Jornal do Comércio anuncia contratação de Gestora de Produtos – 01.07.2026

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Você vai ler na coluna hoje: Jornal do Comércio anuncia contratação de Gestora de Produtos, Nova temporada do Tudo de Bueno” mergulha na experiência completa do Grupo Famiglia Valduga, Eletromidia amplia liderança em mobilidade urbana com conquista da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo, A CazéTV foi a única a transmitir os 104 jogos da Copa e bateu recorde com quase 19 milhões de dispositivos conectados num único jogo do Brasil. No mesmo dia, recuou na publicidade de apostas, Toda performance tem um custo, A economia da atenção é baseada em uma mentira. E quem se baseia nessa premissa para vender está enganando você, A economia da atenção é baseada em uma mentira. E quem se baseia nessa premissa para vender está enganando você, O labirinto do ESG entre o escudo da Lei e o teatro das Ilusões, Record Guaíba inaugura experiência inédita em Canela para celebrar o Inverno Gaúcho 

 

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Jornal do Comércio anuncia contratação de Gestora de Produtos

O Jornal do Comércio reforça sua equipe de gestão com a contratação de Wanessa Paiani para o cargo de Gestora de Produtos. A profissional chega com a missão de contribuir para o desenvolvimento de novos produtos, fortalecimento do portfólio e geração de valor para as diferentes plataformas da empresa, em um momento de expansão e transformação do veículo.

Natural de Porto Alegre, Wanessa Paiani, de 29 anos, é formada em Relações Públicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Ao longo dos últimos nove anos, construiu sua trajetória profissional no Grupo RBS, onde atuou em diferentes áreas ligadas ao marketing, comunicação, conteúdo e negócios.

Durante sua carreira, desenvolveu experiência em gestão de produtos e projetos para marcas e veículos como Rádio Gaúcha, Zero Hora e Atlântida. A atuação dela esteve voltada ao desenvolvimento de produtos B2B, marketing estratégico e geração de valor para os negócios, acompanhando iniciativas desde o diagnóstico e planejamento até a implementação e mensuração de resultados, sempre com foco na integração entre marca, audiência e receita.

Para Wanessa, o novo desafio representa a oportunidade de contribuir para o crescimento de uma das principais empresas de comunicação do Estado.

“Estou muito feliz em iniciar este novo ciclo no Jornal do Comércio e assumir o desafio de atuar como Gestora de Produtos em um veículo tão relevante para o cenário econômico do Rio Grande do Sul. Chego motivada para contribuir com minha experiência em estratégia B2B, marketing e gestão de projetos, colaborando com o momento de crescimento e transformação da empresa”, concluiu Wanessa.

Nova temporada do “Tudo de Bueno” mergulha na experiência completa do Grupo Famiglia Valduga

A nova temporada do programa Tudo de Bueno estreia com um destino especial na Serra Gaúcha. Desta vez, o apresentador Felipe Bueno convida o público a explorar em profundidade o universo do Grupo Famiglia Valduga, uma das marcas mais tradicionais do enoturismo brasileiro.

O episódio de estreia foi ao ar no sábado, dia 14, e a temporada conta com mais sete episódios, exibidos todos os sábados dentro do Balanço Geral, a partir das 14h.
Ao longo dos episódios inéditos, a série apresenta muito mais do que os rótulos que consagraram a vinícola. Felipe percorre toda a estrutura do complexo para mostrar, de perto, a história da família Valduga, o processo de produção de vinhos e espumantes, além de outras bebidas que fazem parte do portfólio da marca.
A temporada também revela bastidores da tradicional vindima, momento mais simbólico do calendário da vinícola, quando a colheita das uvas se transforma em celebração da cultura italiana na Serra Gaúcha.

Outro destaque é a experiência completa que o visitante encontra no local. O programa apresenta as pousadas do complexo, a gastronomia e as diferentes vivências que fazem do Grupo Famiglia Valduga um dos principais destinos de turismo enogastronômico do país.

