra Santos e Lori Pintos
Head de Operações: Francisco Zanetti
Diretora de Operações: Lia Pinheiro
Estúdio: Miziane Duarte

Inovação no Trade Marketing começa com uma boa pergunta: Quem disse que sorvete é só para o verão?

Por Lindiane Baisch

No inverno, o consumo de sorvetes naturalmente desacelera. Mas e se, em vez de aceitar essa sazonalidade, criássemos uma nova ocasião de consumo?

Foi dessa reflexão que surgiu uma ideia simples, mas com grande potencial: associar os MONOBITES kibon ao café.

O objetivo não era vender apenas um produto, mas desenvolver um novo hábito de consumo, transformando o tradicional cafezinho em uma experiência ainda mais prazerosa. Afinal, café e chocolate sempre combinaram. Bastava apresentar essa combinação ao consumidor de forma atrativa no ponto de venda.

O resultado começou a aparecer rapidamente.

A Rede SIM acreditou na proposta e está implementando essa ativação em suas 207 lojas, criando uma nova oportunidade para impulsionar as vendas durante um período tradicionalmente desafiador para a categoria.

Esse é um exemplo de como o Trade Marketing pode ir além da execução. Quando entendemos o comportamento do consumidor e desenvolvemos novas ocasiões de consumo, deixamos de disputar apenas participação de mercado e passamos a expandir o próprio mercado.

Grandes resultados muitas vezes começam com uma pergunta simples:

“Como podemos fazer o consumidor enxergar um novo momento para consumir nosso produto?”

kibon não vende sorvetes. Vende memória afetiva, vende experiência, cria uma necessidade que o consumidor nem sabia que tinha! Sempre buscando inovar e atender as expectativas dos consumidores!

É esse tipo de construção que gera valor para a indústria, para o varejo e, principalmente, para o consumidor.

Existe uma área dentro das organizações que parece ser de domínio público: o Marketing

Por Rafaela Cardoso

Poucas pessoas se sentem confortáveis para opinar sobre uma estratégia jurídica, um fechamento contábil, uma política de risco ou uma arquitetura de tecnologia.

Mas basta o assunto ser Marketing para surgirem muitas certezas:
“Esse post precisava ser mais bonito.”
“Vamos fazer uma campanha viral.”
“É só impulsionar.”
“Por que não estamos em todas as redes?”
“Meu sobrinho faz isso.”

E está tudo bem ouvir. Marketing precisa, sim, estar conectado ao negócio, ao comercial, à operação, aos clientes e à percepção das pessoas.
O problema começa quando a opinião substitui estratégia.

Marketing não é apenas estética, postagem ou anúncio. É posicionamento, construção de marca, geração de demanda, reputação, relacionamento, inteligência de mercado e apoio direto ao crescimento do negócio.

Uma boa ideia pode surgir de qualquer área. Mas transformá-la em resultado exige método, dados, consistência e entendimento profundo do público, do mercado e dos objetivos da empresa.

No fim, as empresas que mais evoluem não são as que tratam Marketing como “algo que todo mundo sabe fazer”.

São as que envolvem todos na conversa, mas confiam na área para transformar percepções em estratégia.

Enquanto muita gente discute qual banco é o melhor, outro movimento está acontecendo em silêncio

Por Cássio Pacheco

As cooperativas de crédito estão crescendo em um ritmo que chama atenção.

E isso não acontece por acaso.

Elas entenderam algo que muitas empresas ainda não perceberam: relacionamento também é vantagem competitiva.

Quando o cliente deixa de ser apenas um número e passa a fazer parte do negócio, a lógica muda.

Não é só sobre taxas.

É sobre proximidade, confiança e participação nos resultados.

Bancos tradicionais continuarão sendo gigantes. Mas o crescimento de cooperativas como Cresol, Sicredi, Unicred e Sicoob mostra que existe espaço para modelos de negócio que colocam o cliente no centro da estratégia.

Essa discussão vai muito além do setor financeiro.

É uma lição para qualquer empresa.

Quem cria comunidade tende a construir negócios mais resilientes do que quem apenas vende produtos.