Com olhar curioso e linguagem leve, Felipe Bueno conduz o público por uma jornada que conecta tradição, inovação e hospitalidade — mostrando que visitar o Grupo Famiglia Valduga vai muito além de degustar bons vinhos: é viver uma experiência completa que qualquer pessoa pode conhecer.

A nova temporada de Tudo de Bueno promete brindar o público com histórias, sabores e paisagens que traduzem o melhor da Serra Gaúcha.

Eletromidia amplia liderança em mobilidade urbana com conquista da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo

Por Alexandre Guerrero

A Eletromidia consolidou mais um avanço estratégico em sua operação de mobilidade urbana com a assinatura do contrato junto à Concessionária Linha Uni. para a Linha 6-Laranja de metrô de São Paulo. A companhia assume a responsabilidade integral pela implementação, operação e manutenção de todo o sistema de mídia digital e estática do trecho, que possui relevância fundamental para a infraestrutura de transporte da capital paulista.

A Linha 6-Laranja contempla uma extensão planejada para ligar a Brasilândia à região central da cidade, abrangendo 15 estações distribuídas por eixos com alto potencial de circulação diária. O trajeto interliga importantes polos de ensino universitário, centros culturais e tradicionais corredores de comércio, conectando marcas e pessoas em uma região de alta densidade demográfica e relevância econômica para o município.

Este projeto receberá a instalação de mais de 1.600 pontos de contato. A definição do mix de equipamentos em cada estação foi planejada a partir de um mapeamento do fluxo operacional, do perfil dos passageiros e das características arquitetônicas dos espaços públicos.

A operação trará soluções de mídia programática, permitindo a entrega dinâmica de conteúdo, segmentação por faixa horária e integração direta com o status de funcionamento da linha. O desenvolvimento do sistema seguiu critérios de sustentabilidade e modularidade, otimizando custos e priorizando ativos com alta eficiência energética e materiais de elevada durabilidade.

As intervenções estruturais começam no início de julho. As estações da primeira etapa entram em operação comercial em outubro de 2026, com conclusão total do projeto prevista para outubro de 2027.

O compromisso com a transformação da experiência urbana se materializa na aplicação prática de tecnologia voltada ao impacto positivo no cotidiano das cidades. Parabéns a todo o time da Eletromidia envolvido na viabilização desta parceria de longo prazo.

A CazéTV foi a única a transmitir os 104 jogos da Copa e bateu recorde com quase 19 milhões de dispositivos conectados num único jogo do Brasil. No mesmo dia, recuou na publicidade de apostas

Por Sabrina Santos

O canal nasceu vendendo proximidade. Linguagem de torcedor, narrador que fala como amigo, a tal “revolução do afeto”. Esse foi o ativo que construiu a audiência.

Só que essa mesma proximidade virou o veículo mais eficiente para empurrar odds no auge do jogo (cotações atualizadas em tempo real por algoritmos baseados nos eventos da partida como gols, expulsões e tempo restante). Quando quem narra passa a recomendar aposta, a credibilidade da marca vira inventário publicitário.

A conta chegou rápido. A Senacon abriu averiguação preliminar por possível publicidade abusiva de bets, e o canal desacelerou as inserções no mesmo dia.

Para quem trabalha com publicidade, isso é familiar. Receita de curto prazo e confiança de longo prazo disputam o mesmo espaço. Atenção e confiança são ativos. Monetizar no limite corrói a base que sustenta o LTV.

Reputação reage mais rápido que receita. O recuo no mesmo dia mostra exatamente isso.

A linha entre o editorial e o comercial não é firula. É o que protege a marca quando o processo de investigação chega. Vale para uma plataforma que movimenta cerca de R$ 2 bilhões em patrocínios numa Copa, e vale para qualquer um que vende atenção.

Curiosa para ver como o streaming esportivo reorganiza isso daqui pra frente.

Toda performance tem um custo

Por Joana Hoeft Schwabe

Passei boa parte da minha carreira em marketing aprendendo que resultado, sozinho, não diz muita coisa. Uma campanha pode gerar milhões em receita e ainda assim, ser considerada um fracasso se o custo para alcançar aquele resultado inviabilizar o negócio.

Recentemente, me peguei pensando que talvez a liderança precise fazer o mesmo exercício.

Valorizamos quem entrega resultado. E devemos valorizar. Mas talvez estejamos olhando apenas para uma parte da equação.

Existe um “CAC da liderança”: o custo de alcançar aquele resultado.

Não estou falando de uma métrica financeira, mas do preço que a organização paga para sustentar uma determinada performance.

Quanto tempo da liderança é consumido resolvendo conflitos? Quanto desgaste existe entre áreas? Quanto da energia do time é direcionada para administrar comportamentos, em vez de inovar, colaborar e executar? Quantos talentos deixam de contribuir no seu potencial máximo porque o ambiente se tornou mais pesado?

É comum ouvirmos que “o importante é entregar resultado”. Mas entregar resultado é apenas parte da equação.

Existe uma diferença entre produzir resultado e fortalecer a capacidade do time de continuar produzindo resultado.

Equipes não são apenas a soma de talentos individuais. São sistemas. E sistemas se fortalecem ou se desgastam a partir dos comportamentos que toleramos, das decisões que tomamos e dos incentivos que criamos.

Talvez o maior erro da liderança seja medir apenas o resultado individual e ignorar o impacto sistêmico de quem o produz.

Porque performance não é apenas o que uma pessoa entrega. Performance também é o efeito que ela provoca ao seu redor.

No fim, a pergunta que tenho feito para mim como líder é simples:

O resultado que essa pessoa entrega fortalece a capacidade do time de continuar performando ou cobra um preço alto demais da organização?

A melhor liderança não é a que aceita qualquer custo para bater uma meta. É a que constrói resultados sustentáveis, para o negócio e para as pessoas.

Talvez seja essa a métrica que ainda estamos deixando de medir.

 

A economia da atenção é baseada em uma mentira. E quem se baseia nessa premissa para vender está enganando você

Por Helton Simões Gomes

Esse é o resumo do artigo escrito pelos pesquisador Peter Schmidt, D. Graham Burnett e Alyssa Loh no The New York Times em Janeiro de 2026

A lógica é simples.

Quando a indústria de tecnologia passou a calcular a publicidade em seus serviços com base em métricas como tempo de tela, visualização e tempo gasto, passamos a chamar a moeda usada pelos usuários em troca do acesso gratuito de “atenção”.

Mas não se trata de atenção, se aspas, mas, sim, da capacidade de olhar e se concentrar —às vezes, nem isso— em uma tela.

Schmidt, Burnett e Loh argumentam que a economia da atenção nasceu antes de big techs como Google, Meta e TikTok ganharem rios de dinheiro com nossa “atenção”.

As sementes dessa lógica foram plantadas por militares e empresas da indústria bélica. Necessitadas de soldados de olho em dispositivos eletrônicos por longos periódicos, financiaram pesquisas científicas para qualificar essa atividade. Como subproduto nefasto, esses estudos reduziram a atenção humana à capacidade de ficar grudado numa tela.

Quando li o artigo do trio, fui atrás das fontes. E é impressionante como os conceitos estabelecidos por James McKeen Cattell, Norman H. Mackworth e Donald Broadbent ainda ressoam em campos como o da interação humano-máquina.

Depois dessas descobertas, foi com grata surpresa que recebi o convite para participar do renovado Roda Viva, da TV Cultura – Fundação Padre Anchieta e liderados por Ernesto Paglia, para entrevistar justamente o Peter Schmidt.

Dividi a bancada com os colegas Luiza Caires, Luciana Temer, Ronaldo Lemos, Raquel da Cruz Lima e Pacete.