Tenho visto isso de perto em diferentes mercados.

No MultiStudios, por exemplo, percebemos que as empresas que mais crescem não são necessariamente as que investem mais em mídia, mas as que conseguem construir relacionamento, autoridade e um ecossistema em torno da marca.

No fim, o diferencial competitivo do futuro pode não ser a tecnologia.

Pode ser a confiança.

E confiança é um ativo que leva anos para ser construído e poucos minutos para ser perdido.

Você acredita que as cooperativas continuarão ganhando espaço ou os bancos tradicionais vão reagir e recuperar esse crescimento?

O maior desperdício de talentos das empresas pode ter mais de 50 anos

Por Cassio Martins Goulart

Há algumas semanas atrás escrevi algo parecido sobre este tema, entretanto, é um tema tão atual e relevante que penso valer a pena trazê-lo à tona ainda um pouco mais. O profissional de 50+ está se tornando um ativo estratégico. E muitas empresas ainda não perceberam isso.

É muito fácil captar de fontes seguras hoje que o Brasil está envelhecendo rapidamente, aliás o mundo. Segundo o IBGE, a população com 60 anos ou mais cresceu 56% em apenas 12 anos, e já representa mais de 32 milhões de brasileiros.

Ao mesmo tempo, o número de profissionais idosos ocupados no mercado cresceu quase 69% entre 2012 e 2024, chegando a 8,6 milhões de trabalhadores.

É fácil chegar a seguinte reflexão: enquanto muitas empresas discutem escassez de talentos, parte da solução pode estar justamente nos profissionais mais experientes.

Profissionais 50+ costumam trazer algo que não se aprende em cursos ou plataformas de IA:
– capacidade de decisão sob pressão;
– repertório para lidar com crises;
– visão de longo prazo;
– relacionamento construído ao longo de décadas.

E é exatamente aqui que está o desafio: diferenciar experiência atualizada de experiência parada no tempo!

É bem possível considerar fortemente que empresas que conseguirem unir a energia dos mais jovens com a maturidade dos mais experientes provavelmente terão uma vantagem competitiva difícil de copiar.

Dessa forma, é muito importante fazer-se a seguinte pergunta: sua empresa está enxergando a experiência como um custo ou como um ativo estratégico?

Sinapro-RS apresenta o novo Sistema Nacional de Listas Referenciais ao mercado publicitário gaúcho em Frente a Frente Especial no Tecnopuc

Fórum reuniu mais de 60 lideranças da indústria criativa gaúcha para conhecer e debater a nova plataforma nacional para precificação dos serviços praticados pelas agências

 

Na manhã da última quinta-feira (25/06), o Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS) apresentou em primeira mão para mais de 60 lideranças do mercado publicitário gaúcho o novo Sistema Nacional de Listas Referenciais, que passará a balizar os serviços e os preços praticados pelas agências de propaganda no país, em substituição à Lista Referencial de Valores utilizada até então em cada Estado. O encontro ocupou a Arena CMPC do Tecnopuc, junto à Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre, integrando edição especial do Frente a Frente, tradicional fórum promovido pelo Sinapro-RS para as lideranças do setor trocarem experiências e debateram as boas práticas do mercado com o propósito de fortalecer a gestão e potencializar o negócio das agências.

 

Por iniciativa do Sistema Sinapro/Fenapro, o novo processo de orçamentação, agora 100% digital, padroniza nacionalmente nomenclaturas de serviços, além de modernizar o processo de consulta e atualização de valores utilizados pelas agências de propaganda em todo o país, preservando a autonomia de cada Sinapro para compor a valoração nos seus estados, de acordo com as realidades regionais. A plataforma foi apresentada para o mercado gaúcho pelo diretor do Sinapro-MG, André Lacerda, um dos idealizadores do projeto e que vem se debruçando e construindo o novo sistema de precificação unificado há mais de quatro anos. Em sua explanação, ele destacou as mudanças e os benefícios do novo modelo, que ganha uma arquitetura focada em agilidade, padronização, modernização, inteligência e homogeneização com sotaque local.