Muito legal participar deste programa que ajudou a moldar o olhar jornalístico de gerações, a minha incluída. Ainda mais tratando de um assunto crucial para os nossos dias.

Diretor da Strother School of Radical Attention, em Nova York (EUA), Schmidt criou o coletivo Amigos da Atenção e veio ao Brasil para falar como é preciso lutar contra big techs para retomarmos nossa atenção roubada.

Difícil imaginar um fim para essa disputa.

Mas, sem dúvida, é uma das brigas que valem a pena encararmos.

Para quem quiser ver, o link da entrevista é esse: https://lnkd.in/dNwZcg9J

O labirinto do ESG entre o escudo da Lei e o teatro das Ilusões

Por Kátya Desessards

Da promessa de propósito e da necessidade de proteção, empresas e trabalhadores enfrentam o desafio de transformar o ESG em prática concreta sem renunciar a direitos ou da competitividade.

Uma difícil EQUAÇÃO! O ESG virou mantra corporativo, mas sua aplicação no ambiente de trabalho ainda é um campo minado. Enquanto empresas tentam engajar funcionários em práticas sustentáveis, enfrentam dilemas que vão muito além da comunicação interna.

A questão é… Como equilibrar propósito com produtividade, direitos trabalhistas com proteção empresarial, e engajamento genuíno com metas de desempenho? Nem Freud entraria nessa arapuca!

Essa difícil equação (quase ‘quântica’) entre valores e interesses prova que o ESG, quando levado a sério, exige mais do que boas intenções. A prática REAL, demanda estruturas sólidas, liderança exemplar e disposição para enfrentar tensões históricas entre capital e trabalho. E nesse embate, não há lado inocente e nem mártires: há responsabilidades compartilhadas e riscos que precisam ser reconhecidos por todos. Acredito que há tempos, um dos grandes problemas – também – nesta equação, são narrativas políticas que – ao invés de proporem soluções, apenas criticam ou acusam… ( este tema é para um artigo inteiro…Prometo fazê-lo)

Propósito compartilhado ou discurso de fachada?

Esta é uma pergunta recorrente que assombra gestores e o board de muitas empresas. Fato é que… transformar o ESG em identidade organizacional exige mais do que slogans e campanhas de publicidade. (aliás, só isso pode levar a empresa a cair ladeira abaixo…).

Entenda! É preciso que a liderança articule um propósito claro, que conecte o negócio à sociedade. Empresas como Natura, Gerdau ou Braskem são reconhecidas globalmente por sua governança socioambiental, mostram que quando o propósito é vivido — e não apenas comunicado — o engajamento floresce e dá frutos. Mas cuidado!! A postura Ética do propósito e da ação SEMPRE precisam ser revisadas e oxigenadas… Algumas dessas empresas que citei já tiveram tropeços na caminhada…

Fique atento, pois, a criação de uma visão compartilhada, com metas que dialogam com o cotidiano dos colaboradores, gera senso de pertencimento e reduz o cinismo organizacional.

Mas há um risco: quando o discurso ESG é usado como verniz reputacional, sem coerência interna, ele se torna combustível para desconfiança. Funcionários percebem a dissonância entre o que se prega e o que se pratica — e isso mina qualquer tentativa de engajamento. E, em casos mais graves, tem sido – também – motivo de muitos processos trabalhistas… (este será um assunto -também – para um artigo inteiro).

Educação como base, não como evento… Observe essa afirmação como um mantra!

Treinamentos pontuais não bastam. A formação em ESG precisa ser contínua, transversal, conectada as pessoas e inserida no DNA da empresa e a realidade do negócio. Empresas como o Grupo Boticário, Sicoob e a MRV Engenharia, têm feito investimentos em plataformas de e-learning, visitas técnicas, viagens para troca técnica e cultural, e programas de capacitação que vão além do básico. A ideia é transformar conceitos como diversidade, compliance, impacto ambiental em decisões cotidianas sem complicação, de fácil entendimento e aplicabilidade.

Entretanto, o processo de educação também precisa ser crítico. Não basta ensinar o “como fazer” — é preciso discutir os “por quês de fazer” e o “para quem fazer”. Sem isso, o ESG corre o risco de virar um checklist técnico, esvaziado de sentido, ou perdido dentro de ‘Relatórios de Sustentabilidade’… que ninguém lê… só servindo como itens de decoração.

Participação real ou teatro de escuta?  Pergunta (reflexiva) que deve virar rotina…

Criar comitês ESG, abrir canais de sugestão, promover hackathons, formações personalizadas e inovadoras são práticas que funcionam — desde que não sejam simbólicas. A cocriação precisa vir acompanhada de poder real de decisão. Um exemplo são as formações reflexivas, com olhar na Inovação e com muita gamificação desenvolvido pelo On Life Institute, criação do Doutor em Design Estratégico, Flávio Nerva. Outro exemplo é a Ambev, que estruturou grupos de diversidade com orçamento próprio e metas vinculadas à estratégia da empresa. Isso muda o jogo: funcionários deixam de ser plateia e passam a ser protagonistas…inclusive de novas visões de futuro!

Mas há um limite delicado: a participação não pode ser usada como escudo para decisões já tomadas. Quando a escuta é encenada, ela gera frustração e desmobiliza. O engajamento só é legítimo quando há espaço para influência real. E esse é o significado real de ENGAJAMENTO.

Outro ponto de análise, em toda essa ‘equação’, são os benefícios oferecidos…

Reconhecimento: incentivo ou manipulação?

Premiações, selos internos e bonificações por metas ESG são estratégias eficazes — se bem calibradas. O Magazine Luiza, por exemplo, criou programas de reconhecimento para equipes que se destacam em inclusão e impacto social. Isso reforça comportamentos desejados e valoriza o esforço coletivo.

No entanto, há um risco de captura quando os incentivos são mal desenhados, eles estimulam o jogo de aparências. Funcionários podem simular engajamento para ganhar pontos, sem internalizar os valores. O desafio é criar sistemas de reconhecimento que premiem a consistência, e não apenas a performance visível. Há empresas que estão hoje com um grande problema interno por conta do ‘Frankenstein’ de premiações e benefícios… E como parar e reestruturar?

Metas claras, mas não cegas!! Indicadores são essenciais. Sem metas mensuráveis, o ESG vira retórica. Empresas como a Vivo e o Santander Brasil, publicam dashboards mensais com KPIs ambientais, sociais e de governança, acessíveis a todos os colaboradores. Isso gera transparência e senso de progresso.

Mas, metas também podem cegar. Quando os indicadores são tratados como fim — e não como meio — eles distorcem comportamentos. A obsessão por números pode levar à superficialidade ou ao greenwashing interno. O equilíbrio está em combinar métricas com narrativas, dados com contexto.

Feedback contínuo: escuta ativa ou vigilância?

Canais de escuta — como enquetes, rodas de conversa e plataformas de sugestões — são fundamentais para ajustar rotas e prevenir crises. Um exemplo é a Votorantim Cimentos, que criou fóruns internos para discutir dilemas éticos e ambientais com participação da alta liderança.

Mas é preciso cuidado: o monitoramento excessivo pode ser percebido como vigilância. A cultura do feedback só funciona quando há confiança e quando os canais são usados para construir, não para punir. Caso contrário, o ESG vira instrumento de controle, e não de transformação.

É um pouco assustador tantos pontos que parecem contraditórios um com o outro. Eu sei! Mas a vida não é linear…  A gente aprende com mais consistência pelo exemplo!

Liderança como espelho…

Nada engaja mais do que o exemplo. CEOs que participam de ações de voluntariado, diretores que lideram comitês de diversidade, gerentes que assumem metas ESG em suas avaliações — tudo isso comunica mais do que qualquer campanha. A Unilever, por exemplo, atrela parte do bônus executivo ao desempenho em sustentabilidade.