Através de um minucioso processo de planejamento e síntese, foi possível compilar 19 listas estaduais e 5.743 itens existentes e organizá-los em 13 categorias e 140 clusters padronizados na plataforma unificada, conferindo, assim, celeridade às consultas e mais segurança, clareza e padronização aos custos internos das agências. “Com a praticidade, agilidade e facilidade de utilização que a internet permite, estamos saindo de uma lista de custos analógica para um processo moderno e muito prático que vai facilitar o dia a dia tanto das agências como dos clientes. Não havia sentido em um mundo digital continuarmos a utilizar uma plataforma ainda restrita a uma consulta impressa de lista de referência. Trata-se de uma evolução completamente natural inserida em um mundo digital, ágil e que precisa de respostas rápidas”, destacou Lacerda. Como outros benefícios, ele acrescentou a facilidade de inclusão de novos serviços, emissão de documentos comprobatórios e atualização de valores de forma sincronizada e integrada, além de preservar o histórico das atualizações e permitir rastreabilidade de uso e maior controle de acesso, o que valoriza e reforça o associativismo.

Ao final da apresentação do conceito e da dinâmica operacional da nova plataforma, com simulações práticas de uso, seguiu-se uma ampla rodada de perguntas. As lideranças das agências aproveitaram o momento para esclarecer dúvidas, trazer sugestões de melhorias e questionar aplicações práticas do novo modelo, buscando compreender melhor e levar para suas agências e equipes as mudanças operacionais que devem ser adotadas a partir da implementação.

Vigência da nova plataforma no Rio Grande do Sul

A nova plataforma deve entrar em vigor no Rio Grande do Sul a partir de 1º de setembro. O anúncio foi feito pelo presidente do Sinapro-RS e também VP da Fenapro, Juliano Brenner Hennemann, que conduziu a abertura e mediação do evento. O dirigente afirmou que a entidade está organizando um cronograma prevendo a virada para o novo sistema orçamentário e destacou o impacto positivo da iniciativa liderada pelo Sistema Sinapro/Fenapro. “Era fundamental esse movimento de unificação nacional da lista. Graças aos esforços de todos os envolvidos, entre eles o André Lacerda, o Brasil vai ter uma unidade de serviços a serem cobrados pelas agências e também mais celeridade para quem opera e tem que consultar os valores referenciais. É uma grande evolução, com caráter de controle, compliance, atualização e modernidade do nosso mercado.”

Atualização tecnológica necessária

 

Ricardo Jaques, diretor do Sinapro-RS, ajudou a esclarecer dúvidas durante a rodada de perguntas e ressaltou a necessidade de atualização dos conceitos utilizados pelo mercado. Ele tratou, principalmente, das mudanças tecnológicas que impactam o setor, enfatizando que a adoção de uma lista referencial de valores com estrutura digital e padronizada representa um importante avanço para o mercado publicitário brasileiro. “Ao unificar a nomenclatura, a organização e os critérios de classificação dos entregáveis, a nova plataforma facilita a consulta, compreensão e utilização da lista pelas agências, anunciantes e demais agentes do setor. Além disso, a padronização contribui para reduzir interpretações divergentes e fortalecer a transparência nas relações comerciais”, pontuou. Outro ponto importante elencado por Jaques é que o novo sistema preserva a autonomia de cada Sinapro para definir os valores referenciais mais adequados à realidade econômica de cada Estado. “É uma estrutura única e moderna, que contribuirá para a evolução do mercado com a flexibilidade necessária para respeitar as particularidades regionais.”

A head de atendimento e negócios da Matriz, Laura Gomes, que acompanhou o Frente a Frente Especial e contribuiu com sugestões, avaliou o novo sistema de orçamentação como uma evolução fundamental para as agências. “Hoje sabemos tudo o que está acontecendo de movimentação no nosso mercado, seja com a IA ou a otimização de tempo de trabalho. Nesse cenário, o novo sistema de precificação vem para agregar muito no nosso negócio.”

Voltado aos gestores das agências associadas ao Sinapro-RS, o fórum contou com patrocínio master da Secretaria de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul e apoio da PUCRS.

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