Mas o exemplo precisa ser autêntico. Quando a liderança terceiriza o ESG para áreas específicas, ela sinaliza que o tema é periférico. E se a alta gestão não se compromete, o resto da organização não segue. Simples assim…

A tensão legal: proteção ou precarização?

Partindo da observância que a legislação trabalhista brasileira evoluiu para proteger o trabalhador – da CLT de 1943 à Constituição de 1988 -, passando pela reforma de 2017. Esses marcos garantem direitos fundamentais mas, também, impõem rigidez em um mercado que exige agilidade. Empresas e startups enfrentam o desafio de se proteger de condutas antiéticas, fraudes internas e baixa performance, sem violar garantias legais.

Entenda que a tensão é real: como demitir um funcionário que sabota iniciativas ESG sem cair em armadilhas jurídicas? Como monitorar condutas sem invadir a privacidade? Como tornar público a identidade de funcionários que usam informações estratégicas para seu benefício pessoal? As respostas estão na proporcionalidade: políticas claras, processos justos e canais de denúncia com salvaguardas. Isso, para começar.

Entenda: Nem tudo é má-fé — mas nem todo colaborador é agente de transformação.

Pesquisadores como Ricardo Abramovay e Ladislau Dowbor, defendem que o ESG só será efetivo se redistribuir poder dentro das organizações. Eles acreditam que não basta incluir o trabalhador na execução — é preciso incluí-lo na decisão. Já estudiosos, como Eduardo Giannetti e Hélio Zylberstajn, alertam para os riscos de sobrecarga regulatória e perda de competitividade se o ESG for tratado como imposição moral, e não como estratégia de valor e de inovação.

Essas visões revelam o dilema central. O ESG pode ser ponte ou muro. Pode unir interesses ou aprofundar desconfianças. Tudo depende de como ele é implementado — e de quem tem voz no processo. Engajar funcionários em ESG é mais do que uma boa prática — é um teste de coerência institucional. Exige que empresas revejam seus sistemas de poder, que trabalhadores assumam responsabilidades e que ambos aceitem conviver com a tensão entre ideal e realidade.

Não há fórmula mágica. Há, sim, uma equação difícil — e inescapável — que só se resolve com diálogo, transparência e coragem para enfrentar as contradições morais que o ESG escancara.

Tudo pode ser repensado e redesenhado. Mas a ÉTICA, deve ser inegociável!

Uma frase que dialoga, lindamente, com o ‘espírito’ desse artigo… vem do escritor brasileiro, Machado de Assis, mestre do século XIX, que escreveu em Memórias Póstumas de Brás Cubas:

“A verdadeira grandeza está em trabalhar pelo bem comum, porque o egoísmo é a ruína das almas.”

Essa reflexão machadiana traduz – exatamente – a ideia de que pensar no coletivo social é ato de inteligência e nobreza da alma — e se conecta de forma natural com a difícil equação do ESG, onde o propósito só se sustenta quando ultrapassa o interesse individual e se transforma em compromisso compartilhado.

Podemos, até, ter tudo, mas será que conseguimos TER tudo que queremos!?

Lembre que… o individualismo desmedido corrói a alma como câncer silencioso. Não faz sentido agirmos como ermitões rabugentos se, o que nos torna vivos, é a existência do outro, da partilha, da vida em família e em comunidade. Ai te pergunto: _Se são todas essas coisas que nos tornam pessoas e Seres Humanos felizes… Então, buscar a prática do ESG não é assim tão difícil…  Na realidade, é escolha se comprometer!

Record Guaíba inaugura experiência inédita em Canela para celebrar o Inverno Gaúcho

Projeto concebido por empresa canelense une comunicação, turismo, entretenimento e experiências para fortalecer a temporada mais importante da Serra Gaúcha Canela se prepara para receber uma iniciativa inédita durante a temporada de inverno de 2026. A partir do dia 3 de julho, a Record Guaíba inaugura oficialmente seu Estúdio de Inverno em Canela, transformando sua tradicional presença na Serra Gaúcha em uma experiência aberta ao público, criada para aproximar moradores, turistas, comunidade, artistas e empreendedores em torno da estação mais aguardada do ano. O projeto foi concebido pela empresa canelense IDEAL42 e desenvolvido em parceria com a Record Guaíba e a Prefeitura de Canela. A proposta nasceu de uma provocação simples: se milhares de pessoas visitam a Serra Gaúcha todos os anos em busca de experiências memoráveis, por que não criar um espaço onde essas memórias possam acontecer de forma ainda mais intensa? Alinhada ao movimento Viva o Inverno Gaúcho, promovido pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul, a iniciativa busca fortalecer a identidade do inverno gaúcho, ampliar a projeção turística da região e contribuir para o desenvolvimento econômico local. Mais do que um estúdio de transmissões, o espaço foi pensado para funcionar como um ponto de encontro. Um ambiente onde a comunicação acontece ao vivo, mas onde também acontecem conexões humanas, experiências compartilhadas e momentos capazes de transformar visitantes em protagonistas da própria história. Durante toda a temporada, moradores e turistas poderão acompanhar transmissões especiais, entrevistas, apresentações artísticas, experiências interativas, ativações temáticas, trilhas sonoras exclusivas, espaços para registro de conteúdo e os aguardados rituais de neve, criados especialmente para transformar um dos maiores desejos de quem visita a Serra Gaúcha em uma experiência coletiva. RELEASE IMPRENSA Escrito por Jenny Runge – IDEAL42 23/06/2026 Para Wellington Machado, diretor Comercial e de Marketing da Record Guaíba, a iniciativa representa uma nova forma de relacionamento entre a emissora e seu público. “A comunicação tem o poder de aproximar pessoas. Queremos que moradores e turistas encontrem aqui um espaço para viver experiências, compartilhar histórias e criar lembranças.” A Prefeitura de Canela também participa da iniciativa como parceira estratégica do projeto, reforçando seu compromisso com ações que valorizam o turismo, ampliam a permanência dos visitantes na cidade e fortalecem a economia local durante um dos períodos mais importantes do calendário turístico. Segundo Jenny Runge, fundadora da IDEAL42 e idealizadora do conceito do projeto, a inspiração surgiu da própria essência da Serra Gaúcha. “O inverno gaúcho já possui uma força emocional extraordinária. Nossa missão foi transformar essa emoção em experiência. Se todos visitam a Serra Gaúcha na esperança de ver a neve, por que não criar um ritual com data e hora marcada para que isso aconteça?” Canela terá horários oficiais para “nevar” ao som de DJs durante o inverno. Inspirado nas tradicionais experiências de inverno encontradas em destinos internacionais, o projeto também contará com momentos especiais de celebração ao ar livre, combinando música, ambientação temática e os aguardados rituais de neve. Em datas e horários programados, DJs convidados assumirão a trilha sonora do espaço enquanto a neve transforma o ambiente em um cenário de encantamento coletivo, criando uma atmosfera que remete aos grandes festivais de inverno da Europa e da América do Norte. A proposta é oferecer ao público uma experiência sensorial inédita na região, onde música, emoção, encontro e entretenimento se unem para transformar uma simples visita em uma lembrança inesquecível. Além de fortalecer a programação de inverno da Record Guaíba, a iniciativa também evidencia o papel da economia criativa local na construção de experiências capazes de gerar impacto turístico, valorizar o território e ampliar a visibilidade de Canela em todo o país. A expectativa é que milhares de pessoas passem pelo espaço ao longo da temporada, consolidando Canela como um dos principais destinos do inverno brasileiro e reforçando o protagonismo da cidade dentro das ações do Viva o Inverno Gaúcho. Porque algumas viagens terminam quando voltamos para casa. As melhores permanecem para sempre na memória. E uma coisa já está garantida neste inverno: Vai nevar em Canela.

 

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